quarta-feira, 31 de agosto de 2011

“Bichos Feios”: Lêmure Voador





-Cynocephalus volans;
-Também conhecido como colugo ou cobego;
-É um mamífero arborícola;
-É encontrado no sudoeste asiático, Filipinas e Indonésia;
-Pertence a família Cynocephalidae;
-Eles não podem voar de verdade, apenas planam;
-Medem de 35 a 40 centímetros de comprimento;
-Pesam de 1 a 2 Kg;
-Se alimentam de folhas e frutos;
-Tem como característica uma membrana de pele que se estende entre seus membros e lhes dá a habilidade de saltar parcialmente planando longas distâncias entre as árvores;
-Ele é lento e desajeitado em terra;
-O desmatamento é a causa principal da diminuição da população desta espécie.
Fontes: Animais da Terra: dos Pólos ao Equador, Seleções do Reader's Digest; arkive.org; iucnredlist.org.
Maria Celia Amorim

Pesquisadores descobrem exemplos mais antigos de madeira

Duas pequenas plantas, ambas com aproximadamente 400 milhões de anos, são os exemplos mais antigos de madeira, segundo um novo estudo. A mais velha das duas plantas antecede outros antigos exemplos de madeira em pelo menos 10 milhões de anos. Philippe Gerrienne, geólogo da University of Liege, na Bélgica, identificou os espécimes junto a colegas da França e dos EUA. Eles descrevem as plantas na edição atual da revista 'Science’. As duas plantas são do período devoniano, e as seções transversais fossilizadas dos caules mostram anéis de células irradiando para fora do centro, como anéis de árvores. Um espécime tem 397 milhões de anos e vem do Canadá; o outro, da França, tem estimados 407 milhões de anos. Anteriormente, pesquisadores costumavam debater se a madeira teria evoluído para ajudar as plantas a crescerem mais, ou se desenvolvido como um meio para as plantas puxarem a água para cima. Como as plantas recém-identificadas tinham apenas alguns centímetros de altura, os pesquisadores escreveram que é mais provável que a madeira servisse como um sistema de encanamento para puxar a água. Embora as origens da madeira permaneçam um mistério, cientistas acreditam que ela possibilitou o surgimento das grandes plantas perenes. Os resultados também sustentam pesquisas anteriores indicando que a madeira pode ter evoluído de maneira independente para diferentes linhagens de plantas e em diferentes
Foto: Science/AAAS ; corte transversal de uma planta de 407 milhões de anos com uma pequena quantidade de madeira
Fonte: Último Segundo

Besouro possui defesa como se fosse uma bomba

De nome científico Brachynus crepitans, este besouro parece ser tão simples como os outros, se não fosse seu diferente mecanismo de autodefesa. Popularmente conhecido como besouro-bombardeiro, ele vive a maior parte de seu tempo escondido entre raízes de árvores ou debaixo de pedras. Quando sai para comer, opta por insetos de corpo mole como as lagartas e os caracóis. O que o difere das outras espécies é a sua incrível maneira de “atacar” seus inimigos quando se sente ameaçado. Na sua cavidade abdominal, há duas bolsas distintas contendo substâncias como peróxido de hidrogênio e hidroquinona. Ao se juntarem, esses componentes químicos resultam em uma reação que estoura como se fosse uma “bomba”. Ao ser projetado para fora, o vapor resultante dessa explosão pode ser ouvido por qualquer ser humano. Além de causar queimaduras por ser quente, ele exala um forte odor. Mas, como será que o besouro sobrevive a isso sem sofrer nenhuma lesãozinha se quer? A explicação está em um revestimento de amianto que forra o local onde os produtos químicos são misturados. Através dele, o corpo do animal fica protegido e livre de qualquer dano causado pela explosão. No mundo, existem mais de 500 espécies de besouros bombardeiros. Eles medem aproximadamente 2 centímetros de comprimento e seu jato é capaz de atingir uma distância até 10 vezes maior do que o seu próprio tamanho.
Fonte: Rede Ambiente

