terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A palmeira que floresce e morre


Nome Científico: Corypha umbraculifera L.
Nome Popular: corifa, palmeira- talipot
Família : Palmae ( Arecaceae)
Origem: Índia, Sri Lanka
Foi manchete nos jornais: a palmeira Talipot (Corypha Umbraculifera) causou sensação quando foi noticiado, que em pleno Rio de Janeiro, no Aterro do Flamengo, existiam vários exemplares desta belíssima árvore, plantadas pelo paisagista Burle Marx. Esta palmeira só floresce uma vez na vida e depois morre. Na faixa dos seus 50 anos, depois de florescer, começa a morrer. Parece que há um pacto de morte entre essas palmeiras cariocas. Grande parte delas apresenta a bela copa florida anunciando o fim próximo.A corifa é uma palmeira de grande porte, chegando a atingir de 20 a 25 m de altura, nativa da Índia e Sri Lanka. Suas folhas apresentam-se em forma de leque que, em alguns casos, chegam a 5 m de diâmetro. O florescimento, em belíssimas inflorescências terminais, ocorre apenas uma única vez entre os 40 e 70 anos da idade da planta. Durante a juventude, o caule permanece com as bases das folhas caídas, aumentando ainda mais o valor ornamental desta palmeira. A germinação das sementes pode levar até 8 meses.A frutificação estende-se por longo período, após a qual a planta morre. Esta palmeira, de crescimento lento, multiplica-se por sementes, exige solos férteis e úmidos e tolera o inverno do sudeste do Brasil. O seu uso no paisagismo é aconselhável para grandes espaços como os de parques e praças.

Fonte:paisagismodigital.com.br, Árvores do Rio de Janeiro.com
Maria Celia Amorim

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado pela visita. Deixe sua crítica e sugestão para aperfeiçoarmos o blog. Abraços e Volte Sempre.