quarta-feira, 30 de novembro de 2011

7 Peixes Tropicais Coloridos


1 - Príncipe amarelo: Peixe encontrado no leste da África fica mais colorido à medida que envelhece. Pode chegar até 8 cm e necessita de, no mínimo, 75 litros de água para nadar.


2 – Cardinal-tetra: É um peixe de cardume de cores muito vivas, azul forte e vermelho além ser muito apreciado na aquariofilia de água doce. São onívoros e comem alimentos vivos, congelados ou em flocos.


3 - Peixe de briga siamês: Tem este nome devido a sua agressividade com outros peixes da mesma espécie. Isto ocorre quando o peixe é colocado em pequenos aquários. Foto: Daniela Vereeken


4 - Larytail Azul: Espécie que habita a região das savanas e florestas em Camarões e Nigéria coloca seus ovos no fundo do mar. Foto: Violaine Alfero


5 - Bótia-palhaço: Originário da Tailândia e da Malásia, trata-se de um peixe pacífico que chega a até 15cm em aquários e 30cm na natureza. O aquário para ele deve ter no mínimo 200 litros de água. Foto: Vlad Butsky


6 – Barrigudinho: É um belo peixe ornamental de comportamento pacífico, originário da América Central e América do Sul. Vive até dois anos e é usado em exposições aquarísticas.


7 – Espada: Confundido com o peixe-espada, este nome foi dado devido à sua cauda inferior ser alongada. Ele é pacífico e pode ser criado em aquários comunitários. 










Fonte: Rede Ambiente

Cientistas mapeiam genoma de ácaro que ataca plantas

O ácaro rajado tem menos de um milímetro, mas é uma praga perigosa. É o que os cientistas chamam de “praga cosmopolita”, pois ataca diversos tipos de planta – mais de 1,1 mil espécies diferentes. Suas prediletas são as folhas de tomate, pimenta, pepino, morango, milho, soja, maçã e uva, mas a lista de alvos inclui até plantas ornamentais. Um estudo publicado na edição da revista “Nature” mapeou o genoma desse artrópode e descobriu porque ele é uma ameaça tão grande para as plantas. Esse ácaro possui genes capazes de neutralizar toxinas, tanto as presentes nos pesticidas quanto as naturais, que as plantas produzem para defesa própria. Richard Clark, pesquisador da Universidade de Utah e um dos principais autores, diz que a importância do estudo “está, em grande parte, em compreender como os animais comem plantas, com o objetivo em longo prazo de desenvolver maneiras eficazes de prevenir os danos causados por ácaros e insetos nas plantações”. “Se conseguirmos identificar os caminhos biológicos que os ácaros usam para se alimentar de plantas, potencialmente conseguiremos identificar métodos químicos e biológicos para interromper esses caminhos e evitar que os ácaros ataquem as plantas”, explica o especialista. O mapeamento do genoma do ácaro rajado também pode ser útil em outras linhas de pesquisa. Um exemplo é o uso da teia que ele produz, tão forte quanto a da aranha, mas bem mais fina. Na natureza, ela serve para proteger contra predadores. Para nós, pode se tornar útil na medicina, como um material biodegradável para suturas. Com 90 milhões de “pares base” de letras de DNA, o genoma do ácaro rajado é o menor já seqüenciado em um artrópode. Segundo Clark, a maior parte possui algo na casa de 3 bilhões de “pares base”.

Foto 1: À esquerda, uma planta saudável; à direita, uma danificada pelo ácaro rajado
(Foto: Richard Clark, University of Utah)

Foto 2: Imagem do ácaro rajado no microscópio (Foto: Nature, Vladimir Zhurov, University of Western Ontario) 







Fonte: G1

Canguru ou urso?

Este animal que mais se parece com um filhote de urso é o Dendrolagus matschiei, um Canguru de árvore. Ele é endêmico da Papua Nova Guiné e pode ser encontrado no meio de montanhosas florestas. Os Matschies são excelentes saltadores, podendo pular de uma altura de 18 metros até tocarem o solo. Medem aproximadamente 70 centímetros e podem pesar cerca de 10 quilos. O que distingue fêmeas e machos é que eles são maiores e mais pesados que elas. Como seu próprio nome já diz, esses marsupiais se adaptaram muito bem à vida arborífera. Assim, quando descem ao chão andam com a coluna arqueada - para compensar o peso do seu rabo – e todo desengonçado. Só fazem isso para buscar seus alimentos, como frutos, insetos, folhas, flores, entre outros.Eles não suam e para resfriar seu corpo costumam se lamber e deixar o vento secar. Passam a maior parte de seu tempo dormindo e em épocas frias são capazes de manter uma temperatura ideal graças à sua taxa metabólica. Infelizmente, como tantos outros animais, o Canguru Árvore está sob risco de extinção. Há vários zoológicos que os criam e eles estão na lista da União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) como espécie ameaçada. Perda de habitat e caça descontrolada são as principais causas.
Fonte: Rede Ambiente

