quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Os Equinos mais Marcantes do Cinema e dos Desenhos - Parte III


21 - Marty: É a zebra com problemas de identidade do desenho Madagascar. Amiga de Alex, do filme de animação Madagascar.

22 – Rocinante: É o famoso cavalo de Dom Quixote de La Mancha, personagem do romance de Miguel de Cervantes. Na verdade Rocinante era um burrinho que Dom Quixote imaginava ser um alasão.

23 – Donkey (Burro): O Burro Falante do filme Shrek e o que ele mais gosta de fazer é cantar e conversar, normalmente incomodando qualquer um com sua tagarelice, pois não pára de falar e falar. Também gosta de doces. Este burro é covarde, ingênuo e impaciente. Mas acima de tudo amigo de seus amigos do pantano, como o Shrek e Fiona.

24 – Bisonho: Este burrinho é um personagem da turma do Ursinho Pooh, dos estúdios da Disney. Ele também é conhecido como Ió ou Igor. Ele é um burro cinzento ou as vezes azulado com pernas curtas, orelhas caídas e crina negra. Por algum motivo ele não tem uma cauda de verdade, em troca usa uma falsa presa por um prego e com um laço rosa na ponta. Ele é conhecido por ser muito pessimista e resmungão.

25 – Bala no Alvo: Cavalo de pano do menino Andy, do filme de animação Toy Story da Disney. Este brinquedo é ferozmente leal e obedientes a Woody, o xerife que está sempre comandando a trama do desenho. Bala no Alvo não se comunica de forma clara, mas como um verdadeiro cavalo e ele usa a sua própria "linguagem" para "falar". Bala no Alvo possui características mais parecidas com a de um cachorro, do que com as de um cavalo, isto porque ele balança o rabo quando está contente e sempre lambe Woody.

26 – Khan: Cavalo da personagem de Fa Mulan, desenho da Disney de mesmo nome, de 1998. Este cavalo é o seu amigo inseparável e fiel, sendo de uma dedicação inabalável. Ele a salva de algumas situações embaraçosas durante o desenho. Seu nome relembra um grande guerreiro mongol.

27 – Horácio: Cavalo dos estúdios Disney. É um dos principais amigos do Mickey e noivo da Clarabela. Ele costuma aparecer nos desenhos e histórias em quadrinhos da turma do Mickey. Também é o personagem que mais acompanhava o camundongo em suas aventuras antes da criação do Pateta. Sua estréia aconteceu em 1929.

28 – Faísca: Cavalo de Beto Carrero, com quem se comunicava pelo comando de voz e dizia ser seu melhor amigo. Fogoso, alegre e inteligente, este cavalo é da raça andaluz. O Faísca é um cavalo próprio para hipismo e adestramento, já que executa qualquer movimento de alto grau com graça e beleza. O animal era montado apenas por Beto Carrero.

29 – Buck: Cavalo do desenho dos estúdios Disney Nem que a Vaca Tussa de 2004. O cavalo Buck é uma referência a Spirit, outro cavalo só que da Dreamworks, já citado.Ele é um cavalo lutador de karatê.

30 – Meu Pequeno Ponei: My Little Pony foi uma série de desenho animado produzida entre os anos de 1986 e 1987 pela Marvel, DIC Enterprises e Sunbow. É considerado um dos clássicos da década de 1980. Contava a história de pequenos pôneis que viviam no Vale dos Sonhos e eram constantemente atacados por vilões. Seus principais personagens são: Pinkie Pie, Rainbow Dash, Twilight Sparkle , Applejack, Rarity e Fluttershy.
Fontes : Último Segundo; Wikipedia; adorocinema.com; hannabarbera.com.br; petmag.uol.com.br; filmesdecinema.com.br
Maria Celia Amorim