Terra de Gigantes


Sequoia faz com que as outras árvores da floresta, na Califórnia, pareçam pequenas. Uma sequóia de 112 metros de altura se sobressai entre as outras árvores em Bear Creek Ridge, na Califórnia. As sequóias estão entre as maiores e mais antigas árvores do planeta.
Foto: Michael Nichols / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Baleias ficam em silêncio para evitar predadores

Cientistas que pesquisam as misteriosas baleias de bico de Blainville publicaram um estudo no qual concluem que esses mamíferos ficam em silêncio em águas rasas para evitar o ataque de predadores. A pesquisa, publicada na revista científica Marine Mammal Science, é uma das primeiras a registrar como essas baleias se comunicam. Os pesquisadores também gravaram sons produzidos pelas baleias quando nadam em grandes profundidades. A espécie Mesoplodon densirostris tende a habitar regiões profundas dos oceanos, formando grupos pequenos, que não ultrapassam dez indivíduos. Além do bico característico, ela possui dentes, alcança até cinco metros de comprimento e pesa, quando adulta, cerca de 800 kg. Tímidos e discretos, esses cetáceos (ordem dos mamíferos formada por animais adaptados à vida aquática) evitam embarcações, o que dificulta seu estudo e lhes dá um caráter enigmático. A pesquisadora Natacha Aguilar, da Universidade de La Laguna, em Tenerife (Espanha), e seus colegas da Woods Hole Oceanographic Institution, em Massachusetts (EUA), e da Universidade Aarhus, na Dinamarca, conectaram dispositivos de escuta em oito baleias de bico de Blainville. Os animais foram monitorados durante 102 horas. Os aparelhos gravaram sons produzidos pelas baleias quando vinham à tona para respirar e nadavam próximo da superfície, e também quando os mamíferos mergulhavam em profundidades de até 900 metros. Os resultados mostraram que a espécie fica silenciosa quando nada a profundidades acima de 170 metros. As baleias também permanecem silenciosas quando estão subindo à tona após seus mergulhos - uma jornada que pode levar até 19 minutos. A equipe acredita que este comportamento tenha a função de evitar que as baleias sejam detectadas por seu predador, as temidas orcas (Orcinus orca), também conhecidas como “baleias assassinas”. As orcas tendem a circular em águas rasas e se alimentam de várias espécies de baleias. Ao se "esconder" dessa maneira, a baleia de bico de Blainville adotaria uma estratégia efetiva de evitar sua predadora, já que a espécie não é capaz de nadar mais rápido do que a orca e não possui outras defesas contra ela. Ainda assim, o comportamento surpreendeu os cientistas, que imaginavam que os animais continuariam em contato para manter seus vínculos sociais, especialmente porque tendem a nadar em grupos coesos. "Para um grupo que vive em sociedades tão coesas e coordena suas atividades, ficar em silêncio perto da superfície é um comportamento inesperado que contrasta bastante com o de outras baleias dentadas", afirmaram os pesquisadores em seu artigo. Quando nadavam a mais de 450 metros de profundidade, as baleias emitiam diversos tipos de sons que permitiam não apenas que se comunicassem, mas que também se orientassem no espaço e procurassem suas presas, afirma a pesquisa. Segundo os cientistas, alguns dos sons registrados - que eles descrevem como apitos e uma série de sons estridentes - nunca haviam sido gravados antes. A equipe acredita que os sons em série tenham o papel de coordenar os movimentos dos membros do grupo à medida que se dispersa no final do mergulho, para caçar.
Foto: NOAA
Fonte: Último Segundo

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Ave Brasileira que Nidifica em Fernando de Noronha: Atobá

