terça-feira, 31 de maio de 2011

Anaconda

O voo mais rápido



O falcão peregrino voa com o corpo inclinado e em um mergulho ataca suas presas - geralmente pombos. Ele é considerado o vertebrado com o voo mais rápido e pode atingir 322 km/h. A ave de rapina agarra a sua vítima em pleno ar com suas garras afiadas.

Foto: Ralph Lee Hopkins / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Estivemos aqui


Os antigos maias criaram marcas nas paredes desta caverna no oeste de Belize. A técnica foi bastante simples: eles pegavam o pigmento e sopravam nas paredes, em volta das mãos espalmadas.

Foto: National Geographic
Fonte: Último Segundo

Mar verde


As plantações chinesas de colza, também conhecida como couve-nabiça, envolvem a paisagem de Luoping, na província de Yunnan, na China, modificando-a. O óleo da planta tem uso no biodiesel, e uma versão beneficiada, de baixa toxicidade, se transforma no popular óleo de canola.

Foto: George Steinmetz / National Geographic Image Sales.
Fonte: Último Segundo

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Satélite registra seca de primavera na Europa Ocidental





Foram divulgadas as primeiras imagens do satélite da Agência Espacial Europeia (ESA) que registraram uma grande seca de primavera na região europeia, desde o planalto do norte ao vale do Ebro, na Europa Ocidental. Os dados de umidade do solo comprovam que o terreno está muito mais seco do que no mesmo período avaliado no ano passado, abril de 2010. Maior parte da França, Bélgica e parte da Alemanha também foram atingidas pela seca. De acordo com a agência, a seca prolongada está causando problemas para a agricultura na Europa. "A seca está causando sérios problemas para agricultores e responsáveis da gestão dos recursos hídricos, e aumenta o risco de incêndios florestais", confirmou o órgão em comunicado. Em órbita há um ano e meio, o satélite europeu, mais conhecido como SMOS, tem como principal propósito medir, em escala global, a umidade armazenada no terreno e a salinidade da superfície dos oceanos. Esses dados são registrados para entender como é possível trabalhar na agricultura e nas previsões meteorológicas, mesmo com as mudanças de temperatura, umidade e nível de precipitação da região.


Foto: ESA / Divulgação
Fonte: EcoD

Riqueza do deserto


Os cactos saguaros (Carnegiea gigantea) pontuam o deserto de Sonora, à beira das montanhas Cabeza Prieta, na América do Norte. Estendendo-se por 260 mil quilômetros quadrados pelo sul do Arizona, sudeste da Califórnia e os estados de Sonora e Baja California, no México, o Sonora é um dos quatro grandes desertos americanos. Contém quatro biomas - alguns mais úmidos, outros mais quentes, outros típicos de grandes atitudes e que juntos servem de habitat para algumas das espécies vegetais e animais mais exóticas do planeta. Ele guarda uma incrível riqueza de biodiversidade.

Foto: James P. Blair / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Cientistas podem ter encontrado novos peixes na Oceania








Cientistas que integram uma expedição às Ilhas Kermandec, reserva marinha localizada na Nova Zelândia, divulgaram a possível descoberta de novas criaturas, além da catalogação de peixes e enguias pela primeira vez nas proximidades do país. De acordo com Tom Trnski, curador do museu marinho de Auckland, ao menos duas espécies de peixes são novas para a ciência (uma da família de peixes-tubo e outra da família das Solhas). A confirmação deverá levar meses, já que estudos sobre os animais serão enviados para especialistas de todo o mundo, que contribuirão com detalhes. Espécies que nunca foram vistas antes em águas da Oceania, como o peixe-leão zebra e a enguia selada, também foram registradas pela equipe de cientistas. “A cada mergulho que fazemos em Kermandec, temos a possibilidade de encontrar novas criaturas”, disse. Em terra, ao menos três tipos diferentes de samambaias também foram descobertas.


