segunda-feira, 31 de outubro de 2011

6 Animais que Utilizam Eletricidade


1 - Peixe Elefante: Tem esse nome, porque sua mandíbula inferior tem o formato parecido com a tromba de um elefante.


2 – Enguia-elétrica: Conhecido popularmente no Brasil como Poraquê. Produz descargas que podem matar várias espécies de peixes. Foto: Stan Schebs


3 - Peixe-faca africano: Possui o ventre achatado e alongado na lateral, ganhando a aparência de uma lâmina de faca.


4 - Raia elétrica: O choque elétrico gerado por uma raia de tamanho médio é similar aos efeitos danosos de um secador de cabelo caindo em uma banheira. Foto: Matthias Kleine


5 – Ornitorrinco: Seu bico tem receptores sensoriais que captam eletricidade de sua presa e o ajudam na procura dela na água. Foto: Dr. Philip Bethge


6 – Équidna: Assim como o Ornitorrinco, ela possui um sistema eletro receptivo, porém por serem terrestres, este sistema é menos desenvolvido. 






 Fonte: Rede Ambiente

Floresta em Perigo


Florestas tropicais, como as da reserva de Monte Verde, na Costa Rica, são os habitat mais diversos do planeta. Sua fauna e flora precisam de proteção por si só, mas elas também podem ser úteis aos humanos. As plantas tropicais, por exemplo, produzem substâncias que combatem insetos e vários tipos de doença, que levaram ao desenvolvimento de vários medicamentos. Mas as florestas tropicais estão sendo desmatadas em velocidades alarmantes - e muitas de suas espécies e segredos podem desaparecer antes que sejam conhecidos.
Foto: Frans Lanting / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Narval: a baleia com chifres


O Narval é um animal marinho classificado como um cetáceo e que pertence à família da baleias. Este mamífero que parece um unicórnio com uma baleia vive nas proximidades do Pólo Norte. O chifre do animal é feito de marfim e chega a 3 metros de comprimento, pode ser utilizado para conseguir alimentos e para seduzir as fêmeas. Alguns animais possuem dois chifres e a maior preocupação dos ambientalistas é a morte desenfreada dos narvais em função do alto valor comercial que o marfim possui. O convívio com outros narvais é pacífico com relação aos familiares, porém a hierarquização deles ocorre quando lutam pela presa, principalmente no verão em zonas costeiras. A alimentação deste mamífero é basicamente o bacalhau e os cefalópodes. Com relação ao mergulho, ele pode chegar até mil metros de profundidade e a sua população é próxima de 50 mil animais.
Fonte: Rede Ambiente

