terça-feira, 30 de novembro de 2010

Conferência em Israel apresenta inovações no campo da nanotecnologia

Um material da espessura de apenas um átomo e um "minissubmarino" capaz de administrar quimioterapia dentro de um tumor são algumas das descobertas apresentadas em uma conferência de nanotecnologia celebrada em Tel Aviv. Os 1.500 participantes da conferência Nano Israel 2010, de dois dias, incluem químicos, físicos e pesquisadores médicos, que têm em comum seu trabalho com estruturas minúsculas. "Todos trabalhamos para sermos capazes de manipular moléculas em nível atômico", contou Dan Peer, professor do departamento de Imunologia e Pesquisa Celular da Universidade de Tel Aviv. Peer tenta averiguar como tratar mais adequadamente um câncer ou inflamações associadas a doenças como a esclerose múltipla, mediante um uso mais acertado de tratamentos como a quimioterapia. "Às vezes o medicamento está lá, mas não funciona de forma acertada", explicou Dan Peer à AFP. Nestes casos, os cientistas estão tentando encontrar a forma de inserir tipos de "sistemas GPS" nos medicamentos para que atinjam mais diretamente às células malignas ou às inflamações. Uma forma de fazê-lo é unir o tratamento contra o câncer a uma vitamina que os tumores absorvem facilmente, o que permite que a medicação penetre nas células malignas. "Pode-se criar novos materiais, novos veículos para os tratamentos, como bolhas minúsculas ou minissubmarinos que os introduzam no corpo", explicou Peer . Joseph Kost, professor do departamento de engenharia química da Universidade Ben Gurion do Neguev, está trabalhando em uma técnica capaz de aplicar a um tumor um medicamento usado na quimioterapia, o cisplatino. O medicamento é introduzido em um pequeno recipiente e veiculado dentro do tumor como se fosse uma "ogiva terapêutica". Uma vez no interior, os cientistas irradiam os veículos que contêm o medicamento, mediante ultrassom, dispersando assim o tratamento por todo o tumor. Outros participantes do evento, como Andre Geim, ganhador este ano do prêmio Nobel de Física, estão empregando a nanotecnologia para desenvolver materiais novos com um amplo leque de aplicações. Geim, um cientista russo que trabalha na Grã-Bretanha, apresentou seus trabalhos sobre o grafeno, uma estrutura de grafite da espessura de um átomo que é mais dura que o diamante. "Pode-se fazer milhares de aparelhos a partir deste grafeno", que poderiam servir no futuro para sequenciar mais rapidamente o DNA ou fabricar condutores mais eficazes, disse perante uma audiência de pesquisadores de 35 países. Para Israel, sediar esta reunião de nanopesquisadores é uma forma de promover um setor no qual o governo está apostando. "Vemos isto como uma importante iniciativa econômica para o futuro de Israel", disse Barry Breen, porta-voz da Iniciativa de Nanotecnologia Nacional de Israel, entidade assessora do governo.

Fonte: Último Segundo

Exames nos restos mortais do astrônomo Tycho Brahe devem levar meses




Pesquisadores que exumaram os restos mortais do astrônomo dinamarquês Tycho Brahe disseram que os exames que devem resolver o mistério de sua morte súbita devem consumir alguns meses. Uma equipe internacional abriu a tumba de Brahe, em Praga, onde o astrônomo estava sepultado desde 1601, e retiraram amostras do corpo. O professor de arqueologia medieval Jens Vellev, da Universidade Asrhus da Dinamarca, disse que os cientistas não só serão capazes de reconstituir a aparência de Brahe, mas também de determinar detalhes de sua vida até anos antes da morte. Ele disse que um pedaço de bigode de 8 centímetros deve permitir determinar "que tipo de remédios tomava nos últimos três meses de sua vida", enquanto que amostras de ossos podem oferecer informações sobre os últimos 15 anos de vida. Brahe fez observações extremamente precisas dos movimentos de planetas e estrelas, que ajudaram Johannes Kepler a estabelecer as primeiras leis do movimento planetário. Mas sua morte, aos 54 anos, é misteriosa. Acredita-se que Brahe tenha morrido de infecção da bexiga, mas exames recentes sugerem envenenamento por mercúrio como causa.

