domingo, 31 de julho de 2011

“Bichos Feios”: Babuíno

-Papio sp;
-Pertencem a família Cercopithecidae;
-Possuem focinho pontudo;
-Também têm caninos grandes;
-Com bochechas volumosas;
-Suas nádegas têm calosidades;
-São semi-quadrúpedes;
-Eles têm 70 centímetros de comprimento, podendo chegar a 1,1 metros;
-Sua cauda pode medir até 50 centímetros de comprimento, não sendo preênsil;
-Pesam em torno de 25 Kg;
-Seu habitat natural são os campos abertos da África, como as savanas, terrenos rochosos ou mesmo pastagens;
-Diferentemente dos outros primatas, passam a maior parte de seu tempo no chão, não sendo trepadores;
-Eles são grandes lutadores;
-Geralmente vivem em bandos, de 30 a 60 indivíduos. comandados pelo macho dominante, com um harém de fêmeas;
-São animais onívoros;
-Seu grito agudo avisa a presença de um inimigo;
-O filhote costuma andar agarrado ao ventre da mãe, sendo alimentado enquanto a mãe se desloca;
-São animais que possuem domínio sobre seu território.
re da mãe.
Fontes: Animais da Terra: dos Pólos ao Equador, Seleções do Reader's Digest; Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; bicharada.net; saudeanimal.com.br; achetudoeregiao.com.br; ninha.bio.br.
Maria Celia Amorim

Museu Metropolitan de Nova York devolverá antiguidades ao Egito

O museu Metropolitan de Nova York concordou em devolver ao Cairo 19 peças de antiguidade que datam da época do faraó Tutancâmon. O anúncio foi feito pelo secretário-geral do CSA, Mohammed Abdel Maqsud, em comunicado no qual precisou que o subdiretor do Departamento de Arqueologia Egípcia, Atef Abul Dahab, chegará ao Cairo desde os Estados Unidos com as antiguidades na terça-feira (2). O museu de Nova York decidiu entregar esses objetos ao Egito após uma série de negociações entre responsáveis egípcios e americanos. O Egito tem pressionado pela repatriação de grandes tesouros faraônicos que ele afirma terem sido saqueados por potências estrangeiras. Entre as peças reivindicadas estão a Pedra de Rosetta, atualmente exposta no Museu Britânico em Londres, e o busto da rainha Nefertiti, no Museu Neues em Berlim. Os 19 objetos, todos de pequeno tamanho, foram encontrados na tumba de Tutancâmon, descoberta pelo arqueólogo britânico Howard Carter em 1922 na ribeira oeste do rio Nilo, na localidade monumental de Luxor, localizada 700 quilômetros ao sul da capital. Nessa época, o Governo egípcio permitia que os arqueólogos que trabalhavam com recursos próprios ficassem com uma parte substancial de suas descobertas. Os objetos, adicionados à coleção do Metropolitan no início do século 20, incluem um cachorro de bronze de dois centímetros de altura, e parte de um bracelete que pertenceu à sobrinha de Howard Carter, o arqueologista britânico que descobriu a tumba de Tutancâmon.
Foto: EFE ; Entre as peças, se destacam por seu valor um cachorro de bronze, de apenas dois centímetros de altura, um bracelete de lápis-lazúli, em forma de esfinge
Fonte: Último Segundo

Seca ameaça maior colônia urbana de morcegos do mundo, no Texas

Os cerca de 1,5 milhão de morcegos são atração turística sob ponte em Austin. A seca prejudicou plantações, atraindo menos insetos para alimentar os animais.


Foto 1: Espectadores se juntam perto da ponte Congress Street, no centro de Austin, no Texas, sob a qual vive a maior colônia urbana de morcegos do mundo. São cerca de 1,5 milhão de morcegos (Foto: Charlie L. Harper III/Reuters)


Foto 2: Durante as noites de verão, eles voam em grupos de centenas de milhares em busca de alimento. A nuvem de morcegos se deslocando é tão grande que chega a ser detectada por radares locais de previsão do tempo (Foto: Charlie L. Harper III/Reuters)


Foto 3: Uma das refeições mais comuns da enorme colônia de morcegos são as pestes de insetos que atacam as enormes plantações no Texas. A seca deste ano, no entanto, prejudicou as plantações, o que teve reflexo também na população de insetos que geralmente habitam a região no verão (Foto: Charlie L. Harper III/Reuters)