-Sula leucogaster;
-Pertence a família Sulidae;
-É uma ave característica dos mares tropical e subtropical, das costas e mares brasileiros, ocorrendo no sudeste e nordeste;
-Uma das maiores aves das costas brasileiras;
-Possui a plumagem cor de café com a barriga branca;
-Seus filhotes são inteiramente brancos, como na foto 2;
-Seus bicos e pernas são amarelas;
-Pescam perto de praias ou rochedos, submergindo por completo;
-Alimentam-se de peixes;
-Mergulham até 15 metros atrás de alimento;
-São também conhecidas como toba, mergulhão, mambembo, mumbebo, alcatraz, freira, piloto ou piloto-pardo;
-Seus ninhos são construídos no solo;
-São encontrados, em média 2 ovos por ninhos;
-Medem em média 74 cm;
-Não se encontram em risco de extinção.
Fontes: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; Atlas da Fauna Brasileira, MA/IBDF-MEC/FENAME, Edições Melhoramentos; Animais da Terra: dos Pólos ao Equador, Seleções do Reader's Digest; Segredos do Mar, Seleções do Reader's Digest; portalsaofrancisco.com.br; wikiaves.com.br; avesmarinhas.com.br; abrolhos.net; iucnredlist.org.
Maria Celia Amorim

Médicos descobrem mecanismo de defesa contra infecções hospitalares

Pesquisadores de um grupo de universidades norte-americanas descobriu um método usado por células do intestino como defesa contra a bactéria Clostridium difficile, um dos micro-organismos mais comuns responsáveis por causar infecções hospitalares. O estudo foi divulgado na versão online da revista científica "Nature Medicine". O organismo de apenas uma célula produz duas toxinas poderosas e é resistente a antibióticos. A bactéria pode gerar desde diarreias até inflamações no intestino que podem levar à morte. As toxinas destroem a estrutura das células do corpo, mas para isso elas precisam atravessar a membrana. Por serem moléculas grandes, as toxinas precisam ser "divididas" em pedaços menores para poder penetrar na célula. Os pesquisadores, liderados por Tor Savidge, da Universidade de Texas, apostaram que o segredo está em impedir que a toxina se divida e atravesse a membrana protetora. Durante o estudo, os cientistas usaram tubos de ensaio, culturas de células e modelos animais (ratos) e contaram também com simulações de interações entre as moléculas - feitas no computador. Após os experimentos, os norte-americanos descobriram que a combinação de dois compostos conhecidos como s-nitrosoglutationa (GSNO, na sigla em inglês) e o hexafosfato de inositol (InsP6) - ambos produzidos pelas células do intestino - podem ser eficientes para evitar os danos causados pela C. Difficile. Para os especialistas, 1% de todos os pacientes de hospital desenvolvem infecções causadas pela C. difficile. Os tratamentos convencionais permitem que o micro-organismo continue a se reproduzir e ainda por cima destrói as bactérias que vivem em harmonia com o intestino dos humanos.
Fonte: G1

O mais velho animal vivo do mundo

Os Triops cancriformis são uma espécie de camarão que podem ser encontrados apenas no Reino Unido. Conhecidos também como camarão-girino, eles foram descobertos há muito tempo, em 1801. São considerados os mais velhos animais vivos do mundo. Em 2010, cientistas anunciaram a presença de mais duas colônias do Triops cancriformis. Uma na Escócia e a outra na Inglaterra. O mais interessante sobre este crustáceo é o que os pesquisadores da Universidade de Glasgow, na Escócia, descobriram. Segundo eles, o camarão-girino permanece praticamente igual ao que era há 200 milhões de anos, quando foi descoberto. Outro ponto bem curioso é que, quando estão em locais de pouco água, prestes a morrer, os adultos deixam milhares de ovos “soterrados” por muitos anos até que a água retorne e dê condições para o nascimento dos filhotes. Contrariando estudiosos que, segundo o site britâncio Telegraph, diziam haver mais animais desse tipo na região de Caervarock, esta é mais uma espécie que está sob risco de extinção. Por isso, está protegida legalmente sob o Anexo 5 da Wildlife and Countryside Act 1981 (lei sobre vida selvagem do parlamento do Reino Unido).
Fonte: Rede Ambiente