Foto 1: Espécie de peixe-leão zebra que foi vista pela primeira vez nas águas da Nova Zelândia (Foto: C. Struthers/Expedição Kermandec)
Foto 2: Enguia selada fotografada durante expedição na Nova Zelândia (Foto: C. Struthers/Expedição Kermandec)
Fonte: G1

domingo, 29 de maio de 2011

Lagarto que anda em cima d'água: Lagarto Jesus Cristo








-Basiliscus basiliscus;
-Pertence a família dos Corytophanidae;
-Quando sua pata toca a água, ela cria uma bolha de ar que ajuda a sustentar o peso do animal;
-Eles alcançam a velocidade de 20 passos por segundo, então o lagarto tem o tempo suficiente de pousar a outra pata antes que a bolha estoure;
-Os mais jovens podem correr de 10 a 20 metros sobre a água, enquanto os adultos, por serem mais pesados e se moverem lentamente, atravessam apenas alguns metros antes de afundarem;
-Se alimentam de insetos, ovos, flores, aves e peixes (pequenos);
-Medem 25 centímetros de comprimento, mas podem chegar a ter 75 centímetros;
-Eles conseguem ficar submersos por até meia hora;
-Possuem cor marrom, chegando a um tom verde-oliva;
-Aparecem nos rios e lagoas das florestas das Américas do Sul e Central;
-Ele recebeu este nome devido ao episódio bíblico onde Jesus anda sobre as águas.
Fontes: Animais da Terra: dos Pólos ao Equador, Seleções do Reader's Digest; da Rede Ambiente; zoopets.com.br.
Maria Celia Amorim

Um rústico peixe canibal



O peixe sapo – Antennarius multiocellatus – é um membro da família dos Antennariidaes, que habita os mares tropicais e subtropicais com exceção do Mar Mediterrâneo. Eles vivem em superfícies de recifes de corais, próximos a áreas de esponjas.De aspecto rústico, ele é considerado um peixe de pequeno porte, medindo no máximo 20 centímetros. São roliços e possuem a pele bem grossa, graças às suas escamas que recebem o nome de espículas dérmicas e que se assemelham a espinhos. Podem ter uma coloração bem diversificada, indo de um amarelo pálido até um vermelho ou verde escuro brilhante, além de algumas manchas espalhadas pelo corpo. Seus olhos são pequenos e sua boca bem grande, direcionada para cima. Suas aberturas branquiais também são menores e ficam localizadas atrás das barbatanas peitorais. Utilizam de sua aparência incomum para se camuflarem nas esponjas do mar. Sua alimentação é de pequenos peixes e crustáceos, mas devido a sua voracidade de apetite, pode chegar a comer qualquer peixe até duas vezes o seu tamanho. O canibalismo é bastante frequente na maioria dessas espécies, e por isso, o peixe sapo não é indicado para ser criado em aquário. No máximo, ele pode ser conservado em tanques de espécies, com outros peixes de porte grande.
Fonte: Rede Ambiente