Fonte: G1

Poluição por poeira em São Paulo é a pior desde 2008

Até o dia 28 de julho, a Região Metropolitana de São Paulo teve a pior média de poluição por material particulado (MP) - formado por poeira e partículas inaláveis - registrada em um mês de julho desde 2008. Os dados são da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e levam em conta médias máximas de 16 estações de medição. Composto em até 80% pela queima de combustível dos veículos, o material particulado é um dos poluentes mais presentes nas regiões altamente urbanizadas, ao lado do ozônio. Extremamente nocivo à saúde, penetra no sistema respiratório e alcança alvéolos pulmonares e corrente sanguínea. Segundo dados do site da Cetesb, em 13 dos 16 pontos de medição da Grande São Paulo as médias máximas da concentração do material superaram índices do ano passado. Em relação a julho de 2009, apenas uma estação havia registrado média superior à deste mês. Não por acaso a poluição voltou a formar uma nuvem escura sobre a cidade. A umidade relativa do ar ficou em 33,9%, abaixo do mínimo considerado saudável pela Organização Mundial de Saúde: 60%.
Foto: AE
Fonte: Último Segundo

sábado, 30 de julho de 2011

Capital Brasileira do Planador: Bauru

-Cidade localizada no estado de São Paulo, região sudeste do Brasil;
-Foi fundada em 1896;
-Está a 326 Km da capital do estado, São Paulo;
-Com área de 673 Km²;
-Está a 615 metros acima do nível do mar;
-Possui o clima tropical temperado;
-O desmatamento e a modificação da cobertura vegetal original, que eram Mata Atlântica e Cerrado, fazem com que a vegetação de Cerrado seja hoje predominante;
-O turismo local é potencialmente rico em todos os sentidos;
-O automobilismo tem seu espaço garantido em Bauru com o kartódromo "Toca da Coruja", um dos melhores do país, que recebe competições de kart e motocicleta em nível regional, estadual e nacional;
-No aeroclube de Bauru encontra-se o maior centro de voo a vela do Brasil, com o maior número e variedade de planadores do país e nesse esporte, Bauru ocupa atualmente a liderança do ranking nacional;
-Historicamente, Bauru sempre foi considerada um centro de formação de pioneiros da aviação brasileira;
-O Voo a Vela é praticado em Bauru desde 1942, introduzido pelo imigrante alemão Hendrich Kurt;
-Nas décadas de 60 e 70, a cidade de Bauru passou a ser um point tradicional para a prática do esporte e de muitos Campeonatos Nacionais;
-Em posição geográfica privilegiada a cidade Sem Limites é um centro de excelência na modalidade.
Fontes: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; nossasaopaulo.com.br; ferias.tur.br; aeroclubebauru.com.br.
Maria Celia Amorim

Feiosa Inofensiva


A aparência da tarântula é o que a aranha tem de pior. Seu veneno é mais fraco que uma de abelha, e embora dolorido, é virtualmente inofensivo aos seres humanos. As tarântulas periodicamente expelem seus esqueletos externo, através de um processo chamado m uda. Elas também trocam seus órgãos internos, como a genitália feminina e o revestimento do estômago, e consegue regenerar membros perdidos.
Foto: Joel Sartore / National Geographic Image Sales ; Tarântulas são mais assustadoras do que perigosas, avisam os biólogos
Fonte: Último Segundo