Sineta de ouro da época do Segundo Templo é encontrada em Jerusalém

Arqueólogos israelenses descobriram em Jerusalém uma sineta de ouro que data da época do Segundo Templo, no século I, e que, segundo os pesquisadores, pode ter pertencido a uma figura de destaque na escala social da época, como um sacerdote. A descoberta foi realizada em escavações feitas pela Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI) em um canal de escoamento que se iniciava nas denominadas Piscinas de Siloé, atravessava a Cidadela de David e hoje termina em um parque arqueológico adjacente ao Muro das Lamentações, na Cidade Antiga de Jerusalém. Os diretores da escavação, Eli Shukron e o professor Ronny Reich, da Universidade de Haifa, estimam que "o pequeno sino devia estar costurado à roupa utilizada por uma pessoa de destaque de Jerusalém na época do Segundo Templo, relata um comunicado da (AAI). As pesquisas estão sendo realizadas no local que no século I era a principal rua de Jerusalém, que transcorria sobre o canal de escoamento onde foi achada o sino. A via partia das Piscinas de Siloé, entrava na Cidadela de David e chegava a um ponto conhecido hoje como "Arco de Robinson", no qual havia uma escada de vários lances pela qual os sacerdotes e peregrinos podiam ter acesso ao Templo de Jerusalém para rezar e conduzir sacrifícios. Os arqueólogos acreditam que o proprietário da sineta pode ter caminhado por essa rua da cidade e ter perdido a joia, que acabou indo parar no canal de drenagem. "Sabemos que os altos sacerdotes que serviam no Templo empregavam pequenos sinos de ouro que penduravam em suas túnicas", esclareceram os diretores das escavações.
Foto: Sebastian Scheiner/AP.
Fonte: estadao.com.br

Pronto para a ação


A atitude agressiva do Notoclinops segmentatus, animal que se alimenta de pequenos crustáceos de parasitas de peixes maiores, consiste em abrir as nadadeiras. A espécie é encontrada nos corais da ilha do Norte da Nova Zelândia. A pose do pequeno peixe serve para espantar possíveis predadores de seu território.
Foto: Brian J. Skerry / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Capital Brasileira do Algodão: Campo Verde

-Localizado no estado do Mato Grosso, região centro oeste do Brasil;
-Está a 736 metros acima do nível do mar;
-Possui uma área de 4811,71 km²;
-Fundada em 1988;
-Está a 130 Km da capital, Cuiabá;
-Seu clima é o tropical;
-Este município é o maior produtor de algodão em pluma do Brasil;
-Cachoeiras, corredeiras, quedas d'água, morros, formações rochosas, cavernas, construções centenárias e sítios arqueológicos são os maiores atrativos para os turistas aparecerem pela região;
-Campo Verde começou a ter o algodão cultivado na região em 1994 quando foram plantados 400 hectares, de lá para cá, a área não parou de crescer e hoje ocupa 70 mil hectares;
-A cidade possui uma produtividade média de 250 arrobas por hectare;
-A qualidade da fibra produzida em Campo Verde tem atraído a atenção de compradores de países como a Índia, China, Peru e Estados Unidos da América;
-17 indústrias algodoeiras de médio e grande porte estão instaladas no município, três delas são consideradas as mais modernas em operação no Brasil;
-O algodão é o responsável pela geração de milhares de empregos diretos e indiretos, e hoje é uma das principais bases de sustentação da economia local.
Fontes: mt.gov.br; apontador.com.br; citybrazil.com.br; amm.org.br; municipiosbrasileiros.blogspot.com.
Maria Celia Amorim

5 das mais Belas Aves de Rapina



1- Águia: Possuem peso médio de 6 quilos e uma envergadura de até 2 metros. Algumas espécies alimentam-se de ovos de outros pássaros e peixes.

