sábado, 30 de abril de 2011

Lagos: Lago Diamante


-O lago Diamante está localizado na província de Catamarca, no noroeste da Argentina;
-É o maior lago de água doce da Argentina;
-Possui superfície de 1.466 Km²;
-Com largura máxima de 32 Km;
-Sua profundidade média é de 150 metros e a máxima é de 500 metros;
-Este lago fica dentro do Parque Nacional de Los Glaciares;
-É um espelho de água no meio de uma cratera vulcânica;
-Ele está a 4,5 mil metros acima do nível do mar;
-Possui volume de água de 220 Km³;
-É um lago que contem pouco oxigênio;
-No lago Diamante a salinidade é cinco vezes maior do que no oceano;
-O arsênio é 20 mil vezes mais concentrado que na água considerada potável;
-A alcalinidade é altíssima;
-A pressão do oxigênio é muito baixa;
-A radiação ultravioleta é muito elevada;
-As variações da temperatura também são extremas, com oscilações de até 40ºC entre o dia e a noite;
-As truta arco-iris e a truta do lago são encontradas neste lago;
-Neste lago também vivem super-bactérias que sobrevivem nestas condições inóspitas.

Fontes: G1; bbc.co.uk.

Maria Celia Amorim

Zimbábue planeja servir carne de elefante nas prisões do país



As autoridades penitenciárias do Zimbábue planejam servir carne de elefante para acabar com a fome nas prisões do país, informou a imprensa local. Os mais de 13 mil detentos que ocupam as prisões do Zimbábue estão há quatro anos sem comer carne e se alimentam exclusivamente de feijão e repolho. Por isso, o vice-ministro da Justiça, Obert Gutu, pensou em servir carne de elefante para enriquecer a dieta dos detentos. Em entrevista ao jornal "The Zimbabwe Independent", Gutu afirmou que a carne de elefante pode ser uma opção viável para acabar com a fome nas prisões. "O Ministério e a Comissão Penitenciária consideram que a carne de elefante pode ser um opção. Existe o consenso de que há uma superpopulação de elefantes no país. Por que não utilizá-los para alimentar os presos?", declarou o vice-ministro da Justiça. No entanto, grupos ambientalistas manifestaram sua oposição à medida. O diretor da Força-Tarefa pela Conservação no Zimbábue, Johnny Rodrigues, negou que no país haja uma superpopulação de elefantes e ressaltou que no território só restam 35 mil animais. "O Governo deveria endurecer as leis para proteger estes animais", afirmou Rodrigues ao veículo. A carne de elefante não é consumida habitualmente no Zimbábue, mas, nos últimos dez anos, o Governo do Robert Mugabe ordenou com frequência a parques nacionais a provisão de carne desses animais e de búfalo para alimentar os soldados em grandes cerimônias, como no aniversário do presidente.
Foto: Getty Images; Elefantes no parque nacional de Hwange.

Fontes: Último Segundo; MSN Verde

Fotógrafo documenta criaturas luminosas no oceano








O fotógrafo Joshua Lambus costuma documentar minúsculos animais marinhos luminosos no Mar do Havaí durante seus mergulhos em águas profundas pela região. A coleção impressionante de imagens produzidas por Lambus inclui águas-vivas, polvos, lulas, camarões e diversos tipos de peixes brilhantes. Boa parte deles tem até quatro centímetros de comprimento. Os animais foram encontrados a grandes profundidades na costa da ilha Havaí, a maior do arquipélago. Segundo Lambus, as fotos são tiradas em mergulhos noturnos. De barco, ele vai até cerca de cinco quilômetros longe da costa e mergulha na completa escuridão. O fotógrafo acumula imagens feitas durante mais de 400 mergulhos em águas profundas. Ele diz que "falta de luz e de referências é o mais próximo que posso imaginar de estar no espaço".
Foto 1: Esta lula mede cerca de 2,5 centímetros
Foto 2: Este pequeno peixe pertence à família 'Blenniidae'
Foto 3: A espécie de peixe na foto não foi identificada por Lambus
Foto 4: O animal na foto é um tipo de enguia
Foto 5: A imagem mostra um polvo brilhante de tentáculos compridos
Foto 6: Mais um peixe não identificado pelo fotógrafo
Foto 7: A lesma-do-mar mede cerca de 3 centímetros
Foto 8: Outro peixe de espécie não identificada
Foto 9: O animal registrado nesta foto mede cerca de 1 centímetro
Foto 10: Animal não identificado com um camarão pendurado à direita
Fonte: G1; Último Segundo

