sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Quaresmeira






-Tibouchina granulosa;
-Pertence a família Melastomataceae;
-Também conhecida como Quaresmeira-roxa ou Flor-de-quaresma;
-É nativa da Mata Atlântica, sendo considerada pioneira, principalmente da floresta ombrófila densa da encosta atlântica;
-Aparece no sudeste do brasileiro em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo, na região sul está no Paraná e na região nordeste aparece na Bahia;
-Floresce de fevereiro a abri;
-É uma árvore de 8 a 12 m de altura;
-Seu tronco pode ter de 30 a 40 centímetros de diâmetro;
-É muito usada em paisagismo;
-Possui folhas o ano inteiro;
-A quaresmeira recebeu este nome por florescer na época da Quaresma e apresentar tonalidades (roxo, rosa) que remetem à Paixão de Cristo e às vestimentas da Igreja Católica nesse período.
Fontes: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; ipen.br; brasil.nom.br; jardineiro.net; floresnaweb.com; achetudoeregiao.com.br.
Maria Celia Amorim

Morte Submarina


Tartaruga nada acima de uma paisagem desolada no Oceano Pacífico devido ao aumento da temperatura da água: corais mortos na costa da ilha de Kanton, no Pacífico Central. Antes da alta da temperatura do oceano, entre 2002 e 2003, este recife de corais era cheio de vida. Corais do Pacífico estão morrendo por conta do aquecimento global.
Foto: Brian Skerry / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Nudibrânquios: molusco impressiona pelas cores

Da mesma ordem que as lesmas-do-mar, estes moluscos chamam bastante atenção devido às suas fortes cores. Seu nome é Nudibrânquios e pode ser encontrado em diversos lugares do mundo. Habitam tanto águas salgadas quanto quentes, atingindo variações de cor e tamanho. Sua nomenclatura se dá por suas brânquias serem desprotegidas.Sua riqueza de cores lhe permite ampla camuflagem entre os recifes de corais que constituem os locais em que vivem. Dentre as 3 mil espécies que existem desses animais, algumas podem ser venenosas. Alimentam-se de esponjas, anêmonas e também de outros membros iguais a si próprios. Para fugir de possíveis predadores – já que não são rápidos nadadores – secretam um ácido sulfúrico que impossibilitam que seus inimigos os devorem.
Fonte: Rede Ambiente

Fotógrafo faz retratos de espécies ameaçadas de extinção











O americano Joel Satore fotografou animais ameaçados de extinção em estúdio, como parte de um projeto para aumentar a conscientização sobre a preservação da vida selvagem. Satore fotografou a maior parte dos animais contra fundos brancos ou pretos, para dar mais destaque à aparência impressionante das espécies. Para ele, as fotografias de estúdio fazem com que todos os animais tenham o mesmo tamanho proporcional e sejam tratados com a mesma importância. O americano é fotógrafo da National Geographic Society há 20 anos, e planeja registrar espécies em extinção em todo o mundo. "As pessoas não vão tentar salvar os animais se não souberem que eles existem". Satore reuniu algumas das imagens no livro "Rare -- America's Endangered Species" (Raros -- as espécies ameaçadas da América).
Fotos Joel Satore/National Geographic Stock/Caters
Fonte: G1

