segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Espécies que Podem Ficar em Extinção num Futuro Próximo

Há mais de 200 espécies em 600 Km de litoral – 80% da pesca é artesanal – feita com barcos menores, mas a região metropolitana da capital do Rio de Janeiro sofre com a poluição da Baia de Guanabara. Pelo menos 28 espécies sumiram da região, segundo pescadores locais.

1 – Atum: Thunnus thynnus. São um dos grupos de espécies de peixes mais importantes do ponto de vista pesqueiro. A pesca de atum é conhecida por se utilizar de métodos predatórios, que capturam não apenas os espécimes adultos, mas também indivíduos que estejam em fase de crescimento e outras espécies, como tubarões e arraias.

2 – Badejo: Mycteroperca spp. São encontrados em toda a costa leste brasileira. Podem atingir até 90 Kg no caso do Badejo quadrado, porém o mais encontrado é o Badejo mira que atinge até 4,0 Kg de peso e 60cm de comprimento.

3 – Cherne: Epinephelus niveatus. No Brasil ocorre em todo litoral. Algums atingem tamanhos de até 2,40 metros e mais de 300 quilogramas de peso. São peixes muito apreciados na culinária, devido à sua carne branca.
4 – Corvina: Micropogonias furnieri.É um peixe de tamanho comum, de 30 a 50cm mas pode alcançar 70 cm de comprimento e pesar mais de 3 kg. Uma característica interessante é que, após atingir cerca de 4 a 5 anos, a corvina morre. A incidência da Corvina é maior nas Regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Sul (do Amapá ao Rio Grande do Sul). Principalmente nas regiões Sudeste e Sul.


5 – Anchova: Pomatomus saltator ou P. Saltatrix. Podem medir de 2 a 40 cm, quando adultas, e o formato de seu corpo é variável, sendo mais delgado na região Norte. No Brasil, é comum o uso de anchovas como recheio para pizzas, sendo chamada pizza de alítche.

6 – Garoupa: Epinephelus marginatus. Alcança mais de 1,5m de comprimento total e 60kg. São encontradas ao longo do litoral brasileiro, nos fundos de pedras e corais ou onde existam estruturas submersas, e vivem em tocas.
7 -Merluza: Merluccius sp. A cabeça é tão grande quanto a boca e a merluza possui dentes muito afiados. Seu corpo é alongado e é coberto por pequenas escamas. Muito cobiçado pela indústria pesqueira, apresenta uma carne saborosa e é um peixe bastante apreciado por seu filé saboroso e de sabor suave, principalmente acompanhado de alcaparras.
8 – Namorado: Pseudopercis numida. É encontrado em todo o litoral brasileiro, vivendo em fundo arenoso de águas profundas. Chega a até um metro de comprimento.

9 – Pargo: Pagrus pagrus. O pargo é uma das espécies preferidas pelos apreciadores de peixes. Há muitas variantes de pargo, sendo o mais comum nas nossas costas o pargo de cor avermelhada ou pargo rosa. Atingem de 8 a 10 quilos e podem chegar a 60 centímetros de comprimento.
10 – Pescadinha-foguete: Macrodon ancylodon. Medem cerca de 45 cm de comprimento. No Brasil é mais abundante na região sul e em seguida na sudeste.
11 – Sardinha-Verdadeira: Sardinella brasiliensis. Espécie de grande importância para a economia pesqueira das regiões Sudeste e Sul. É uma espécie considerada ameaçada de extinção, principalmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Atingem 25 centímetros de comprimento. A pesca comercial excessiva fez com que se tornasse quase extinta em algumas regiões do Sudeste, mas o quadro se reverteu com a proibição temporária de sua captura.


12 – Tainha: Mugil cephalus. Mede entre 60 e 80 centímetros de comprimento.No estado de Pernambuco, no Brasil, a espécie é criada em viveiros, sendo consumida especialmente na Semana Santa.

13 – Vermelho: Lutjanus jocu. Tem alto valor comercial, principalmente no nordeste brasileiro. Podem chegar a 15 Kg, mas dificilmente são pescados exemplares tão grandes. Sua carne é bastante valorizada e apreciada.

Fontes: wikipeixes.com.br; Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; .fishbase.org; Jornal O Dia (Vida e Meio Ambiente) – 12/08/2012; infoescola.com; ambientebrasil.com.br. 
Maria Celia Amorim

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