Até 2100, 11 % das espécies podem desaparecer

As atitudes inconscientes e constantes do homem sobre o meio ambiente cada vez mais vêm refletindo negativamente nas espécies que habitam a Terra. Diversos estudos revelam números assustadores sobre isso, e dessa vez não foi diferente. O último estudo, publicado no periódico Proceeding of the National Academy of Science, apontou que por volta do ano de 2100 as mudanças climáticas poderão colocar mais de 11% das espécies do mundo em extinção. De acordo com os pesquisadores “muitos cientistas defendem que estamos entrando na sexta grande extinção em massa e que a mudança climática antropogênica é uma das maiores ameaças a biodiversidade global”. Os membros do Centro para Ecologia e Conservação da Universidade de Exeter, Ilya Maclean e Robert Wilson, descobriram que o aumento das temperaturas, a mudança na precipitação e a redução do gelo marinho são algumas das evidencias. Eles também notaram uma série de eventos previstos, mas ainda não observados, que poderão impactar nas espécies. De acordo com os cientistas, as espécies de vertebrados parecem ser as mais ameaçadas pelas mudanças do clima do que as plantas ou invertebrados. Além disso, aquelas dos trópicos, como a vida selvagem das florestas tropicais e insetos em geral, também são negligenciados em termos de impacto das mudanças do clima. Para eles, os impactos serão vistos nas mudanças documentadas no risco de extinção, no tamanho de populações e na distribuição geográfica desses animais. Entretanto, os estudiosos admitem que há grandes brechas nas pesquisas realizadas até agora. “Mais estudos sobre os efeitos, como as modificações nos padrões de circulação oceânica e na acidez dos organismos marinhos melhorariam as estimativas de risco de extinção”, alertam. Eles relembram também que essas mudanças impactarão sob espécies que já sofrem uma pressão por uma série de outras ameaças de grande escala como a perda de habitats, a super exploração, a poluição, e as espécies invasoras. Desde o século XVIII, cerca de 2 milhões de espécies foram descritas por cientistas. O que ninguém sabe é quantas delas existem no planeta (estimam que seja entre 5 milhões a 100 milhões). E se, infelizmente, todo este estudo for realmente preciso, podemos ter futuramente o desaparecimento de milhares de espécies.
Fonte: Rede Ambiente

Espécies descobertas em 10 anos em Madagascar estão ameaçadas, diz WWF

Mal conhecidas dos cientistas, novas espécies descobertas em uma década de pesquisa em Madagascar já estão sob risco de extinção, alertou a organização ambiental WWF em um novo relatório. Segundo a ONG, entre 1999 e 2010 foram descobertas 615 espécies de animais - quase uma a cada semana. O balanço inclui 385 plantas, 69 anfíbios, 61 répteis, 42 invertebrados, 41 mamíferos e 17 peixes. Entre as novas espécies está uma lagartixa que chamou a atenção dos cientistas pela sua capacidade de mudar de cor. O animal tem uma coloração cinzenta e levemente marrom semelhante à da copa das árvores - o que lhe protege da visão de predadores - mas fica azul na época do acasalamento. Desde 1999, a ilha no sudeste africano colaborou com 11 novas espécies de camaleões - entre as quais o Furcifer timoni, de um verde vibrante e pontos vermelhos e azuis na cabeça. O camaleão vive nas florestas tropicais isoladas de Montagne d'Ambre, a 850 metros acima do nível do mar. Outros animais incluem cobras, rãs e um lêmure que é considerado o menor primata do mundo. Tem apenas 10 cm de comprimento e pesa 30 gramas. "Este relatório sublinha o caráter único e insubstituível dos ecossistemas existentes em Madagascar", disse o conselheiro de conservação o WWF britânico, Mark Wright. Entretanto, lamentou o cientista, as novas espécies mal passaram a figurar nos livros de ciência e já estão ameaçadas. Entre as ameaças a ONG destaca o desmatamento e a perda de ecossistemas. Mais de um milhão de hectares de mata foram derrubados e a extração ilegal de madeira voltou a subir. Após um golpe de estado em 2009, o país sofreu com a dificuldade de patrulhar inúmeros parques naturais, que ficaram a mercê de contrabandistas de madeira. "Estamos trabalhando para estabelecer uma rede de áreas protegidas na ilha e para promover alternativas de renda sustentáveis, o que ajudaria as pessoas em Madagascar a viver em harmonia com a riqueza natural ao seu redor."
Fotos WWF
Fonte: Último Segundo

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Nova espécie de peixe descoberto no Brasil: Peixe Chinelão

-Este peixe foi encontrado no Rio Aripuanã, em Mato Grosso, região centro oeste do Brasil;
-Trachycorystes menezesi;
-Esta espécie é popularmente conhecida por "peixe-chinelão" devido à sua aparência achatada;
-Ele foi descoberto em 1976, mas devido a falta de tempo só foi descrito em 2011 em artigo publicado na revista científica "Neotropical Ichthyology";
-Possui aproximadamente 40 centímetros de comprimento;
-De cor alaranjada;
-É uma espécie endêmica da região, podendo ser encontrado nas águas do Rio Aripuanã, próximo à formação das cachoeiras de Dardanelos e Andorinhas.;
-Com o avanço das cidades sobre a floresta e a construção de usinas hidrelétricas na região, algumas espécies que sequer foram descritas pelo meio científico e podem ter desaparecido.
Fontes: G1; meioambienteagora.com.br.
Maria Celia Amorim