Madeira usada na guitarra Gibson coloca fabricante na mira dos ambientalistas


As guitarras Gibson, cultuadas por músicos mundo afora, estão na mira dos ambientalistas por levar em sua fabricação madeiras de árvores em extinção. O caso poderá, literalmente, dar novo tom à música escutada em Nashville, berço da música country americana, caso madeiras raras sejam substituídas por outros materiais. Mr. Jack, um veterano guitarrista da cidade do Alabama diz que o celebrado modelo Les Paul, um ícone da marca, tem um som incomparável. "Você pode sentir em seu ouvido. É como se (o som) rapidamente ultrapassasse suas costeletas. É o tom", diz Jack. Mas o tom está ameaçado. No último dia 28 de agosto, carregamentos de madeira vindos da Índia foram lacrados por agentes armados nas dependências da Gibson em Nashville e em Memphis. Segundo as autoridades, a Gibson violou o chamado Lacey Act, que determina que as importações americanas sigam as leis ambientais do país de origem dos produtos. O embargo à Gibson acabou virando uma causa do grupo conservador Tea Party, ligado à oposição republicana. O movimento acusa o governo federal, em Washington, comandando pelo americano Barack Obama, de extrapolar o papel do Estado. Sob investigação, o presidente da Gibson, Henry Juszkiewicz, foi ovacionado em um encontro do Tea Party ao protestar contra o que considera "injustiça". A carga interceptada, no valor de US$ 500 mil, é suficiente para produzir dez mil braços de guitarra. Apesar das restrições cada vez maiores, a Gibson produz, a cada dia, 700 guitarras. Com leis regulatórias cada vez mais estritas, a Gibson e outras fabricantes agora buscam madeiras alternativas. A Dalbergia nigra, do Brasil, considerada o "santo graal" dos músicos, já não pode mais ser usada, porque entrou na lista de espécies em extinção. O ébano, de Madagascar, deixou há alguns anos de ser uma opção, após pressão de grupos ambientalistas. Em junho deste ano, foi interceptado um outro carregamento da Índia. No caso indiano, Juszkiewicz alega ser um problema tarifário, e não ambiental. Em qualquer caso, ele insiste, uma abordagem armada da polícia "não deveria ser a primeira resposta para um assunto de importação-exportação". Para o movimento Tea Party e para a deputada republicana Marsha Blackburn, a inspeção de agentes federais simboliza que tudo está errado hoje em dia em Washington. A presença de policiais armados na fábrica da Gibson esquentou ainda mais o debate. Para o ativista do Greenpeace, Scott Paul, "todos são inocentes até que se prove o contrário". Ele alerta, no entanto, que a indústria como um todo terá que oferecer respostas a uma série de perguntas. "Sempre houve uma pequena sensação de que uma porção significativa da madeira usada em instrumentos musicais vinha de fontes ou ilegais ou muito duvidosas", diz. Ao invés de ameaçar o futuro dos instrumentos musicais, o guitarrista veterano Laurence Juber diz acreditar que a polêmica fomente a discussão sobre uma indústria mais sustentável. "A madeira usada nas guitarras é crucial para o tom do instrumento", diz Juber, que já tocou com Paul McCartney. "Eu posso te mostrar a diferença no som entre uma madeira rosa da Índia e uma madeira rosa do Brasil." O fracasso na preservação das florestas pode levar a mudanças no jeito em que as guitarras são desenhadas e construídas, diz Juber. Não há garantia de que a experiência musical proporcionada pelas guitarras de hoje será preservada, diz. "Espero que eu possa ajudar a manter a indústria viva e que em 300 anos as pessoas ainda possam tocar suas guitarras e sentir prazer por isso", diz.
Foto: Getty Images; Guitarras Gibson usam madeira de de árvores em extinção
Fonte: Último Segundo

domingo, 30 de outubro de 2011

Fenômenos da Natureza: Pilares de Luz

-O pilar de luz é um fenômeno visual criado pelo reflexo da luz por cristais de gelo em superfícies planas no horizonte;
-Elas são mais comuns como pilares de luz do sol, mas também podem ser causadas por luzes artificiais, como postes de ruas ou até mesmo a luz da lua pode causar o belo fenômeno;
-Um Pilar de Luz parece-se com finas colunas que, por vezes se estendem verticalmente acima ou abaixo da fonte de luz;
-Os Pilares de Luz são visíveis quando o sol está baixo ou abaixo do horizonte;
-Normalmente estes Pilares de Luz estendem-se entre 5~10 graus além do sol;
-Em climas mais frios, onde não há muito vento na superfície de cristais de gelo se formam no ar tendem a adotar uma posição paralela à superfície do planeta Terra para a superfície refletindo a luz que alcança-los dos corpos luminosos localizados a baixa altitude,esse fenômeno produz vigas verticais ou pilares de luz branca se estendendo acima e abaixo da fonte de luz.
Fontes: hypescience.com; lixado.com; lareserva.com.
Maria Celia Amorim

'Febre do Nilo pode dizimar aves de Galápagos'

