quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Cientistas analisam populações de focas há 60 anos em ilhas da Grã-Bretanha


Os cientistas britânicos comemoraram no mês de outubro os 60 anos do início dos estudos de populações de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha. A pesquisa, que começou na década de 1950, continua com uma equipe de supervisores do National Trust, a entidade que cuida de conservação ambiental e de construções históricas da Grã-Bretanha. David Steel, chefe dos supervisores do National Trust, vive e trabalha nas ilhas nove meses por ano e conta que o trabalho que começou em 1951 foi pioneiro. 'Quando o trabalho começou, se sabia pouco sobre as focas, sua biologia, e nem mesmo sobre o que elas comiam', disse revisores do National Trust, vive e trabalha nas ilhas nove meses por ano e conta que o trabalho que começou em 1951 foi pioneiro. O supervisor conta que sua equipe de cinco pessoas visita a colônia de focas a cada três ou quatro dias. 'Um chama a atenção da fêmea enquanto outro marca o filhote com tinta. A cada quatro dias, voltamos e mudamos a cor da tinta que marca os filhotes.' 'Com isso, no meio de novembro, temos filhotes de foca com várias cores de tinta. Os supervisores então podem acompanhar a história de vida de cada filhote marcado', afirmou. Steel disse que eles já descobriram muito sobre a vida das focas da ilha, com a ajuda da tinta e de rastreadores colocados nos animais. Com estes aparelhos eles descobriram para onde as focas vão quando saem das ilhas e a dieta dos animais, algo muito importante para ajudar na proteção da região e de outros lugares do Mar do Norte que são frequentados por estas focas.
Foto: Filhotes de focas das Ilhas Farne, na costa nordeste da Grã-Bretanha (Foto: BBC)
Fonte: G1

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