sábado, 3 de novembro de 2012

Fotos premiadas expõem 'flagrantes inéditos' da ciência

O Prêmio Eureca New Scientist para Fotos Científicas é apresentado anualmente pelo Museu Australiano. Além de premiar inovações nas áreas de pesquisa, ciência acadêmica e jornalismo científico, conta com uma disputada categoria de fotos científicas. As imagens deste ano reúnem diversos flagrantes da vida animal e vegetal nunca antes registrados por uma câmera fotográfica. A imagem que conquistou o primeiro lugar no prêmio deste ano foi a feita por Jason Edwards, que capturou, pela primeira vez, o acasalamento da baleia-jubarte, também conhecida como baleia-corcunda.


Foto 1: O colorido e vistoso camarão-louva-a-deus (Odontodactylus scyllarus) vive na Grande Barreira de Corais da Austrália e tem um complexo sistema de visão, único no marinho (Foto: Gary Cronitch)


Foto 2: Inseto Dryococelus australis já foi considerado o mais raro do mundo. A imagem mostra filhote da espécie saindo do ovo, seis meses após a incubação. Processo nunca havia sido fotografado (Foto: Rohan Cleave)


Foto 3: Baleias jubarte acasalam após vários machos competirem durante várias horas (Foto: Jason Edwards)
Foto 4: A imagem do dr. Dave Abdo capta o lançamento de um peixe imperador-trompeta (Lethrinus miniatus) ao mar, pouco após ele ter sido submetido a uma cirurgia para implantar um rastreador sonoro. Ele foi solto na Ilha de Heron, na Austrália, na região conhecida como Grande Barreira De Corais . A pesquisa visa conhecer os padrões de movimentação do peixe em relação às mudanças ambientais e em relação à eficácia das áreas de proteção marinha na região (Foto: Dave Abdo).
Foto 5: O nosso sol entra em um período de ativisa máxima a cada 11 anos, com sua cromosfera exibindo proeminências, manchas e chamas. A imagem de alta resolução foi registrada por Peter Ward e mostra em detalhes a dinânimca da atmosfera solar (Foto: Peter Ward). (Peter Ward).
Foto 6: Killer in a Cage. As lagartas Cyana meyricki se cobrem com uma espécie de teia formada por pelos protetores. Quando está prestes a entrar em estado de pupa, formando um casulo, ela reúne esses pelos de seda para construir uma elaborada gaiola em torno de si mesma. Mas a crisálida dentro dessa gaiola não pertence à lagarta, mas sim a uma mosca que foi devorada pela lagarta e que agora está longe do alcance de potenciais predadores. (Foto: Damon Wilder)
Foto 7: A imagem 'Mais Um Dia na Vida da Arbidopsis' mostra uma pequena muda de apenas seis dias de idade de Arabidopsis thaliana vista por um microscópio eletrônico e captura a essência de germinação das sementes e o nascimento delicado de uma planta. A imagem foi artificialmente colorida com tons que reproduzem as cores naturais da muda de uma planta. A foto mostra a raiz brotando, folhas de sementes, bem como células estaminais embrionárias (Foto: Mark Talbot).
Foto 8: Esta mosca foi preservada em em âmbar báltico, que tem cerca de 40 milhões de anos. , o mundo o depósito de âmbar mais famoso. Âmbar é a resina fossilizada de árvores. O âmbar é capaz de preservar muitas espécies por anos a fio, quase como se tivessem sido capturadas há pouco tempo (Foto: Scott Ginn).
Foto 9: A docilidade desta imagem é bem condizente com a espécie retratada. Os delicados insetos crisopídeos medem de 6 a 65 milímetros. O autor da imagem usou um efeito de luzes para realçar a impressão de equilíbrio e simplicidade (Foto: Paul David). (Foto: Paul David)
Foto 10: Este neurônio está sob o efeito da proteína beta-amilóide. A proteína gera uma placa, as chamadas placas de senilidade, que, acredita-se, seriam as principais causas da Doença de Alzheimer (Foto: Linnea Rundgren). (Foto: Linnea Rundgren)  

Fontes: G1; estadao.com.br

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