Cientistas alertam para um possível surto de febre do Nilo no arquipélago de Galápagos, no Equador. As ilhas são conhecidas por conterem uma grande biodiversidade, com espécies de animais únicas, como os tentilhões, os piqueiros-de-patas-azuis, as tartarugas gigantes e iguanas-marinhas. A região é famosa por ter sido visitada por Charles Darwin em 1835, que a partir das observações na região escreveu a “Origem das espécies”, onde detalhou a teoria da evolução. O alerta sobre a presença da febre do Nilo (WNV) nas ilhas foi feito por um grupo de cientistas que detectaram a capacidade do mosquito Culex quinquefasciatus em retransmitirem a doença. O vírus recentemente invadiu a América do Sul, mas ainda não chegou a Galápagos. O vírus infecta primeiro os pássaros, e depois, a partir das espécies locais como o Culex podem ser repassados para outros animais, como mamíferos, répteis e seres humanos. A doença pode dizimar bandos de aves e muitos outros animais únicos no mundo. Nos humanos os sintomas são semelhantes à meningite, causando dor de cabeça, rigidez no pescoço, tremores, e nos casos mais graves convulsões e desmaios. "Sabemos agora que existem mosquitos capazes de transmitir o vírus do Nilo Ocidental em Galápagos. Isto significa que há potencial para grandes impactos sobre as espécies endêmicas. Não há dúvida de que o vírus do Nilo Ocidental é uma séria ameaça para a sobrevivência da fauna da região", diz Andrew Cunningham, da Sociedade Zoológica de Londres. O temor dos pesquisadores é que o intenso fluxo de turistas para a região acelere a disseminação da doença. Estudos recentes sobre embarcações turísticas e aviões revelaram que o mosquito Culex chegou a Galápagos nesses aviões. A presença da espécie nas ilhas tem causado preocupação entre a comunidade científica. Para reduzir as chances de vírus de o Nilo Ocidental atingir as ilhas, os pesquisadores sugerem mais estudos para determinar a presença de WNV no Equador, além de aplicação rigorosa de medidas de controle de insetos em aeronaves e navios que se deslocam entre o continente e as ilhas. "Embora o WNV ainda não exista em Galápagos, é importante prever cenários, olhando como este vírus em particular iria interagir dentro deste ecossistema”, diz Gillian Eastwood, outro autor da pesquisa.

Foto 1: Iguana-marinha nas ilhas de Galápagos, no Equador (Foto: Rede Globo)

Foto 2: Tartaruga-gigante do Equador (Foto: Galapagos National Park/ AP)











Fonte: G1

Chuvas revelam estátua com mais de 2 metros e 800 anos no Camboja

Uma estátua de Buda de 2,4 metros de altura foi encontrada no templo cambojano que apareceu no filme 'Lara Croft: Tomb Raider', disseram funcionários envolvidos no trabalho de restauração no dia 28 de outubro. Acredita-se que a estátua seja de 800 anos atrás. O Buda sentado, sem cabeça, foi revelado pelas chuvas pesadas no templo Ta Prohm, no complexo Angkor Wat, em Siem Reap, informou Im Sokrithy, vice-diretor do departamento local que supervisiona a área. Outra estátua foi encontrada atrás de um caminho, o que levou à descoberta da estátua maior embaixo de uma árvore. O templo está passando por uma restauração de US$ 4 milhões, feita por uma equipe indiana. "É de fato um exemplo magnífico de arte Khmer", disse Saurav Ray, primeiro secretário da embaixada da Índia em Phnom Penh, capital do Camboja. "As duas estátuas são peças maravilhosas de arte angkoreana e estão entre as descobertas mais valiosas da história recente, sem dúvida", afirmou.
Foto: Imagem de arquivo do templo Ta Prohm, no complexo Angkor Wat, no Camboja (Foto: AFP/Arquivo)
Fonte: G1