Fonte: estadao.com.br

Armazenamento de dados em nuvens

Há sites especializados em compartilhar planilhas, documentos de texto, apresentações, desenhos e formulários na internet que facilitam o envio de documentos, a edição em colaboração e a não impressão desnecessária. O uso dessas ferramentas é chamado de computação em nuvens e possui o mesmo princípio da navegação em rede, só que por meio da rede mundial de computadores, ou seja, pode ser acessado a qualquer hora ou de qualquer lugar. O EcoD listou alguns sites e aplicações que oferecem o serviço, confira:

Acrobat.com => O serviço de compartilhamento livre do Acrobat aceita até 2GB de arquivo. Os pacotes pagos variam de acordo com o tempo e a quantidade de espeço arquivado: para 20 participantes, o pacote custa US$ 39,00, com espaço de 100 GB; para o de 5 participantes, o pacote custa 14,99 e possui espaço de 15 GB.

Dropbox => Esse é o queridinho entre os aficionados por tecnologia e programa pode ser baixado livremente na internet e é compatível com Windows, Mac OS X e Linux. De fácil utilização, ele compartilha até 2 GB por usuário. Os planos pagos custam US$ 9,99 por mês para pacotes de 50 Gbytes e US$ 19,99 para pacotes de 100 Gbytes.

Google Docs => O serviço de compartilhamento possui pouco espaço, no máximo 1GB, mas as assinaturas pagas são baratas: o de 20 Gbytes custa US$ 5,00 por ano e o de 16 Tbytes custa US$ 4.096,00 por ano.

SugarSync => É o mais completo dos serviços de armazenamento disponíveis, mas também é o mais difícil. Ele aceita até 2 Gbytes de arquivos por pasta. Seus planos pagos custam US$ 4,99 por 30 Gbytes e US$ 39,99 por 500 Gbytes.

Windows Live SkyDrive => O serviço do SkyDrive é feito pelo navegador de cada gadget e possui o de maior armazenamento gratuito, até 25 Gbytes, mas o limite de tamanho por cada arquivo é consideravelmente pequeno, no máximo 50 Mbytes.

Foto:As centrais de dados armazenam arquivos que podem ser acessados em qualquer computador a qualquer momento

Fonte: EcoD

Mais de 200 patrimônios culturais do Mundo estão sob risco

Mais de 200 dos patrimônios culturais mais significativos do mundo poderão ser danificados seriamente ou perdidos - o que representaria aos países em desenvolvimento mais de US$ 100 bilhões em perdas de receita, revelou um novo relatório. O Palácio de Sans Souci, do Haiti, conhecido como o "Versalhes do Caribe", e Mirador, uma cidade pré-colombiana na Guatemala, estão entre os 20 patrimônios listados no relatório como na iminência de perda e destruição irreparáveis em razão de má administração, vandalismo, negligência, conflitos e turismo não sustentável. "Esses são lugares culturais maravilhosos, de valor inestimável. Se não fizermos alguma coisa, poderemos perdê-los para sempre. Seria uma perda trágica", disse Jeff Morgan, diretor executivo do Global Heritage Fund, um grupo sem fins lucrativos sediado na California, que publicou o relatório "Salvando nosso patrimônio que está desaparecendo". Ele acredita que a destruição de sítios culturais não recebe atenção suficiente de organizações como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). "A Unesco fala apenas sobre alguns desses lugares", explicou ele, acrescentando que somente 76 dos sítios culturais do relatório são designados Patrimônio Mundial pela Unesco. "A Itália tem 45 sítios. O Peru, um país com uma longa história e muitos sítios importantes, tem apenas nove. A Guatemala tem somente três", afirmou Morgan. "Os governos têm de ter uma capacidade muito boa para serem capazes de cuidar desses lugares, e muitos não têm os recursos." O relatório afirma que os países em desenvolvimento perdem bilhões de dólares em receita com turismo e empregos ao negligenciar os locais de patrimônio cultural. "Isso não significa apenas turismo, isso diversificaria a economia inteira e levaria mais investimento estrangeiro. Muitos patrimônios globais são pequenos, de um quilômetro quadrado, então de fato podemos ter sucesso dentro de alguns anos". Outros sítios em perigo estão em Bangladesh, no Camboja, na China, na Índia, no Quênia, no Paquistão e nas Filipinas.