Águia coroada: uma ave muito feroz


É uma das maiores águias na África e também uma das aves mais ferozes do mundo. Habitante das florestas tropicais, ela se alimenta de mamíferos de médio porte, especialmente macacos. O mais incrível, é que ela consegue surportar um peso de até 8 vezes o dela. A águia coroada, apesar de compacta (possuem de 80 a 95 cm), são capazes de chegar à uma envergadura de até 1,80m. O nome da ave se deve a uma coroa de penas que apacere no penacho da ave adulta. A cor de sua plumagem em geral é cinza-chumbo e a cauda é curta com uma única faixa cinza. Durante a reprodução, o macho sai em busca de alimentos enquanto a fêmea choca o seu ovo por até 50 dias. Após viver um ou até dois anos junto dos pais, o filhote já pode viver solitariamente como fazem a maioria das águias. A expectativa de vida da ave é de 15 anos. Uma das curiosidades da espécie é que a fêmea é mais pesada que o macho. Elas podem chegar até 4,7 kg e o os machos até 4,1 kg. No Brasil também são encontradas aves desta espécie, porém um pouco mais leves e menores. Apesar de estarem em extinção, elas só podem ser encontradas na região da Mata Atlântica, cerrado e caatinga e se alimentam de gambás, lebres e ratos silvestres, preferencialmente.
Fonte: Rede Ambiente