Mudanças climáticas alteram tipo de vegetação em montanhas na Europa


Um grupo de pesquisadores de 13 países afirma que as mudanças climáticas estão afetando a vegetação nativa em montanhas no mundo. O estudo foi feito em formações rochosas na Europa e publicado na revista científica "Nature Climate Change". Coordenados por cientistas da Universidade de Viena e da Academia de Ciências austríaca, o trabalho contou com a análise de 867 espécies vegetais típicas de montanhas localizadas em 60 picos diferentes no continente europeu. A pesquisa foi feita em dois momentos: primeiro em 2001 e depois em 2008, por um total de 32 profissionais. A alteração ocorreu principalmente entre as plantas achadas em regiões alpinas -- mais adaptadas ao frio -- que estão perdendo espaço para as espécies que crescem preferencialmente em ambientes quentes. Segundo Michael Gottfried, coordenador da equipe, o grupo esperava encontrar mais espécies típicas de climas mais quentes em altitudes mais elevadas, mas não podiam prever que este fenômeno estivesse tão avançado. Eles alertam que espécies antes comuns nas montanhas europeias como a Nevadensia purpurea podem até mesmo desaparecer nas próximas décadas. O estudo mostra a relação entre o aumento de temperatura e a mudança no tipo de vegetação presente nas montanhas. Os autores afirmam que embora este fenômeno já tivesse sido apontado em escala regional, este é o primeiro estudo a identificar o problema em um continente inteiro. A pesquisa também mostra que o efeito nas plantas típicas de montanha acontece a diferentes altitudes e em formações rochosas em diferentes latitudes -- efeitos parecidos foram observados tanto na Escócia como na ilha grega de Creta, no sul do continente.
Foto: A espécie 'Nevadensia purpurea', que corre o risco de desaparecer das montanhas europeias nas próximas décadas, segundo especialistas. (Foto: Harald Pauli / Nature Climate Change / Divulgação)
Fonte: G1

Pesquisadores sequenciam genoma do câncer do diabo da Tasmânia

Pesquisadores estão sequenciando o genoma do câncer contagioso que está dizimando a população de diabos da Tasmânia. O animal é o maior marsupial carnívoro e corre risco de extinção desde que um câncer facial, transmitido por mordidas, se alastrou entre a população da espécie na Austrália. Os cientistas acreditam que o entendimento sobre as mutações genéticas que ocorrem neste tipo de câncer vai ajudar a encontrar novas terapias e medicamentos contra a doença. Desde a descoberta da doença, em 1996, cerca de 70% e 90% da população destes marsupiais morreu em algumas áreas da Austrália. O câncer do diabo da Tasmânia é espalhado pela transferência de células vivas de câncer entre os animais através de mordidas que os animais dão uns nos outros. De acordo com cientistas, estas mordidas são comuns entre os animais desta espécie. “A análise do genoma do câncer do diabo da Tasmânia nos permitiu identificar as mutações que surgiram no câncer. Nós usamos o sequenciamento para identificar as mutações que podem ter desempenhado um papel funcional na causa do câncer. Além disso, vamos analisar estas mutações para estudar a propagação da doença ”, disse Elizabeth Murchison, autora do estudo publicado no dia 16 de feveiro no periódico científico Cell. No ano passado, pesquisadores publicaram o sequenciamento do DNA do diabo da Tasmânia e a comparação destes dados com o genoma do câncer pode explicar a propagação da doença. “Encontrar diferenças entre o DNA de diabos da tasmânia saudáveis e com câncer também poderá nos ajudar a desenvolver vacinas que possam prevenir esta doença”, disse. Mais de 17 mil mutações do câncer do diabo da Tasmânia foram catalogadas - número comparável a mutações identificadas em outros tipos de cânceres em humanos. Elizabeth afirma que a equipe agora vai tentar descobrir quais das milhares de mutações são as mais importantes. De acordo com os estudos preliminares, alterações nos genes de imunidade pode finalmente explicar como o câncer escapa do sistema imunológico.
O começo de tudo: O câncer do diabo da Tasmânia surgiu em um único animal e foi se alastrando rapidamente. Portanto, todos os tumores presentes em milhares de marsupiais atualmente são derivado das células de um único indivíduo. Os pesquisadores chamam este primeiro anima que teve a doença de o 'diabo imortal', pois suas células foram mantidas vivas para que fossem estudadas. “Nossa análise genética permitiu determinar que o "diabo Imortal" era um animal do sexo feminino”, disse.

Foto 1: Getty Images; desde a descoberta da doença, em 1996, entre 70% a 90% da população de diabos da Tasmânia morreu na Austrália

Foto 2: Save the Tasmanian Devil Program; Os genomas do diabo da tasmânia e do câncer contagioso vão explicar como a doença se alastrou






Fonte: Último Segundo

Rio Mekong


Os agricultores contam com o aumento regular do rio Mekong para umedecer o solo e adubar as suas terras. Porém, as fortes chuvas do verão de 2008 fizeram com que o nível do rio atingisse o recorde de 14 metros, provocando mortes por deslizamentos de terra e causando prejuízos generalizados no Laos e no Vietnã.
Foto: W.E. Garrett / National Geographic Image Sales; Campos encharcados de arroz como este na foto, são comuns para moradores de Pakse, no Laos
Fonte: Último Segundo