Exame em múmia egípcia de 3,5 mil anos revela doença cardíaca




Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos e do Egito anunciou que uma princesa do tempo dos faraós, que viveu há 3,5 mil anos, se tornou a mais antiga pessoa já diagnosticada com uma doença no coração. Os cientistas, das Universidades da Califórnia e de Al-Azhar, do Cairo, realizaram no Egito exames de tomografia computadorizada em 52 múmias para descobrir mais sobre a saúde delas antes de morrer. Uma das conclusões foi que, se a princesa Ahmose-Meryet-Amon estivesse viva, precisaria passar por uma cirurgia no coração. Os estudiosos encontraram indícios de aterosclerose (acúmulo de placas com gordura nas paredes internas) em artérias coronárias da múmia. No total, em quase metade das múmias, os cientistas encontraram sinais da doença. Segundo os pesquisadores, a descoberta de uma múmia tão antiga como a de Ahmose-Meryet-Amon com o problema indica que os males do coração, tão comuns na atualidade, antecedem em muitos séculos o estilo de vida moderno, a quem especialistas associam a proliferação da aterosclerose. A princesa Ahmose-Meryet-Amon era de uma família nobre do Egito antigo. Ela viveu em Tebas, onde atualmente é a cidade de Luxor (sul do Egito), a partir de 1580 a.C. e morreu quando tinha cerca de 40 anos. "Não havia eletricidade ou gás naquela época, então, presumimos que ela teve um estilo de vida mais ativo", disse Gregory Thomas, da Universidade da Califórnia. "A dieta dela era significativamente mais saudável do que a nossa. Ela teria se alimentado de frutas e vegetais e os peixes eram abundantes no Nilo naquela época". "A comida seria orgânica, e não havia gordura trans ou cigarro disponíveis naquela época", acrescentou. "Mesmo assim, ela tinha estes bloqueios (nas artérias). Isto sugere que existe um fator de risco para doenças cardíacas que não foi detectado, algo que causa (estas doenças), mas ainda não sabemos o bastante a respeito", afirmou Thomas. Os pesquisadores afirmam que as descobertas não devem desacreditar as dietas e estilo de vida mais saudáveis. "Algumas pessoas sugeriram que uma rede de lanchonetes está patrocinando nossas expedições ao Egito. Isto não é verdade", afirmou Gregory Thomas. "Estamos apenas dizendo que nossa princesa egípcia de 3,5 mil anos atrás mostra que doenças cardíacas podem ser parte do que é ser humano". "Devemos fazer tudo o que pudermos para evitar problemas, mas não há razão para se culpar se você precisa de cirurgia cardíaca". O trabalho da equipe de pesquisadores está paralisado agora, devido aos confrontos e instabilidade política no Egito. Mas eles esperam fazer mais expedições ao país se o novo governo autorizar. Fotos: AFP
Fontes: G1; Último Segundo; estadao.com.br

Pelos pelo corpo



Ao contrário das outras espécies de rinocerontes, os de Sumatra têm o corpo coberto por tufos de pelo, principalmente nas orelhas. Os rinocerontes de dois chifres de Sumatra correm risco crítico de extinção. Os que aparecem na imagem estão em cativeiro, mas na natureza estima-se que existam apenas 350 indivíduos. Mais ameaçado ainda está o rinoceronte de Java, com apenas 50 espécimes restantes.
Foto: Joel Sartore / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

sábado, 28 de maio de 2011

Bouganville













-Pertencem a família Nyctaginaceae;
-É uma espécie rústica;
-Ela se adapta a diversos tipos de climas;
-É uma das plantas brasileiras mais populares em jardins de todo o mundo pela beleza de sua floração permanente;
-Também é conhecida como primavera, ceboleiro, três-marias e flor-de-papel, entre outros nomes;
-Seu nome é uma homenagem ao militar Luis-Antoine de Bouganville, que participou de uma expedição científica e levou exemplares do Brasil, de presente para Luís XIV, na França;
-Não se trata de uma única espécie, mas de um grupo de espécies e de indivíduos híbridos;
-Atualmente existem primaveras em vários tons de vermelho, rosas, roxas, lilases, brancas e até de duas cores;
-É natural da Mata Atlântica;
-O colorido existente na planta são as brácteas, folhas modificadas que envolvem e protegem as flores amarelas;
-As Bougainvilleas podem florescer várias vezes ao ano, exceto em épocas muito chuvosas;
-Quando adulto esse arbusto espinhento pode atingir de 5 a 10 metros de altura;
-É muito usada para paisagismo e ornamentação;
-Suas flores secas são muito usadas também para arranjos;
-É uma planta trepadeira;
-Muito cultivada nos jardins do mundo inteiro;
-Floresce abundantemente na primavera e também no começo do outono, daí o seu nome popular.
Fontes:camara.gov.br;fotolog.com.br;jardimdeflores.com.br.
Maria Celia Amorim