2- Abutre: Assemelham-se aos urubus. Alimentam-se de restos orgânicos, por isso são considerados animais necrófagos. Podem viver até 30 anos em cativeiro.

3- Falcão: Gênero que inclui os gaviões. Suas caldas são longas, sua visão é bastante aguçada e costumam habitar florestas.

4-Açor: No latim significa "que voa rapidamente". Está distribuído por todas as regiões temperadas do hemisfério norte.

5- Serpentário: Devido às penas que possuem em cima da cabeça, que fazem lembrar as que eram usadas antigamente para escrever, ele pode ser chamado também de secretário. Seu habitat preferencial é a savana.






Fonte: Rede Ambiente

Telescópio detecta 96 novos aglomerados estelares

O telescópio Vista, do Observatório Europeu do Sul (ESO), captou a imagem de 96 novos aglomerados estelares abertos escondidos pela poeira da Via Láctea. Os pequenos objetos celestes eram invisíveis em rastreamentos anteriores. Esta é a primeira vez que tantos aglomerados pequenos e pouco brilhantes foram encontrados de uma só vez. A maioria das estrelas com mais de metade da massa do Sol se forma em grupos chamados aglomerados abertos. Estes aglomerados são os "tijolos" que formam as galáxias e são essenciais para a formação e evolução de galáxias como a Via Láctea. Porém, os aglomerados são formados em regiões com muita poeira, ficando invisíveis para a maioria dos telescópios. O Vista, maior telescópio de rastreio do mundo, tem detectores infravermelhos muito sensíveis do maior telescópio de rastreio do mundo, que consegue detectar objetos através da poeira. A descoberta foi feita apenas um ano após o início do programa e observação da Via Láctea pelo Vista (VVV). Os resultados serão publicados na revista científica especializada Astronomy & Astrophysics. De acordo com Jura Borissova, autora principal do estudo, a descoberta destaca o potencial do programa de encontrar aglomerados de estrelas. Até agora, apenas 2500 aglomerados abertos foram encontrados na Via Láctea, mas os astrônomos estimam a existência de pelo menos 30 mil escondidos por trás de poeira e gás. “Concentramos a nossa busca na direção de zonas de formação estelar conhecidas. Em regiões que pareciam vazias em rastreamentos anteriores e os detectores infravermelhos do Vista descobriram muitos objetos novos,” disse, Dante Minniti, cientista principal programa. A equipe utilizou um software para remover, nas imagens, as estrelas que apareciam em frente de cada aglomerado e contou seus membros genuínos. Depois deste trabalho, as imagens foram analisadas para se medir o tamanho do aglomerado. O estudo afirma que os novos 96 aglomerados abertos podem ser só o início de grandes descobertas. “Começamos agora a utilizar um software mais sofisticado para procurar aglomerados mais velhos e menos concentrados. Estou confiante que muitos outros serão descobertos num futuro próximo,” acrescenta Borissova.
Foto: ESO/J. Borissova ; Astrônomos descobriram 96 novos aglomerados estelares abertos escondidos pela poeira da Via Láctea
Fontes: G1; Último Segundo

Ninhada de espécie rara de crocodilo nasce em zoológico do Laos

A organização ambiental Sociedade de Conservação da Vida Selvagem (WCS), divulgou no dia 26 de agosto imagens do nascimento de 20 filhotes de crocodilo-siamês (Crocodylus siamensis) em um zoológico do Laos. Os ovos foram encontrados em um lago localizado no sul do país e levados para cativeiro. A transferência de habitat ocorreu pelo fato da espécie ser uma das mais ameaçadas de extinção e fazer parte da lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Segundo a WCS, os crocodilos-siameses começaram a nascer no último dia 18 e ficarão sob tratamento no zoológico até terem idade e força suficientes para caça e defesa.

