
Cientistas americanos informaram no dia 12 de novembro de 2009 a criação dos primeiros mosquitos geneticamente modificados, com organismos capazes de destruir o Plasmodium falciparum, protozoário responsável pela transmissão de um tipo de malária. Portanto, o controle biológico vai ajudar na corrida contra estes microorganismos.
Como já citei em outro artigo, a doença aparece a partir da picada do mosquito do gênero Anopheles (contaminado) no homem, em alguns outros mamíferos e mesmo em aves. Existem cerca de 50 espécies de mosquitos deste gênero.
Como cita o professor de microbiologia molecular e de imunologia do JHMRJ (Instituto de Pesquisa sobre o Impaludismo da Universidade John Hopkins, em Baltimore, Maryland, EUA, George Dimopoulos e que dirige a equipe de pesquisadores: "São os primeiros mosquitos geneticamente modificados resistentes ao parasita graças a uma modificação de seu sistema imunológico".
Os cientistas criaram dois grupos de mosquitos geneticamente modificados em laboratórios, sendo que no primeiro grupo, o gene que causa a destruição do Plasmodium é ativado no tecido intestinal do Anopheles, onde o protozoário se encontra. No segundo grupo, a modificação genética ativa uma reação no sistema imunológico contra o Plasmodium que atinge o órgão do parasita que serve de fígado.
No mundo inteiro, milhares de pessoas são contaminadas e ficam doentes, vindo até mesmo a falecer devido a esta doença parasitária. Mais de 300 milhões de novos casos são diagnosticados por ano e deste total, cerca de 1 milhão morrem, principalmente no continente africano.
Fonte:WASHINGTON, EUA (AFP); Maria Celia Amorim
Como já citei em outro artigo, a doença aparece a partir da picada do mosquito do gênero Anopheles (contaminado) no homem, em alguns outros mamíferos e mesmo em aves. Existem cerca de 50 espécies de mosquitos deste gênero.
Como cita o professor de microbiologia molecular e de imunologia do JHMRJ (Instituto de Pesquisa sobre o Impaludismo da Universidade John Hopkins, em Baltimore, Maryland, EUA, George Dimopoulos e que dirige a equipe de pesquisadores: "São os primeiros mosquitos geneticamente modificados resistentes ao parasita graças a uma modificação de seu sistema imunológico".
Os cientistas criaram dois grupos de mosquitos geneticamente modificados em laboratórios, sendo que no primeiro grupo, o gene que causa a destruição do Plasmodium é ativado no tecido intestinal do Anopheles, onde o protozoário se encontra. No segundo grupo, a modificação genética ativa uma reação no sistema imunológico contra o Plasmodium que atinge o órgão do parasita que serve de fígado.
No mundo inteiro, milhares de pessoas são contaminadas e ficam doentes, vindo até mesmo a falecer devido a esta doença parasitária. Mais de 300 milhões de novos casos são diagnosticados por ano e deste total, cerca de 1 milhão morrem, principalmente no continente africano.
Fonte:WASHINGTON, EUA (AFP); Maria Celia Amorim







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