terça-feira, 31 de julho de 2012

Complexo funerário é achado por arqueólogos no sul do México

Um complexo funerário formado por três câmara mortuárias foi encontrado no sítio arqueológico pré-hispânico de Atzompa, no estado mexicano de Oaxaca, sul do país. Os achados foram divulgados pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) mexicano. O local tem mais de 1.100 anos e está situado em uma edificação construída exclusivamente para armazenar tumbas, que estão dispostas verticalmente umas sobre as outras e, ao contrário do que havia sido identificado até agora, não são subterrâneas.


Foto 1: Complexo funerário é descoberto em Atzompa, sul do México, por grupo de arqueólogos (Foto: INAH/Reuters)


Foto 2: Arqueólogos trabalham na entrada de uma das câmaras mortuárias achadas no México (Foto: INAH/Reuters)


Foto 3: Complexo funerário em sítio arqueológico de Atzompa abriga três câmaras mortuárias (Foto: INAH/Reuters)



Fonte: G1

Fêmea de escorpião é fotografada carregando seis filhotes nas costas

Lisa, uma fêmea de escorpião-imperador(Pandinus imperator) é vista andando com seis filhotes recém-nascidos nas costas no parque da vida selvagem Six Flags Discovery Kingdom, na Califórnia, Estados Unidos. O escorpião-imperador, espécie típica da floresta tropical da África, é um dos maiores escorpiões do mundo. As fêmeas ficam grávidas por até nove meses e dão à luz os filhotes vivos, porém, sem o exoesqueleto. Os pequenos aracnídeos nascem macios e com a coloração branca, e andam ao redor da mãe até a primeira troca de exoesqueleto. Muitas pessoas costumam adotar exemplares de escorpião-imperador como bichos de estimação, já que eles brilham no escuro e são “um pouco” sociáveis, com vida útil entre 5 e 8 anos. 
Foto: Lisa, um exemplar fêmea de escorpião-imperador, carrega nas costas seis filhotes recém-nascidos em parque dos Estados Unidos. (Foto: Nancy Chan/Six Flags Discovery Kingdom/Handout/Reuters) 
Fonte: G1

Novo monitor 3D criado por brasileiro dispensa uso de óculos de grau

Um invento brasileiro promete ajudar o dia a dia de pessoas com problema de visão. O pesquisador da Universidade Federal do Rio Grande do Sul Vitor Pamplona criou monitores 3D que compensam problemas como miopia e vista cansada, e que podem ser usados em computadores, tablets, relógios e até no painel do carro. O projeto, foi aceito no SIGGRAPH deste ano, considerado o fórum mais prestigiado sobre sobre computação gráfica. Pamplona explica que a tecnologia consiste em duas telas de LCD justapostas que fazem as correções necessárias de acordo com as informações da "receita", feita por um software específico. As telas servem para miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia e também problemas mais raros como ceracotone. Cada monitor pode ser usado por até três pessoas. As duas telas de LCD direcionam a luz dos monitores para um só ponto e fazem a correção para que a imagem seja vista sem borrões ou desfocadas, por exemplo. Desta forma, tablets, computadores passam a ser realmente individuais. Se as telas estão programadas para um determinado grau de um problema de visão, outra pessoa, que tem a visão perfeita, não enxergará o que está no monitor. “Em um computador normal, cada pixel do monitor está sendo colocado para todos os pontos do espaço. Com as duas telas de LCD, a emissão de luz é direcionada para apenas um ponto”, disse Pamplona. O experimento pode ser usado como complemento de outros inventos de Pamplona como o Catra e o Netra, aplicativos de celular que diagnosticam catarata e medem o grau de miopia, hipermetropia, presbiopia e astigmatismo. “Se a pessoa tem um sistema de registro, pode fazer a medição com o Netra e enviar para uma rede social ou atualizar diariamente as telas dos monitores. Fechamos um ciclo com os aplicativos e as telas”, disse. O projeto contou também coma colaboração de Manuel Oliveira (UFRGS), Daniel Aliaga (Purdue) e Ramesh Raskar (MIT). Pode parecer exagerado, mas pacientes com miopia, por exemplo, costumam ter um grau estável por cerca de um ano ou mais. Mas em casos de pacientes com diabetes, a miopia ou hipermetropia podem ter variação de até um grau de um dia para o outro. “Normalmente, diabéticos têm mais de um óculos e testam qual é o melhor para aquele dia, usando os aplicativos e as telas, isso não será mais necessário”, disse. Pamplona explica que para que as telas sejam comercializadas, vai depender ainda que os fabricantes façam celulares 3D. As telas de LCD precisam ter 1800 dpi de resolução. Atualmente o visor do iPhone 4 tem 326 dpi. “A ideia é começar a trabalhar os protótipos e entrar em contato com os fabricantes”, disse Pamplona, que acredita que em as telas possam estar no mercado em cinco Foto 1: Divulgação/Na primeira coluna, as fotos vistas por alguém sem nenhum problema de visão, na coluna do meio, como uma pessoa com alto grau de presbiopia as vê e na terceira, com as imagens vistas a partir do novo monitor

