quarta-feira, 6 de março de 2013

Olhos azuis e canto permitem identificar duas espécies de corujas

Cientistas da Universidade do Estado de Michigan, nos Estados Unidos, identificaram duas novas espécies de corujas das Filipinas. Os animais eram conhecidos há cerca de 15 anos, mas só agora houve a confirmação de que se tratam de novos tipos de animais, dizem os pesquisadores. Uma das espécies, chamada de Ninox rumseyi, era considerada extinta até agora, diz a pesquisadora Pam Rasmussen, responsável pela descoberta. Na região filipina de Cebu, onde a coruja-águia foi encontrada, o desmatamento praticamente acabou com as florestas. A espécie foi identificada graças ao seu canto diferente do pio de outras corujas, disse Pam em entrevista ao site da universidade. "As corujas não aprendem a cantar. O som faz parte do seu DNA, é usado para atrair parceiros ou defender o território. Então se um chamado é diferente, deve ser uma nova espécie", afirma a pesquisadora. A outra coruja-águia, a Ninox leventisi, foi encontrada na ilha filipina de Camiguin. Ela possui olhos azuis, o que a diferencia de outras espécies. Além disso, o animal possui canto e características físicas distintas, segundo o estudo. A demora para o reconhecimento da espécie ocorreu porque há uma variação muito grande entre as corujas e porque o canto das duas espécies não havia sido objeto de estudo, de acordo com a pesquisadora.
Foto: Ilustração mostra espécies de corujas descobertas nas Filipinas (Foto: John Gale/MSU/Divulgação)
Fonte: G1

Pilares do Santuário

Arqueólogos acreditam que os pilares do templo de Göbekli Tepe, na Turquia, que têm 11.600 anos e medem cerca de 5,5 metros podem representar dançarinos rituais em uma cerimônia.
Foto: Vincent J. Musi / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Saiba como descartar fraldas descartáveis

 

As fraldas descartáveis são recicláveis, mas ainda não existe no Brasil um sistema de reaproveitamento. Um bebê consome cerca de 3,6 mil fraldas durante a vida. Para evitar a contaminação do planeta, o melhor a fazer é reduzir o consumo e evitar o desperdício. Procure evitar usar as fraldas de forma desnecessária. Também tente usar a alternativa mais sustentável: as fraldas de pano. Longe de serem “coisas da vovó”, essas fraldas foram repaginadas nos últimos anos e voltam a ganhar adeptos.
Foto: Sxcf.hu
Fonte: EcoD
 



 

 

Agência Europeia alerta sobre riscos de alta quantidade de lixo espacial


Uma nave espacial tripulada se choca com um pedaço de lixo espacial e fica orbitando à deriva. Esse é o tema do filme "Gravity", estrelado por George Clooney, com data de lançamento prevista para 2013, que fez a Agência Espacial Europeia (ESA) anunciar com preocupação que esta é possibilidade real. Em comunicado, o órgão aponta que dos mais de 6 mil satélites lançados desde o começo da era espacial, menos de mil seguem operacionais, enquanto o restante entrou novamente na atmosfera ou segue em órbita abandonado. A situação, de acordo com a agência, significa um alto risco da geração de novos fragmentos de lixo espacial, caso as baterias ou o combustível desses equipamentos causem explosões. Sobre o potencial destrutivo do material que está em órbita, a ESA explicou que um parafuso, com cerca de dois centímetros que sobrevoe a Terra a uma velocidade de 7,5 quilômetros por segundo pode destruir um satélite. A entidade apontou ainda que mesmo não se lançando novos satélites, as simulações mostram que os níveis de fragmentos em órbita seguiriam aumentando. Por isso, a ESA criou a iniciativa "Clean Space" (espaço limpo). A agência investiga métodos que contribuam para minimizar o impacto das atividades especiais europeias, reduzindo a geração de resíduos tanto na Terra como no espaço. Os projetos incluem controlar o impacto das tecnologias espaciais sobre o meio ambiente, desde seu desenho e fabricação até sua eliminação no fim de sua vida útil. Entre os novos processos industriais que se incluem nessa filosofia, por exemplo, estão métodos inovadores de soldagem, por exemplo, que permitem o uso de menos materiais e menos energia, para produzir resultados de maior qualidade.
Foto: Mapa mostra quantidade de lixo espacial na órbita terrestre. (Foto: Nasa / AP Photo)
Fonte: G1; Último Segundo