Luzes rosadas



Uma aurora boreal colore de rosa e vermelho aparece no céu do Parque Nacional de Acadia, no Maine, Estados Unidos. Esses padrões de luzes, chamados de auroras austrais no Hemisfério Sul, acontecem quando partículas espaciais colidem com os átomos na parte superior da atmosfera terrestre, produzindo um espetáculo de cortinas, faixas e arcos coloridos no céu.
Foto: Michael Melford / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

sexta-feira, 29 de abril de 2011

“Bichos Feios”: Tubarão Duende








-Mitsukurina owstoni;
-Pertencem a família Mitsukurinidae;
-Também conhecido como Goblin;
-É um animal raro;
-Ele aparece em profundidades acima dos 300 metros de profundidade, mas já foram encontrados a 1.200 metros de profundidade;
-Vivem no oeste do oceano Pacífico, a oeste do Índico e a leste e oeste do oceano Atlântico;
-É um peixe encontrado em poucos locais no mundo;
-Sua boca estende-se para fora;
-Seus dentes pontiagudos capturam as presas no fundo do mar;
-Pode medir mais de 6 metros de comprimento;
-Se alimenta de polvos, caranguejos e de peixes;
-São um dos mais antigos tubarões existentes no mundo atual;
-Desde 1898 foram encontrados apenas 36 animais desta espécie.

Fontes: Segredos do Mar, Seleções do Reader's Digest; Rede Ambiente; guiadapesca.com.br; biologo.com.br.

Maria Celia Amorim

Velociraptors eram caçadores noturnos






Um estudo da região dos olhos de fósseis de dinossauros concluiu que alguns deles, como o velociraptor, caçavam à noite e os grandes herbívoros comiam independente da hora. Alguns dinossauros tinham olhos adaptados para a caça noturna, enquanto outros estavam mais aptos para atividades durante o dia, mostra um estudo que contesta a ideia de que os sáurios eram animais exclusivamente diurnos. A partir da análise dos registros fósseis de um osso que existe em pássaros e lagartos, chamado anel esclerótico, pesquisadores conseguiram comprovar que alguns dinossauros tinham a pupila mais aberta, própria para visão noturna. Esse anel circunda a íris, determinando a largura da pupila. O estudo desmente o conceito de que os dinossauros do Mesozóico, de 250 milhões a 65 milhões de anos atrás, tinham atividade exclusivamente diurna, deixando a noite para os pequenos mamíferos. Durante seis anos e meio, pesquisadores da universidade da Califórnia mediram o osso ocular de 33 fósseis de dinossauros, pássaros ancestrais e pterossauros. O diâmetro de cada osso estudado variou de um a 10 centímetros, e revelou novos padrões do ecossistema. De acordo com o estudo, pequenos carnívoros, como os velociraptors, eram caçadores noturnos. Grandes dinossauros herbívoros tinham atividades tanto durante o dia quanto durante a noite, provavelmente pelo fato de terem de comer grandes quantidades, o que levava muito tempo, com direito a “siestas” nas horas mais quentes do dia para evitar o superaquecimento do corpo. O mesmo acontece com grandes herbívoros contemporâneos, como os elefantes. Pterossauros e aves pré-históricas eram mais ativas durante o dia. Os pesquisadores não puderam estudar grandes carnívoros, como o temido Tyrannosaurus rex, por não haver registro fóssil suficiente do anel escleral. A variação nos padrões de atividade diária facilita a divisão do uso do habitat e de seus recursos entre as espécies. “Conseguimos reconstruir o ecossistema, agora que sabemos em que período cada dinossauro era mais ativo, e também começamos a entender melhor a interação deles”, disse Lars Schimitz, professor do departamento de Evolução e Ecologia da Universidade da Califórnia e autor do estudo publicado na edição do periódico científico Science. Os pesquisadores também analisaram a estrutura em outras 164 espécies contemporâneas. Humanos não têm anel esclerótico. “Como sabemos os hábitos dos animais que vivem nos dias de hoje, pudemos comparar com a estrutura ocular a dos fósseis de dinossauros”, disse Schimitz. “A descoberta foi uma surpresa, embora faça todo o sentido”, completou Ryosuke Montani, também autor do estudo.
Foto 1: Cortesia Lars Shmitz; Esqueleto do pterossauro Ctenochasma elegans, que tinha hábitos noturnos
Foto 2: Cortesia Lars Schmitz; Na imagem, o crânio do Diplodocus longus, um grande herbívoro que tinha hábitos noturnos e diurnos, assim como os elefantes
Foto 3: Cortesia Lars Schmitz; Na imagem é possível ver o anel escleral do Protoceratops andrewsi, um grande herbívoro
Foto 4: Cortesia Lars Schmitz; O Velociraptor mongoliensis tinha hábitos noturnos


Fontes: Último Segundo; estadao.com.br




Musgo espanhol



O musgo espanhol, também chamado de barba-de-velho, pode alcançar até seis metros de comprimento e vive nos troncos e ramos de árvores maiores por todo o sul dos Estados Unidos, especialmente nos pântanos da Louisiana. Na verdade, ele não é um líquen mas pertence a família das Bromeliáceas, o que faz dele um parente distante do abacaxi.
Foto: Raymond Gehman / National Geographic Image Sales.