Imagens captadas pela Nasa mostram rosto no Sol



O Observartório Dinâmico Solar da Nasa (SDO) capturou a imagem de um rosto na superfície solar. As imagens registram o movimento solar em dezembro de 2010 mostram tanto um "sorriso", quanto expressões "amarguradas". O aparente rosto no Sol é causada pelo movimento solar. O vídeo começa com imagens captadas na superfície do Sol e chegam até a coroa, a parte mais externa do Sol, um envoltório luminoso constituído de plasma. A variação nas cores está no fato de as imagens terem sido tiradas com temperatura de cor diferentes. O satélite tem capturado imagens fantásticas e em alta definição das atividades solares. Ele faz 80 imagens do Sol a cada minuto, gerando 1,5 terabites de dados por dia, o equivalente a meio milhão de músicas baixadas no iTunes. Também com base nas imagens do SDO, um estudo publicado no periódico científico Nature explica porque a coroa do Sol alcança temperaturas centenas de vezes superiores a outras partes do astro que estão muito mais perto do núcleo, que produz o calor. Para aquecer a coroa solar a vários milhões de graus e acelerar a centenas de quilômetros por segundo os ventos solares que se propagam em todas as direções, inclusive em direção à Terra, é preciso energia, escrevem Scott McIntosh, do Centro Nacional Americano de Pesquisa Atmosférica, e outros pesquisadores na revista Nature. A temperatura alcança aproximadamente 6 mil graus na superfície do Sol e dois ou três milhões de graus na coroa, apesar desta última se encontrar muito mais longe do núcleo do astro, onde ocorrem as reações nucleares que produzem o calor. Hannes Alfven, um físico sueco que recebeu o prêmio Nobel em 1970, estimou que há ondas que transportam esta energia por linhas do campo magnético que percorrem o plasma (gás com partículas carregadas com eletricidade) da coroa. Até agora não havia sido possível detectar a quantidade de ondas deste tipo necessárias para produzir a energia requerida. Imagens de alta definição ultravioleta captadas com muita frequência (a cada oito segundos) pelo satélite da Nasa Solar Dymanics Observatory (SDO) permitiram à equipe de Scott McIntosh detectar grande quantidade destas ondas Alfven. As mesmas se propagam em grande velocidade (entre 200 e 250 quilômetros por segundo) no plasma em movimento, indica em um comunicado o professor Marcel Goossens, da Universidade Católica de Lovaina, que participou da pesquisa. Estas ondas, cujo fluxo energético localiza-se entre 100 e 200 watts por quilômetro quadrado, "são capazes de produzir a energia necessária para propulsar os rápidos ventos solares e assim compensar as perdas de calor das regiões menos agitadas da coroa solar", estimam os autores do estudo. No entanto, isto "não basta para prover os 2 mil watts por metro quadrado necessários para abastecer as zonas ativas da coroa", acrescentam na Nature. Para isso, seriam necessários instrumentos com maior resolução especial e temporal "para estudar todo o espectro de energia irradiada nas regiões ativas". Além disso, seria preciso "entender como e onde estas ondas são geradas e dissipadas na atmosfera solar".
Fonte: Último Segundo

Radiação ainda afeta fauna e flora de Chernobyl

O entorno da usina de Chernobyl, na Ucrânia, é considerado uma terra de ninguém. Logo após a tragédia, toda a população foi retirada e a área foi isolada. Hoje, 25 anos após o acidente, muitos dizem que a natureza do local venceu a radiação e está florescendo novamente. No entanto, um grupo de biólogos e cientistas que pesquisa a região há anos vem provando que essa ideia não passa de um mito. Segundo eles, o nível de radiação continua 2 mil vezes acima do normal. Suas pesquisas mostram como esse cenário afetou e ainda afeta o ecossistema local, prejudicando a vegetação, além de insetos, pássaros e mamíferos
Fonte: Último Segundo