Foto 1: Divulgação/Na primeira coluna, as fotos vistas por alguém sem nenhum problema de visão, na coluna do meio, como uma pessoa com alto grau de presbiopia as vê e na terceira, com as imagens vistas a partir do novo monitor

Foto 2: Divulgação/No lado esquerdo um tablet visto por uma pessoa com problemas de visão e do lado direito, monitor com a compensação das lentes



 Fonte: Último Segundo

Arqueólogos acham vestígios que podem ser de reinos citados na Bíblia

Arqueólogos israelenses encontraram várias peças de culto em uma jazida perto da cidade de Beit Shemesh, a cerca de 35 quilômetros de Jerusalém, que permitirão interpretar a descrição que a Bíblia faz dos reinados de Davi e Salomão. A descoberta, exposta nesta semana pelo professor Yosef Garfinkel, da Universidade Hebraica de Jerusalém, e por Saar Ganor, da Direção Israelense de Antiguidades, consiste em três caixas de pedra bem talhadas, e de até 20 centímetros de altura, usadas para conservar objetos de culto divino. "Seu meticuloso desenho responde a descrições feitas na Bíblia do palácio e do templo de Salomão", diz Garfinkel, que está há cinco anos escavando em Khirbet Qeiyafa, também conhecido como Fortaleza Elá, um reduto circular amuralhado de 2,3 hectares e em uma localização estratégica entre as cidades filisteias e Jerusalém. De cor bege rosada, duas das caixas têm uma espécie de pórtico cuja descrição, diz o pesquisador, aparece no primeiro livro de Reis. Foram achadas em casas da cidade e sua altura é exatamente o dobro da largura -- como em prédios achados em Jerusalém --, o que provam a conexão entre a que Garfinkel acredita que era a cidade bíblica de Shearaim e a Jerusalém de Davi e Salomão. "Shearaim, que estava aqui no vale de Elá, significa 'Duas portas'. Esta cidade é a única da época do Primeiro Templo com duas portas, as demais tinham uma", ressalta. Para o pesquisador, os últimos achados, e outros anteriores, reforçam a corrente que vê na Bíblia um relato fidedigno do que poderiam ser eventos históricos. "A exatidão das descrições não nos deixa outra opção e, quem não acredita, deverá também explicar como é possível semelhante similaridade", declarou. Mas, ao contrário de outros historiadores de sua mesma universidade, ele o faz com reserva, e acredita que, como qualquer outro texto de sua natureza, a Bíblia contém episódios fidedignos e outros que não o são. O Antigo Testamento relata com riqueza de detalhes os reinados de Davi e Salomão no século X a.C., mas até agora não existem provas inapeláveis que confirmem a magnificência presente no ideário e arte judaico-cristã posterior ou sequer sua existência. Em Jerusalém e arredores, proliferam ruínas do Período do Segundo Templo (séculos 6 a.C. a 2 d.C.), mas do Primeiro (século XI a.C. a 586 a.C.) existem pouquíssimos vestígios e a maioria continua sujeita a um intenso debate acadêmico e político. Um deles é uma muralha de 70 metros com um monumental torreão e uma torre de vigilância desenterrados junto às muralhas da Cidade Antiga de Jerusalém, apresentada há dois anos como possível obra do rei Salomão. Estruturas fortificadas do mesmo tamanho foram encontradas em Khirbet Qeiyafa, cuja construção os arqueólogos datam por volta do século 10 a.C., contemporânea dos dois reis. Seu desenho urbano, assinala Garfinkel, não responde ao de nenhuma cidade cananeia ou filisteia, também não ao de cidades no reino de Israel, mas se trata de um "planejamento típico" das cidades da Judeia. "É o exemplo mais recente que temos de uma cidade desse reino, e nos indica que este tipo de planejamento (urbano) já estava em uso nos tempos do rei Davi". Ali, em um pedaço de cerâmica, também foi descoberta em 2008 a inscrição hebraica mais antiga conhecida, e que testes de carbono-14 remontam ao mesmo período. O especialista insiste que a construção da cidade tem implicações sem precedentes para compreender esse capítulo da Bíblia, e que, com cerca de 20% já escavada, sua distribuição prova a existência de um reino centralizado que tinha sob sua autoridade várias cidades. 
Foto: Visão de Khirbet Qeiyafa (Foto: Universidade Hebraica de Jerusalém/Divulgação)  
Fonte: G1