Foto: Arqueólogo mostra obra de arte maia encontrada em sítio arqueológico em Em Mirador, na Guatemala; AFP; Fonte: Terra Notícias.

Descobertas relíquias da tumba do rei inglês Ricardo II

A Galeria Nacional de Retratos, de Londres, anunciou que um arquivista descobriu relíquias da tumba do rei medieval inglês Ricardo II quando pesquisava documentos do primeiro diretor da galeria, George Scharf. Entre centenas de diários e cadernos deixados em caixas fechadas há anos existe material retirado do caixão do monarca, bem como esboços do seu crânio e dos ossos. O conteúdo estava numa cigarreira, com data de 31 de agosto de 1871. Só foi possível identificar o material como relíquias de uma tumba real graças à comparação da data citada na caixa com os diários e com desenhos feitos no mesmo dia. A cigarreira continha fragmentos de madeira, possivelmente do próprio caixão real e um pedaço de tecido. Registros daquela época revelam que Scharf estava presente na abertura das tumbas reais na abadia de Westminster, e um pedaço de couro corresponde ao desenho feito por ele de uma luva encontrada no caixão. Segundo a Galeria Nacional de Retratos, um relato completo do fato foi registrado pelo reverendíssimo Arthur Stanley, deão de Westminster. O relato foi publicado em 1879. Scharf, que também testemunhou a abertura dos túmulos de Eduardo VI, Henrique VII, Jaime I e Elizabeth de York, fez esboços minuciosos do crânio de Ricardo II, inclusive com medidas detalhadas. A galeria disse que a tumba de Ricardo II foi aberta em 1871 para limpeza e que havia muitos presentes, provavelmente, devido à curiosidade sobre se o rei - que governou de 1377 a 1399 - havia sido morto por uma machadada. O crânio não continha evidências dessa agressão. Muitos historiadores acreditam que ele morreu de fome no cativeiro, em 1400, após ser destronado por Henrique IV.

Fontes: estadao.com.br; Reuters Life

Astronautas na Estação Internacional fotografam Delta do Nilo durante à noite






O Delta do Rio Nilo aparece com detalhes nesta fotografia feita à noite pela equipe da Expedição 25, que está atualmente a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). A iluminação permite identificar a capital do Egito, Cairo, que é mais brilhante (foto 3). Tel Aviv, em Israel, também pode ser vista, à direita na foto, assim como a curvatura da Terra, na parte superior da imagem. Além disso, temos as fotos da Itália (foto 1) e do Hemisfério Norte (foto 2)(Foto: William L. Stefanov / Nasa-JSC).

