A perita Rosângela Monteiro, do Instituto de Criminalística de São Paulo, que coordenou a equipe responsável pelos laudos que sustentam a acusação contra Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, sustentou em seu depoimento na Justiça que o sangue achado na tela de proteção da janela e no lençol de uma das camas do quarto dos irmãos era comprovadamente de Isabella Nardoni, de 5 anos. Na camiseta usada pelo pai da menina, vincos deixados pela tela por onde a criança foi jogada, em formato de losangos, foram completamente compatíveis com a situação de alguém que, tendo 1m 80 e pesando 90 kg (altura e peso de Alexandre), tenha pressionado a rede de proteção carregando um peso de 25 quilos (peso de Isabella). De acordo com a perita criminal, que presta depoimento desde às 10h25, a marca na camiseta não seria deixada se Alexandre tivesse apenas olhado pela janela e visto o corpo da filha caído no pátio do edifício, sem exercer pressão sobre a tela. - A configuração é examente a mesma. Os vestígios encontrados na camiseta de Alexandre são absolutamente iguais ao testes feitos pelo Instituto de Criminalística, que consideraram altura da pessoa que jogou, o peso da criança e a pressão corpo na tela - disse a perita. Rosângela explicou que usou homens com mesmo peso e altura como modelos em quatro simulações da possível cena de alguém jogando a menina pelo buraco da rede de proteção da janela, que havia sido cortada. - A marca é indiscutível e única - confirmou. Rosângela falou por cerca de 3 horas pela manhã. Apenas quando discorreu sobre a marca conseguiu tirar da apatia Anna Carolina Jatobá. A madrasta de Isabella não esboçou reação, mas lançou um olhar firme e penetrante, como se fuzilasse a perita, que mostrou fotos da camiseta de Alexandre e dos testes para explicar como chegou a essa conclusão. Fontes: G1; Globo On Line







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