Ande mais a pé

O que acha de explorar mais o seu lado pedestre? Apesar de, na maioria das vezes, estarmos presos dentro de carros, ônibus e metrôs, quando trocamos o veículo pelas nossas próprias pernas nós ajudamos a desafogar o trânsito, reduzimos as emissões de carbono e outros gases poluentes e evitamos que muitos litros de combustíveis não renováveis sejam utilizados. Por tudo isso, se tornar pedestre com mais frequência pode ser tão benéfico para a sua cidade e para a sua vida. Ao caminhar, você também percebe muito mais as coisas ao seu redor: um novo vizinho, uma nova loja, um prédio em construção, uma árvore diferente. Andando ao trabalho, à padaria ou à banca de revistas é possível encontrar pessoas e fazer novas amizades. Sem contar que deixando o carro em casa você pratica um dos melhores exercícios que existem. Precisa mais? A cultura do carro não vai desaparecer de uma hora pra outra, mas nós podemos fazer algo para torná-la menos dominante em nossas vidas. Quando deixamos os motorizados de lado percebemos como o trânsito é barulhento, poluído, cheio de motoristas perigosos, como as avenidas estão entulhadas de carros e como tudo seria muito mais agradável sem tantos veículos nas ruas. Portanto, tente você também. Quem sabe você não descobre que andar é o melhor remédio para todos esses problemas?  
Fonte: EcoD

Norte-africanos podem ter fabricado iogurte há 7 mil anos

O iogurte pode ter feito parte do cardápio dos norte-africanos por volta de 7 mil anos atrás, de acordo com um estudo feito em cerâmicas publicado pela revista científica “Nature”. A bebida láctea fermentada deixou vestígios de gordura em fragmentos de cerâmica, sugerindo que os habitantes da região podem ter evoluído para tolerar o leite na idade adulta. Uma equipe da Universidade de Bristol, no Reino Unido, analisou fragmentos de cerâmica que datam de 5,2 mil a 3 mil anos a.C., extraídos do abrigo rochoso Takarkori, nas montanhas Acacus, no sudoeste da Líbia. Embora hoje essa região seja parte do deserto do Saara, há 7 mil anos ela teria sido uma exuberante paisagem, capaz de alimentar animais que produziam leite. Os mesmos pesquisadores já haviam identificado as primeiras evidências de produção leiteira em fragmentos de quase 9 mil anos em Anatólia, onde hoje fica o território oriental da Turquia. Mas os resultados de 7 mil anos atrás são anteriores até mesmo ao surgimento e à disseminação das variantes de genes necessários para a população adulta digerir a lactose existente no leite, diz o arqueólogo biomolecular Richard Evershed. O autor, que comandou o estudo com a cientista arqueológica Julie Dunne, sugere que fazer iogurte pode ter feito os produtos lácteos mais digeríveis. “Eles podem ter consumido leite, mas isso pode tê-los feito passar mal. Talvez o processamento do leite tenha sido feito para reduzir o teor de lactose”, disse.
Foto: Reportagem da 'Nature' mostra fragmentos de cerâmica de até 5 mil a.C. que foram analisados na pesquisa (Foto: Reprodução)  
Fonte: G1

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Filmes infantis educativos em prol de assuntos sustentáveis