Foto 1: Filhote de crocodilo-siamês que nasceu no último dia 18 em um zoológico do Laos (Foto: Wildlife Conservation Society/AP)

Foto 2: Ao todo foram 20 exemplares da espécie ameaçada de extinção que nasceram (Foto: Wildlife Conservation Society/AP)

Foto 3: A ninhada foi encontrada por uma organização ambiental perto de um lago, no sul do Laos. Os ovos foram levados para um zoológico do país e os filhotes ficarão neste local até conseguirem sobreviver sozinhos na natureza (Foto: Wildlife Conservation Society/AP)




Fontes: G1, Último Segundo.

Relógio atômico britânico é o mais preciso do mundo


Uma pesquisa apontou que o relógio atômico do Laboratório de Física Nacional da Grã-Bretanha é o mais preciso do mundo. Segundo a pesquisa, feita por pesquisadores americanos e britânicos, o relógio CsF2 se atrasa ou se adianta em um segundo a cada 138 milhões de anos. Essa precisão é o dobro da que se estimava, aponta o estudo, que será publicado na revista científica especializada "Metrologia". O CsF2 é um relógio de fonte de césio que usa o movimento em forma de fonte dos átomos de césio para determinar a duração de um segundo. Os átomos são reunidos em maços de cerca de 100 milhões e direcionados através de uma cavidade onde são expostos a ondas eletromagnéticas. Estas ondas estimulam o átomo para que oscile de forma regular. O Sistema Internacional de Unidades (SI) considera que 9.192.631.770 ciclos de radiação equivalem a um segundo. O Laboratório de Física Nacional britânico é um dos poucos no mundo a prover a chamada frequência padrão para o tempo internacional. A mediação é feita pelo Escritório Internacional de Pesos e Medidas (BIPM), nos arredores de Paris, alimentado por uma rede de mais de 300 relógios em todo o mundo. Os dados são recebidos via satélite e sua média é calculada pelo BIPM usando os dados de dois laboratórios na França e um nos EUA, Alemanha, Japão e Grã-Bretanha, entre os quais o de Física Nacional britânico. Eventualmente, um segundo pode ser adicionado ou subtraído para corrigir qualquer discrepância.
Fontes: estadao.com.br, Último Segundo

domingo, 28 de agosto de 2011

Flor Símbolo da Cidade de São Paulo: Azaléia

-Rhododendron indicum;
-Pertencem a família das Ericáceas;
-É um arbusto ornamental;
-Suas flores possuem várias cores: cor branca, flores de cor vermelha, flores de cor arroxeada, flores de cor rósea, simples, dobradas ou, até mesmo, listradas;
-Atingem até 2 metros de altura;
-É um arbusto que pode ser encontrado formando cercas-vivas;
-Também é muito encontrada em vasos;
-Ele é originário do Japão e da China;
-São flores típicas das estações inverno e início da primavera;
-A Azaléia é relacionada a Deusa Minerva que é a Deusa da sabedoria e da razão.
Fontes: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; ipen.br; globalrelva.org; jardimdeflores.com.br.
Maria Celia Amorim