Experiência revela que tarântulas expelem seda pelas patas




Uma pesquisa feita por cientistas na Grã-Bretanha descobriu que as tarântulas expelem seda das suas patas para se fixarem em superfícies escorregadias. A descoberta foi publicada na revista científica "Journal of Experimental Biology". A equipe fez uma experiência colocando as tarântulas em um tanque de vidro. Quando as tarântulas subiam pelas paredes do tanque, os cientistas chacoalhavam o recipiente, forçando o animal a tentar se segurar para não cair. Pequenas lâminas de vidro colocadas na parede de vidro revelaram o segredo das tarântulas. Como todas as aranhas, elas possuem pelos nas patas, o que aumenta a aderência. No caso das tarântulas, elas possuem também um sistema que expele seda. A teoria de que as aranhas usavam seda para aumentar a sua aderência a superfícies já havia sido publicada por pesquisadores alemães na revista científica "Nature" em 2006. No entanto, eles acreditavam que o material era expelido por órgãos especiais da tarântula que formam a seda. Uma nova experiência, feita pela cientista Claire Rind e sua equipe na Universidade de Newcastle, testou a teoria alemã. "Elas são criaturas incríveis, e elas têm essa forma linda de se movimentar que me fascinou", disse a pesquisadora. "Nós não conseguíamos ver nenhum sinal da seda a olho nu, mas quando tiramos as lâminas e as examinamos em um microscópios, nós vimos até 30 linhas de seda no local onde a pata da tarântula havia derrapado". Em outra fase da experiência, os cientistas determinaram que a seda foi expelida das patas da tarântula. Para isso, eles contaram com ajuda de uma tarântula de estimação da cientista, chamada de Fluffy. As tarântulas trocam de pelo com regularidade, e os cientistas examinaram o pelo antigo de Fluffy e de outras tarântulas envolvidas na experiência. Nos pelos microscópicos que são soltos pelas patas das tarântulas, os cientistas acharam pequenas estruturas que produzem seda.
Foto: BBC
Fontes: G1; Último Segundo; estadao.com.br

Tubarão salta fora do mar para capturar foca de brinquedo




O fotógrafo Michael Rutzen, usou uma foca de brinquedo para reproduzir o poder de caça do grande tubarão branco. Ele pendurou a foca a cerca de 1,5 metro de distância de seu barco e conseguiu registrar um tubarão branco de seis metros de comprimento saltando quase quatro metros de altura para capturar a presa em False Bay, na África do Sul.
Fotos de Barcroft Media/Getty Images
Fonte: G1

Com aparência de felino



Este inseto é encontrado em todo o sul e leste dos Estados Unidos, Nova Inglaterra (EUA) e México, e é conhecido como Mariposa Leopardo. Pertencente à família dos Arctiidae, seu nome científico é Hypercompe Escribónia. O que mais chama a atenção neste animal é a incrível coloração de seu corpo, suas asas possuem um branco brilhante, com algumas manchas em preto azulado. Seu abdômen é azul escuro com manchas na cor laranja e nas pernas há uma faixa em preto e branco. O que difere machos e fêmeas é a estreita linha amarela que possuem dos dois lados do corpo. Ambos têm cerca de 8 centímetros e uma dieta bem variada. Nela, pode-se incluir banana, couve, cereja, laranja, girassóis, violetas etc. São animais estritamente noturnos, mas apenas no período adulto. Quando na fase larval, elas normalmente ficam ativas durante o dia. Suas cerdas são pretas e vermelhas (ou laranjas) com algumas faixas coloridas entre os seus segmentos. Ao se sentirem ameaçadas, as lagartas se enrolam em forma de bola com o objetivo de se protegerem de supostos predadores.
Fonte: Rede Ambiente