Todo o mundo gosta de assistir um bom filme nas horas vagas. As obras cinematográficas podem se tornar mais interessantes ao passar uma lição de vida para os espectadores. Atualmente, as crianças também têm se interessado por filmes de conteúdo educativo. Por isso, aqui estão listados cinco filmes que podem ensinar aos jovens a cuidar da natureza, saber a importância de cada animal viver em seu habitat e como as modificações realizadas pelo homem podem comprometer a vida na Terra.
Filme 1: Horton e o Mundo dos Quem: Lançado em 2008 e dirigido por Jimmy Hayward e Steve Martino, o filme retrata um elefante (Horton), que um dia, ouve um pedido de socorro vindo de uma partícula de poeira que flutua no ar. No grão existe uma comunidade de pessoas que se autodenominam de Quem, com o prefeito Ned, que tem 96 filhas e um filho, Jojo. Ned consegue entrar em contato com Horton, que lhe avisa que seu mundo correrá perigo até que consiga colocar o grão em um lugar seguro. Então, Horton parte em uma jornada até a Montanha Nu (de onde o grão sai voando no início da história). Durante a caminhada, ele é atacado por Vlad, uma ave carnívora contratada para exterminar a flor, e a perde um campo de flores desta mesma espécie e cor. Demora um tempo até ele a achar. No final os animais o prendem em uma gaiola e por um triz não queimam a flor.
Filme 2:Wall.E: Também lançado em 2008, a produtora Pixar Animation Studios lançou o filme Wall.E, em que um exército de robôs compactadores de lixo chamados WALL·E são escalados para limpar a Terra. O personagem principal se apaixona por Eva, outra robô e seguem para o espaço em uma aventura que irá mudar seu destino e o destino da humanidade. O filme conta que a megacorporação Buy-n-LargeA (BNL) desistiu de restaurar o ecossistema da Terra e evacuou a população do planeta em naves estelares totalmente automatizadas, deixando no planeta um exército de robôs para limpeza durante um período de cinco anos. O filme se passa no ano 2805, com o planeta coberto por lixo, como o resultado de décadas de consumismo em massa. Um dia, Wall.E descobre uma pequena planta crescendo entre os resíduos. Com a ajuda de Eva, enviada pela megacorporação para achar sinais de vegetação no planeta, Wall.E pode mudar o rumo da história
Filme 3: A Fuga das Galinhas: Em uma granja dedicada à criação de galinhas em Yorkshire, na Inglaterra, a galinha Ginger procura desesperadamente uma maneira de conseguir escapar ao fim trágico que os seus donos reservaram para ela e os seus companheiros de granja e viver em liberdade num santuário. Após várias tentativas não muito bem sucedidas tentando voar, o galo Rocky entra em cena com uma ambiciosa promessa: ensinar as galinhas a voar. Mas o tempo de Ginger e Rocky é muito curto - a família Tweedy, donos da granja, comprou uma máquina que faz tortas de galinha e começará a funcionar em breve. A atitude irá acabar com toda a população do local, a não ser que Rocky consiga impedir, com a ajuda de todos os habitantes do galinheiro, inclusive os ratinhos Nick e Feacher.
Filme 4: FormiguinhaZ: O longa-metragem lançado em 1998, conta a história de Z - uma formiguinha operária de um formigueiro do Central Park. Não satisfeito com as regras da colônia, e apaixonado pela princesinha Bala, ele luta contra cupins e rapta a princesa para um lugar lendário "Insectopia". Após cruzar o deserto dos "grandes canyons da terra vermelha e branca", como manda a lenda contada na colônia, Z chega com a princesa num lugar que acreditava ser a tal da Instectopia. Mas tem uma surpresa, o local não passa de uma toalha com um piquenique na grama. Para não perder a viagem, ele tenta provar um pão de forma recheado, mas não consegue por causa de um plástico anti-insetos. A partir daí começam as aventuras das formiguinhas que salvam toda a colônia de uma inundação.
Filme 5: Free Willie - Até onde você vai por um amigo: Com o objetivo de mostrar a importância da amizade e de um animal viver em seu habitat-natural, o longa metragem retrata a história de uma orca que foi capturada e confinada em um tanque de treinamento para apresentações artísticas. Sua única chance da orca voltar ao oceano é a amizade de um garoto, de apenas 12 anos, chamado Jesse. O filme, que foi lançado em 1993, teve mais três sequências: Free Willy 2; Free Willy 3 - O resgate; e Free Willy 4 - A grande Fuga. Além disso, a história ganhou uma curta série animada de televisão.

 Fonte: EcoD

Vírus Ebola em Uganda mata 13, afirma Organização Mundial da Saúde

Um surto do vírus Ebola matou 13 pessoas em Uganda, mas as autoridades estão tomando providências para conter a doença, caracterizada por uma febre hemorrágica, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS) no dia 28 de julho. Não existe vacina ou tratamento contra o Ebola, que é transmitido por contato pessoal e, dependendo da cepa, mata até 90 por cento dos que contraem o vírus. O representante da OMS em Uganda, Joaquim Saweka, disse que o surto só foi confirmado no dia 27 de julho, embora infecções suspeitas de serem causadas pelo Ebola tenham surgido no início de julho no distrito de Kibale, cerca de 170 quilômetros a oeste da capital, Kampala. "Há um total de 20 pessoas suspeitas de terem contraído o Ebola e 13 delas morreram", afirmou Saweka. "Uma equipe de especialistas, do governo, da OMS e do Centro de Controle de Doenças, dos Estados Unidos, está no local e acompanha todos os casos suspeitos e todas as pessoas que entraram em contato com os pacientes", acrescentou. Segundo Saweka, ainda não foi confirmada a origem do surto, mas 18 dos 20 casos parecem ter surgido numa mesma família. Kibale fica perto da República Democrática do Congo (RDC), onde o vírus surgiu em 1976 e foi batizado com o nome do Rio Ebola. Os sintomas incluem febre súbita intensa, fraqueza, dor muscular, de cabeça e de garganta, seguida de vômitos, diarreia, erupções cutâneas, prejuízo às funções renais e hepáticas e hemorragia interna e externa. O Ebola havia sido identificado pela última vez em Uganda em maio do ano passado, tendo causado a morte de uma menina de 12 anos. O pior surto no país ocorreu em 2000, quando 450 pessoas foram infectadas, das quais mais da metade morreu.  
Fonte: G1

