
Uma imagem apresentada pela NASA mostra uma imensa nuvem de fuligem sobre a Ásia. O centro das atenções é o carbono negro. Ele entra no ar quando os combustíveis fósseis e biocombustíveis, como o carvão, madeira e diesel são queimados. O carbono preto é encontrado em todo o mundo, mas sua presença e impacto é particularmente forte nesse continente. A imagem que vocês observam foi criada através da combinação de dados e de fotografias de satélites e revela a propagação do chamado carbono negro (fuligem), inclusive, sobre o Planalto Tibetano, uma das regiões mais altas e, até então, mais limpas do mundo. A nuvem vem se espalhando por toda a Ásia, principalmente, sobre a China e a Índia deixando o ar nebuloso. Dados da NASA e de cientistas chineses vem revelando que, desde a década de 90, vem aumento em ritmo cada vez maior a emissão de fuligem. Essas nuvens de fuligem são geradas, principalmente, a partir de partículas de poluentes liberados por fábricas, carvoarias, fornos a carvão e usinas de geração de energia. É uma imagem que deveria sensibilizar os mais de 120 líderes mundias que estão reunidos na Cop-15, em Copenhague, na Reunião Mundial sobre o Clima. E ao que tudo indica o encontro vai resultar em um grande fracasso.
Ricardo Ferreira







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