Aquecimento global pode ser irreversível em cinco anos


Enchentes e secas mais frequentes e severas, tempestades mais rigorosas, aumento do nível do mar: esses são apenas alguns dos sintomas que a Terra enfrentará com as mudanças climáticas. E se não quisermos que nosso planeta fique irremediavelmente doente, já há até um prazo final para combatermos esses sinais: temos cinco anos para mudarmos a estrutura energética global, ou essa enfermidade contagiará também a nós, seres humanos. De acordo com o relatório da Agência Internacional de Energia (AIE) publicado se quisermos evitar que a temperatura da Terra não ultrapasse os dois graus Celsius de aumento de temperatura que os cientistas estipularam como sendo o limite para evitar consequências climáticas graves, teremos que reduzir rapidamente nossas emissões de gases do efeito estufa (GEEs). E não nos resta muito tempo para mitigar a liberação de dióxido de carbono na atmosfera: temos até 2017 para tomar iniciativas neste sentido, pois a partir dessa data a situação poderá se tornar irreversível. Segundo o documento, a solução é mudarmos nossa estrutura mundial de produção de energia, já que este setor é o principal responsável pelas grandes emissões antropogênicas de carbono. “A porta está fechando. Se não mudarmos de direção agora a respeito de como usamos energia, acabaremos além do que os cientistas nos dizem que é o mínimo [para a segurança]. A porta será fechada para sempre”, alertou Fatih Birol, economista-chefe da AIE. O estudo mostra que não falta muito para chegarmos neste limite, já que das 450 partes por milhão (ppm) de GEEs que são o limite para manter o aumento da temperatura em dois graus Celsius, já emitimos 390, ou cerca de 80%. Isso significa que temos uma margem muito pequena de carbono que ainda podemos emitir antes de chegar ao limite. E estimativas mostram que a situação deve piorar. Até 2015, atingiremos 90% das ppm de CO2 que podemos emitir, e em 2017, chegaremos a 100%, o que significa que não poderemos mais liberar carbono na atmosfera sem ultrapassarmos o limite de dois graus Celsius de aumento na temperatura mundial. “O afastamento da energia nuclear agravou a situação”, comentou Birol a respeito do desligamento de usinas nucleares após o acidente em Fukushima, em março. “Se novas ações rigorosas não acontecerem até 2017, a infraestrutura relacionada à energia que estará em vigor gerará todas as emissões de CO2 permitidas (…) até 2035, não deixando espaço para mais usinas de energia, fábricas e outras infraestruturas a menos que elas sejam carbono-zero, o que seria extremamente custoso”, explicou a pesquisa. Por isso, a agência enfatiza que é necessário tomar medidas rápidas para refrear o aumento da liberação de GEEs na atmosfera. Uma delas – talvez a principal – pode ser a extensão do Protocolo de Quioto ou a criação de um novo compromisso para a mitigação das emissões. Acho que é muito importante ter um senso de urgência – nossa análise mostra [o que acontece] se não se mudar os padrões de investimento, o que só pode acontecer como resultado de um acordo internacional. Se não tivermos um acordo internacional, cujo efeito deve ser posto em prática em 2017, então a porta [para manter as temperaturas em dois graus Celsius de aquecimento] será fechada para sempre”, ressaltou Birol. Mas o relatório e a atual situação das negociações indicam que não há muito otimismo em relação a um novo tratado climático, sobretudo a ser firmado este ano na Conferência das Partes de Durban (COP 17), que deve ocorrer entre o final de novembro e o início de dezembro na África do Sul. “Há poucos sinais de que a mudança urgentemente necessária na direção das tendências da energia global está em curso. Embora a recuperação na economia mundial desde 2009 tenha sido incomum, e as perspectivas econômicas futuras permaneçam incertas, a demanda global de energia primária se recuperou em um notável 5% em 2010, levando as emissões de CO2 a uma nova alta”, apontou a AIE. “Subsídios que encorajam o consumo perdulário de combustíveis fósseis subiram para mais de US$ 400 bilhões”, acrescentou a agência. E além das ameaças naturais, os efeitos das mudanças climáticas também poderão ser prejudiciais para a economia, já que custarão mais do que as ações preventivas que podem ser tomadas agora. “Como cada ano passa sem sinais claros para levar investimentos para a energia limpa, a ‘adesão’ a uma infraestrutura de alto carbono está tornando mais difícil e mais caro atingir nossas metas de segurança energética e climática”, declarou o economista-chefe. “Adiar ações é uma falsa economia: para cada US$ 1 de investimento evitado no setor de energia antes de 2020, seria necessário gastar um adicional de US$ 4,3 após 2020 para compensar o aumento das emissões”, confirmou o documento. Este adiamento vem ocorrendo em parte porque os países não conseguem chegar a um consenso em relação a quais nações devem ser incluídas nos planos para a diminuição das emissões. De um lado, os países emergentes dizem que os desenvolvidos devem renovar o Protocolo de Quioto, pois são mais responsáveis pelas emissões históricas; de outro, os desenvolvidos alegam que os emergentes já contribuem grandemente nas emissões mundiais. Assim, por causa desta disputa, as nações emergentes querem a extensão do Protocolo em seus termos atuais, enquanto as desenvolvidas como os EUA – que nunca assinaram o Protocolo de Quioto –, o Japão, a Canadá e a Rússia sustentam que não participarão do segundo período de compromisso do Protocolo. “Precisamos que a China, os EUA especialmente, e o resto dos países do BASIC [Brasil, África do Sul, Índia e China] concordem [em assinar um novo acordo]. Se conseguirmos fazer isso até 2015 poderemos ter um acordo pronto para entrar em vigor até 2020”, argumentou Greg Baker, ministro de mudanças climáticas do Reino Unido. “As decisões que estão sendo feitas pelos políticos hoje arriscam passar um débito de carbono monumental para a próxima geração, pelo qual ela terá que pagar um preço alto. O que realmente falta é um plano global e influência política para decretá-lo. Os governos têm uma chance de começar a mudar isso quando eles se encontrarem em Durban no final deste mês para a próxima rodada de negociações climáticas”, disse Charlie Kronick, do Greenpeace. E toda essa discussão ainda enfrenta outro grande desafio: em um mundo com uma crescente quantidade de emissões e mais de um bilhão de pessoas sem acesso à eletricidade, como procurar fornecer energia a essa grande parcela da população mundial sem aumentar ainda mais a liberação de carbono na atmosfera? Pelo menos neste aspecto, o estudo se mostra positivo: as energias renováveis devem ajudar a concretizar essa ideia, ainda que custe caro. “O acesso universal até 2030 aumentaria a demanda global por combustíveis fósseis e emissões de CO2 relacionadas em menos de 1%, uma quantia banal em relação à contribuição feita ao desenvolvimento e bem-estar humano”, justifica a pesquisa. Por fim, é fácil perceber que, com tantos obstáculos, caminhamos para uma condição climática cada vez mais crítica. “Esse não é o cenário que queremos. Mas fazer um acordo não é fácil. O que estamos vendo não é um acordo ambiental internacional – o que estamos vendo não é senão a maior revolução industrial e energética jamais vista”, concluiu Christiana Figueres, secretária-executiva da Convenção Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC).
Fonte: envolverde

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Os 7 Animais mais Raros do Mundo


1 - Tartaruga de pinta Island: Esta tartaruga chegou a ser declarada como extinta, porém uma sobrevivente foi encontrada nas Ilhas Galápagos. Foto: Putneymark


2 – Rinoceronte-de-java: Apesar de ser uma das espécies mais novas de rinocerontes, é também a que mais corre risco de extinção. Existem menos de 60 animais no mundo todo. Foto: Jo Oh


3 - Lince Ibérico: O felino que vive na península ibérica está próximo da extinção. São menos de 100 animais. Foto: www.lynxexsitu.es


4 - Wombat de nariz peludo: Este marsupial de origem australiana é um dos mamíferos mais raros do mundo. Foto: Jason Pratt


5 – Lobo-vermelho: Esta espécie de lobo vive nos EUA e possui aproximadamente apenas 200 sobreviventes. Foto: Tim Ross


6 - Urso Polar: Um dos animais mais carnívoros do mundo encontrado no Ártico, ainda corre sério risco de extinção por causa do aquecimento global. Foto: Ansgar Walk