Número recorde de baleias-francas é visto no litoral de Santa Catarina

Um número recorde de baleias-francas foi visto nos dias 26 e 27 de julho no litoral catarinense. Foram 103, de acordo com os monitoramentos feitos pelo Projeto Baleia Franca divulgados na tarde do dia 27 de julho. Na primeira parte do sobrevoo, feito no dia 26 e foram vistos 62 animais entre Imbituba, no sul catarinense, e Torres, no Rio Grande do Sul. Na segunda parte, realizada no dia 27, entre Imbituba e Lagoinha do Leste, em Florianópolis, foram observadas mais 41 baleias. Do total dos dois dias, 32 eram filhotes, muito deles bem pequenos, podendo ter nascido há poucos dias. Desde julho de 2002, quando o primeiro monitoramento por voo foi realizado, este é o ano em que mais baleias foram avistadas. O recorde anterior pertecia a 2009, quando foram vistos 61 animais. Alguns desses mamíferos, que estiveram no litoral catarinense há três anos, retornaram para procriar, já que o ciclo reprodutivo da espécie é trianual, segundo o Projeto Baleia Franca. Também foi localizado um filhote albino, ocorrência rara na espécie devido à baixa probabilidade de combinação genética necessária para essa característica. “O resultado deste sobrevoo pode ser um reflexo do crescimento populacional da espécie e é uma recompensa por nossos esforços de conservação e pesquisa do Projeto Baleia Franca", comemora Karina Groch, diretora de pesquisa da entidade.
Foto: Filhote albino, ocorrência rara na espécie, foi um dos animais observados (Foto: Paulo Flores, ICMBio/PBF-Brasil)  
Fonte: G1

Nova espécie de crustáceo ganha nome em homenagem a Bob Marley

O pesquisador Paul Sikkel, da Universidade Estadual do Arkansas, nos EUA, ao descobrir uma nova espécie de crustáceo que habita áreas de corais no leste do Caribe, resolveu homenagear o cantor de reggae Bob Marley. O pequeno parasita Gnathia marleyi ganhou esse nome por causa do “respeito e admiração” que o biólogo tem pela música do artista. “Além disso, essa espécie é exclusivamente caribenha, como foi o Marley”, disse o especialista ao jornal americano "USA Today". O animal fica escondido em corais e esponjas, e infesta peixes que vivem por ali. A espécie foi descrita na edição de julho da revista científica "Zootaxa".


Foto 1: Crustáceos Gnathia marleyi vistos ao microscópio. (Foto: Paul Sikkel/Divulgação)


Foto 2: Bob Marley em imagem de 1976. (Foto: AFP)


Foto 3: AP/Nova espécie de parasita marinho recebeu o nome de Bob Marley  






Fontes: G1; Último Segundo; estadao.com.br

Lagartixa deixou de ter pata colante 9 vezes durante evolução

Cientistas descobriram que durante o processo evolutivo das lagartixas, sua sola pegajosa -- que gruda em diversos tipos de superfícies e ajuda o réptil a escalar paredes, desapareceu ao menos nove vezes, mas reapareceu outras 11 vezes, de acordo com estudo publicado na revista PLoS ONE. A investigação científica aponta a existência de 1.450 espécies conhecidas de lagartixas, sendo que 60% delas têm patas com característica pegajoda e adesiva. Um grupo de estudiosos da Universidade Villanova, na Pensilvânia, Estados Unidos, conseguiu construir uma árvore genealógica de lagartixas a partir da análise do DNA de muitas espécies. Em seguida, eles acrescentaram a informação sobre a existência de patas colantes, fato que ajudaria a determinar, em diferentes versões, quando essa característica surgiu. O modelo mais provável alcançado pelos cientistas é que as patas pegajosas apareceram 11 vezes durante a formação das espécies, mas desapareceram em outras nove ocasiões ao longo da evolução da lagartixa. 
Foto: Lagartixas penduradas na parede. Característica pegajosa das patas sumiu ao menos nove vezes durante processo evolutivo de espécies, apontam cientistas. (Foto: Reprodução/YouTube)  
Fonte: G1

domingo, 29 de julho de 2012

Japão inova em aquário e colore ambiente de medusas e águas-vivas

Animais marinhos atraem a atenção de visitantes em Tóquio. A instalação com invertebrados lembram os olhos humanos.


Foto 1: Exemplares de medusas-da-lua (Aurelia aurita) nadam em aquário da cidade de Tóquio, no Japão (Foto: Itsuo Inouye/AP)


Foto 2: Medusa em outro tanque do aquário Sunshine, de Tóquio. Instalação lembra globo ocular humano. (Foto: Itsuo Inouye/AP)


Foto 3: Visitantes observam medusas e águas-vivas em instalação de aquário no Japão. (Foto: Itsuo Inouye/AP)  


Fonte: G1

Astronauta a bordo da ISS capta imagem de aurora austral


O engenheiro de voo e astronauta da Nasa Joe Acaba, que está a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), fez uma imagem da aurora austral, ou 'luzes do Sul', a mais de 380 km da Terra. A foto foi tirada no dia 15 de julho. Assim como a aurora boreal, no Hemisfério Norte, o fenômeno ocorre pelo contato de ventos solares com o campo magnético da Terra.
 Foto: Joe Acaba/Nasa/AP