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Lagos: Lago Natron








-Localizado entre a Tanzânia e o Quênia, no Vale Rift;
-Este lago se encontra na base do vulcão ativo Donyo Ol Lengai;
-Com 800 Km² de área;
-Neste local vivem os Masai;
-Sua a cor é devido a um pigmento vermelho
-É um lago salgado alcalino;
-Trata-se de um lago endorreico, de origem tectónica;
-Possui menos de três metros de profundidade;
-As suas águas apresentam um pH elevado, entre 9 e 10.5, por isso ele é alcalino;
-Possui também alta taxa de evaporação;
-A medida que a água evapora durante a estação seca, os níveis de salinidade aumentam até ao ponto em que alga adaptados a ambientes salinos começam a desenvolver-se;
-Estas algas que possuem pigmento vermelho são responsáveis pelos tons apresentados pelas águas mais profundas do lago e pelos alaranjados nas zonas menos profundas;
-Também aparecem espirais de carbonato de sódio que emergem das profundezas da terra através de geiseres;
-Este lago é o único local da reprodução dos flamingos pequenos de nome Phoenicopterus minor, que se alimentam dos microorganismos deste lago;
-Este lago tornou-se local de visita para muitos turistas que chegam de safáris de Nairobi
-Foi neste lago que a Disney rodou o filme mais emocionante de sua história: The Crimson Wing.
Fontes: ebb.com.br; tejiendoelmundo.wordpress.com; tanzaniatouristboard.com;
tanzania.costasur.com.
Maria Celia Amorim

Nova espécie descoberta ajuda a explicar a evolução dos dinossauros



A descoberta de uma nova espécie revela um elo evolucionário entre dois grupos de dinossauros. A existência do Daemonosaurus chauliodus se deu depois que cientistas do Instituto Smithsoniano encontraram fósseis de seu crânio e das vértebras de seu pescoço no estado norte-americano do Novo México, no Sudoeste do país. A pesquisa foi publicada pelo “Proceedings of the Royal Society B”. O Daemonosaurus viveu há aproximadamente 205 milhões de anos, bem no fim do período triássico, antes do jurássico. Como foram encontrados apenas ossos da cabeça e do pescoço, não é possível calcular o tamanho do animal. Contudo, sabe-se que à subordem dos terópodes, dinossauros bípedes que podem ser carnívoros ou onívoros. Os mais antigos dinossauros bípedes conhecidos incluem espécies de predadores como o Herrerasaurus, que habitou um espaço que hoje corresponde à Argentina ao Brasil há cerca de 230 milhões de anos. Até a presente descoberta, os cientistas não conheciam nenhum elo entre esses animais e os terópodes mais desenvolvidos. A análise da estrutura óssea foi suficiente para mostrar que o Daemonosaurus é esse elo. A descoberta motiva os paleontólogos na busca por novas evidências sobre a evolução dos dinossauros. “A exploração continuada, mesmo em regiões já bem estudadas, como o Sudoeste dos EUA, ainda providenciará descobertas notáveis de fósseis”, afirmou Hans Sues, principal autor da pesquisa. Milhões de anos mais tarde, surgiriam as aves, e elas herdariam dos dinossauros um olfato apurado. Foi o que descobriu uma outra pesquisa, publicada pela mesma revista científica. Esse estudo foi um esforço conjunto da Universidade de Ohio, nos EUA, da Universidade de Calgary e do Museu Real Tyrrell, ambos no Canadá. Há muito se acreditava que, durante a evolução dos dinossauros para as aves, o olfato teria piorado, uma vez que foi preciso desenvolver a visão, a audição e o equilíbrio, essenciais ao voo. No entanto, uma comparação entre os bulbos olfatórios de dinossauros e pássaros – antigos e modernos – não confirmou está hipótese. “Surpreendentemente, nossa pesquisa mostra que o olfato, na verdade, melhorou na evolução de dinossauros para aves, assim como a visão e o equilíbrio”, afirmou Darla Zelenitsky, da Universidade de Calgary, principal autora do estudo.
Fotos: Cortesia de Julius Csotonyi
Fonte: G1