Piranhas 'latem' para intimidar rivais

As piranhas usam sons semelhantes a latidos para intimidar rivais em vez de atacá-los, dizem cientistas. Usando microfones subaquáticos, a equipe da Universidade de Liège, na Bélgica, gravou os sons emitidos pelos peixes quando se confrontavam. Em artigo publicado na revista científica Journal of Experimental Biology, a equipe disse ter identificado três tipos de sons, cada um contendo uma "mensagem" específica. O líder da pesquisa, Eric Parmentier, estudou sons e métodos de comunicação usados por várias espécies de peixes e acredita que esse tipo de conhecimento pode ajudar o homem a conviver melhor com a vida marinha. Ele explicou, por exemplo, que muitas espécies usam sons para atrair um parceiro ou parceira. Nesse caso, o som se torna um importante indicador de que aquela espécie está se reproduzindo.Parmentier já sabia que as piranhas emitem sons, mas queria entender por quê. A equipe colocou um hidrofone -- um microfone subaquático -- dentro de um tanque com piranhas e filmou as interações entre os peixes. Três tipos de sons foram gravados: o primeiro, semelhante a um latido, era usado quando os peixes mediam forças, confrontando uns aos outros, face a face, sem agressões físicas. O segundo tipo, uma batida percussiva, era usado quando os peixes perseguiam uns aos outros. Um terceiro som, um grasnado mais suave, também percussivo, era usado quando as piranhas mordiam umas às outras. As agressões físicas aconteciam, em geral, quando os peixes brigavam por comida. Durante a maior parte do tempo, no entanto, os peixes nadaram pacificamente, sem emitir sons e sem conflitos. Somente após horas de pacientes observações os pesquisadores conseguiram capturar os comportamentos. "Para os animais, é menos custoso [em termos de energia] fazer um monte de barulho e impressionar os outros do que lutar", explicou Parmentier. As piranhas, como muitos outros peixes "barulhentos", produzem sons ao vibrar suas bexigas natatórias -- órgãos cheios de gás que ajudam o peixe a regular sua flutuação. A equipe também estudou os músculos que, movendo-se em altas velocidades, são responsáveis por essas vibrações. "Esse músculo se contrai e relaxa 150 vezes por segundo para vibrar a bexiga natatória", disse Parmentier à BBC. A equipe espera agora poder estudar as piranhas em casa, no rio Amazonas, para aprender mais sobre o seu repertório acústico.

Foto 1 : Piranhas emitem sons com a bexiga natatória
(Foto: BBC)

Foto 2: Getty Images ; Equipe colocou microfone subaquático dentro de um tanque com piranhas e filmou as interações entre peixes














Fontes: G1; Último Segundo

sábado, 29 de outubro de 2011

Os 8 Répteis mais Coloridos do Planeta


1 – Camaleão-pantera: São nativos de Madagascar. Quando estão grávidas, as fêmeas desta espécie mudam de cor para sinalizarem que não querem acasalar. Foto: Marc Staub


2 - Camaleão velado: Pode ser encontrado nos Emirados Árabes e na Arábia Saudita. Os machos podem mudar a tonalidade da sua cor, conforme seu estado emocional. Foto: Chris Kadet


3 - Calumma parsonii: É considerado o maior camaleão existente, podendo chegar a 65 centímetros de comprimento. Habita regiões de Madagascar. Foto: Jialiang Gao


4 – Iguana-verde: É nativa das Américas Central e Sul. Medem aproximadamente 1, 80 metros e pesam 9 quilos.


5 - Red-headed Rocha Agama: Habitam regiões da África subsaariana. Os machos, quando não estão na época de reprodução, são marrons.


6 - Nucras caesicaudatae: São encontrados no sul de Moçambique, na África do Sul. Esses lagartos se distinguem por sua bela calda azul. Foto: Hans Hillewaert


7 – Lagarto-de-água: Pode ser encontrado nas florestas da Península Ibérica. Está ameaçado de extinção pela perda de habitat.


8 – Furcifer: Animal originário de Madagascar. De acordo com a Convenção sobre o Comércio Internacional de Especies Ameaçadas da Fauna e da Flora (CITES), este camaleão é proibido de ser exportado de seu país de origem. Foto: B. Navez 