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

“Bichos Feios”: Tubarão Martelo








-Sphyrna spp;
-Pertence a família Sphyrnidade;
-É caracterizado pelas projeções existentes em ambos os lados da cabeça, onde se localizam os olhos e as narinas;
-É um predador agressivo que come peixes, cefalópodes, raias e outros tubarões;
-Aparece em áreas temperadas e quentes de todos os oceanos em zonas de plataforma continental;
-São animais gregários que se deslocam em cardumes que podem atingir 100 exemplares;
-O formato hidrodinâmico lhe proporciona uma maior velocidade na hora de girar a cabeça;
-Medem de 0.9 a 6 metros;
-O adulto pesa aproximadamente 400 kg;
-Sua boca é desproporcionalmente pequena;
-São facilmente identificáveis pela sua cabeça em forma de martelo;
-No que diz respeito à coloração, ela vai do marrom-acinzentado ao verde-oliva, com a região abdominal mais clara;
-Há cerca de dez espécies de tubarões-martelo espalhados pelo mundo inteiro, algumas das quais atingem até mais de 6 metros de comprimento;
-São animais vivíparos;
-É o 8º mais perigoso para o Homem;
-No Brasil, ocorrem sete espécies: Sphyrna zygaena (tubarão-martelo-liso). Status de conservação, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN): vulnerável; Sphyrna tudes (cação-rudela). Status de conservação, segundo a IUCN: vulnerável; Sphyrna tiburo (cação-martelo-da-aba-curta ou cambeva-pata). Status de conservação, segundo a IUCN: risco mínimo; Sphyrna mokarran (cação-panã). Status de conservação: em perigo; Sphyrna media (cação-martelo). Status de conservação: dados deficientes; Sphyrna lewini (tubarão-martelo-entalhado). Status de conservação: em perigo.
Fontes: Segredos do Mar, Seleções do Reader's Digest; Animais da Terra: dos Pólos ao Equador, Seleções do Reader's Digest; discoverybrasil.com; portalsaofrancisco.com.br; infoescola.com; brasilescola.com.
Maria Celia Amorim

Coleção de insetos do Instituto Oswaldo Cruz completa 110 anos

O Instituto Oswaldo Cruz comemora em 2011 o aniversário de 110 anos de sua coleção entomológica. O acervo conta com mais de 5 milhões de insetos e serve de base para pesquisas sobre meio ambiente, saúde e biodiversidade. A coleção foi iniciada pelo próprio médico sanitarista Oswaldo Cruz, em 1901, quando ele descreveu o mosquito Anopheles lutzi. Na época, o órgão se chamava Instituto de Manguinhos.

Foto1: Borboleta da família dos licaenídeos (Foto: Rodrigo Méxas/IOC)

Foto 2: Agraulis vanillae', outra espécie de borboleta da coleção do Instituto Oswaldo Cruz (Foto: Rodrigo Méxas/IOC)

Foto 3: Uma esperança, como são conhecidos os insetos da família 'Tettigoniidae' (Foto: Rodrigo Méxas/IOC)






Fonte: G1

Mosca Escorpião

Um escorpião bem diferente dos outros. Conhecido como mosca-Escorpião, ele pertence à ordem de insetos Mecoptera. Seu tamanho varia de 8 milímetros a 3,5 centímetros e seu órgão genital assemelha-se a um ferrão. Pode ser encontrado em locais quentes de vegetação úmida. Por isso, seu tempo de vida é limitado. Para o acasalamento, as fêmeas escolhem os machos que têm mais qualidade de voo. Elas costumam depositar seus ovos em locais úmidos e estreitos. Eles absorvem a água e aumentam de tamanho. Os ovos só emergem após a estação seca passar. As recentes larvas se alimentam de folhas em decomposição, insetos mortos ou minhocas. Seus pais preferem polens, néctar e pequenos insetos como aranhas.
Fonte: Rede Ambiente

Tigre de espécie considerada extinta é morto em reserva na África do Sul


Um exemplar macho de tigre-do-sul-da-China (Panthera tigris amoyensis) foi morto no último dia 17 de setembro no Centro de Reprodução de tigres David Tang, localizado nos arredores de Bloemfontein, na África do Sul, após o animal ter atacado um dos funcionários do local. De acordo com o centro, que divulgou a informação, o tigre chamado "327" rompeu a cerca da jaula onde vivia e atacou um homem. O felino e a vítima brigaram durante cinco minutos, ocasionando a morte do tigre-do-sul-da-China, informou o grupo de conservação que trabalha na reserva. A forma que o animal morreu não foi divulgada. A espécie é nativa do Sudeste Asiático, mas a caça predatória reduziu sua população para o nível considerado criticamente em perigo, de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN). A organização ambiental acredita que, possivelmente, este tigre pode já ter sido extinto da natureza e os poucos exemplares sobreviventes estão em reservas que preservam a vida selvagem.
Foto: O tigre 327 (à esquerda) brinca com exemplar fêmea em centro de reprodução da espécie localizado na África do Sul em julho deste ano. Morte do tigre macho ocorreu dia 17 de setembro, mas foi divulgada apenas nesta quarta-feira (28). (Foto: Siphiwe Sibeko/Reuters)
Fonte: G1