Nova bactéria geneticamente modificada combate infecções

Pesquisadores de Cingapura conseguiram criar em laboratório uma bactéria Escherichia Coli, geneticamente modificada para o combate de infecções hospitalares. A nova bactéria construída a partir de ferramentas da biologia sintética é capaz de perceber e matar Pseudomonas aeruginosa, outra bactéria responsável por infecções pulmonares e gastrointestinais em pacientes hospitalizados. No experimento realizado em laboratório, a E. Coli matou a cultura de P. aeruginosa em apenas 18 horas. O estudo representa um passo para a cura das infecções provocadas pela P. aeruginosa pois, ainda é preciso fazer testes em animais e humanos. “Acredito que ainda demore alguns anos ainda para que possamos desenvolver as bactérias modificadas e usá-las para o tratamento de infecções em pacientes reais. O próximo passo é o teste em animais”, disse Matthew Wook Chang, da Universidade Tecnologica Nanyang, em Cingapura, e autor do estudo. A lógica do estudo foi criar um “espião” para as mensagens dadas pela bactéria P. aeruginosa. Na guerra das bactérias, a E. coli modificada foi quem se deu melhor. E os pesquisadores só conseguiram isto a partir da análise de modos de "mensagens" bioquímicas entre as bactérias da colônia. “As modificações genéticas foram feitas através da inserção de trechos de DNA que codificam as proteínas usadas no sistema de comunicação, e que contém informações importantes, como instruções de controle, por exemplo, e que decide como e quando cada parte do sistema é ativada”, disse Andrew Hufton, editor do periódico científico Molecular Systems Biology. Muitas bactérias têm um sistema natural de comunicação entre si, como é o caso da P. aeruginosa. Ela libera moléculas para que outras bactérias como ela a detectem, permitindo assim, que a colônia possa tomar “decisões” mais eficientes para atacar o corpo. Mas a guerra não é tão simples assim. Ao mesmo tempo em que existe um sistema de cooperação, as bactérias também são muitas vezes pouco amigáveis umas com as outras. A P. aeruginosa libera muitas vezes toxinas para matar outras bactérias da colônia. “Mais uma vez, os pesquisadores pegaram os genes responsáveis por este papel biológico das P. aeruginosa, e introduziram no DNA da E.coli”, explicou Hufton. Vale ressaltar que o estudo ainda não representa a cura da das infecções provocadas pela P. aeruginosa, pois o estudo foi feito apenas em culturas bacterianas de laboratório. Mesmo assim, mostra que no futuro a E.coli modificada pode representar uma nova arma contra a doença. Os pesquisadores conseguiram demonstrar que a E.coli modificada matou a P. aeruginosa, com a redução de 99% das células viáveis, além de inibir a formação de cerca de 90% da formação de biofilme (um tipo de crescimento bacteriano que pode ser muito difícil de tratar, quando foi encontrado em um animal). Para os pesquisadores, a nova bactéria pode ser um novo caminho para a luta contra a P. aeruginosa, uma bactéria que se torna cada vez mais resistente às drogas.
Foto 1: Getty Images; E.coli
Fontes: Último Segundo, estadao.com.br

Cientistas descobrem seis novas espécies de mariposas

Pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, e da Universidade da Costa Rica descreveram seis novas espécies de mariposas do gênero Eucalantica. A descoberta foi publicada no jornal científico "Zookeys". Foram descritas as espécies E. costaricae, E. ehecatlella, E. Icarusella, E. powelli e E. pumila (sendo que estes exemplares foram encontrados na Costa Rica), além da E. vaquero, encontrada no sul dos Estados Unidos. De acordo com Kenji Nishida, um dos principais condutores da pesquisa, a descoberta sugere a existência de uma alta densidade destas mariposas na região da América Central. O gênero Eucalantica é mais diversificado e bem distribuído do que se pensava anteriormente", afirmou Nishida. Segundo a pesquisa, menos de 20% de exemplares desta espécie foram descritos. Os cientistas alertam para o desaparecimento rápido de insetos que sequer foram descobertos. No estudo científico, os autores cobram inventários taxonômicos mais intensificados nesta área, além de medidas de conservação em grande escala para proporcionar uma documentação mais completa da biodiversidade.
Nova espécie de mariposa descoberta por pesquisadores dos Estados Unidos e da Costa Rica. Na foto, a espécie Eucalantica costaricae. (Foto: Divulgação/Sohn e Nishida)
Fonte: G1