Fonte: Rede Ambiente

Tigre Siberiano


Os tigres siberianos, também chamado de tigre de Amur, são os maiores felinos do mundo. Eles vivem principalmente nas florestas do leste russo, embora alguns morem na China e Coreia do Norte. Estima-se que existam 400 a 500 tigres siberianos vivendo em ambiente selvagem, e alguns estudos recentes sugerem que este número está estável. Embora o clima setentrional onde vivem seja mais difícil que o do habitat de outros tigres, os siberianos têm algumas vantagens: as florestas siberianas têm a menor densidade populacional humana de todos os habitats de tigres, e é um ecossistema completo. Elas também oferecem bastante espaço para que os tigres se movimentem, já que a indústria madeireira russa não é tão forte quanto a de outros países.
Foto: Joel Sartore / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Grilos são 'cavalheiros' quando as fêmeas são ameaçadas


Entre nós, humanos, é assim: em situação de perigo, a preferência é de mulheres e crianças. A prática é um sinal de civilidade, de cavalheirismo, acima de tudo, mas não é um privilégio da nossa espécie. Os grilos também são cavalheiros quando estão correndo algum risco, segundo uma pesquisa publicada pela revista científica Current Biology. Quando um casal de grilos-do-campo é abordado por um predador, o macho espera até que a fêmea encontre abrigo antes de tentar garantir sua própria segurança. Estatísticas feitas pelos pesquisadores da Universidade de Exeter, na Inglaterra, mostram que machos e fêmeas têm chances semelhantes de sobreviver a um predador quando estão sozinhos. Quando um casal é atacado, a taxa de sobrevivência sobe entre as fêmeas e cai entre os machos. “Muitos provavelmente acreditam que o comportamento ‘cavalheiresco’ é exclusivo dos humanos ou de parentes mais próximos, ligado de alguma maneira a educação, inteligência ou afeto”, afirmou Rolando Rodríguez Muñoz, autor do estudo. “Nós mostramos que mesmo os machos de pequenos insetos, que não podemos definir como inteligentes ou afetivos, podem ser ‘cavalheirescos’ ou protetores em relação às parceiras. Talvez isso sirva como sinal de que esses atos podem ter motivos ocultos”, prosseguiu o pesquisador. Os grilos que vivem em casal copulam com mais frequência do que os que vivem sozinhos. Por isso, os machos conseguem produzir mais filhos. Os cientistas acreditam que essa seria a vantagem que compensa os riscos que o cavalheirismo oferece aos grilos.
Foto: Grilos machos esperam a fêmea achar abrigo antes de procurarem um para eles mesmos
Foto: Current Biology, Cell Press/Rodríguez-Muñoz
Fonte: G1

Coalas ganham namoradas e assustam rivais no grito


Eles são fotos e parecem muito bobões. Mas, por trás da expressão meiga, os coalas guardam estratégias de defesa e de conquista muito astutas. Uma pesquisa da Universidade de Viena revela que os coalas utilizam seus berros para atrair fêmeas e intimidar outros machos. Liderados por Benjamin Charlton, os pesquisadores descobriram que os barulhos emitidos pelos coalas servem para conquistar as fêmeas e para que seus rivais saibam com quem estão lidando, na medida em que esses barulhos traduzem o tamanho do animal. A pesquisa foi publicada no periódico Journal of Experimental Biology. Animais maiores com tratos vocais mais longos produzem ressonâncias mais baixas, dando à sua voz uma qualidade de barítono. Dessa forma, coalas com essas características teriam a capacidade de emitir ressonâncias mais profundas com o objetivo de dizer aos outros coalas o quão grandes eles são. Os coalas maiores teriam, então, as ressonâncias mais baixas, e os coalas menores, ressonâncias mais altas. Dessa forma, qualquer coala que ouve um berro pode calcular o tamanho do animal que está emitindo o som. A partir daí o objetivo do grupo de pesquisadores foi descobrir se os coalas machos teriam laringe descendente. Em conjunto com pesquisadores do Moggill Koala Hospital e da Universidade de Queensland, eles estudaram a anatomia do trato vocal do coala, utilizando exames de ressonância magnética e estudos feitos em animais já mortos. Os resultados indicaram que a laringe do coala havia descido até o nível da terceira e da quarta vértebras cervicais, em vez de ficar na altura da garganta. Os coalas teriam evoluído no que se refere à laringe ao longo do tempo. Um dos achados que surpreendeu os cientistas foi o de que o músculo que liga a laringe ao esterno estava ancorado profundamente no tórax. Em função disso, os pesquisadores sugerem que esse mecanismo poderia estar envolvido em puxar a laringe ainda mais para baixo na cavidade torácica. A laringe baixa faz as vozes mais profundas, pois estende o trato vocal. Mas foi só depois de gravar os sons produzidos pelos coalas que Charlton compreendeu que as características da laringe tinham a ver com a acústica dos berros dos animais. No entanto, o mais surpreendente para os pesquisadores foi perceber que os coalas são capazes de se fazer soar como se tivessem tratos vocais com 50 centímetros de comprimento, o que significa quase toda a extensão do animal. A conclusão da equipe é a de que os coalas machos podem, através de seus berros, informar o seu tamanho. Além disso, os cientistas acreditam que os coalas usam simultaneamente a ressonância do trato oral e nasal para parecerem maiores do que realmente são. “Indivíduos que podem alongar seu trato vocal, diminuindo a laringe, podem ter ganhado vantagens durante a competição sexual por parecerem maiores, e isso iria impulsionar a evolução da laringe descendente”, afirma Charlton.
Foto: Getty Images; Músculos do trato vocal fazem com que coalas soem bem maiores do que são
Fonte: Último Segundo