Fonte: G1

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

DNA em pontas de cigarro guardadas por 24 anos ajuda a desvendar crime nos EUA



Um policial aposentado ajudou a desvendar um antigo caso de assassinato que o havia atormentado por toda sua carreira graças a pontas de cigarro guardadas por 24 anos. O detetive Tom Goodwin não conseguiu encontrar os responsáveis pelo homicídio de Samuel Quentzel em 1986, quando ele foi morto a tiros dentro de seu carro em frente a sua casa, em Long Island, Nova York. Mas, Goodwin insistiu que fossem guardadas quatro pontas de cigarro encontradas durante a investigação do crime, esperando que algum dia elas pudessem identificar os assassinos. Mais de 20 anos depois, graças aos avanços na tecnologia de identificação de DNA e à expansão dos bancos de dados com informações genéticas de criminosos, foi possível identificar os homens responsáveis pelo crime. Lewis Slaughter, de 61 anos, foi condenado por assassinato em segundo grau e será sentenciado em dezembro. Ele pode receber pena de 25 anos a prisão perpétua pela morte de Quentzel, que era casado e pai de três filhos. Slaughter, que tem uma longa ficha criminal, já está preso por outro assassinato também ocorrido em 1986. 'Eu nunca parei de pensar sobre isso', disse o detetive Goodwin, que se aposentou da polícia em 2000, ao New York Daily News. 'Sempre que investigava um caso no Brooklyn ou em Queens, eu checava se uma arma .380 tinha sido usada, esperando encontrar uma ligação. Nunca deu certo.' Realizado mais de 20 anos após o crime, o julgamento, em um tribunal em Long Island, estabeleceu que no dia 4 de setembro de 1986 Slaughter e seu cúmplice Clifton Waters se aproximaram de Quentzel, que estava em seu carro, logo após voltar do trabalho em sua loja de materiais de encanamento no Brooklyn. A esposa de Quentzel, Ann, estava em casa conversando com um arquiteto sobre obras que planejava fazer, quando ouviu barulhos e uma buzina do lado de fora. Ambos correram para a janela e viram Waters, o atirador, batendo a porta do carro de Quentzel e correndo para uma van que esperava na rua. Enquanto Ann corria para fora da casa, ela viu outro homem, hoje identificado como Slaughter, indo em direção à mesma van. Um terceiro acusado, Roger Williams esperava no veículo. Samuel Quentzel morreu no local, com um tiro no peito. Os policiais encontraram US$ 2,5 mil em seu bolso, levando as autoridades a acreditar que o crime havia sido um assalto que deu errado. A van foi encontrada, queimada, menos de uma hora depois. Dentro dela, estavam as pontas de cigarro, uma bala e um talão de cheques de Quentzel. Waters, o homem que disparou o tiro fatal, morreu poucos meses depois do crime, aparentemente por causa de um acidente com uma arma de fogo. Williams, de 48 anos, se declarou culpado de homicídio culposo e aguarda sentença. A retomada do caso resultou de uma iniciativa da viúva e de um filho de Quentzel, que, em maio de 2007, contataram a promotoria pública pedindo uma nova investigação sobre a morte de Samuel. A resolução do crime só foi possível graças à ampliação do banco de dados de DNA, que passou a exigir amostras de todos os condenados por crimes após 2006, mas que também valia retroativamente para os que estivessem presos ou em liberdade condicional na época. Foi assim que o Departamento de Justiça Criminal de Nova York ligou Roger Williams a uma ponta de cigarro encontrada na van mais de 20 anos antes. Uma complexa investigação da polícia se seguiu, incluindo uma gravação obtida legalmente de uma conversa entre Williams e Slaughter, que acabou levando à condenação dos dois criminosos. 'A família Quentzel perseverou por mais de 24 anos com esperança de ver os assassinos de Samuel enfrentarem a Justiça e esse dia finalmente chegou', disse a promotora pública no caso, Kathleen Rice. 'Eu não poderia estar mais orgulhosa dos integrantes de meu gabinete e do departamento de polícia, que nunca desistiram de seu comprometimento em prender os homens responsáveis por esse crime terrível.'

Fonte: G1

Locais Estranhos na Terra: Rabjerg Miles


-É uma duna móvel localizada entre Skagenb e Frederikshavn, na Dinamarca;
-É costeira;
-Esta duna é a mais importante da Dinamarca e é a maior duna da Europa do Norte;
-Possui 10 Km de comprimento;
-Com 40 metros de altura;
-Possui 4 milhões de m³ de areia;
-Cobre uma superfície de 1 Km²;
-Está sobre a influencia de ventos fortes de oeste, que sopram sem encontrar obstáculos sobre o mar, desloca-se para leste, em média 15 metros por ano, empurrando a duna;
-Desde 1901 está protegida pelo Estado, sendo um dos primeiros exemplos de proteção da natureza na Dinamarca.

Fontes: Maravilhas Naturais do Mundo, Seleções do Reader's Digest; visitdenmark.com; naturturist.dk/rabjerg/mile/htm.

Maria Celia Amorim

Jarina


-Phytelephas macrocarpa;
-Conhecido como marfim vegetal;
-É uma pequena palmeira, de tronco grosso de numerosas raízes adventícias e de flores de perfume bastante forte;
-Originária do norte da América do Sul, região amazônica;
-Seu crescimento é lento;
-Sua semente é semelhante ao marfim animal e é extremamente duro, permite bastante polimento e absorve bem os corantes;
-As sementes levam de 3 a 4 anos par germinar e as plantas de 7 a 25 anos para frutificarem;
-A semente é usada para a confecção de brincos, braceletes, colares e outras bijuterias e objetos.

Fontes; G1; siteaveupira.com.br; embrapa.br.

