quarta-feira, 26 de outubro de 2011

História e prata emergem do fundo do mar

Exploradores do mar descobriram um novo tesouro naufragado, que eles planejam recuperar do fundo do Atlântico Norte. Partindo da Irlanda em 1917, um torpedo alemão afundou o navio a vapor britânico Mantola, lançando a embarcação e sua carga de estimadas 20 toneladas de prata no leito oceânico a uma profundidade de mais de 1.600 m. Em valores atuais, poderia valer cerca de US$ 18 milhões. Afundado pelo torpedeiro alemão U-81, durante a Primeira Guerra Mundial, o SS Mantola volta aos noticiários pelo valor da sua descoberta. Com a descoberta do navio, não apenas um pedaço precioso da história bélica da Inglaterra virá à superfície. Das profundezas do Atlântico Norte, juntamente com alguns destroços, será retirado um riquíssimo carregamento de prata. A valiosa carga foi assegurada pelo Ministério de Transporte de Guerra inglês. Documentos da época indicam que ela pode chegar um a valer US$ 19 milhões. O SS Mantola partiu de Londres em 04 de fevereiro de 1917 com destino à Calcutá, na Índia. Nele viajavam 165 tripulantes e 18 passageiros. Foi torpedeado por um submarino alemão, quatro dias após sua partida. Todos sobreviveram ao naufrágio, mas 7 pessoas morreram afogadas, após seu bote salva-vidas ter virado. Uma operação de salvamento organizada poucas horas após seu naufrágio. Em 9 de fevereiro de 1917 foram realizadas tentativas de rebocar o navio, sem sucesso.

Foto 1: O naufrágio do Mantola foi noticiado na capa do Estado O Estado de S.Paulo , 11/02/1917

Foto 2: Foto do vapor inglês, que operava na linha Londres-Calcutá

Foto 3: Odyssey Marine Exploration via The New York Times; Montola há 2.500 metros de profundidade








Fontes: estadao.com.br; Último Segundo

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