sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Variedade africana de rinoceronte é considerada extinta

Uma atualização da chamada lista vermelha das espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) tornou oficial a extinção do rinoceronte-negro-do-oeste (Diceros bicornis longipes). Essa subespécie de rinoceronte-negro ultimamente só era encontrada em Camarões. No entanto, em 2006, quando se fez a última grande busca pelo animal na natureza, nenhum exemplar foi encontrado e, desde então, jamais se voltou a ver. Seu primo, o rinoceronte-branco-do-norte (Ceratotherium simum cottoni) também está seriamente em risco, e aparece na categoria “possivelmente extinto na natureza". O rinoceronte-javanês (Rhinoceros sondaicus) segue pelo mesmo caminho. A IUCN monitora o estado de conservação de 61.900 espécies. Ela informa que 25% dos mamíferos do planeta estão ameaçados. Medidas de proteção poderiam salvar as espécies do desaparecimento. Um exemplo de sucesso desse tipo de iniciativa é o rinoceronte-branco-do-sul (Ceratotherium simum simum), que, graças a políticas de conservação, viu sua população aumentar de menos de 100 animais no fim do século 19, para mais de 20 mil, atualmente. O cavalo-de-Przewalski (Equus ferus przewalskii), tido como extinto em 1996, já tem uma população de mais de 300 espécimes, graças a um programa de reprodução.


Foto 1: Rinoceronte-negro de variedade ainda não extinta é transportado de helicóptero na África do Sul para formar novas populações em outra parte do país. O rinoceronte-negro-do-oeste não teve a mesma sorte e acabou extinto. (Foto: Green Renaissance)

Foto 2: Cavalos-de-Przewalski vivem em estado selvagem na Ucrânia. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Natureza)

Foto 3: Rinoceronte negro em zoológico na Inglaterra: subespécie de rinoceronte negro ocidental está extinta; Getty Images





Fontes: Último Segundo; G1

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