Maria Celia Amorim

Bagre do Mar: Gurijuba


-Arius liniscutis;
-É um peixe da foz do Amazonas, no Pará;
-De cor pardo acinzentado com contraste amarelo;
-DE cabeça grande e achatada;
-Seu corpo é robusto;
-São peixes de água salgada;
-Sua carne não é apreciada;
-Pesa em média 10 quilos;
-Formam cardumes numerosos;
-Sua bexiga natatória conhecida como grude é sua parte mais importante e é exportada para outros países, com ela é possível fazer remédios e outros produtos.

Fontes: G1; globoamazonia.com; portalamazonia.globo.com.

Maria Celia Amorim

domingo, 28 de novembro de 2010

Um fóssil vivo


Tuatara, Sphenodon spp, réptil da Nova Zelândia, é considerado um fóssil vivo. O nome tuatara é uma palavra Maori que significa dorso espinhoso. Agarrado a um penhasco, a tuatara parece apenas um pouco diferente de seus antepassados do período Jurássico. Espécie só encontrada na Nova Zelândia, o réptil pouco se modificou ao longo dos anos, sendo considerado um fóssil vivo. No entanto, ela corre risco de desaparecer. Conservacionistas temem que mudanças climáticas diminuam drasticamente a população deste lagarto, que não suporta temperaturas a cima de 27ºC, sendo portanto de clima frio. A tuatara está ameaçada por perda de habitat e pela competição com espécies introduzidas de roedores e mustelídeos.

Fonte: Último Segundo

Dentes para mil e uma utilidades


Uma grande, morsa do Atlântico descansa com suas presas encravadas na areia, no refúgio de vida selvagem Togiak, no Alasca. Os dentões das morsas têm mil e uma utilidades. Eles podem ser usados como apoio ao serem presos no gelo, quando as morsas querem sair da água, utilizada como arma, seja nas batalhas territoriais, de acasalamento, como também, contra o ataque de ursos polares.
Foto: National Geographic


Fonte: Último Segundo

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Biodiversidade - Nosso Planeta é Lindo!!!!!!!!!

Cidade da Maçã: Fraiburgo


-Localizada no estado de Santa Catarina, na região sul do Brasil;
-É uma cidade que teve influência dos imigrantes europeus, especialmente dos alemães e italianos;
-Foi fundada em 1938;
-Está a 1.048 metros acima do nível do mar;
-Está a 400 Km de Florianópolis, que é a capital deste estado;
-Com 546 Km² de área;
-Seu clima é o subtropical úmido;
-Ela possui vastos pomares de maçã, sendo esta fruta o carro chefe da economia da cidade, com produção de 260 toneladas de maçã ao ano;
-Também produz papel e celulose;
-É comum na região o ecoturismo em suas trilhas ecológicas além de esportes radicais;
-A maior parte da região é coberta por florestas nativas de imbuia, cedro, canela, erva-mate e as araucárias, que caracterizam o sul do Brasil.

Fontes: sc.gov.br; viageiro.com.

Maria Celia Amorim

Inseto louva-a-deus capturado por lentes



O fotógrafo Jimmy Hoffman, especializado em retratar a vida selvagem, fez uma série de imagens de louva-a-deus, perto de sua casa em Costa Brava, na Espanha. Depois de encontrar o inseto a ser fotografado, Hoffman pode passar até duas horas esperando pelo momento ideal. Ele diz que os louva-a-deus são seus insetos favoritos por causa de seu comportamento predatório, suas formas e cores. A foto favorita de Jimmy Hoffman é a que mostra um louva-a-deus prestes a atacar uma borboleta que foi rápida demais e conseguiu voar antes de ser pega.
Foto 1: Louva-a- deus e a borboleta;
Foto 2: Louva-a-deus e outros insetos;
Foto 3: Ele pode rodar a cabeça em várias direções;
Foto 4: Este louva-a-deus parece feito de gravetos;
Foto 5: Três larvas de louva-a-deus andam pelo caule de uma rosa, passando por um espinho;
Foto 6: Este louva-a-deus devora outro inseto.