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Plantas Carnívoras: Cephalotaceae






-Esta planta pertence as Angiospermas, plantas que possuem flores;
-Cephalotaceae é uma família cuja única espécie é Cephalotus follicularis;
-Esta espécie possui uma elaborada, mas pequena, armadilha do tipo ânfora, com uns poucos centímetros no máximo;
-Ela está restrita ao sudeste da Austrália;
-São encontradas em regiões de solo pobre e de alta luminosidade, muita umidade e incêndios naturais regulares ou outras perturbações do habitat ou com deficiência de nutrientes;
-São plantas geralmente bem pequeninas.
Fontes: Rede Ambiente; Biologia Vegetal, Raven, Evere e Curtis, Guanabara Dois; Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; delta-intkey.com; culturamix.com.
Maria Celia Amorim

Pula Pinguim

Os pinguins-saltadores-da-rocha são reconhecidos pela crista de penas espetadas, amarelas e pretas, em cima de sua cabeça. Estes pássaros marinhos são bastante gregários, e estão entre os menores pinguins do mundo, com 50 centímetros de altura. Eles têm olhos vermelhos, bicos laranja escuro e pés rosados. Durante a temporada anual de acasalamento, os saltadores-da-rocha se juntam em colônias imensas, com mais de centenas de milhares de indivíduos, para construir tocas nas áreas gramadas perto da costa.
Foto: Ira Block / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Mortes de botos estão acima do que espécie suporta


A alta taxa de mortalidade do boto-vermelho (Inia geoffrensis), também chamado de boto-cor-de-rosa preocupa cientistas e ambientalistas da Amazônia. Um estudo com base na população destes animais existente na região de Tefé, cidade localizada na região central do estado do Amazonas, comprovou que apenas 48 espécimes poderiam morrer ao ano para que a espécie não entre na lista dos animais com risco de extinção. Entretanto, somente nesta região 346 botos-vermelhos morreram em 2010, número que é mais de sete vezes superior ao limite estipulado. Deste total, 176 botos foram vítimas acidentais da pesca com rede e o restante foi caçado para ser utilizado como isca na pesca da piracatinga (Calophysus macropterus), peixe também conhecido como “douradinha” e que se alimenta da carne apodrecida do boto. De acordo com Sannie Brum, pesquisadora da Associação Amigos do Peixe Boi (Ampa) e do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa), a mortalidade dos botos pode ser muito maior, assim como o desequilíbrio da espécie. “Há aproximadamente dez anos foi iniciada em toda a região da Amazônia a pesca da piracatinga. Esse peixe é renegado por grande parte da população, porque come carne morta (necrófago). Entretanto, sabemos que existem pontos de pesca na região de Tefé, de Santarém (PA) e nas proximidades de Manaus. Esse pescado tem sido capturado com a utilização de carne de boto como iscas e tem sido enviado constantemente, a maior parte de maneira ilegal, para a Colômbia”, afirmou a bióloga. Segundo levantamento da Ampa, cada boto-vermelho, que chega a medir 2,5 metros e pesar 180 kg, pode render ao menos uma tonelada de piracatinga. Ainda segundo Sannie, é difícil monitorar esta prática devido às grandes dimensões da floresta. “Por isso, estamos delineando ações de educação ambiental, com foco no combate à comercialização deste pescado, conhecido como douradinha”. A organização ambiental União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) não dispõe dados sobre a vulnerabilidade do boto-vermelho no mundo. Entretanto, a especialista disse que, baseado em trabalhos feitos por outros pesquisadores, é possível estabelecer que a população de botos diminui 10% ao ano. “Pelo menos na região de Tefé este animal está criticamente ameaçado”, explicou.
Foto 1: Exemplar de boto-vermelho em Novo Airão, no Rio Negro, no Amazonas (Foto: Rede Globo)
Foto 2: Exemplares de boto-vermelho têm sido mortos e utilizados na pesca ilegal da piracantinga, peixe que se alimenta de carne morta. Cada boto morto consegue capturar uma tonelada de piracatinga (Foto: Divulgação/Ampa)
Fonte: G1