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Capital Brasileira do Cacau: Ilhéus








-Município localizado no estado da Bahia, na região nordeste brasileira;
-É a cidade com o mais extenso litoral entre os municípios baianos;
-Também conhecida como capital da Costa do Cacau e a "Princesinha do Sul";
-Já foi o primeiro produtor de cacau do mundo mas depois da enfermidade conhecida como Vassoura-de-bruxa que infestou as plantações, reduziu muito a sua produção;
-Ilhéus foi fundado em 1534 e elevado a cidade em 1881;
-Está a 446 Km da capital, Salvador;
-Está a 52 metros acima do nível do mar;
-Possui área de 1841Km²;
-Seu clima é o tropical úmido;
-Também está nesta cidade o Porto de Ilhéus com um cais de 432 m de extensão onde podem ser acomodados 03 navios, sendo considerado o maior porto exportador de cacau do Brasil.
Fontes: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; citybrazil.com.br; apontador.com.br.
Maria Celia Amorim

Mosca com olhos alongados: inseto pra lá de esquisito

Da família Diopsidae, esta é a mosca dos olhos alongados. Endêmica da Malásia, podem ser encontradas também na Ásia, África e América do Norte. É um animal pré-histórico e opta por morar perto de córregos e rios. Lá buscam fungos e bactérias para se alimentar. É impossível não reparar nessa anomalia que ela possui. Denominado pendúculos oculares, a distância entre essas hastes - que terminam com um olho em cada e são projetadas ao lado da sua cabeça -, podem ultrapassar o tamanho de seu corpo. Se para muitos isso ajudaria na visão, para elas é ao contrário.Por serem tão alongadas, essas hastes podem dificultar a percepção de profundidade e de distância do animal. Então, para que elas servem? Pode ser inacreditável, mas elas são usadas pelos machos para disputar as fêmeas que lhes chamam a atenção. Aquelas que estão dispostas a buscar um parceiro para acasalar vão optar por aquele que tiver as maiores hastes. Para isso, eles irão se encarar, como se estivessem realmente medindo seus olhos. Tal a importância do duelo que os machos desenvolveram uma capacidade incrível. Ao perceber que podem conquistar aquela mosca que eles tanto querem, eles aspiram ar pela boca, o direciona para as hastes e inflam seus olhos, parecendo que são maiores do que o do concorrente. Ao contrário de muitos, neste caso o tamanho tem total importância!
Fonte: Rede Ambiente