Fêmea de Besouro d’água gigante deposita seus ovos nas costas do parceiro

Pertencente à família Belostomatidae, o Besouro d’água gigante é um inseto aquático. Parecido com um barbeiro, seu tamanho pode chegar aos 10,5 centímetros de comprimento – o que para a sua espécie é considerado grande. De corpo largo e achatado, sua coloração comum é do marrom para o castanho, com as asas acinzentadas, levemente camufladas. As patas dianteiras possuem uma garra em forma de gancho que são adaptadas para apanhar as suas presas. Já as posteriores são achatadas, parecidas com um remo, próprias para o nado - embora não seja muito bom nisso. Ao capturar as suas vítimas – caramujos, lesmas, girinos, salamandras, pequenos peixes e outros insetos – ele injeta, através de seu bico em forma de agulha, uma poderosa saliva que dissolve o interior da sua presa, permitindo a sucção do fluido tecidual desta. Porém, não é só em animais que este besouro pode causar certo dano. Por habitar locais comuns do ser humano – lagos e córregos – as chances deles se sentirem ameaçados são grandes, e quando isso acontece, não pensam duas vezes em picar quem lhe incomoda. Mas não é qualquer picadinha, esta é considerada uma das mais dolorosas entre muitas outras. Se retirados da água, eles costumam fingir-se de mortos e expelem um fluido pelo seu ânus. Caso não sejam devolvidos rapidamente, sofrem uma morte instantânea. Talvez, o mais curioso sobre esse inseto seja referente à maneira como se procriam. Atraídas pelos movimentos periódicos que os machos fazem próximo a superfície d’água, as fêmeas saem de seu habitat no período da noite dispostas a acasalarem. Normalmente, a cópula ocorre durante a primavera e os ovos são postos em plantas aquáticas ou em matéria vegetal em decomposição. Mas nessa espécie, as fêmeas depositam os ovos sobre as costas dos machos, junto com um líquido de grande poder adesivo, obrigando-os a carregar os ovos até a eclosão. Acredita-se que isso ocorra porque os machos costumam consumir os ovos e, em suas costas, o acesso torna-se praticamente impossível. Em alguns países os Besouros d’água gigantes são considerados um tipo de iguaria para a culinária. Tailândia e Vietnã são exemplos disso. Nesses lugares é comum encontrar esse prato sendo servido em restaurantes ou em feiras livres.
Fonte: Rede Ambiente

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Maior Cogumelo Brasileiro que Emite Luz

-Neonothopanus gardneri;
-Pertencem a família Marasmiaceae;
-Encontrado no Piauí, região nordeste do Brasil;
-Ele tinha sido avistado pela última vez há quase 170 anos;
-É o maior fungo bioluminescente do Brasil;
-Também é um dos maiores do mundo;
-Em 1840, o cogumelo foi descoberto pelo botânico britânico George Gardner quando viu garotos brincando com o que pensou serem vagalumes nas ruas de uma vila onde hoje fica a cidade de Natividade, em Tocantins;
-Chamado pelos locais de 'flor de coco', o fungo bioluminescente foi classificado como Agaricus gardeni e não foi mais visto desde então;
-Existem 71 espécies de fungos que emitem luz, 12 delas estão presentes no Brasil;
-Uma das teses consideradas é a de que a luz é emitida para atrair insetos noturnos, ajudando os fungos a dispersar seus esporos para a reprodução;
-Outra tese diz que a luz atrai insetos predadores que atacam insetos menores que se alimentam do fungo.
Foto 1: Neonothopanus gardneri é o maior fungo bioluminescente do Brasil (Foto: Cassius V.Stevani_IQ_USP)
Foto 2: A ciência ainda não desvendou o processo químico que permite que o fungo produza luz (Foto: Cassius V.Stevani_IQ_USP )
Fontes: G1; Último Segundo; estadao.com.br

Para amenizar o calor europeu, zoo de Praga dá 'sorvete' para urso polar

Animais que estão na República Tcheca receberam guloseimas geladas devido as altas temperaturas que em alguns países da Europa ultrapassam 40ºC no verão. Devido ao forte calor do verão europeu, os animais que ficam em zoológicos também sofrem.