Fonte: Último Segundo

Leões brigam por fêmea na frente de turistas no Quênia




Dois leões foram flagrados lutando por causa de uma fêmea na frente de um grupo de turistas no Parque Nacional de Masai Mara, no Quênia. A cena foi registrada pela fotógrafa Olga Kirillova.
Foto: Reprodução/Daily Telegraph




Fonte: G1

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Capital Brasileira dos Rodeios: Barretos







-Cidade localizada no estado de São Paulo, região sudeste do Brasil;
-Está a 530 metros acima do nível do mar;
-Foi fundada em 1854;
-Está a 440 Km de distancia da capital do estado, São Paulo;
-Seu clima é o tropical;
-A Festa do Peão de Boiadeiro é mundialmente famosa e movimenta toda a região quando acontece;
-Esta festa atrai em torno de 1 milhão de turistas por ano;
-A festa, apesar de atrair um grande público, também é alvo de duras críticas de grupos de direitos animais e proteção animal que alegam sofrimento nos métodos empregados nos rodeios;
-Esta festa é realizada desde 1956;
-Os rodeios acontecem em meados do mês de agosto e duram em torno de duas semanas;
-Esta festa também oferece rodeios,shows de música sertaneja, além de um tradicional concurso de tocadores de berrante;
-Todo este evento é realizado no “Barretão”, Parque do Peão de Barretos, também mantendo o título de maior complexo de exposições operando no Brasil;
-Desde 2003 também é considerada a Capital Nacional do Mundo Country.

Fontes: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; indoviajar.com.br; diarioweb.com.br.

Maria Celia Amorim

Paris utiliza calor dos canais de esgoto para gerar energia em escola


O reaproveitamento da água com a geração de energia pelo calor dos canais é um projeto resultante da cooperação entre a gestão de limpeza da água (ECD) da cidade de Paris e de duas empresas: a Compagnie Parisienne de Chauffage Urbain (CPCU) e a Lyonnaise des Eaux. Esse processo será pela primeira vez utilizado na capital da França, apesar de que uma cidade próxima da capital também iniciou o mesmo sistema para o aquecimento das piscinas. Ele consiste na instalação de uma bomba de calor próxima a escola e de trocadores de calor, que estão sendo instalados na encosta dos canais. Um coletor de calor, instalado dentro dos tubos, vai reter o ar quente e enviá-lo para os permutadores até chegar à bomba, que vai aquecer a escola parisiense. As estimativas de eficiência desse novo processo são animadoras. Apenas com a bomba de calor, 70% da escola será aquecida e mais de 73 mil toneladas de CO2 serão poupadas com o uso do sistema. A provável segurança, limpeza e sustentabilidade do projeto já estão credenciando o sistema como uma nova forma de geração de energia. Além de seguro, o processo economiza energia e dinheiro da população francesa.
Foto: Tubulação que está sendo usada na produção de energia/Foto: Shadowgate/CC.


Fonte: EcoD

Cientistas usam teste de DNA para salvar espécie de cobra na Grã-Bretanha





Pesquisadores da Grã-Bretanha estão usando testes de DNA para proteger a única espécie de cobra venenosa do país. Nos últimos 50 anos, o número destas cobras caiu pela metade na Grã-Bretanha, enquanto a espécie luta para se adaptar às mudanças em seu habitat. Apesar de venenosas, estas víboras são dóceis e discretas. Os cientistas foram até uma reserva na região de Somerset, no sudoeste da Inglaterra, para tentar descobrir a razão para a queda no número destas víboras. Nigel Hand, da Sociedade de Zoologia de Londres disse que é possível que a área onde estas cobras vivem esteja menor e cercada de barreiras como estradas. Com isso, as cobras não conseguem se movimentar e surge o temor de que as populações estejam se reproduzindo entre si, o que poderia causar doenças. Os cientistas acreditam que este estudo é muito importante para garantir colônias adultas e saudáveis de cobras. Se os exames de DNA confirmarem que as populações estão se reproduzindo entre si, as cobras poderão até ser levadas para locais diferentes. Faye Willman, também da Sociedade de Zoologia de Londres, conta que cobras poderão 'ser levadas de populações maiores e mais saudáveis para as menores, para melhorar a diversidade da espécie'.