Biodiversidade de florestas intocadas é insubstituível

Uma análise abrangente de 138 estudos publicada no periódico Nature indica que as chamadas florestas primárias – aquelas que não sofreram corte raso ou outras grandes alterações – são insubstituíveis no que se refere à manutenção da biodiversidade. O objetivo da análise global foi medir os efeitos variados de uso da terra e da degradação florestal sobre a biodiversidade em florestas tropicais. Segundo os pesquisadores liderados por Luke Gibson, da Universidade Nacional de Cingapura, a biodiversidade das florestas tropicais é muito afetada pela degradação da natureza. E, ao contrário do que se imaginava até agora, as florestas secundárias, como é chamada a vegetação que nasce após corte de árvores ou o desmatamento, não são substitutas à altura das florestas primárias. Ou seja, as florestas degradadas e secundárias não oferecem a mesma biodiversidade ao ambiente. “Nós mostramos que as florestas secundárias são invariavelmente pobres quando comparadas às florestas primárias não degradadas. Por isso, devemos fazer o que for possível para proteger as florestas primárias remanescentes”, disse o autor principal da análise, Luke Gibson. “É arriscado dizer que florestas secundárias podem sustentar níveis altos de biodiversidade, porque isso pode levar as pessoas a tolerarem a perda das florestas tropicais primárias, se elas acharem que as secundárias são um substituto à altura. Mas esse não é o caso. Não há substituto para as florestas primárias”, enfatizou Gibson. Dos 138 estudos analisados, 47 deram conta da América do Sul. Destes, 34 foram centrados sobre áreas no Brasil – o país com a maior fatia de pesquisas analisadas. Segundo Gibson, o Brasil tem a maior área remanescente de florestas tropicais primárias e também os mais altos níveis de biodiversidade de qualquer país do planeta. Por isso, de acordo com ele, a orientação dada pelo estudo de que o melhor a fazer é preservar as florestas primárias que ainda existem é ainda mais pertinente em se tratando de Brasil.
Entre os coautores do artigo está o brasileiro Carlos Peres, da Universidade de East Anglia, no Reino Unido. Segundo ele, a retenção de grandes blocos de floresta primária em diferentes regiões ainda é a melhor solução para a conservação da biodiversidade florestal nos trópicos, incluindo o Brasil. “O nosso trabalho confirma que mesmo a substituição gradativa por florestas manejadas por de corte seletivo, florestas secundárias e outros padrões de perturbação representa um cenário bastante pessimista para a persistência de espécies no Brasil e no mundo”, disse Peres. Segundo Peres, a manutenção de florestas primárias relativamente intactas ainda é a melhor alternativa para a retenção de espécies de animais e vegetais. Além da descoberta de que os valores da biodiversidade são mais baixos em florestas degradadas, a pesquisa também mostrou que este valor varia consideravelmente por região geográfica, grupo taxonômico, tipo de métrica e distúrbios ecológicos. “Estudos anteriores descobriram que os mamíferos são mais tolerantes a florestas degradadas do que outros grupos taxonômicos, e na nossa pesquisa nós descobrimos que este foi mais uma vez o caso. Já com as aves o caso foi outro. Pássaros parecem particularmente sensíveis ao desenvolvimento agrícola”, exemplifica Gibson.Com longa experiência em estudos acerca da Floresta Amazônica, o americano Thomas Lovejoy, professor da Universidade George Mason e chefe do setor de biodiversidade do Heinz Center e que também assina o estudo, chama a atenção sobre as florestas secundárias, afirmando que dizer que elas têm menos biodiversidade do que as florestas primárias não significa dizer que elas não tenham valor algum. “As florestas secundárias podem funcionar como habitat adequado para a dispersão de espécies características de florestas mais antigas, por exemplo, além de ter valor, ainda que menor, para o ciclo de carbono”, disse Lovejoy.

Foto 1: Getty Images; Mico típico da Amazônia: mata recuperada não tem a mesma riqueza de espécies

Foto 2: Getty Images; Estudo mostrou que aves, como estas garças do Tapajós, são mais vulneráveis que mamíferos 