Espécie desconhecida de mariposa ameaça produção de vinho na Itália

Uma espécie desconhecida de mariposa invadiu a região produtora de vinho no norte da Itália, segundo cientistas. Cientistas italianos descobriram a mariposa em 2006, mas não conseguiram identificá-la. Agora, ao examinar uma parte do código genético da mariposa, os pesquisadores confirmaram que ela é de uma espécie desconhecida. A equipe de cientistas italianos teve a ajuda do especialista em insetos do Centro para Biodiversidade de Leiden, na Holanda, Erik van Nieukerken. "Inicialmente, consultamos a literatura (científica) para descobrir o que já se sabia a respeito", disse o especialista, acrescentando que eles descobriram que pouco era conhecido sobre este grupo de mariposas. Nieukerken e a equipe de cientistas examinaram então o código genético da mariposa. "Percebi que esta mariposa, apesar de ser muito comum na América do Norte, não tinha um nome", disse o cientista. A nova espécie foi batizada de Antispila oinophylla e, anteriormente, foi confundida com outra espécie da América do Norte, a Antispila ampelopsifoliella. A descoberta foi divulgada na revista especializada "ZooKeys".
Mariposa com preferências: Apenas com os estudos do DNA da mariposa os cientistas descobriram que a nova espécie gosta de videiras. No leste da América do Norte, local de origem desta mariposa, elas se alimentam de vários tipos de frutas silvestres. Ao observar o comportamento da mariposa, os cientistas afirmam que, na Itália, ela parece ter preferência por folhas das uvas Charddonnay, Cabernet Sauvignon e Muscat. Até o momento, a nova espécie de mariposa foi encontrada nos vinhedos das regiões de Trento e Veneto, no norte da Itália. Desde que seu primeiro registro, a população destes insetos está aumentando e se espalhando. Os cientistas afirmam que o impacto econômico da praga ainda não foi determinado e, até o momento, não se sabe como estas mariposas chegaram à Itália. Nieukerken afirma que é muito fácil ocorrer o transporte acidental de casulos contendo larvas da mariposa em meio a vegetais. "Elas são muito pequenas e exatamente da mesma cor das folhas. Então, se você está levando plantas, provavelmente você não vai notá-las", disse o cientista. O cientista contou ainda que outra espécie de mariposa, deste mesmo grupo, foi descoberta em plantações de nozes e que os especialistas precisam descobrir mais informações sobre estes insetos. "Este grupo é pouco estudado. Se você souber exatamente o que é e de onde é, você vai saber a história evolucionária... e poderá entender melhor como controlar", disse Nieukerken à BBC.

Foto 1: Antispila oinophylla numa folha de videira (Foto: NCB Naturalis/BBC)

Foto 2: Uma Antispila oinophylla adulta (Foto: NCB Naturalis/BBC)




Fonte: G1

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Os Equinos mais Marcantes do Cinema e dos Desenhos - Parte II


11 - Brego: Apesar de contar com muitos cavalos, o destaque da saga "O Senhor dos Anéis" é Brego, animal que reanima o herói Aragorn e o recoloca na história. Criado especialmente para o filme, Brego faz parte da cavalaria de Rohan, reino conhecido por seus guerreiros montados. Filme de 2001.

12 – Herói: Cavalo do herói em quadrinhos Fantasma e que também possui um cachorro de nome Capeto. Fantasma ou "o espírito que anda" mora em selvas africanas. Com a ajuda de sua namorada Diana e de alguns amigos, como seu cavalo o Fantasma e seu cachorro, vence várias situações de perigo.
13 – Spirit: Do desenho O Corcel Indomável, de 2002, que conta um pouco da história da expansão territorial dos Estados Unidos durante o século XIX. Criado nos prados, solto e junto a outros de sua espécie, Spirit desenvolve um enorme sentimento de amor pela liberdade. Não contava com o surgimento de colonos que pretendem alterar por completo as regras que regem a vida naquelas paradas. Capturado, passa a viver situações com as quais não pretende concordar jamais. Tentativas de adestramento por soldados do exército se mostram infrutíferas e nem mesmo o autoritarismo e a violência do comandante local o demovem de sua altivez.
14 – Altivo: Do desenho O Caminho para o EL Dorado, de 2002. Altivo é o cavalo que acompanha Túlio e Miguel na busca pelo tesouro do El Dorado. O filme se passa no século XVI, no ano de 1519 no município espanhol de Sevilha, sul do país. A trama desenvolve-se ao redor dos dois personagens principais, Túlio e Miguel, que, durante um jogo em que usam "dados viciados", ganham um mapa que mostra a suposta localização de Eldorado, cidade de ouro lendária no Novo Mundo. No entanto, a trapaça de ambos os amigos é logo descoberta e como resultado, eles acabam por se tornarem clandestinos seguindo a frota de Hernán Cortés para conquistar o México. Eles são descobertos, porém conseguem escapar em um barco e com um cavalo chamado Altivo. Conseguem chegar a Eldorado onde são confundidos com deuses. Altivo acompanha seus amigos em todas as aventuras desde o naufrágio do navio até a saída da cidade sagrada, escondendo-a de Cortés.