Arqueólogos encontram barca funerária de 5 mil anos no Egito

Uma equipe de arqueólogos encontrou no Egito uma barca funerária de madeira que possivelmente teria sido usada durante a era do rei Den, na primeira dinastia faraônica, em torno do ano 3.000 a.C., informou no dia 25 de julho o Ministério egípcio de Antiguidades. Em comunicado, o ministro Mohammed Ibrahim destacou que a barca se encontra em bom estado e foi achada na zona arqueológica de Abu Rauash, situada na província de Guiza, ao oeste da capital Cairo.Ibrahim precisou que uma delegação do Instituto Cientista francês de Antiguidades Orientais estava escavando o lugar no momento em que descobriu alguns vestígios da barca, concretamente 11 tábuas de madeira, cada uma com 6 metros de comprimento e 1,5 de largura. Estas peças arqueológicas foram transferidas ao centro de reabilitação do Grande Museu egípcio, onde serão tratadas para garantir sua conservação. Posteriormente, elas deverão ser expostas no Museu Nacional da Civilização Egípcia, na sala dedicada ao Rio Nilo. Um responsável deste museu, Hussein Abdel Basir, assegurou que a embarcação achada era do tipo funerário, que eram colocadas ao lado dos túmulos das pessoas para que estas pudessem utilizá-las em outro mundo. Este mesmo tipo de embarcação já foi encontrada próxima às tumbas dos faraós, que também acreditavam que as mesmas poderiam ser usadas em uma nova vida. Em fevereiro, arqueólogos iniciaram os trabalhos para extrair centenas de peças de madeira da segunda barca solar do mais poderoso dos faraós egípcios, Keops (2609-2584 a.C.), pertencente à IV dinastia faraônica.


Foto 1: Embarcação tem cerca de 6 metros de comprimento e 1,5 metro de largura. (Foto: AFP)


Foto 2: Efe/Barca foi achada na zona arqueológica de Abu Rauash, situada na província de Guiza  

Fontes: G1; Último Segundo; estadao.com.br

Agrotóxicos são uma ameaça para colônias de abelha

Os agrotóxicos são os novos vilões das abelhas. Segundo biólogos da Universidade da Califórnia, em San Diego, uma pequena dose da substância pode afetar a sobrevivência de toda a colônia. O resultado da pesquisa foi divulgado essa semana, na revista científica “Journal of Experimental Biology” e mostrou que o contato das abelhas com agrotóxicos usados em plantações, diminui o apetite dos insetos, além de reduzir a habilidade de recrutar as companheiras para encontrar bons restos de comida. Para os pesquisadores, o principal suspeito na queda da população das abelhas é chamado de “inseticida imidacloripe”. A equipe testou a ação de uma pequena dose do inseticida nas abelhas, na mesma quantidade do néctar que ela costuma se alimentar, e observou que o apetite delas mudou completamente. Os estudiosos ainda detectaram que o contato com o agrotóxico afetou o sistema de comunicação das abelhas. “A exposição ao agrotóxico considerado seguro pode afetar negativamente a saúde das colônias de abelhas”, afirmou James Nieh, professor de biologia da Universidade de San Diego, e um dos autores do estudo. A redução das abelhas é preocupante devido seu importante papel de polinização, que contribui na preservação da vida vegetal e também na manutenção da variabilidade genética. 
Foto: Os agrotóxicos contaminam o néctar que as abelhas costumam se alimentar/Foto: sxc.hu  
Fonte: EcoD

Cientistas usam genética em busca de 'Pé Grande'

Cientistas estão lançando mão de testes genéticos para tentar comprovar a existência do humanoide conhecido como Pé Grande, yeti e sasquatch. Um projeto em parceria entre a Universidade de Oxford e o Museu de Zoologia de Lausanne, na Suíça, vai examinar os restos orgânicos que alguns dizem pertencer à criatura vista em áreas remotas durante décadas. "É uma área na qual qualquer acadêmico sério se aventura com um grau de inquietação (...). Está cheio de relatos excêntricos e enganosos", diz Bryan Sykes, do Wolfson College de Oxford. A equipe usará os últimos avanços em testes genéticos, acrescentou. "Houve testes de DNA feitos em supostos yetis e outras coisas do gênero, mas desde então as técnicas de teste, particularmente do cabelo, melhoraram muito devido aos avanços na ciência forense", disse à Reuters. Os testes modernos poderiam conseguir resultados válidos a partir de um fragmento de cabelo, disse Sykes, que lidera o projeto junto a Michel Sartori, diretor do museu de Lausanne. Desde que uma expedição de 1951 ao Monte Everest voltou com fotos de pegadas de pés gigantes na neve, há especulações sobre criaturas gigantes no Himalaia, desconhecidas para a Ciência. Houve relatos de testemunhas do 'yeti' ou 'migoi' no Himalaia, de 'Pé Grande' ou "Sasquatch" nos EUA, do "almasty" nas montanhas do Cáucaso e de "orang pendek' em Sumatra. Os testes feitos até agora geralmente concluíram que supostos restos do yeti corresponderiam a humanos, explicou Sykes. No entanto, isso poderia ter sido resultado da contaminação. "Não houve uma revisão sistemática desse material", diz o pesquisador. O projeto se concentrará no arquivo de restos de Lausanne, compilado por Bernard Heuvelmans, que investigou relatos de entre 1950 e 2001. Os cientistas também pedirão a outras instituições e indivíduos que enviem detalhes de qualquer possível material relacionado com o yeti. As amostras serão submetidas a uma "rigorosa análise genética" e os resultados serão publicados em revistas científicas revisadas por outros especialistas. Além da questão sobre o yeti, Sykes disse que espera que o projeto acrescente informação ao crescente conhecimento sobre a interação entre os ancestrais da humanidade. "Nos últimos dois anos ficou claro que houve uma considerável mistura entre o Homo sapiens e o Neandertals (...) Cerca de 2% a 4% do DNA de cada europeu é neandertal", disse. Uma hipótese é que os yetis seriam Neandertais. O projeto levará amostras de DNA de áreas onde ele foi supostamente visto para ver se os indícios de DNA Neandertal são mais fortes na população local. "Há possibilidades de êxito? A resposta é, claro, não sei", diz Sykes. "É improvável, mas por outro lado se não examinarmos, não saberemos", acrescentou.  
Fonte: estadao.com.br