7 – Pinguim-de-Magalhães: Habitante das Ilhas Malvinas, este pinguim já foi encontrado na região costeira do Brasil. Em 2010 era o quarto animal mais próximo da extinção. Foto: NASA 











Fonte: Rede Ambiente

Tatus invadem climas frios


Uma invasão blindada está em andamento em todo o centro-oeste dos Estados Unidos: tatus estão se mudando para novos territórios, uma vez considerados impróprios para criaturas de clima quente. Há 20 espécies conhecidas de tatu, mas apenas uma – o tatu-galinha – se aventurou para fora da América Latina. A espécie chegou ao Texas, nos Estados Unidos, nos anos 1880 e vem se espalhando para novos habitats desde então. Nos últimos anos, ele se estabeleceu do extremo leste (Carolina do Norte) ao extremo oeste (Ilinois), e algumas vezes é visto nos estados de Indiana e Iowa (no centro dos Estados Unidos). Se a tendência continuar, alguns especialistas prevêem que o tatu será visto logo em locais tão ao norte como Washington D.C. ou até mesmo em Nova Jersey. Alguns cientistas sugerem que o aumento da temperatura causado por mudanças climáticas está permitindo que os tatus se mudem para novos habitats.Mas a especialista Colleen McDonough, bióloga da Universidade Estaudal de Valdosta, no estado da Geórgia, duvida que seja esse o motivo. Para começar, os tatus tem se mudado consistentemente para o norte e para o leste do Rio Grande desde a última parte do século 19, explicou ela. “Há diferentes hipóteses diferentes sobre o motivo – uma delas é que a expansão foi facilitada pelas práticas de uso da terra e pela remoção de grandes mamíferos predadores”. E completou: “'Como esse movimento tem sido consistente ao longo dos anos, acho que é uma continuação [de uma tendência de longo prazo] e não resultado direto das mudanças climáticas recentes”.
Tatus adaptáveis: Em vez das mudanças climáticas, McDonough suspeita que a capacidade de adaptação e a reprodução rápida estão alimentando a expansão dos tatus galinha. Animais onívoros podem fazer suas casas nas florestas, pastagens e até mesmo no subúrbio. Além disso, as fêmeas férteis podem começar a dar cria com apenas um ano e ter ninhadas de até quatro em cada ano. Obviamente tatus não são invencíveis, e o clima frio, no final, restringe sua expansão. Os tatus galinha tem coberturas esparsas de pelos nas barrigas e suas carapaças os protegem dos predadores, mas não dos elementos naturais, afirmou McDonough, que também faz parte do grupo de especialistas em bichos-preguiça e tatus da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). Além do mais, os tatus não hibernam, ou seja, precisam procurar alimento no inverno. Contudo, “eles conseguem sobreviver por um período no frio ficando em suas tocas e abandonando o forrageamento [o ato de vasculhar o solo em busca de alimentos como formigas, largatas, cupins, entre outros] por um curto período”, explicou ela. E completou: “Tenho ouvido também de animais forrageando sobre uma cobertura de folhas embaixo de uma fina camada de neve no norte o Texas. Pode ser que isto aconteça também mais ao norte, mas em longos períodos de tempo gelado os tatus não ficariam bem”
Tatus podem causar impacto em novos habitats: Como a maioria dos intrusos, os tatus provavelmente irão causar algum impacto em seus novos habitats e esses efeitos não são sempre fáceis de prever. Conhecidos por desenterrar larvas de insetos para alimentação, é possível que eles compitam por tais refeições com animais que vivem na região, como os gambás. Tatus também são conhecidos por atacar ninhos de diversas espécies e consequentemente podem prejudicar as populações de aves que fazem ninhos no chão, como a codorna. Qualquer um, no entanto, que busque manter o número de tatus baixo não terá uma tarefa fácil. “Não é fácil prendê-los e os predadores naturais são raros neste novo habitat, acrescentou McDonough. Um fator positivo para os humanos, porém, é que o apetite dos tatus poderia manter algumas pragas de insetos, como formigas de fogo, controladas. Então o quão longe o tatu irá? McDonough não está certa. “Ao longo das décadas, os cientistas criaram limites (para o alcance dos tatus), baseados na temperatura [e esses animais surpreenderam a maioria dos especialistas ultrapassando este limite”, McDonough acrescentou. E completou: “Odeio fazer previsões, por que eles continuam me surpreendendo”.
Foto: National Geographic ; Tatu-galinha: com as mudanças climáticas, os animais estão se mudando para onde nenhum tatu jamais esteve
Fonte: Último Segundo