Cerca de 1 bilhão de pessoas podem ficar sem água em 2050




Um estudo publicado na revista norte-americana Proceedings of the National Academy of Sciences aponta que mais de um bilhão de pessoas ficarão sem água em 2050 – sendo a maioria das grandes cidades. Cientistas atribuem esse fato às más condições sanitárias de algumas metrópoles mundiais que agravam o risco para a fauna e a flora. Rob McDOnald, coordenador da pesquisa e integrante do centro de estudos privados The Nature Conservancy, diz que existem soluções para que esse um bilhão de pessoas tenham acesso à água, porém isso requer muitos investimentos na infraestrutura e melhor utilização da água. Se a tendência atual da urbanização continuar, em 2050 cerca de 993 milhões de habitantes das cidades terão acesso a menos de 100 litros de água por dia para viver – quantidade correspondente ao volume de um banho por pessoa, segundo os pesquisadores. A situação pode piorar caso os efeitos prováveis da mudança climática venham a acontecer. Segundo os cientistas, se isso ocorrer, outros 100 milhões de pessoas não terão acesso a esse volume de água. De acordo com a pesquisa, atualmente cerca de 150 milhões de pessoas consomem menos de 100 litros diariamente, quando este é o mínimo necessário considerado pelos analistas que um indivíduo deve ter para cessar suas necessidades diárias como bebidas, comidas e higiene. O estudo informou que um cidadão médio americano consome aproximadamente 376 litros de água por dia. As cidades desperdiçam em geral até 50% do seu suprimento de água devido a vazamentos em sua infraestrutura. A agricultura desperdiça a cada ano, em todo o mundo, cerca de 60% dos 4,5 quatrilhões de litros de água que utiliza. São dados assustadores que nos faz refletir sobre medidas para a economia de água. Portanto, tenha consciência, pois quem pode sofrer com a falta de água potável no planeta são os seus filhos.
Foto: Encontro do Rio Negro com o Solimões.
Fonte: Rede Ambiente

Comissão de cientistas elege as dez principais novas espécies de 2010













Ranking elaborado por uma comissão de cientistas liderada pela Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, lista as 10 principais descobertas de espécies ocorridas em 2010. O anúncio feito por membros do Instituto Internacional para Exploração das Espécies incluiu espécies de várias partes do mundo, inclusive do Brasil, onde pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) encontraram no ano passado fungos bioluminescentes (Mycena luxaeterna) na Mata Atlântica. Entre as ‘10 mais’ estão também uma sanguessuga com dentes grandes, uma bactéria que se alimenta de ferrugem (descoberta nos destroços do transatlântico Titanic, que naufragou em 1912) e um peixe-morcego no formato de panqueca. Ainda no ranking estão uma espécie de barata saltadora, um lagarto monitor que consome frutas, um antílope africano, um grilo que poliniza uma orquídea rara, um cogumelo frutífero aquático e a maior e mais resistente teia de aranha.
Foto 1: Fungos bioluminescentes encontrados na Mata Atlântica por pesquisadores da Universidade de São Paulo entraram no ranking das 10 melhores descobertas de 2010 (Foto: Cassius V. Stevani/IQ-USP/Divulgação).
Foto 2: Grilo polinizador encontrado nas Ilhas Mascarenhas, no oceano Índico (Foto: Sylvain Hugel/Divulgação).
Foto 3: Espécie de sanguessuga (Tyrannobdella rex) encontrada no Perú em 2010. Divulgação/PLoS ONE.
Foto 4: Bactéria (Halomonas titanicae) que se alimenta de ferrugem, encontrada nos destroços do transatlântico Titanic. RMS Titanic/Divulgação.
Foto 5: Peixe-morcego panqueca (Halieutichthys intermedius) encontrado no Golfo do México.
Prosanta Chakrabarty/Divulgação.
Foto 6: Nova espécie de Antílope (Philantomba walteri) encontrada em um mercado da África.
Yann Le Bris/Divulgação.
Foto 7: Barata Saltitante (Saltoblattella montistabularis) é encontrada no parque Table Mountain, na África do Sul. Mike Picker/Divulgação.
Foto 8: Lagarto Monitor (Varanus bitatawa) encontrado nas Filipinas é parente do Dragão de Komodo, mas só consome frutas.A.C. Diesmos/Divulgação.
Foto 9: Teia de aranha encontrada em Madasgascar é produzida pela espécie Darwin Bark (Caerostris darwini), sendo a maior e mais resistente teia encontrada. Divulgação/Matjaž Kuntner.
Foto 10: Cogumelo aquático (Psathyrella aquatica) encontrado nos Estados Unidos. Robert Coffan/Divulgação.
Fonte: G1