Fonte: Último Segundo

Estudo genético com lagartos pode ajudar a decifrar a evolução humana


Um estudo publicado na revista "Nature" afirma que pesquisadores dos Estados Unidos desvendaram o genoma do lagarto anole-verde, fato que vai ajudar a descobrir o que há de semelhante entre o genoma humano e dos répteis, desde que os ancestrais dos dois grupos se separaram, com a evolução das espécies, há 320 milhões de anos. Os elementos “não codificados” do genoma humano são um dos principais pontos da pesquisa. São regiões que permaneceram inalteradas por milênios, mas que não possuem genes codificadores de proteínas, ficando inativos. Uma das grandes dúvidas dos cientistas é de onde surgiram esses elementos no DNA dos humanos. Uma das hipóteses é que eles sejam resquícios de “elementos de transposição”, trechos do DNA que são capazes de se movimentar de uma região para outra dentro do genoma de uma célula. Nos seres humanos, muitos desses genes perderam sua capacidade de salto, ou seja, de transposição. Porém, em lagartos anoles eles continuam ativos. “Os anoles são uma biblioteca viva de elementos de transposição”, diz Jessica Alföldi, co-autora da pesquisa, realizada pelo Instituto Broad da Universidade de Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusets (MIT), nos EUA. Nos seres humanos existem cerca de 100 elementos não codificados, que são derivados desses genes “saltadores”. “Nos lagartos esses elementos continuam saltitando, porém a evolução os tem usado para seus próprios fins em algo diferente nos humanos”, afirma Jessica. O estudo também pode ajudar a compreender como as espécies de lagartos evoluíram nas Grandes Antilhas, no Caribe. Tal como os tentilhões de Darwin, as aves que por suas características diferentes de bicos, inspiraram o cientista inglês a escrever "A Origem das Espécies" (1859) e a elaborar a teoria da evolução, os lagartos anoles são adaptados para preencher todos os nichos ecológicos da ilha. Alguns possuem as pernas curtas e podem caminhar ao longo de galhos estreitos; outros são de cor verde com almofadas no dedão, adequadas para viver no alto das árvores; outros são amarelos e alguns podem viver na grama, e não em árvores. Porém, uma diferença em relação às espécies estudadas por Darwin estes largatos é que os anoles evoluíram de quatro diferentes formas, nas ilhas de Porto Rico, Cuba, Jamaica e Hispaniola. O lagarto anole-verde é nativo do Sudeste dos Estados Unidos e é a primeira espécie de lagarto com o seu genoma totalmente sequenciado e montado. Muitos pesquisadores mapearam mais de 20 genomas de mamíferos, mas a genética dos répteis ainda é relativamente inexplorada.
Foto: Lagarto anole-verde, que teve o genoma descrito por pesquisadores americanos (Foto: Reprodução/Nature)
Fonte: G1

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Lagos: Lago Winnipeg






-É um grande lago localizado próximo ao centro geográfico da América do Norte, no Canadá;
-Possui 24 400 km2 de área;
-Fica a cerca de 55 km a norte da cidade de Winnipeg;
-Possui profundidade média de 62 metros;
-Com 425 Km de extensão;
-Este lago está a 217 metros acima do nível do mar;
-É o maior lago do sul do Canadá;
-Possui grande pureza de águas e um importante valor ecológico e turístico;
-É o quinto maior lago de água doce do Canadá, superando os lagos Ontário e Erie em área;
-Ele é o décimo-primeiro maior lago de água doce do mundo;
-A sua zona leste é ocupada com bosques boreais e rios, e é candidata a ser no futuro Reserva da Biosfera;
-É um lago longo, de 416 km de distância norte-sul, com praias arenosas, grandes falésias, e em numerosas zonas há grutas e cavernas;
-Há várias ilhas no lago, a maioria sem presença humana e intocadas;
-O seu potencial ecoturístico é enorme, e tem grande valor ecológico;
-O nome Winnipeg teve origem no nome índio Cree dado ao lago próximo, significando "Win" (lamacento) e "Nipee!" (água).
Fontes: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; culturamix.com; poratalsaofrancisco.com.br; .greatcanadianlakes.com; termwiki.com; climatechangeconnection.org.
Maria Celia Amorim

Crocodilo australiano é considerado maior do mundo


O crocodilo australiano Cassius, de cinco metros e meio de comprimento e cerca de uma tonelada de peso, foi considerado pelo Livro dos Recordes como o maior exemplar de sua espécie em cativeiro. Batizado com esse nome em homenagem ao famoso boxeador Cassius Clay, o gigantesco réptil, que foi capturado em 1984 no Território do Norte, vive há 24 anos no parque de crocodilos Marineland Melanesia, no norte do estado de Queensland. Cassius, de 100 anos, mediria um pouco mais se não tivesse perdido em torno de 20 centímetros da cauda durante uma briga na época em que vivia livre. Seu tratador, George Craig disse que apesar da longa relação com o animal, "Cassius é um réptil, tem sangue frio" e nunca se atreveria a nadar perto dele. Craig mediu o crocodilo com a ajuda de seu neto, uma tarefa que durou vários meses de planejamento. "Drenamos o tanque, conseguimos tirá-lo e acalmá-lo. Demos muita comida e durante horas tentamos nos aproximar, até conseguir medi-lo", relatou Craig. O porta-voz do Guinness, Chris Sheedy, afirmou que Cassius será um dos poucos merecedores desta distinção, que contará com página dupla na edição de 2012. Seu reinado como o maior crocodilo do mundo poderá durar pouco, depois da recente captura, nas Filipinas, de um crocodilo que aparentemente mede entre seis e sete metros. "Mas até que esse crocodilo não tenha sido medido adequadamente, não podemos considerá-lo", esclareceu o porta-voz do Guinness Book.
Foto: AFP ; O crocodilo Cassius, durante medição para o Guinness: 100 anos e cinco metros e meio de comprimento
Fonte: Último Segundo