DNA revela aparência de cavalos pré-históricos


Uma equipe de pesquisadores conseguiu, com análises de DNA, comprovar que imagens de cavalos encontradas em cavernas pré-históricas representavam espécies existentes na época. O time, que inclui pesquisadores da Universidade de York, descobriu que todas as variações de cor vistas nas pinturas paleolíticas - incluindo cavalos malhados - existiram em populações de cavalos selvagens, somando evidências ao argumento de que os artistas estavam refletindo o ambiente natural. Isso é particularmente verdade nas pinturas encontradas na caverna de Pech-Merle, na França, que datam de mais de 25 mil anos atrás e mostram cavalos brancos com manchas escuras. A pelagem manchada tem forte semelhança com um padrão conhecido como "leopardo" em cavalos modernos. No entanto, como muitos pesquisadores acreditavam ser improvável encontrar esse padrão antigamente, historiadores acreditavam que o padrão teria simbólico ou abstrato. O estudo, publicado no Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), é também o primeiro a produzir evidências de existência desse fenótipo em cavalos selvagens. Para chegar ao resultado, pesquisadores de vários países, como Reino Unido, Alemanha, Estados Unidos, Espanha, Rússia e México analisaram genes de cavalos selvagens com idades aproximadas de 35 mil anos encontrados em na Sibéria e na Europa. Os cientistas analisaram fragmentos de ossos e dentes encontrados em 15 locais. "Nossos resultados sugerem que, pelo menos para cavalos selvagens, pinturas paleolíticas em cavernas, incluindo representações de cavalos manchados, estavam baseadas na verdadeira aparência dos animais", dizem os autores.
Fonte: estadao.com.br

Transplante de neurônios recupera funções cerebrais

Doenças que afetam o cérebro comprometem a qualidade de vida de milhões de pessoas em todo o mundo. Uma nova pesquisa publicada no periódico científico Science mostrou que o cérebro de mamíferos aceita mais reparos na idade adulta do que se imaginava. Feito por pesquisadores da Universidade de Harvard, do Hospital Geral de Massachusetts e Centro Médico Beth Israel, o trabalho implantou neurônios de embriões de camundongos em animais adultos que tinham uma deficiência cerebral, a incapacidade de responder ao hormônio leptina, responsável por regular o metabolismo e controlar o peso em diversos mamíferos, entre eles o camundongo e o homem. Como consequência, os camundongos adultos que tinham obesidade mórbida à falta de leptina emagreceram e passaram a ter um metabolismo normal. “O que fizemos aqui foi reconectar um sistema do circuito cerebral que geralmente não se regeneraria naturalmente e isto restaurou substancialmente sua função normal”, afirmou Jeffrey Macklis, de Harvard, em podcast disponibilizado pela revista. Aparentemente, o que ocorreu no hipotálamo dos camundongos adultos – local em que foram inseridos os neurônios – foi que estes se diferenciaram em quatro tipos diferentes de neurônios, formaram conexões e restauraram a capacidade de processar o sinal da leptina. Embora não seja um meio prático para tratar obesidade, o estudo traz evidências de que este tipo de transplante pode ajudar a recuperar funções em regiões do cérebro que controlam mecanismos complexos – o hipotálamo gere, por exemplo, emoções, comportamento sexual, temperatura corporal, sede, entre outros. Os resultados também mostraram aos pesquisadores que, em teoria, há a possibilidade de aplicar técnicas similares para outras doenças neurológicas e psiquiátricas. “Nosso próximo passo é fazer perguntas paralelas para outras partes do cérebro e da medula espinhal, relacionadas a esclerose lateral amiotrófica e traumas medulares. A pergunta é: nesses casos, podemos reconstruir o circuito no cérebro de um mamífero? Imagino que sim”, afirmou Macklis.
Fonte: Último Segundo

Leão da Montanha


O leão da montanha é um grande felino predador das Américas, onde também é conhecido como puma, suçuarana, onça-parda. Estes animais caçam cervos, mas também se alimentam de animais menores, como coiotes, porcos-espinhos e guaxinins. Leões da montanha não gostam de dividir o território e estão sempre atentos a possíveis invasores.
Foto: Jim & Jamie Dutcher / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Lentes captam vida selvagem ameaçada na África Subsaariana

A fotógrafa e conservacionista norte-americana Eli Weiss percorre países da África Subsaariana documentando animais selvagens, muitos deles ameaçados de extinção. Weiss passou por países como Quênia, Tanzânia e Etiópia para fotografar a vida selvagem e comunitária. A norte-americana também é fundadora da ONG Wildize, cuja missão é fomentar projetos de preservação da natureza e das comunidades africanas.

Foto 1: A foto de 2006, mostra zebras na Tanzânia (Foto: Eli Weiss/ Wildize Foundation/BBC)

Foto 2: Nesta imagem, Weiss capturou o bocejo de um leão em Maasai Mara, no Quênia (Foto: Eli Weiss/ Wildize Foundation/BBC)

Foto 3: Este elefante, fotografado em 2005 em Amboseli, Quênia, integra um projeto conservacionista que monitora a espécie há décadas (Foto: Eli Weiss/ Wildize Foundation/BBC)

Foto 4: Esta foto foi tirada em Mkomazi, na Tanzânia, onde os rinocerontes correm sério risco de extinção (Foto: Eli Weiss/ Wildize Foundation/BBC)