15 – Flicka: É um drama americano de 2006. Flicka é uma égua que gosta da liberdade e não quer ser domada até conhecer Katy, uma menina que também gosta de liberdade e passam a se dar super bem. Flicka significa linda garota em sueco.


16 – Pepe Legal: É um cavalo xerife do Novo Mexico que tem como amigo inseparável um burrinho mexicano de nome Babalu. Ele tem por ideal manter a ordem no velho oeste e que também usava um distintivo de agente federal e demonstrava ser totalmente incapaz. Ele falava devagar, porque pensava devagar, e quando finalmente conseguia tirar o revólver do coldre, geralmente atirava no homem errado.Desenho de 1959.


17 – Phillipe: Personagem do desenho da Disney, de 1991,  A Bela e a Fera. É o cavalo que ajuda a bela a salvar seu pai dos lobos no meio de uma floresta assustadora perto do castelo da Fera.


18 – Pédepano: É um cavalo branco e fiel companheiro do Pica-Pau que apesar de em alguns episódios ele ser do bandido. Sempre chora quando se encontra em apuros. Ele foi criado em 1961.Ele entende e gosta do seu dono.

19 – Secretaria: A dona de casa e mãe Penny Chenery não entendia nada de corrida de cavalos, uma área dominada até então por homens. Mas ela assumiu o controle do estábulo de seu pai doente e com a ajuda de um treinador veterano, contra todas as probalidades negativas, acabou fazendo o primeiro vencedor da Trípice Coroa em 25 anos de história do esporte, em 1973. Baseado em fatos reais. Do filme Secretariat - Uma História Impossível. Filme dos estúdios Disney de 2010.

20 - Zazuum: Burrinho do desenho Os Cavaleiros das Arábias de 1968, dos estúdios Hanna-Barbera. O burrinho Zazuum virava uma tempestade de raios e furacões quando alguém puxava seu rabo. 

Fontes : Último Segundo; Wikipedia; adorocinema.com; hannabarbera.com.br; petmag.uol.com.br; filmesdecinema.com.br
Maria Celia Amorim

Maior Inseto do Mundo


Phobaeticus é um gênero de animais que inclui os bichos-pau. Eles são bem conhecidos pelos seus imensos tamanhos, tanto que são considerados os maiores insetos do mundo. Medem aproximadamente 50 centímetros de comprimento e vivem – segundo cientistas - no alto de florestas tropicais úmidas da Malásia e do Cingapura. Ao todo, o gênero abrange 25 espécies. Um deles, conhecido como Phobaeticus Chani, está exposto no Museu de História Natural de Londres. Atualmente foi registrado como a maior de todos eles. Apesar disso, ainda não se têm muitas notícias sobre esses animais.
Fonte: Rede Ambiente

Novas espécies de sapo são menores que moeda de 1 centavo

Duas novas espécies de sapos descritas em edição de dezembro da revista “Zookeys” são consideradas as menores do mundo, segundo o pesquisador que as descobriu, por medirem não mais de 9,3 milímetros de comprimento – menos que uma moeda de 1 centavo de real tem de diâmetro. As duas espécies pertencem ao gênero Paedophryne e vivem nas florestas do sudeste de Papua-Nova Guiné, país insular da Oceania. Assim como outras espécies de sapos minúsculos, as novas variedades descritas ficam entre restos de folhas caídas no chão. Ambos os tipos foram encontrados apenas num maciço montanhoso específico. A descoberta é de Fred Kraus, do Museu Bishop, nos EUA.

Foto 1: A espécie 'Paedophryne dekot' ganhou esse nome porque 'dekot' significa 'muito pequeno' no idioma daga, que se fala na região onde ela vive. (Foto: Reprodução)

Foto 2: Já a espécie 'Paedophryne verrucosa' foi assim batizada porque, em latim, ' verrucosa' significa 'cheia de verrugas', o que combina com sua pele irregular. (Foto: Reprodução) 



Fonte: G1

Caçadores mataram 480 elefantes em Camarões em dois meses


Caçadores clandestinos do Sudão e do Chade mataram cerca de 500 elefantes em menos de dois meses no Parque Nacional Ndjidda Bouba, nordeste de Camarões, segundo o diretor da área de preservação, Mathieu Fomepa. "Hoje estimamos em 480 o número de elefantes mortos no nosso parque", disse Fomepa. Entre domingo e terça-feira, "nossas equipes contaram pelo menos 20 elefantes mortos", afirmou Fomepa. O governo ainda não tomou medidas para proteger o parque.Os caçadores clandestinos estão "equipados com armas automáticas de guerra, operam em grupos organizados e avançam a cavalo (...) Nada parece detê-los nessa busca frenética por marfim, que começa na República Centro Africana, em meados de novembro, continua no Chade, em dezembro, e acaba em Camarões, em janeiro", disse Celine Sissler-Bienvenu, do Fundo Internacional para a Protecção dos Animais (IFAW), no site da organização. A caça nos parques de Camarões tem se alastrado há vários meses. De acordo com especialistas, o comércio de marfim na área destina-se principalmente aos mercados asiáticos.
Fonte: G1