Fontes: MSN VERDE; Último Segundo; G1

Biodiversidade



A borboleta que se parece com folhas verdes é apenas uma das várias espécies que habitam o Parque Nacional Madidi, na Bolívia. A região é uma das mais ricas em biodiversidade do planeta, engloba uma gama impressionante de ecossistemas, desde a neve dos Andes até as planicies tropicais da Amazônia.
Foto: National Geographic

Fonte: Último Segundo

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Árvore Símbolo do Estado do Alagoas: Craibeira








-Tabebuia aurea;
-Da família Bignoniacea;
-Também conhecida como ipê-amarelo-do-cerrado e para-tudo;
-Nativa da América do Sul, aparece em todo o cerrado do Brasil;
-Cresce até 8 metros de altura;
-Suas flores são amarelas brilhantes, grandes e tubulosas, crescendo em grupos de aproximadamente 40;
-É uma árvore de tronco robusto e tortuoso, de casca espessa e irregularmente fendida;
-Seu fruto possui em torno de 25 centímetros de comprimento por 3 centímetros de largura;
-É uma árvore ornamental amplamente cultivada;
-Suas flores aparecem nos meses de julho a setembro;
-Seus frutos amadurecem nos meses de setembro a outubro.

Fontes: unesp.br; floraefauna.com; nhm.ac.uk; tudosobreplantas.com.br.

Maria Celia Amorim

Chernobyl 25 anos depois


A precipitação radioativa de Chernobyl permanece como um perigo para o meio ambiente, mas quase não há pesquisas sobre o tema, um quarto de século depois do desastre, afirmaram especialistas. De acordo com estudos, os animais como os castores, veados, cavalos selvagens, gaviões e águias retornaram para a zona de isolamento de 30 quilômetros em Chernobyl desde que os humanos fugiram e a caça tornou-se ilegal. Mas esse cenário é enganoso, afirma o professor de biologia da Universidade de Carolina do Sul, Tim Mousseau, um dos poucos cientistas a testar a biodiversidade em torno de Chernobyl com profundidade. "Chernobyl definitivamente não é o paraíso para a vida selvagem", disse. "Quando você realmente faz o trabalho duro, de conduzir um estudo científico com controle rigoroso de todas as variáveis, e faz isso várias vezes em muitos lugares diferentes, o sinal é muito forte." "Há menos animais e menos espécies de animais que o esperado." Em 2010, Mousseau e seus colegas publicaram o maior censo da vida selvagem na região de exclusão de Chernobyl. O levantamento mostrou que o número de mamíferos caiu, assim como a diversidade de insetos, incluindo marimbondos, gafanhotos, borboletas e libélulas. Em um estudo publicado em fevereiro deste ano, foram registrados 550 pássaros, de 48 espécies e de oito locais diferentes, que tiveram seus cérebros medidos. Aves que viviam em locais de alta radiação tinham cérebros 5% menores que aquelas que viviam em lugares onde a radiação era menor e a diferença era grande entre aves com menos de um ano. Cérebro menor está ligado a uma habilidade cognitiva menor e, portanto, uma capacidade de sobrevivência menor. O estudo sugere que muitos embriões de aves provavelmente não sobreviveram. "Isso claramente está ligado ao nível de contaminação", disse Mousseau. "Houve necessariamente consequências para todo o ecossistema." Também declarou ser importante estudar a ligação do desastre com os danos ambientais, mas, segundo ele, os recursos destinados à pesquisa dos impactos de Chernobyl são baixos e muitos estudos em russo nunca são traduzidos para o inglês. Poeira e cinzas radioativas espalharam-se por mais de 200.000 quilômetros quadrados depois que o reator número 4 de Chernobyl explodiu em 26 de abril de 1986. A Ucrânia, Belarus e Rússia foram os países mais afetados, apesar de alguns vestígios terem alcançado o norte da Escócia e o oeste da Irlanda, exigindo em alguns lugares restrições de longo prazo na criação de gado. Mas a contaminação, mesmo na zona de exclusão, não é uniforme. Algumas áreas estão limpas. Mas alguns metros adiante, podem ser encontradas área de alta contaminação, determinadas pelos ventos e pela chuva, que depositam as partículas, ou pelas folhas que as seguram. Atualmente, as principais ameaças são o césio 137 e em menor grau o estrôncio 90, que decaiu lentamente em uma escala medida em décadas, de acordo com o Instituto de Proteção Radiológica e Segurança Nuclear (IRSN). A radioatividade caiu nos últimos 25 anos, mas as regiões mais críticas têm contaminação em até 20 centímetros abaixo do solo. Elas representam uma fonte pequena, mas constante, de exposição. As partículas radioativas passam do solo para as plantas por meio das raízes, e para os animais por meio da vegetação que eles comem e, para os humanos, por meio da carne e do leite. Absorvido pelos ossos e órgãos, o césio emite a radiação alpha, que danifica o DNA, aumentando o risco de células mutantes que se tornam tumores ou, em células reprodutivas, que as alterações sejam passadas para os descendentes. O oeste e sudeste da Ucrânia não foram afetados pelo desastre de Chernobyl, e nas grandes fazendas e fábricas de alimentos do país não há risco por conta da fiscalização, afirmam cientistas. Mas a radioatividade ainda afeta zonas rurais do nordeste da Ucrânia, onde fazendeiros pobres colhem cogumelos e grãos e não podem pagar por feno limpo de regiões não contaminadas para suas vacas. Valery Kashparov, diretor do Instituto Ucraniano de Radiologia Agrícola, afirma que o governo promoveu em 2008 cortes nos fundos destinados ao monitoramento da radiação. Em torno de 600.000 dólares são necessários anualmente para garantir que a comida não esteja contaminada. "A contaminação está decaindo, mas levará décadas para a natureza levá-la a níveis seguros", acrescentou. Em uma pesquisa apresentada em Kiev neste mês, cientistas do Greenpeace compraram comida em duas regiões administrativas, Zhytomyr e Rivne. Os testes encontraram césio 137 acima do permitido em muitas amostras de leite, cogumelos secos e grãos, informou. Os níveis estavam extremamente altos em Rivne, onde o tipo de solo transmite partículas radioativas mais facilmente para plantas.
Foto: AP Photo/Sergey Ponomarev. Foto tirada no dia 3 de abril de 2006, crianças vestem máscaras durante treinamento de segurança nuclear em Rudo, cidade próxima a zona de exclusão de Chernobyl.