Este urso polar que vive no zoo de Praga, na República Tcheca, até ganhou "sorvete" para se refrescar (Foto: Michal Cizek/AFP)




Blocos de gelo com frutas inteiras ajudam a amenizar a temperatura deste mamífero, cujo ambiente natural é a região do Ártico, com temperaturas abaixo de zero (Foto: Michal Cizek/AFP)




Fonte: G1

O inseto com o menor tempo de vida do mundo



Com mais de 2500 espécies, estes insetos pertencem a ordem Ephemeroptera. Encontrados em diversas partes do mundo, eles são os mais antigos insetos com asas já registrados. Seu corpo mole e alongado pode chegar a 4 cm de comprimento. Na maioria das espécies, os machos têm olhos grandes e suas patas dianteiras são propositalmente longas para na hora do acasalamento conseguir segurar as fêmeas em pleno ar. Seu habitat natural são as zonas próximas a água doce (parada ou de curso lento). Quando ninfas – forma na pré- fase adulta – costumam se esconder sobre rochas se alimentando de matéria vegetal. Vivem em média de algumas semanas a até três anos de idade, antes disso, mudam sua forma de 20 a 30 vezes em um período de até um ano. Normalmente são o prato predileto de muitos peixes. Ao atingir a fase adulta, seu tempo de vida se torna curtíssimo. Variando de 30 minutos para um dia, as efêmeras sobrevivem o suficiente para se reproduzirem e colocarem seus ovos da próxima geração. Não há oportunidade nem para se alimentarem. Este grupo é considerado ecologicamente essencial para o seu habitat. As suas ninfas servem de alimento para outros animais, representando uma grande importância para a cadeia alimentar.
Fonte: Rede Ambiente

Galáxia "sorri" com dois buracos negros


Astrônomos encontraram um segundo e enorme buraco negro no centro de uma galáxia incomum, vizinha à Via Láctea. A galáxia conhecida como Markarian 739 or NGC 3758 fica a 425 milhões de anos-luz de distância da constelação de Leão. Apenas cerca de 11 mil anos-luz separam núcleos dos buracos negros, e formam, perantes as lentes dos telescópios Chandra e Swift, da Nasa, uma formação que parece um rosto sorridente, com a dupla de núcleos acima de um arco. Astrônomos já sabiam que o núcleo oriental da Markarian 739 continha um buraco negro ativo e que gera muita energia. O estudo, que será publicado no periódico científico The Astrophysical Journal Letters, mostra na parte ocidental há outro buraco negro ativo. Isto faz da galáxia um dos caos mais próximos e claros de galáxia com dois buracos negros. A distância que separa os dois buracos negros é cerca de um terço a que separa o sistema solar do centro da Via Láctea. Entre as galáxias conhecidas até agora, a Markarian 739 é a segunda a ter buracos negros tão próximos. “No centro da maioria das galáxias, inclusive na nossa via lacteal, há um buraco negrosupermassivo com milhões de vezes a massa do Sol”, disse Michael Koss, autor do estudo da Nasa. “Algumas delas irradiam mais de bilhões de vezes a energia do Sol”, disse.
Foto: SDSS
Fonte: Último Segundo

Pai dedicado



Cumprindo seu dever paterno, uma rã macho da espécie Oreophryne, da Papua Nova Guiné, protege seus dois filhotes recém-nascidos. Toda noite os machos abraçam a massa de ovos e filhotes, provavelmente para mantê-los úmidos e protegê-los de pequenos predadores, como insetos.
Foto: George Grall / National Geographic Image Sales.
Fonte: Último Segundo

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cidade Brasileira que quer acabar com todo seu lixo: Unaí

-Localizada no estado de Minas Gerais, região sudeste do Brasil;
-Fundada em 1943;
-Está distante 606 Km de Belo Horizonte, capital mineira;
-Está próxima a capital brasileira, Brasília;
-Com área de 8.492 Km²;
-Está a 575 metros acima do nível do mar;
-Possui o clima tropical úmido;
-Está localizada na Bacia do Rio São Francisco;
-É uma cidade que vive da agricultura e pecuária;
-A cidade mineira, de Unaí, implantou o Projeto Natureza Limpa que consiste em gerar energia através do lixo;
-Nesta cidade foi implantada uma mini usina de carbonização do lixo para produzir energia elétrica;
-Estima-se que até o fim de 2011 todo o lixo coletado diariamente deverá ser queimado, dando fim ao aterro sanitário local.
Fontes: Rede Ambiente; mg.gov.br; citybrazil.com.br;
Maria Celia Amorim

