sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Animais em Extinção na Floresta Amazônica

1 – Arara-Vermelha: Ara chloropterus. A arara-vermelha mede até 90 centímetros de comprimento e pesa até 1,5 quilogramas, sendo uma ave de grande porte. Possui como característica fazer muito barulho, com seus gritos estridentes que podem ser ouvidos a grande distância. De fácil convívio, a arara-vermelha, tem facilidade para imitar a voz dos seres humanos.
2 – Ariranha: Pteronura brasiliensis. A ariranha é a maior animal da espécie da subfamília Lutrinae (as lontras) e pode chegar a medir cerca de 1,8 metros de comprimento, dos quais 65 compõem a cauda. E chegando a pesar 34 Kg. É uma espécie em perigo e a principal ameaça à sua sobrevivência é o desmatamento e destruição do seu habitat. Brincalhonas e barulhentas, as ariranhas vivem em pequenos grupos de até nove indivíduos nas margens de rios e lagos.
3 – Boto-Cachimbo: Pontoporia blainvillei. Medem de 1,2 a 1,7m, sendo que as fêmeas são maiores que os machos. Podem pesar de 40 a 50 Kg. É uma das menores espécies de golfinhos existentes, geralmente solitária, ou vivendo em pequenos grupos de 2 a 5 animais.
4 – Doninha-Amazônica: Grammogale africana. Medem cerca de 30 cm de comprimento. É um animal bem raro de se encontrar. Seu tamanho pode variar de 35 a 55 centímetros de comprimento, sendo que o seu rabo corresponde quase que metade do seu tamanho. A doninha amazônica é o menor mamífero carnívoro do Brasil.
5 – Guariba-de-mão-ruiva: Alouatta belzebul. Medem até 70 centímetros e podem pesar até 9m Kg. Vivem em bandos de até 45 indivíduos. Na Amazônia ocupam regiões de florestas inundadas. Já é um animal considerado raro em determinadas regiões brasileiras.
6 – Jaguatirica: Leopardus pardalis. Medem entre 65 cm e 1,35 metro de comprimento. Pesa entre 8 e 16 kg. Este animal tem hábitos noturnos, embora possa também caçar durante o dia e vive nas matas, caça com habilidade tanto no solo como em cima de árvores. A jaguatirica tem unhas bem afiadas, que são constantemente afiadas em cascas de árvores. No Brasil, mesmo sendo proibida, a caça à jaguatirica ocorre abundantemente no nordeste e menos em outras regiões.
7 – Lobo-guará: Chrysocyon brachyurus. O lobo-guará mede cerca de 1,30 metros no ombro e pesa entre 20 e 25 kg. A sua pelagem característica é avermelhada por todo o corpo, exceto no pescoço, lombo, patas e ponta da cauda, que são de cor preta, podendo as pontas da cauda, das orelhas e do papo serem da cor branca. Ao contrário dos lobos, esta espécie não forma alcateias e tem hábitos solitários.
8 – Macaco-aranha: Ateles geoffroyi. Seu nome é explicado pelo fato dessa espécie apresentar os membros mais longos que o comum. Adulto, pode chegar a 65 cm de altura e 8 kg. Sua cauda pode chegar a medir 90 cm. Aliás, esta espécie de macaco usa a cauda como uma terceira mão da mesma forma os elefantes utilizam a tromba.
9 – Onça-pintada: Panthera onca. É o terceiro maior felino do mundo. Um exemplar adulto alcança até 2,60 metros de comprimento, chegando a pesar em torno de 115 Kg, embora, em média, os machos pesem 90 Kg e as fêmeas, 75 Kg.
10 – Peixe-boi da Amazônia: Trichechus inunguis. Tais animais chegam a medir até 2,8 metros de comprimento, possuindo um corpo cinzento e uma grande mancha esbranquiçada no peito. É o menor dos existentes no mundo, alcançando um comprimento de 2,8 a 3,0 metros e pesando até 450 kg.
11 – Tamanduá-bandeira: Myrmecophaga tridactyla. Podem atingir até 2,1m de comprimento e 45kg de peso. Não possui dentes, e sua língua pode atingir até 61cm de comprimento, mas apenas com 13mm de largura.
12 – Tatu-canastra: Priodontes maximus. É uma espécie de grandes dimensões, chegando a medir mais de 1 metro de comprimento. Vivem em pequenos bandos. É o maior e mais raro dos tatus vivos e é um bicho que só briga quando inevitável. Por causa de sua carne saborosa e armadura resistente, hoje é raríssimo nas diversas regiões brasileiras onde ocorria.
13 – Tucano-de-bico-preto: Ramphastos vitellinus. Pode medir cerca de 46 cm, tendo 12 cm de bico, sendo extremamente leve. Gosta de banhar-se na folhagem molhada pela chuva. A preservação desta espécie é do maior interesse, pois estão entre os mais peculiares elementos da avifauna do Brasil.  

Fontes: Jornal O Dia (Vida e Meio Ambiente),22/07/2012; Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; infoescola.com; portalsaofrancisco,com,br. 
Maria Celia Amorim

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