Pesquisadores identificam compostos capazes de induzir mutações no DNA


Diversos agentes químicos, como aldeídos presentes na fumaça do cigarro ou em poluentes urbanos e industriais, produzem uma série de compostos no organismo humano, conhecidos como adutos, que são capazes de induzir mutações no DNA e podem causar o desenvolvimento do câncer. Para medir e quantificar esses adutos, que em níveis elevados estão associados a diversos tipos de câncer, pesquisadores do Instituto de Química (IQ) da Universidade de São Paulo (USP) estão utilizando técnicas ultrassensíveis como a espectrometria de massas. Alguns dos resultados do Projeto Temático, realizado com apoio da FAPESP, foram apresentados no 4º Congresso BrMASS, realizado pela Sociedade Brasileira de Espectrometria de Massas em Campinas (SP). De acordo com Marisa Helena Gennari de Medeiros, professora do IQ e coordenadora do projeto, seu grupo de pesquisa tem conseguido detectar e quantificar adutos produzidos por aldeídos (eteno adutos) tanto em células humanas em cultura como em tecidos do fígado, cérebro e pulmão de ratos expostos à poluição. “Dentre as técnicas que têm sido utilizadas, a espectrometria de massas é atualmente a mais importante e eficiente para se detectar como quantificar adutos no DNA”, disse. O objetivo dos pesquisadores é utilizar esses adutos como marcadores biológicos (biomarcadores) em situações clínicas para detectar o risco de desenvolvimento de um câncer ou para avaliar a exposição a diferentes poluentes urbanos e industriais. Por meio desses biomarcadores, em uma cidade como São Paulo, onde a população está exposta a diversos poluentes, seria possível avaliar qual deles, especificamente, é o responsável por uma determinada quantidade de adutos no DNA. “Com isso, teríamos uma prova específica de que um determinado poluente realmente afeta a saúde humana”, disse Medeiros. Utilizando espectrometria de massas combinada com a técnica de marcação isotópica - em que uma substância é “marcada” ao incluir isótopos pouco comuns em sua composição química - os pesquisadores demonstraram a formação de um aduto derivado do acetaldeído. O estudo indicou que o composto produzido a partir da queima da madeira e do tabaco de cigarro, entre outras fontes, pode ser um marcador biológico de exposição tanto à poluição urbana como para o alcoolismo, que é um dos principais fatores para o surgimento de câncer de boca, garganta e faringe.
Medição de adutos: Parte dos resultados da pesquisa foi publicada no Journal of The American Chemical Society e pode ser usada para explicar os mecanismos associados à exposição ao composto químico e os riscos de câncer. “Esclarecemos a formação, que era bastante controversa, desse aduto por meio do acetaldeído, produto genotóxico ambiental. O produto formado é um aduto de DNA comprovadamente mutagênico e produzido também pela oxidação metabólica do álcool etílico”, disse Medeiros. Segundo ela, o interesse pela pesquisa dos etenos adutos começou a ser despertado nas últimas décadas quando surgiram diversos casos de um câncer primário do fígado (hepatocarcinoma) muito raro entre trabalhadores de uma indústria de plástico nos Estados Unidos. Ao investigar a origem da doença, os especialistas identificaram na época que se devia à exposição dos operários a compostos cancerígenos, como o cloreto de vinila e o uretano, utilizados na fabricação de polímeros. Em 1992, cientistas conseguiram medir a formação de etenos adutos produzidos por cloreto de vinila em tecidos do fígado, pulmão e rim de ratos e dos trabalhadores da indústria de plástico norte-americana expostos ao composto químico. A partir de então, iniciou-se uma busca por técnicas ultrassensíveis para conseguir medir e quantificar esses adutos in vivo. “Esses adutos promovem a transição e a substituição de pares de bases do DNA. Já são conhecidos sistemas para repará-los em mamíferos e em extratos de células de ratos”, disse Medeiros.
Foto: Aldeídos presentes em poluentes industriais lesam o DNA das células
Fonte: estado.com.br

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Os Equinos mais Marcantes do Cinema e dos Desenhos - Parte I


1 – Joey: Do filme Cavalos de Guerra. Este filme introduz um novo representante na lista de cavalos que fizeram história no cinema. No longa dirigido por Steven Spielberg, o cavalo Joey é enviado à Primeira Guerra Mundial pelo exército britânico, onde enfrenta diversos desafios.