Foto 5: A Wildize financia um projeto para monitoramento de hienas ameaçadas na Namíbia. O animal desempenha um papel importante no ecossistema por ter mandíbulas fortes o suficiente para mastigar ossos (Foto: Eli Weiss/ Wildize Foundation/BBC)

Foto 6: A foto mostra uma cerimônia tribal na Etiópia, em que jovens saltam por cima de touros como prova de seu amadurecimento (Foto: Eli Weiss/ Wildize Foundation/BBC) 





Fontes: G1; Último Segundo

Brasileira usa protozoário da doença de Chagas em vacina contra o câncer

O Trypanosoma cruzi, protozoário que causa a doença de Chagas, pode ser a chave para a criação de uma vacina contra o câncer, segundo um estudo publicado por uma cientista brasileira na revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos. O trabalho é fruto da pesquisa de doutorado de Caroline Junqueira na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para entender como pode existir uma vacina contra o câncer, é preciso compreender primeiro como o corpo tenta se defender da doença. As células cancerosas produzem uma proteína chamada "antígeno tumoral", que as demais células não produzem. Quando o sistema de defesa do corpo percebe a presença dessa proteína, gera uma resposta direcionada contra ela. “Um dos aspectos mais difíceis do combate ao câncer é induzir no sistema imunológico uma resposta eficiente e duradoura”, conta Ricardo Gazzinelli, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Vacinas. Foi ele o professor que orientou a pesquisa de Caroline Junqueira na UFMG. As características do Trypanosoma cruzi levaram à sua adoção na pesquisa. “O que a gente sabe é que o T. cruzi produz uma resposta imune muito forte”, diz o pesquisador. “O tipo de resposta que ele induz é exatamente o mesmo que induz tumores”. A equipe conseguiu desenvolver uma cepa – subtipo – bem mais fraca do protozoário, que não chega a provocar doença nem infecção, mas que induz uma resposta do corpo. Além disso, os cientistas promoveram uma alteração genética no T. Cruzi. Isso pode dar uma luz de como se deve desenvolver uma vacina para o câncer". Eles colocaram no protozoário o gene responsável pela produção de um antígeno tumoral chamado NY-ESO-1. Assim, o T. cruzi transgênico gera uma memória no sistema imunológico, que passa a destruir tumores rapidamente. A técnica funciona não só na teoria, mas também nos testes com camundongos. Os animais que receberam a vacina ficaram protegidos contra o melanoma, um tipo de tumor de pele. “Nós acreditamos que pode funcionar com outros tipos de tumores”, afirma Gazzinelli. Diferentes tumores produzem diferentes tipos de antígenos. Segundo o pesquisador, uma vacina polivalente que inclua cinco antígenos deve proteger contra cerca de 90% dos cânceres. “Isso pode dar uma luz de como se deve desenvolver uma vacina para o câncer”, conclui Gazzinelli, com a cautela que toda descoberta merece. “Se vai ou não passar para os testes em humanos ainda precisa ser discutido”.
Fonte: G1

Abutre: uma ave realmente a ser temida?


Os abutres são aves de rapina que se alimentam de carniças e restos de outros animais mortos. Esta ave é dotada de uma visão e faro privilegiados, pois do alto consegue visualizar seu alimento. Com o corpo repleto de penas, é curioso a ausência delas apenas na região da cabeça e do pescoço. Este animal somente se alimenta no local que identifica a presa, pois suas garras e o bico não são fortes o suficiente para carregar a comida. Por esta característica de alimentar-se de animais mortos, os abutres são vistos como animais sustentáveis, pois eles eliminam do ar o mau cheiro e as bactérias. Apesar de raramente comerem animais vivos, apenas os que já não oferecem resistência, alguns não percebem a importância deste animal para a ecologia. No Brasil, muitos consideram os abutres como um animal temido, ofensivo e que não traz boa sorte. Apelidos e comparações com o animal são feitas de forma pejorativa a uma pessoa, como se ela fosse aproveitadora de determinada situação como um abutre. Isto não ocorre somente no Brasil. No entanto, em países do continente africano, por exemplo, os abutres são vistos como aves que simbolizam o amor e a maternidade, graças ao seu voo e o fato da fêmea ser extremamente cuidadosa com seus filhotes. No Egito, os abutres até foram considerados animais sagrados durante muito tempo. Acreditava-se que por voarem muito alto, eles podiam viver perto dos deuses.
Fonte: Rede Ambiente

