domingo, 9 de outubro de 2011

Abelha africana: a mais perigosa de todas


O cruzamento entre duas abelhas comuns resultou na mais agressiva abelha do mundo. Nomeada como abelha-africana, ela surgiu em 1956, no Brasil, pelo professor do departamento de Biologia da UNESP de Rio Claro, Warwick Kerr. Tão rápida foi a propagação desses insetos pela América que em 1990 os Estados Unidos tentaram construir vários centros de controles em sua fronteira com o México para impedir uma possível invasão. De nada adiantou e foi a partir daí que surgiu o apelido de “abelhas assassinas”. Mas, por que tanto terrorismo? Simplesmente porque elas são muito mais agressivas que as normais e podem injetar em suas vítimas, em apenas 30 segundos, oito vezes mais toxinas. Alem disso, é praticamente impossível distinguir uma das outras. As abelhas africanas têm um tipo de síndrome de perseguição. Elas são capazes de notar vibrações no ar – o que entendem como ameaça – a 30 metros de distancia. Ao se sentirem assim, elas irão voar atrás de sua possível inimiga por até um quilômetro de distância. O temido apelido não é por acaso. Na década de 50, só no continente americano, mais de mil pessoas morreram em decorrência de suas picadas. No Brasil, em 2006, houve um ataque em Florianópolis que resultou na morte de uma aposentada.
Fonte: Rede Ambiente

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