sábado, 28 de julho de 2012

Fotógrafos retratam caleidoscópio de cores no Havaí

Os fotógrafos Nick Selway e CJ Kale registraram as cores das ondas no Havaí. Em momentos diferentes do dia, os efeitos de cores na água são distintos. Algumas das cores vibrantes são produzidas pela combinação da água do mar com o céu. As imagens registradas pelos fotógrafos lembram um caleidoscópio de cores. CJ Kale, que é nascido no Havaí, disse: "Esta é uma ilha tão bonita. Todas as cores parecem se refletir na água enquanto fotografamos". "Nós passamos a maior parte do nosso tempo na água fotografando, mas conseguir este tipo de espetáculo requer paciência", diz o fotógrafo. "Felizmente desta vez tivemos sorte e conseguimos algumas destas imagens incríveis", afirma Kale.


1- Ondas Coloridas e o Nascer do Sol


2 – Cores das Ondas


3 – Efeitos Distintos


4 -Espuma e Areia


5 – Mar e Céu
 

6 – Caleidoscópio de Cores
 

7 – Sol
 

8 – Fotografias
 

9 – Paciência
 

10 – Imagens Incríveis  





Fonte: MSNVERDE

Arqueólogos encontram moedas milenares em ruínas de Israel

Um tesouro com moedas de ouro milenares foi desencavado de um terreno onde forças cristãs e muçulmanas travaram batalhas pelo controle da Terra Santa durante as cruzadas, disseram arqueólogos no dia 11 de julho. O material estava nas ruínas de um castelo em Arsuf, local estratégico durante o conflito religioso dos séculos 12 e 13. As 108 moedas formam uma das maiores coleções de moedas antigas já descobertas em Israel. Elas estavam em uma jarra de cerâmica sob uma lajota, no topo das ruínas que ficam à beira-mar, a 15 quilômetros de Tel Aviv. "É uma descoberta rara. Não temos muito ouro que foi circulado pelos cruzados", disse Oren Tal, professor da Universidade de Tel Aviv que comandou a escavação. Local foi palco de batalha histórica: Foi em Arsuf que as forças do rei inglês Ricardo Coração de Leão derrotaram o líder islâmico Saladino. Cerca de 80 anos depois, em 1265, os muçulmanos voltaram sob o comando de outro general e sitiaram a cidade por 40 dias. Quando os muros externos caíram, os cavaleiros cruzados recuaram para o castelo, que acabou sendo destruído. Tal acredita que o tesouro tenha pertencido à Ordem de Malta, cujos membros habitavam o castelo. As moedas talvez seriam usadas para pagar o arrendamento das terras, ou fossem o lucro de atividades industriais, disse o arqueólogo. Ao todo, as moedas pesam cerca de 400 gramas. Algumas foram cunhadas dois séculos antes no Egito, e elas serão estudadas nos próximos seis meses, disse Tal. "O estudo dessas moedas irá contribuir para a nossa compreensão de como interações econômicas de grande escala eram feitas na época", disse ele.


Foto 1: Pote com 108 moedas foi achado em ruínas de castelo que foi palco de conflitos religiosos durante as cruzadas, que ocorreram entre os séculos 12 e 13 d.C. (Foto: Baz Ratner/Reuters)


Foto 2: Segundo pesquisadores, moedas seriam utilizadas para pagar o arrendamento de terras ou lucro por atividades industriais da época. (Foto: Baz Ratner/Reuters)  

