segunda-feira, 30 de abril de 2012

Mostra nos EUA traz a natureza que emite luz

Uma exibição do Museu de História Natural de Nova York traz criaturas luminescentes da natureza, ou espécies que emanam luz própria. Cogumelos, vagalumes e plânctons são algumas das criaturas retratadas na mostra. Foram recriados ecossistemas de algumas partes de mundo como corais do Caribe e cavernas da Oceania.
Foto 1: Uma exibição do Museu de História Natural de Nova York traz criaturas luminescentes da natureza, ou espécies que emanam luz própria. Aqui um cogumelo, em escala 40 vezes maior. (Foto: AMNH D. Finnin )
Foto 2: Estes fungos crescem em madeiras em decomposição dos bosques e florestas da América do Norte. (Foto: AMNH J.Sparks )
Foto 3: Este vagalume foi construído em escala 65 vezes maior que seu tamanho na natureza. O Phausis reticulata, encontrado nos EUA, é conhecido no país como “fantasma azul”. Sua luz oscila enquanto voa, a até 60cm do solo procurando por fêmeas, que não voam. (Foto: AMNH D. Finnin )
Foto 4: Essa parte da mostra traz uma noite iluminada por vagalumes, cada espécie emitindo seus sinais de luz específicos. (Foto: AMNH D. Finnin )
Foto 5: O fotógrafo Tsuneaki Hiramatsu utilizou tempos maiores de exposição para produzir imagens artísticas dos sinais emitidos por vagalumes. A foto foi feita em Okayama, Japão. (Foto: Tsuneaki Hiramatsu )
Foto 6: Aqui foi recriado um fenômeno encontrado nas cavernas Waitomo, na Nova Zelândia. Ao olhar para cima, o visitante vê o que parecem ser “linhas de pesca” pegajosas desprendidas de larvas bioluminescentes de mosquitos para atrair presas. (Foto: AMNH D. Finnin )
Foto 7: A mostra traz um ambiente interativo que recria a baía de Porto Mosquito em Porto Rico onde a grande concentração de dinoflagelados microscópicos cria um halo que brilha ao redor de qualquer coisa que se mova pela água. (Foto: AMNH D. Finnin )
Foto 8: O brilho intermitente é produzido por milhares de organismos unicelulares chamados de dinoflagelados. Esta espécie, Pyrocystis fusiformis, mede cerca de um milímetro, o bastante para ser vista sem microscópio. Pequenas partículas em cada célula contêm quí (Foto: AMNH D. Finnin)
Foto 9: Esta imagem interativa recria um coral da costa das Ilhas Caimã, habitat de muitas espécies bioluminescentes e biofluorescentes. (Foto: AMNH D. Finnin )
Foto 10: Na exibição, é possível ver um plano fechado do espectro de iluminação que acontece na região de Bloody Bay, nas Ilhas Caimã. (Foto: AMNH D. Finnin )
Foto 11: Quando esta medusa é tocada, as manchas em suas bordas se iluminam como um colar de esmeraldas. Seu brilho é bioluminescente e fluorescente. Dentro de seus pequenos órgãos, uma reação química cria luz e uma molécula converte a luz azul em verde. (Foto: AMNH D. Finnin )
Foto 12: Visitantes podem aprender mais por meio de iPads que oferecem animações, fotografias e material sobre bioluminescência e fenômenos relacionados. (Foto: AMNH D. Finnin )




Fontes: G1; Último Segundo; estadao.com; MSNVERDE

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