Amazônia pode 'morrer' em 50 anos

A floresta amazônica poderia "morrer" em 50 anos por causa de mudanças climáticas provocadas pelo homem, sugere um estudo internacional publicado na revista especializada Proceedings of the National Academy of Sciences. Segundo o estudo, muitos dos sistemas climáticos do mundo poderão passar por uma série de mudanças repentinas neste século, por causa de ações provocadas pela atividade humana. Os pesquisadores argumentam que a sociedade não se deve deixar enganar por uma falsa sensação de segurança dada pela idéia de que as mudanças climáticas serão um processo lento e gradual. "Nossas conclusões sugerem que uma variedade de elementos prestes a 'virar' poderiam chegar ao seu ponto crítico ainda neste século, por causa das mudanças climáticas induzidas pelo homem", disse o professor Tim Lenton, da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, que liderou o estudo de mais de 50 cientistas. Segundo os cientistas, alterações mínimas de temperatura já seriam suficientes para levar a mudanças dramáticas e até causar o colapso repentino de um sistema ecológico. O estudo diz que os sistemas mais ameaçados seriam a camada de gelo do mar Ártico e da Groelândia, em um ranking preparado pelos cientistas, que inclui os nove sistemas mais ameaçados pelo aquecimento global. A floresta amazônica ocupa a oitava e penúltima colocação no ranking. Segundo o estudo, boa parte da chuva que cai sobre a bacia amazônica é reciclada e, portanto, simulações de desmatamento na região sugerem uma diminuição de 20% a 30% das chuvas, o aumento da estação seca e também o aumento das temperaturas durante o verão. Combinados, esses elementos tornariam mais difícil o restabelecimento da floresta. A morte gradual das árvores da floresta amazônica já foi prevista caso as temperaturas subam entre 3ºC e 4ºC, por conta das secas que este aumento causaria. A frequência de queimadas e a fragmentação da floresta, causada por atividade humana, também poderiam contribuir para este desequilíbrio. Segundo o estudo, só as mudanças na exploração da terra já poderiam, potencialmente, levar a floresta amzônica a um ponto crítico. A maioria dos cientistas que estudam mudanças climáticas acredita que o aquecimento global provocado pelas atividades humanas já começou a afetar alguns aspectos de nosso clima.
Fonte: MSNVerde

Fêmeas de golfinhos mudam forma de nadar na gravidez


Um grupo de cientistas norte-americanos descobriu que golfinhos alteram a forma com que nadam para compensar a mudança no corpo durante a gravidez. A equipe do Instituto de Ciência Marinha da Universidade da Califórnia, em Santa Cruz, nos Estados Unidos, acompanhou o parto de golfinhos no Havaí. Os resultados do estudo foram divulgados na revista "The Journal of Experimental Biology". A vida de duas fêmeas dos golfinhos foi acompanhada por câmeras dos biólogos norte-americanos, desde a parte final da gravidez até que os filhotes estivessem com dois anos de idade. Além das filmagens, o grupo coordenado pela cientista Shawn Noren fez medições do comprimento e da velocidade dos mamíferos. Noren descobriu que as golfinhas esperando filhotes eram muito mais lerdas para nadar, alcançando no máximo 3,54 m/s durante este período de gravidez. A circunferência na superfície frontal delas aumentou 51%. Esse crescimento causou um retardo na movimentação dos animais pela água. Outro problema foi o excesso de depósito de gordura, necessários durante a gravidez, mas que atrapalharam a capacidade de flutuar dos golfinhos. Isso era especialmente problemático quando as fêmeas precisavam mergulhar para caçar. Os problemas para nadar foram provados quando os biólogos notaram que o movimento das nadadeiras ficava reduzido durante a gravidez em até 13%. Para tentar compensar, os golfinhos tentavam bater as nadadeiras mais rápido. As dificuldades de movimentação vividas durante o período de gestação tornam as fêmeas de golfinho mais vulneráveis a predadores e podem perder a competição com barcos pesqueiros na busca por atum, alerta a pesquisadora.
Foto: Grupo de golfinhos foi acompanhado e filmado no Havaí. (Foto: Shawn Noren / Divulgação)
Fonte: G1

domingo, 27 de novembro de 2011

5 Lesmas do Mar


1 - Phyllidia varicosa: Este gastrópode marinho é encontrado na região do mar Vermelho e também no oceano Pacífico.


2 - Chelidonura varians: Esta lesma pode ser útil para matar vermes que destroem recifes de corais. Sua coloração azulada as diferencia de outras lesmas. Foto: Steve Childs


3 - Chromodoris splendida : O termo "esplêndida" no nome, refere-se a beleza na coloração desta lesma. Ela possui um fundo branco com pingos vermelhos e uma linha amarela na borda do animal. Foto: Richard Ling


4 - Nembrotha kubaryana: Conhecida como Lesma Neon, esta espécie colorida pode chegar até 12 cm e se alimenta de ascídeos, como é possível visualizar na foto.