2 - Tornado: Apesar de ajudar o herói Zorro em seus feitos, o andaluz Tornado nem sempre age como seu mestre gostaria. Em "A Máscara do Zorro", de 1998, ele não hesita em fazer a vida do mascarado um pouco mais difícil. Um bom exemplo é quando Zorro pula de um prédio em cima de seu cavalo - o herói cai de bunda no chão porque Tornado se move.

3 – Aquilante: Referência ao cavalo Rocinante, de Don Quixote, Aquilante é o pangaré que acompanha o cavaleiro Brancaleone da Nórcia na comédia italiana "O Incrível Exército de Brancaleone", de 1966. Diferentemente do que se espera de um cavalo de batalha, Aquilante é amarelado, cor que não assusta os adversários, e tão atrapalhado quanto seu dono, o ingênuo Brancaleone.

4 - Negro: O clássico "O Corcel Negro", de 1979, retrata a amizade entre um garoto e um cavalo árabe, os únicos sobreviventes de um naufrágio na costa da África. Após serem resgatados, os dois voltam aos Estados Unidos e estreitam seus laços. Enquanto o jovem torna-se jockey, o cavalo O Negro (como é chamado) passa a correr e impressiona a todos por sua velocidade. Ao enfrentar dificuldades na pista, a dupla se recorda das cavalgadas que compartilharam na praia.

5 - Khartoum: Nenhum cavalo foi tão azarado quanto Khartoum, do filme "O Poderoso Chefão", de 1972. Para sua infelicidade, seu proprietário, o produtor de filmes Jack Woltz, se recusa a aceitar o ator Johnny Fontane em um filme. O problema é que o rapaz é afilhado da família Corleone. Para punir o produtor, os mafiosos cortam a cabeça de Khartoum, avaliado em US$ 600 mil, e a colocam na cama de Woltz.

6 - Jolly Jumper: Cavalo do caubói Lucky Luke, Jolly Jumper é conhecido pela habilidade de falar. Ele foi retratado de duas maneiras nos cinemas. Na primeira, nos dois filmes estrelados por Terence Hill nos anos 1990 ("Lucky Luke" e "Lucky Luke 2"), seus pensamentos são revelados à plateia enquanto ele auxilia o herói. Em sua última versão, do filme francês "Lucky Luke", de 2009, Jolly conversa com o herói, provando ser por vezes mais esperto que o dono.

7 - Smoky: Quando recebeu em 1966 o Oscar por seu papel em "Dívida de Sangue", o ator Lee Marvin, intérprete do pistoleiro bêbado Kid Shelleen, dedicou metade do prêmio a Smoky, o cavalo com quem contracenou no filme e que parecia estar tão embriagado quanto o personagem. No mesmo ano, Smoky recebeu o Craven Award, prêmio entregue apenas a animais que excedem as expectativas por sua "atuação" no cinema.

8 - Maximus: Um dos personagens principais da animação "Enrolados", de 2010, é o cavalo da guarda Maximus. É ele quem persegue o criminoso Flynn Rider e Rapunzel, chegando a lutar com uma espada na boca para capturá-los. Carismático, “Max” acaba se aliando ao ladrão por causa da mocinha, o que não o impede de provocar o rapaz constantemente.

9 - Seabiscuit: Se no início de "Alma de Herói", de 2003, Seabiscuit não passa de um cavalo pequeno e indisciplinado, no decorrer da história ele é treinado e consegue surpreender o público das corridas. Graças à sua história de superação, ele ganha fama nos Estados Unidos durante o período da Grande Depressão, sendo eleito o cavalo do ano em 1938.

10 - Listrado: Apesar de não ser um cavalo, a zebra Listrado, do filme "Deu Zebra", de 2005, não poderia ficar fora da lista. Abandonada ainda filhote, ela cresce acreditando ser um cavalo de corrida, sonho que se torna realidade com a ajuda de diversos animais e da jovem Channing Walsh.