Alteração em 2 genes pode levar a dengue hemorrágica

Pesquisadores no Vietnã e em Cingapura identificaram duas variações genéticas que podem deixar a pessoa mais propensa a desenvolver dengue hemorrágica. A pesquisa foi divulgada na revista científica "Nature Genetics", ramificação da "Nature", e pode trazer pistas sobre como o corpo responde à infecção. O estudo comparou 2.008 crianças doentes com outras 2.018 saudáveis. Outra pesquisa independente repetiu o procedimento com 1.737 casos de infecção comparados com 2.934 pessoas sem a doença. Nas crianças, a dengue hemorrágica provoca o vazamento de parte do sangue dentro dos vasos para os tecidos no corpo. Essa situação pode levar à síndrome de choque da dengue, quando o pulso do paciente e a pressão arterial não conseguem ser detectados e existe risco de morte. As alterações acontecem nos genes MICB, no cromossomo 6, e PLCE1, no cromossomo 10. O DNA do corpo humano possui 23 pares de cromossomos, que reúnem toda a informação genética do organismo. O primeiro atua no sistema de defesa do corpo contra ameaças como vírus e quando alterado pode comprometer a capacidade do organismo de se defender contra infecções. Já o segundo pode estar ligado à tendência do corpo em permitir o vazamento de sangue dos vasos. A dengue é a infecção mais comum a ser transmitida por mosquitos depois da malária, com cerca de 100 milhões de infecções por ano no mundo. Os sintomas vão desde febre alta até complicações que podem ameaçar a vida do paciente. Não existe vacina comprovada e licenciada para a doença. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 2,5 bilhões de pessoas no mundo correm o risco de serem infectadas pela doença. Para os pesquisadores, o estudo é importante por ser o primeiro a comparar mudanças genéticas para a dengue entre pessoas saudáveis e doentes.
Mosquito transmissor da dengue (Foto: Divulgação)
Fonte: G1

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Capital Brasileira do Tereré e Princesinha dos Ervais: Ponta Porã