Jardim Botânico do Rio atualiza Lista de Espécies



A Mata Atlântica é o bioma mais diverso do Brasil, com 19.355 espécies conhecidas. Em seguida, vêm Amazônia (com 13.317 espécies da flora), Cerrado (12.669), Caatinga (5.218), Pampa (1.964) e Pantanal (1.240). Lançada no ano passado, após um intervalo de mais de um século desde a publicação do livro Flora Brasiliensis (1906), a lista completa de todas as espécies de plantas e fungos conhecidos do País acaba de ser atualizada pelo Jardim Botânico do Rio. Das 41.006 espécies descritas, 18.932 são endêmicas. É uma das maiores taxas de endemismo (46%) do planeta, informa a publicação. De 1990 a 2006, foram descritas 2.875 novas espécies no Brasil, média de 169 por ano. "Ainda tem muita planta para ser conhecida. A gente luta contra o tempo e contra a velocidade da destruição", diz a bióloga Rafaela Forzza, coordenadora da Lista de Espécies da Flora do Brasil. Ela lembra que o trabalho descreve espécies que existem ou já existiram. "Se estão preservadas, é outra pergunta." Rafaela disse acreditar que, com o aumento das pesquisas, cresça o número de espécies do bioma Amazônia. "Como a Amazônia Legal ocupa quase metade do território, esperávamos que tivesse um número maior. Mas muitas pesquisas estão concentradas em áreas de Mata Atlântica", diz a bióloga. O objetivo é atualizar a lista a cada ano. "A taxonomia é uma ciência dinâmica." A publicação foi resultado do trabalho de mais de 400 taxonomistas do Brasil e do exterior, sob a coordenação do Jardim Botânico. "Enquanto Martius e colaboradores levaram 66 anos para produzir a Flora Brasiliensis (de 1840 a 1906), foram necessários menos de dois anos para a publicação da Lista da Flora online e de sua versão impressa, o Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil. "A publicação representou o cumprimento de uma das metas estabelecidas pela Estratégia Global para a Conservação de Plantas (GSPC), da Convenção sobre a Diversidade Biológica (CDB), da qual o Brasil é signatário, com a elaboração uma "lista funcional amplamente acessível das espécies conhecidas de plantas de cada país, como um passo para a elaboração de uma lista completa da flora mundial". O trabalho teve o apoio do Ministério do Meio Ambiente, do Centro Nacional de Conservação da Flora e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A lista está disponível na internet (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2011). Há imagens e estatísticas como a distribuição das espécies por Estados, regiões e domínios, entre outras informações.
Fonte: Último Segundo

Espécie de golfinho é descoberta por pesquisadores da Austrália

Especialistas da Monash University, na Austrália, divulgaram a descoberta de uma nova espécie de golfinho australiano, que vive na região de Melbourne. As imagens mostram uma colônia de animais brincando próximo à baía de Port Philip. Até então, os cientistas achavam que tais exemplares eram da espécie de golfinho-nariz-de-garrafa, chamado em inglês de bottlenose (Tursiops truncatus). Entretanto, a pesquisadora da Monash, Kate Charlton-Robb verificou a diferença a partir da comparação de crânios, DNA e traços físicos com espécimes já descritos no início do século passado, perto dos anos 1.900. Os golfinhos foram nomeados de Tursiops australis.

Foto 1: Grupo de golfinhos brinca no mar próximo a Melboune, na Austrália. Espécie recém-descoberta era confundida com outros animais (Foto: Divulgação/Monash University)

Foto 2: O Tursiops australis só foi descoberto após exames científicos feitos por uma pesquisadora da Monash university (Foto: Divulgação/Monash University)








Fonte: G1