Fontes : Último Segundo; Wikipedia; adorocinema.com; hannabarbera.com.br; petmag.uol.com.br; filmesdecinema.com.br
Maria Celia Amorim

Variação de asas de vespas é causada por mudança em um gene


As asas de vespas macho do gênero Nasonia apresentam alta variação de tamanho e forma. Segundo estudo publicado no dia 23 de fevereiro na revista "Science", um único gene de crescimento controla o formato das asas. Mudanças no DNA alterariam a manifestação desse gene e a característica das asas. Segundo o estudo, casos como esse, em que um único gene ajuda a explicar diferentes características físicas em mais de uma espécie, foram identificados em poucos organismos até agora. A diversidade de características físicas em outras espécies poderia ter causas similares, afirmam os pesquisadores. Para chegar à descoberta, os cientistas David Loehlin e John Werren, da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos, fizeram cruzamentos e mapeamentos genéticos detalhados de duas espécies de vespas, sendo que uma delas tem asas com o dobro do tamanho das demais. Após as análises, os pesquisadores identificaram mudanças evolucionárias em três regiões que circulam o gene, responsável pela variação das asas. A descoberta sugere que características físicas podem variar entre espécies devido a pequenas mudanças genéticas, ocorridas em um curto período de evolução. Além disso, o estudo aumenta a compreensão da genética que determina traços físicos, dizem os pesquisadores.
Foto: Asas de vespa macho têm alta variação de forma e tamanho. (Foto: Divulgação / David Loehlin)
Fonte: G1

Grilos protegem fêmeas em sua toca

O grilo é um inseto que emite vários cantos. Três destes são para seduzir as fêmeas. O primeiro som é para anunciar a sua aproximação, outro para o cortejo e o último para afastar os rivais. Além deste comportamento, um outro foi descoberto por pesquisadores da Universidade de Exeter. Grilos campestres da Espanha além do canto, abrigam fêmeas em tocas para protegê-las de um possível ataque. O estudo foi feito com camêras que durante 200 mil horas de gravação, mostraram que a gentileza não é um comportamento exclusivo dos humanos. Esta "gentileza" do grilo macho acaba resultando em mais horas ao lado da fêmea protegida, aumentando o número de insetos da próxima geração. A temporada de acasalamento dura de maio a agosto.Os grilhos campestres possuem uma coloração escura e têm menos de 3 cm de comprimento. A espécie é nativa da Europa e está ameaçada por causa da perda do habitat. O grilo-do-campo prefere locais ensolarados com pouca vegetação.
Fonte: Rede Ambiente

Equipe encontra nova espécie de lagartixa em região da Austrália


Pesquisadores dos Estados Unidos e da Austrália descobriram na Oceania uma nova espécie de lagartixa, considerada uma das menores do gênero Cyrtodactylus. De acordo com a publicação Científica “Zootaxa”, a lagartixa foi batizada com o nome Cyrtodactylus kimberleyensis e descrita como um espécime do sexo feminino, que tem corpo de 4,5 centímetros e uma cauda de 5,3 centímetros, além de pesar 2,5 gramas. O animal foi encontrado na região de Kimberley, na Austrália Ocidental. O artigo diz que o novo réptil estava em uma área isolada, em uma encosta da ilha East Montalivet.
Foto: Animal batizado de Cyrtodactylus kimberleyensis foi encontrado em uma região remota da Austrália (Foto: Divulgação)
Fonte: G1

Projeto permite mergulho virtual em 360˚ na Grande Barreira de Coral

Mergulhar na Grande Barreira de Corais, na Austrália, já é possível em qualquer lugar do mundo. A vista em 360˚ do fundo do mar começou a ser registrada por uma parceria entre a Universidade de Queensland e o Google e está disponível em alta definição no site do projeto "Catlin Seaview", lançado no último dia 23. Para mergulhar, basta conduzir o mouse pela tela do computador, transformada na Grande Barreira. Além de circular pelos panoramas do fundo do mar, o mergulhador virtual pode olhar para cima e ver o céu refletido na superfície da água. Apenas oito panoramas foram registrados até agora, mas novas imagens em 360˚ serão feitas a partir de setembro. A expectativa é que 50 mil panoramas sejam produzidos em 20 pontos ao longo dos 23 mil km da Grande Barreira. As imagens serão disponibilidades por Google Earth e Google Maps e vídeos também serão publicados no YouTube. Um dos principais objetivos da iniciativa é permitir que pessoas comuns partilhem do conhecimento científico sobre a Grande Barreira. “Milhões de pessoas poderão experimentar a vida, a ciência e a mágica que existe debaixo da superfície dos oceanos”, afirmou o cientista chefe do projeto, Ove Hoegh-Guldberg.
Tecnologia: As imagens são registradas por uma câmera que capta 360˚ a cada 4-6 segundos, capaz de localizar geograficamente a região do mergulho. Segundo a equipe do “Catlin Seaview”, ela é bastante diferente da usada no Google Street View e foi desenvolvida especialmente para o projeto. Especialistas em fotografia subaquática ajudaram a contornar problemas específicos do fundo do mar, como a claridade do oceano, condições de pouca luz e distorção da imagem provocada pela água. Além disso, a câmera conta com um motor acoplado, operado por um mergulhador em águas rasas, que permite navegar a 4 km por hora. A tecnologia usada no projeto vai além da produção dos panoramas em 360º. Eles serão analisados em softwares de reconhecimento de imagens para produzir um censo dos corais, peixes e outros organismos. Segundo os pesquisadores, o registro vai permitir estudar o impacto das mudanças climáticas nas barreiras de corais, altamente sensíveis a variações no clima e capazes de oferecer um indicador da saúde dos oceanos.
Pesquisa: A iniciativa, financiada pela empresa de seguros Catlin Group, também vai usar robôs mergulhadores para filmar em alta definição (mas não em 360˚) o oceano em profundidades entre 30 e 100 metros. Uma terceira etapa da pesquisa inclui o rastreamento por satélite de 50 espécimes de tubarões-tigre, tartarugas-verde e raias. O objetivo é monitorar dados como posição geográfica, temperatura da água e profundidade em que se encontram, para analisar o comportamento migratório dessas espécies em um cenário de mudanças climáticas.