Raro kiwi branco torna-se símbolo de preservação na Nova Zelândia

Um silêncio religioso envolve o parque de Pukaha, apesar da presença de centenas de visitantes. Todos retêm o fôlego, na expectativa de ver o muito raro kiwi branco, pássaro sagrado dos maoris da Nova Zelândia. Semelhante a uma bola de algodão, com um longo bico, apoiando-se em duas patas com três esporões, este espécime imaculado tornou-se, em algumas semanas, o símbolo da política de preservação da Nova Zelândia, e dos esforços para impedir a extinção do pássaro, emblema nacional. Batizado , nome que significa acima de todos, em língua maori, este macho todo branco nasceu no dia 1º de maio, neste santuário, ao norte da capital, Wellington. Foi o primeiro kiwi branco nascido em cativeiro. Kathy Houkamau, diretora do parque de Pukaha, informou que este nascimento excepcional chegou a despertar um interesse em precedentes para o programa de proteção do kiwi, um pássaro atípico, habitualmente de cor marrom, reconhecido pelo bico longo e fino.
Foto: AFP; Manukura, nascido em 1º de maio, é o primeiro kiwi branco nascido em cativeiro
Fonte: Último Segundo

O menor mamífero terrestre do mundo

O menor mamífero terrestre tem o nome científico Suncus etruscus e possui apenas 5,2 centímetros de comprimento e sendo 3 centímetros só de cauda. Ele pode ser encontrado nas florestas, campos e vales da Europa mediterrânea e África. Considerado um tanto quanto ansioso, seu coração chega a bater 1200 vezes por minuto. Seus 30 dentes afiados lhe dá um comportamento valente e agressivo. Sua alimentação é a base de insetos, aranhas, vermes e larvas. Costumam ser mais ativos durante a noite e em tempo de frio e escassez de alimentos, hibernam. O mais curioso deste animal é que, se exposto sucessivamente á luz, ele morre. Por isso, optam por lugares escuros como pedras e raízes de árvores para se abrigarem. Para se defender de predadores, eles exalam um cheiro fortíssimo através de sua pele. Não há como diferenciar machos e fêmeas pelas características de seu corpo. Quanto à reprodução, elas ocorrem entre os meses de outubro e dezembro. Após 3 ou 4 semanas, a ninhada de 2 a 6 filhotes nascem. Todos vêm ao mundo cegos, pelados e menores que uma abelha. Dentro de poucos dias atingem a independência e vão viver sozinhos. Infelizmente esta é mais uma espécie que, além de rara, está sob risco de extinção.
Fonte: Rede Ambiente

Ataque aéreo


O martim-pescador é um caçador altivo e muito rápido. Estes pássaros são capazes de mergulhar na água e voltar com um peixe em apenas dois segundos, pois atingem mais de 25 km/h em um só ataque. O martim-pescador sempre se atira na água para buscar um peixe desavisado.
Foto: Jozsef L. Szentpeteri / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

terça-feira, 26 de julho de 2011

“Bichos Feios”: Camaleão de Jackson


-Chamaeleo jacksonii;
-Pertencem a família Chamaeleonidae;
-Também conhecido como camaleão-de-três-chifres;
-Nativo das florestas úmidas do leste da África;
-São originários do Quênia e da Tanzânia;
-Possuem cores que vão desde o verde ao marrom, com vermelho escuro, amarelo ou azul na cabeça, nos lados e na cauda;
-São encontrados em altas altitudes, com alta pluviosidade e cobertura de nuvens;
-É uma espécie que foi introduzida no Havaí em 1970;
-Medem aproximadamente 30 centímetros de comprimento;
-Ao contrário da maioria dos répteis, esta espécie não bota ovos mas sim dá a luz a filhotes formados;
-Eles podem mudar de cor, se mimetizando;
-Movem seus olhos independentemente um do outro, girando-os 180° ;
-Se alimentam de insetos;
-Foram os primeiros répteis a serem mantidos em cativeiro com sucesso;
-É um animal usado como de estimação;
-São arborícolas e raramente descem ao chão;
-São diurnos;
-Apenas os machos possuem os três chifres, diferenciando-se das fêmeas;
-Os machos são territoriais, usando seus chifres para lutar com outros machos ou mesmo para atrair as fêmeas;
-São animais que vivem até 10 anos.
Fontes: Animais da Terra: dos Pólos ao Equador, Seleções do Reader's Digest; kypoint.com; world.com; reptipro.com; animals.jrank.org; reptaquatics.com.
Maria Celia Amorim