-Localizada no estado do Mato Grosso do Sul, região centro oeste do Brasil;
-Fundada em 1892;
-Possui área de 5 328,621 Km²;
-Está a 755 metros acima do nível do mar;
-Seu clima é o tropical de altitude;
-A economia do município está voltada para a agricultura e pecuária;
-Tem em sua vegetação a predominância dos campos limpos como característica do município, formado por grandes áreas de gramíneas rasteiras, constituindo as famosas pastagens naturais;
-Antes de chamar Ponta Porã, a cidade e toda a região de Pedro Juan Cabalhero era chamada de Punta Porá;
-A bebida mais consumida em Ponta Porã é o Tereré, ela é feita com a imersão da erva-mate (Ilex paraguariensis), de origem guarani, e é consumida diariamente com água gelada, sendo feita com erva-mate, água e gelo;
-As rodas de tereré são vistas em qualquer parte da cidade,unindo brasileiros e paraguaio;
-Esta cidade está localizada a 328 Km da capital Campo Grande;
-A palavra é onomatopeica tereré, referindo-se ao som emitido pela última chupada do bulbo;
-O tereré de Ponta Porã vai ser declarado patrimônio imaterial histórico e cultural de Mato Grosso do Sul.
Fontes:Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; mochileiro.tur.br; ms.gov.br; noticiasdeponta.com; brasilgigante.com/mato-grosso-do-sul-ms; conjunturaonline.com.br.
Maria Celi
a Amorim

Fotógrafo registra momento em que 3 raios atingem o solo na África do Sul


O fotógrafo Mitchell Krog, registrou uma cena impressionante em Pretória, na África do Sul. Ele fotografou o momento em que três raios atingiram o solo dentro de 15 segundos, segundo a agência "Barcroft Media". "Em quase seis anos fotografando tempestades, essa imagem retrata, mais do que qualquer outra, o caos puro e o poder de uma tempestade com raios", afirmou Krog, que deu o nome de "Caos Monumental" para a foto.
Foto: Mitchell Krog fotografou o momento em que três raios atingiram o solo dentro de 15 segundos. (Foto: Mitchell Krog/Barcroft USA/Getty Images)
Fonte: G1

Morcego têm músculos mais rápidos dentre mamíferos

Voar – e saber para onde está indo – no escuro é uma tarefa complicada, mas morcegos conseguem fazer isso com a ajuda de verdadeiros “supermúsculos”, de acordo com um estudo dinamarquês publicado. Segundo a pesquisa liderada por Coen Elemans, os músculos vocais da espécie têm a contração mais rápida de todos os mamíferos. Os resultados foram apresentados na revista “Science”. Os músculos desses animais são capazes de fazer contrações cerca de 20 vezes mais rápido que os nossos mais velozes: os dos olhos. Coisa parecida só foi vista antes em cascavéis, peixes e pássaros. É a primeira vez que algo do tipo é observado em um mamífero. Esses músculos são usados como “sonar” para localizar insetos que vão servir de alimento. Para isso, eles se contraem até 190 vezes por segundo.

Foto 1: Morcegos durante voo estudados na Dinamarca (Foto: Cortesia Lasse Jakobsen & Coen Elemans)

Foto 2: Exemplar da espécie de morcego estudada (Foto: Cortesia: Lasse Jakobsen & Coen Elemans)









Fonte: G1

Aves que vieram do paraíso


As aves-do-paraíso vivem em áreas da floresta tropical da Nova Guiné, norte da Austrália, Indonésia e Ilhas Moluscas. O nome foi dado pelos europeus por causa das plumas e penas coloridas. A alimentação das espécies não varia muito. Ela é onívora, baseada em frutos, folhas, anfíbios, insetos e outros invertebrados.
São aves de pequeno porte, que possuem uma grande variação de tamanho, entre 15 a 120 cm de comprimento. Uma das características mais chamativas nestas aves é o dimorfismo sexual. O macho é colorido, com várias cores do arco-íris, já as fêmeas são cinzentas ou castanhas. Enquanto os machos das aves-do-paraíso vivem solitariamente, as fêmeas e seus filhotes agrupam-se em pequenos bandos, mas na época da reprodução eles procuram atrair a atenção delas realizando exibições que variam de espécie para espécie. No total são 43 espécies já encontradas. As plumas das aves-do-paraiso são de grande importância para os nativos da Nova Guiné, que as têm como símbolo de melhor condição social. O mesmo acontecia com os europeus da metade do século XVI. Os registros da época mostram que após a descoberta da ilha, as plumas tornaram-se um adorno habitual nos chapéus das senhoras das classes média e alta. A partir de 1920, uma lei concedeu proteção ambiental às aves-do-paraíso e ela não corre risco de extinção.
Fonte: Rede Ambiente