5 - Flabellina iodinea: Esta espécie faz um tipo de camuflagem eficaz nos recifes de corais que constituem o seu habitat. Para se proteger, ela solta ácido sulfúrico, pois não nada com muita velocidade. Foto: Magnus Kjaergaard 






Fonte: Rede Ambiente

Astronautas registram aurora austral em foto tirada na Estação Espacial


Uma imagem divulgada por astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional mostra em detalhes a aurora austral, efeito luminoso causado pela ação do campo magnético da Terra. A região mostrada na foto está acima do sul da Nova Zelândia, na região do mar da Tasmânia. A equipe que fez a foto é composta por três astronautas: o norte-americano Mike Fossum, o japonês Satoshi Furukawa e o russo Sergei Volkov. A imagem foi feita logo acima do Mar da Tasmânia, no sul da Nova Zelândia.
Foto: Nasa / AP Photo
Fonte: G1

Austrália quer criar maior parque marinho do mundo


A Austrália decidiu criar o maior parque marinho do mundo, a fim de proteger uma vasta extensão do chamado mar de Coral, que banha o nordeste do país, e onde foram travadas acirradas batalhas na Segunda Guerra Mundial. O ministro do Meio Ambiente, Tony Burke, disse que o parque terá quase 1 milhão de quilômetros quadrados - equivalente à França e Alemanha juntas -, e que protegerá peixes, arrecifes e locais de desova de aves marítimas e da tartaruga verde. "O significado ambiental do mar de Coral está na sua diversidade de recifes de coral, bancos de areia, cânions e planícies abissais", disse Burke. "Ele contém mais de 20 exemplos excepcionais de isolados recifes tropicais, bancos de areia e ilhas." O novo parque abrangerá também navios naufragados durante a Batalha do Mar de Coral, uma série de confrontos navais entre forças japonesas, norte-americanas e australianas, em 1942, no que foi considerada a primeira batalha envolvendo porta-aviões. Pelo menos três navios dos EUA estão naufragados ali - USS Lexington, US USS Sims e USS Neosho -, segundo Burke. O governo vai detalhar dentro de 90 dias os limites do parque, que ficará dentro da zona econômica marítima australiana. Atualmente, o maior parque marítimo do mundo fica em torno do arquipélago de Chagos, possessão britânica no Índico.
Foto: Getty Images; Parque vai proteger proteger peixes, recifes e locais de desova de aves marítimas e da tartaruga verde
Fonte: Último Segundo

Médicos detectam forma rara do HIV em homem na França


Cientistas encontraram uma forma rara e mais agressiva do HIV, mais comum em chimpanzés do que em humanos, pela primeira vez fora de Camarões. Conhecida como “grupo N”, essa mutação estava até agora contida no país africano. Na revista médica “Lancet” cientistas confirmaram que a infecção foi detectada em um homem na França que tinha viajado para o Togo. Os casos de HIV em seres humanos são, em sua maioria, dos grupos chamados de O e M. O grupo N foi encontrado pela primeira vez em uma mulher camaronesa em 1998. De lá para cá, apenas 12 outros casos do tipo foram identificados. Uma outra variação, conhecida como P, contaminou outra camaronesa, que vivia em Paris. O homem atendido na França tem 57 anos e apresentou um caso grave da doença, oito dias após retornar do Togo, onde admitiu ter tido relações sexuais desprotegidas. Ele tinha febre, assaduras, alergias, glândulas linfáticas inchadas e feridas na região genital. Os sintomas eram fortes e as células de defesa do organismo caíram rapidamente. Foi preciso uma combinação de cinco remédios antirretrovirais para conter a doença inicialmente, mas os médicos não sabem se o tratamento terá efeito a longo prazo.
Fonte: G1

Olha a Onda


North Shore, em Maui, no Havaí, é um dos locais mais procurados das ilhas para a prática do surfe. Os surfistas encaram as poderosas ondas de North Shore, em Maui, no arquipelágo do Havaí, nos Estados Unidos. O Surfe é mais que um esporte no Havaí, é um modo de vida.
Foto: Patrick McFeeley / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

sábado, 26 de novembro de 2011

As 7 Cidades Mais Limpas do Mundo


1 – Calgary: A cidade canadense reformulou seu sistema de saneamento, buscando reduzir a quantidade de resíduos enviados para aterros e incentivando a reciclagem.


2 – Honolulu: A capital do Havaí (EUA) filtra sua água através de rochas vulcânicas, eliminando a presença do cloro, que é comum em outras cidades.


3 – Ottawa: Ela possui excelente qualidade da água. O curioso da cidade canadense é que ela tem vias exclusivas para tráfegos de ônibus, pedestres e bicicletas.

4 – Helsinque: A cidade finlandesa leva em conta as condições e as oportunidades do ambiente natural em seu planejamento e incentiva a conservação da natureza, distribuindo relatórios em seu site oficial. Foto: Miko Paanaen


5 – Wellington: Por ser uma cidade isolada, com baixa densidade populacional e próxima ao mar, a cidade neozelandesa possui excelente qualidade de ar.


6 – Mineápolis: Com um monitoramento constante dos poluentes de ar durante anos, a cidade possui uma das melhores qualidades do ar dos EUA e do mundo. Foto: Ben Franske


7 – Adelaide: A cidade australiana possui montadoras de carros que aplicam receitas em desenvolvimentos sustentáveis para a cidade. 





Fonte: Rede Ambiente