Paleontólogo quer apontar animal que teria deixado pegadas fósseis em MS

O paleontólogo Diógenes Campos, do Museu de Ciências da Terra, esteve em Nioaque, a 170 quilômetros de Campo Grande, para investigar a existência de vestígios fósseis que podem ter sido deixados por dinossauros há 130 milhões de anos. Acompanhado dos pesquisadores Irma Yamamoto e Rodrigo Machado, o estudioso viajou a Mato Grosso do Sul a convite do Departamento Nacional de Produção Mineral. O sítio paleontológico de Nioaque é conhecido desde o final da década de 1980, quando foi descoberto pelo professor Gilson Martins, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. O local situa-se às margens do rio Nioaque, próximo ao trecho que corta o perímetro urbano. Diógenes disse que as possíveis pegadas possuem grande valor científico e ajudam a colocar Mato Grosso do Sul na rota dos estudos sobre paleontologia. O sítio também oferece possibilidades de exploração turística. "O local é fantástico, muito bonito para visitação. Mas para que as pessoas possam conhecer, é preciso montar uma infraestrutura adequada para proteger esses vestígios", comenta. A ação das águas do rio - que segundo os pesquisadores formou-se geologicamente depois da rocha - pode provocar erosões, além da eventual presença humana. Os cientistas trabalham com a hipótese de que Mato Grosso do Sul tenha feito parte de um grande deserto pré-histórico, que abrangeu os atuais territórios de São Paulo, Paraná e Minas Gerais. A convicção de que os vestígios são datados do período Cretáceo, segundo Diógenes, pode ser obtida pela análise da composição da rocha e também pelo conhecimento já adquirido sobre o assunto. O próximo passo, segundo o estudioso, é tentar apontar qual ser teria produzido as pegadas. "Tem de estudar que tipo de dinossauro pode ter sido. É algo complexo, que para ser concluído pode levar um dia ou nunca", diz Diógenes, que trabalha há 43 anos em paleontologia.
Foto 1: Paleontólogo Diógenes Campos, do Museu de Ciências da Terra, visita Nioaque (Foto: Divulgação/DNPM)
Foto 2: Formação de pegadas em rocha intriga pesquisadores (Foto: Divulgação/DNPM)
Fonte: G1

Rio vermelho


As rochas vermelhas são características deste riacho do Parque Nacional Waterton, em Alberta, no Canadá. As rochas ricas em ferro criam um leito de rio vermelho para as águas dos rios e riachos do Parque Nacional Waterton, em Alberta, no Canadá. O parque fica na fronteira com os Estados Unidos, vizinho do estado de Montana.
Foto: Michael Melford / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

sábado, 27 de agosto de 2011

Quelônio Brasileiro Típico da Ilha de Marajó: Muçuã

-Kinosternon scorpioides;
-Também conhecida como jurará;
-Pertencem a família dos Quinosternídeos;
-São de pequeno porte, medindo em média 25 centímetros de comprimento;
-Pesam até 500 gramas;
-Seu casco é pardo, escuro e oval;
-Sua carapaça possui três carenas longitudinais;
-Possui as pernas altas;
-Também possui um bico,que se assemelha aos papagaios;
-A acuda possui uma espécie de unha no final;
-O rabo das fêmeas tende a ser maior que o dos machos;
-É um réptil de água doce;
-São onívoras e alimentam de peixes, crustáceos, moluscos e também comem algas, frutos que caem na água e sementes;
-Tem um comportamento agressivo quando incomodada;
-Tem como habitat os campos alagados e lagoas;
-É muito usado em larga escala na alimentação do homem;
-É típico e tradicional de Belém, no estado do Pará, servirem as casquinhas de muçuã que é um mexido da carne desse animal, na própria carapaça;
-O muçuã é apanhado aos milhares na ilha de Marajó e muito vendido no mercado de Belém;
-Atualmente a caça da muçuã está proibida pelo IBAMA;
-A espécie, se não for protegida, dentro em pouco estará ameaçada de extinção.
Fontes: Atlas da Fauna Brasileira, MA/IBDF-MEC/FENAME, Edições Melhoramentos; Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; vivaterra.org.br; rj.gov.br; tartarugasdaamzonia.org.br; icmbio.gov.br.
Maria Celia Amorim