Foto 1: Iniciativa "Catlin Seaview" permite fazer mergulho virtual na barreira de corais australiana e ver localização no Google Earth. (Foto: Reprodução / The Catlin Seaview Survey)

Foto 2: Além das câmeras desenvolvidas especialmente para o projeto, equipamento para registrar imagens em 360º tem um motor e é conduzido por mergulhador. (Foto: Divulgação / The Catlin Seaview Survey)





Fonte: G1

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Morta há 32 mil anos, uma flor do Ártico renasce

Diversas plantas foram geradas a partir do fruto de uma pequenina flor do Ártico que morreu há 32 mil anos, segundo anunciou um grupo de cientistas russos. O fruto foi guardado por um esquilo em sua toca na tundra, no noroeste da Sibéria, onde passou milhares de anos congelado até ser desenterrado pelos especialistas há alguns anos. As plantas são parecidas com a atual Silene stenophylla. Esta seria a mais antiga planta recuperada por meio de tecido antigo. Até agora, o recorde era de uma palmeira, gerada a partir de uma semente de 2 mil anos, recuperada numa antiga fortaleza em Masada, em Israel. Sementes e determinadas células podem durar por milhares de anos sob determinadas condições climáticas, mas muitas alegações de longevidade extrema não resistiram a um exame mais minucioso e biólogos aguardam confirmações independentes do estudo. Histórias de trigo crescendo a partir de sementes achadas em tumbas de faraós já foram desacreditadas, por exemplo. Sementes de um tipo de ervilha supostamente de dez mil anos atrás foram achadas em uma mina de ouro soterrada em Yukon, no Canadá. Mas as sementes, datadas posteriormente pelo método do radiocarbono, revelaram-se modernas. A despeito da polêmica, a nova descoberta está calcada em uma datação de radiocarbono acurada. Um caminho similar de investigação do passado distante, o do DNA antigo, foi primeiro desacreditado depois que o anúncio de um DNA de dinossauro se revelou falso. Mas agora, com métodos mais modernos, produziu excelentes resultados na reconstituição do genoma do Neandertal. O novo estudo, feito por um grupo coordenado por Svetlana Yashina e Dadiv Gilichinsky, do Centro de Pesquisa Pushchino, da Academia de Ciências da Rússia, foi publicado na última edição da “Proceedings of the National Academy of Sciences”, a PNAS. — Trata-se de um incrível avanço — afirmou Grant Zazula, do Programa de Paleontologia de Whitehorese, no território Yukon, no Canadá, que revelou que as sementes encontradas na mina canadense eram modernas. — Não tenho dúvidas de que se trata de uma descoberta legítima. Mas o estudo russo deve demandar muitos pedidos de novas provas de legitimidade. — Está muito além do que esperávamos — afirmou Alastair Murdoch, especialista em sementes da University of Reading, no Reino Unido. — Quando as sementes ficam expostas a 7 graus Celsius negativos, depois de 160 anos, apenas 2% delas ainda são capazes de germinar. As sementes usadas no estudo estavam estocadas em tocas de esquilos e ficaram durante todo esse tempo congeladas a temperaturas de 7 graus negativos.

Foto 1: Flor de Silene stenophylla

Foto 2: Sementes vegetais preservadas no gelo por 30 mil anos foram recuperadas e cultivadas no Instituto de Biofísica Celular da Academia de Ciências da Rússia. (Foto: Denis Sinyakov / Reuters)

Foto 3: Sementes pertencem à espécie Silene stenophylla, uma planta com flor. Foram encontradas em uma toca de esquilo da Era do Gelo, em águas congeladas do rio Kolyma, na Sibéria. O material pode ajudar os cientistas a reviver outras espécies, de acordo com a imprensa local. (Foto: Denis Sinyakov / Reuters)


Fontes: globo.com; G1