Fonte: Último Segundo

Lago em 'formato de coração' é fotografado na floresta amazônica

O fotógrafo Ivan Canabrava, da agência Reuters, flagrou um lago em meio à floresta amazônica, próximo a Manaus, no estado do Amazonas, que tem o formato de um coração.
Foto: Ivan Canabrava/Reuters

Fonte: G1

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Cubiú


-Solanum sessiliflorum;
-Da família das Solanáceas;
-É uma fruta da mesma família do tomate e da berinjela;
-É de origem da Amazônia Ocidental, região norte do Brasil;
-Na Amazônia, além de alimento ele fornece remédios e cosméticos;
-Seu fruto é uma baga esférica ou ovóide, de cor amarelada ou avermelhada;
-Seu sabor e aroma são agradáveis;
-Pode ser consumido cru, como doces, geléias, compotas e até mesmo como suco;
-Como remédio é usado para o tratamento de anemia, acertar os níveis do colesterol, ácido úrico e da glicose no sangue;
-Conhecido como topiro e também como tomate-de-índio;
-É um arbusto com altura variando entre 80 centímetros a 2 metros e é de crescimento rápido.

Fontes: G1; tudosobreplantas.com.br.

Maria Celia Amorim

Locais Estranhos na Terra: Mallos de Riglos


-Localizado na Província de Huesca, na Espanha;
-Na região montanhosa de Aragão;
-Ergue-se acima das encostas dos Pirineus e a depressão do Elbro;
-Mallo do latim Malleus, que significa Maço;
-São altas escarpas ruiniformes, de cor ocre-avermelhada;
-São pilares rochosos esguios, por vezes isolados, alguns dos quais tem mais de 300 metros de altura;
-Formam 3 grupos separados por duas grandes ravinas escavadas, sendo os mais espetaculares o Mallo Pison, de 907 metros, o Mallo de La Iglesias e a Garganta do Gallego;
-É uma região considerada o paraíso para os escaladores, montanhistas e ecoturistas.

Fontes: Maravilhas Naturais do Mundo, Seleções do Reader's Digest; infoaragon.net; belonweb.com; radclimb.com.

Maria Celia Amorim

Epidemia de ratos destrói colheitas no sudeste asiático


Uma peste de ratos, que ocorre uma vez a cada 50 anos, está devastando plantações no sudeste da Ásia, provocando fome em muitas regiões. As pesquisas confirmaram que a explosão da população de roedores é causada pela abundância de alimentos, em particular de uma semente de bambu. Segundo cientistas, o fenômeno é um exemplo de como a simples relação entre duas espécies – uma vegetal e um pequeno roedor – pode virar toda a ecologia de pernas para o ar e destruir a agricultura. Os pesquisadores também advertiram que as mudanças climáticas poderão propiciar o surgimento de uma população de ratos ainda maior no futuro, agravando o problema. As florestas da espécie de bambu Melcocanna baccifera, foto 4, cobrem mais de 26 mil quilômetros quadrados no nordeste da Índia, se estendendo até Mianmar e Bangladesh. Delas, os agricultores extraem material usado na construção, no vestuário e até na alimentação das populações locais. A questão é que, aproximadamente a cada de 50 anos, o ciclo de vida do bambu chega ao fim. Independentemente das condições ambientais da época, algo no relógio biológico da espécie avisa à planta que é hora de florescer, lançar sementes e morrer. Para os fazendeiros da região, o maior problema é que as plantações de arroz ficam especialmente vulneráveis às pestes durante este período. Além da fome generalizada, as pestes de ratos viram toda a ecologia florestal "de pernas para o ar". Entre junho e setembro de 2009, campanhas erradicaram 2,6 milhões de ratos em Mianmar. Os ataques não são realizados por apenas de uma espécie de ratos. Uma das mais comuns é a Bandicota savilei, nativa do Delta do Irrawaddy. Os ratos podem dar cria a cada três semanas e um filhote de roedor atinge a maturidade sexual em apenas 50 ou 60 dias. Para os pesquisadores, o problema não tem solução fácil. Além dos ratos, outro inimigo que os fazendeiros precisam vencer é a apatia. Os fazendeiros estão imersos em apatia, porque já tentaram controlar as pestes e fracassaram. O governo paga por cauda de rato pego, como visto na foto 3.

Fontes: Último Segundo; estadao.com.br.