Fonte: Último Segundo

Zebra faz 'amizade' com girafa em zoo inglês



Uma girafa do zoológico Arca de Noé, em Bristol, na Inglaterra, tomou a iniciativa de fazer 'amizade' com uma zebra recém-chegada ao local. Gerald, uma girafa macho de 5 metros de altura, foi flagrada pelas câmeras fazendo contato com a zebra Zebedee, um dos três animais da mesma espécie que chegaram recentemente ao zoológico. Will Bradbury, funcionário do local, diz que Gerald é conhecido por interagir com outras espécies. 'Antes da chegada de sua companheira fêmea, no ano passado, a girafa macho já havia feito 'amizade' com uma cabra e com uma outra família de zebras.'
Fotos Caters


Fontes: G1; Último Segundo.

Árvores de Madidi



Os moradores da região próxima ao Parque Nacional de Madidi, na Bolívia, costumam dizer que nas palmeiras locais crescem pernas para que elas caminhem em busca de luz solar. É uma brincadeira, mas de fato, as raízes aparentes da árvore parecem murchar quando ficam na sombra. As palmeiras necessitam de fortes estruturas em suas raízes para que consigam alcançar o tamanho ideal.
Foto: Joel Sartore/ National Geographic Image Sales


Fonte: Último Segundo

terça-feira, 26 de abril de 2011

Ave de cheiro forte: Anu-Branco









-Guira guira;
-Também conhecido com o rabo-de-palha, alma-de-gato, peincho e pirrigua;
-É uma ave Cuculiforme;
-Da família Cuculidae;
-Ocorre do sudeste do Amapá e do estuário amazônico;
-Possui corpo franzino;
-Sua cauda é longa, graduada e com uma fita longa;
-Seu bico é de cor alaranjado;
-Sua cor é Branco-amarelado;
-Seu cheiro é tão forte e característico que atrai morcegos hematófagos e mamíferos carnívoros;
-Está sempre em bandos;
-Medem em torno de 38 centímetros;
-São aves carnívoras;
-Vivem em campos, regiões abertas e em lavouras;
-Gostam de apanhar sol e de se sujarem de poeira;
-Elas são atacadas geralmente por outras aves.

Fontes: Atlas da Fauna Brasileira, MA/IBDF-MEC/FENAME, Edições Melhoramentos; wikiaves.com.br; portalsaofrancisco.com.br.

Maria Celia Amorim