Fontes: G1; Último Segundo; estadao.com.br

Cratera em deserto do Turcomenistão pega fogo há mais de 40 anos

Uma cratera gigante no meio do deserto de Karakum, no Turcomenistão, país da Ásia Central, pega fogo há mais de 40 anos e tem sido chamada por seus 350 habitantes de "Porta para o inferno". Com 70 metros de diâmetro, o buraco fica na vila de Derweze, a leste do Mar Cáspio e 260 quilômetros ao norte da capital Achkhabad. À primeira vista, o local em chamas parece uma cena de filme de ficção científica, como descreve o jornal britânico "Daily Mail". O brilho da cratera pode ser visto por vários quilômetros ao redor da aldeia. A área tem uma quantidade significativa de petróleo e gás natural. E o "incêndio" começou quando geólogos da ex-União Soviética perfuravam a região, em 1971, para obter gás. O chão sob a plataforma cedeu e abriu o buraco. Temendo que pudessem ser liberados gases tóxicos, a equipe decidiu pôr fogo no lugar. Esperava-se que as chamas usassem todo o combustível em alguns dias, mas o processo tem demorado muito mais. Enquanto isso, visitantes viajam até lá para conferir o fenômeno de perto. Em abril de 2010, o presidente do país, Gurbanguly Berdimuhamedow, visitou a "Porta para o inferno" e ordenou que o local seja fechado.
Foto: Cratera no Turcomenistão atrai a atenção de moradores, visitantes e geólogos (Foto: Daily Mail/Reprodução)
Se você quiser saber mais sobre esta cratera, leia no nosso blog em "Porta para o Inferno".
Fonte: G1

Orangotango asiático ameaçado de extinção nasce em zoo da França

Um filhote de orangotango-de-bornéu (Pongo pygmaeus) que nasceu no dia 15 de julho no Parque Zoológico de Amnéville, no nordeste da França, foi apresentado no dia 20 de julho. O bebê Dwi vive com a mãe, Julietta, que chegou ao local em 2007, após sair da ilha britânica de Jersey A espécie de orangotango é nativa do Bornéu, no Sudeste Asiático, e corre risco por causa da devastação das florestas da região. Animais parecidos que vivem na ilha de Sumatra, na Indonésia, sofrem com o mesmo problema. Nascimentos em cativeiros como o de Dwi são raros 
 Fotos: Jean-Christophe Verhaegen/AFP  
Fonte: G1

ONG pede que encantadores de serpentes usem répteis falsos

A organização internacional protetora de animais PETA pediu nesta sexta-feira aos encantadores de serpentes da Índia que utilizem répteis de mentira em suas atuações em um festival que começará na semana que vem. Em comunicado, a ONG denunciou que as serpentes costumam ser maltratadas no Naag Panchami, festival hindu em homenagem à espécie que é celebrado em vários pontos do país. "Não há lugar em uma sociedade civilizada para se arrancar os dentes das serpentes ou costurar suas bocas", criticou o coordenador da PETA na Índia, Chani Singh. Segundo a organização, os encantadores também obrigam frequentemente os répteis a beber leite, o que provoca desidratação e às vezes leva a morte dos animais semanas depois. Além disso, as glândulas que carregam o veneno da serpente são perfuradas com uma agulha quente. A PETA fez um pedido para a instituição que representa os encantadores na Índia para que sejam utilizados répteis falsos. "Nós não caçamos serpentes nem organizamos o festival. Somos contra da crueldade", disse à Agência Efe o porta-voz da instituição, Sandeep Mukherjee. O porta-voz acrescentou que os encantadores de serpentes "não têm outra maneira de ganhar a vida" e pediu que o governo ajude a categoria, composta de milhares de pessoas. Desde 1972, é crime na Índia capturar, maltratar ou matar serpentes, embora a legislação não tenha sido respeitada nos últimos anos e seja possível encontrar encantadores em diversos pontos do país. 
Foto: Getty Images/Encantador de serpente se apresenta durante festival na Índia  
Fonte: Último Segundo

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Fotógrafo americano mostra beleza de grandes predadores do mar

O fotógrafo Brian Skerry arrisca a vida nadando ao lado de algumas das criaturas mais perigosas do mar, como baleias gigantes, arraias com agulhões venenosos e tubarões conhecidos como 'devoradores de humanos'. Skerry diz ser 'um explorador do oceano' e ter se sentido atraído pelo ambiente marinho desde os 15 anos. 'A fotografia submarina é muito desafiadora, porque você não pode usar uma lente telescópica, precisa chegar muito perto de seus objetos, a luz é complicada e você está trabalhando em um ambiente desconhecido', explica. Skerry diz acreditar que a maioria dos animais que fotografa tem 'curiosidade' sobre ele. 'O animal permite que você chegue muito perto dele, tolera você. Espero que eu não dê uma impressão intimidadora.' O fotógrafo americano chega a passar até três meses em um local, explorando e fotografando diversas espécies marinhas. Ele diz sentir um 'medo saudável' dos animais e pesquisar sobre seu comportamento antes dos mergulhos.


Foto 1: Curiosidade Animal


Foto 2: Peixe Budião


Foto 3: Peixe-Boi


Foto 4: Tubarão da Galha Branca


Foto 5: Arraia de Cauda Curta


Foto 6: Recife de Corais


Foto 7: Trabalho desafiador


Foto 8: Tubarão bico-fino


Foto 9: Baleia-franca-austral


Foto 10: Peixe-palhaço 



Fontes: G1; MSNVERDE