Mico visto somente em Rondônia está na lista de risco de extinção


O Mico rondoni é o mais recente primata descoberto no mundo e já está na lista de animais em risco de extinção do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e da União Internacional de Conservação da Natureza (UICN), conforme a bióloga e pesquisadora Mariluce Rezende Messias, da Universidade Federal de Rondônia (Unir). Encontrada somente em Rondônia, a espécie de 2008 foi publicada em 2010 na revista científica International Journal of Primatology pelo pesquisador Stephen Ferrari, que coletou um exemplar do macaco e o depositou na coleção científica de primatas do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém (PA), procedimento que segundo bióloga, torna possível o reconhecimento da nova espécie pela comunidade científica. A espécie ainda está em processo de estudos, não sendo possível estimar a quantidade de exemplares da região. O mico de Rondônia, como é conhecido popularmente, foi encontrado pela primeira vez em 2008, em pontos da Zona Zoológica 5 (ZZ5) que inclui a região esquerda do Rio Machado em Ji-Paraná, lado direito do Rio Madeira, e ao sul de Rondônia acima da Serra dos Pacaás Novos em Guajará-Mirim. “É uma espécie que infelizmente é rara, isso fez com que a espécie já fosse considerada em estado de vulnerabilidade pelo Ibama”, explica a bióloga. Outro motivo desta classificação é a redução do espaço territorial do macaco que se alimenta de frutas, insetos e goma de árvores. A Floresta Nacional (Flona) do Jamari em Itapuã do Oeste, a Estação Ecológica de Samuel e uma fazenda particular ao lado da Flona do Jamari são os pontos que o Mico rondoni já foi encontrado e catalogado. A espécie também aparece constantemente na mata em torno da Universidade Federal de Rondônia, em Porto Velho. "Essa mata residual em torno da Unir é o habitat natural do macaco, mas como há obras, ainda não sabemos o que fazer e nem como ele vai sobreviver”, diz a bióloga. O Mico rondoni pode pesar até 400 gramas, o comprimento máximo do corpo é de 260 milímetros e a cauda pode chegar a 295 milímetros. “É um animal muito territorialista, arisco e com hábitos que ainda estão sendo estudados. Faltam informações para sabermos quais ações tomar”, diz a bióloga. Mariluce diz que as obras na universidade são prejudiciais ao animal, porque estão reduzindo o espaço natural, além de obrigar o macaco a se adaptar a áreas mais abertas, aumentando o risco de extinção do mico de Rondônia. "Precisamos estabelecer um plano de conservação, porque daqui alguns anos a única espécie endêmica de primatas, que só ocorre em Rondônia, não vai mais existir", conclui a bióloga.
Foto: Mico rondoni é arisco e está em situação de vulnerabilidade (Foto: Ibama/Divulgação)
Fonte: G1

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Esperma congelado evita extinção de corais do Havaí, Caribe e Austrália

Pouco antes do pôr-do-sol no campus do Instituto de Biologia Marinha do Havaí, Mary Hagedorn aguardava a desova de seus corais-cogumelo. Em relação aos outros corais, o Fungia é bastante confiável, geralmente liberando seu esperma e seus ovos dois dias após a lua cheia. Já haviam se passado três. "Às vezes ficamos frustrados", contou, aflita. Os corais recalcitrantes ficavam ao ar livre, em pratos de vidro cheios de água, dispostos em fileiras em uma mesa de laboratório feita de aço. Cada um deles tinha aproximadamente o tamanho e a forma da parte de cima de um cogumelo portobello, com um resplendor de arestas marrons que irradiava a partir de uma boca cor de rosa, hermeticamente fechada. Sob o olhar atento de Hagedorn e sua assistente, um dos corais apertava a boca e parecia soltar o ar, lançando uma nuvem de esperma no prato com um vigor surpreendente. A água borbulhava como se fosse aveia quente. Fisiologista da reprodução do Instituto Smithsonian, Hagedorn está basicamente construindo um banco de esperma de corais do mundo todo. Sua expectativa é de que a coleção – criada nos últimos anos a partir de corais encontrados no Havaí, Caribe e Austrália – seja um dia usada para restaurar e até mesmo reconstruir recifes danificados. Ela estima ter congelado 1 trilhão de amostras de esperma de corais, o suficiente para fertilizar de 500 milhões a 1 bilhão de ovos. Além disso, existem 3 bilhões de células embrionárias congeladas; algumas delas têm características de células estaminais, o que significa que podem ter potencial para se desenvolver como corais adultos. Em relação ao número de corais presentes no mar, a coleção de Hagedorn – armazenada em seu laboratório e em vários repositórios de zoológicos – é pequena. Até agora, porém, é a única do gênero. Embora os corais possam se reproduzir de modo assexuado – isto é, fragmentos de corais podem se desenvolver como clones de seus pais – Hagedorn assinala que apenas a reprodução sexual mantém a diversidade genética de populações, e com ela a capacidade de sobrevivência e adaptação de uma espécie frente às mudanças. No caso dos corais, o número de parceiros prováveis está diminuindo: com o aquecimento dos oceanos provocado pela mudança climática, os corais estão se tornando mais vulneráveis a doenças – e ao branqueamento, um problema que faz os corais estressados expelirem as algas coloridas que são fundamentais para o seu suprimento alimentar. Nos últimos anos, os eventos de branqueamento têm deixado de ser curiosidades locais e se tornado fenômenos mundiais, e em alguns casos, são tão graves e de duração tão longa que os corais não conseguem se recuperar. Enquanto isso, níveis crescentes de dióxido de carbono estão acidificando os oceanos, impedindo o crescimento dos esqueletos dos corais e enfraquecendo lentamente os ossos de carbonato de cálcio dos recifes de todo o mundo. No Caribe, as altas temperaturas da água, os surtos de doenças, a pesca predatória e outras calamidades já mataram 80 por cento dos corais da região, reduzindo muitos recifes a algas e entulhos. Uma série de problemas similares está matando corais no Pacífico, e acredita-se que a extensão de corais vivos diminuiu pela metade nas partes central e ocidental do oceano entre o início dos anos 1980 e 2003. Se esse declínio continuar, quase todos os recifes do mundo devem desaparecer até 2050. Estima-se que um quarto de todas as espécies marinhas das quais se tem conhecimento têm alguma associação com recifes de corais; algumas talvez consigam sobreviver com algas, mas não todas. Neste mês, pesquisadores que participaram do Simpósio Internacional de Recifes de Coral em Cairns, na Austrália, resumiram a situação: "Considerados em conjunto, esses fatores de tensão relacionados ao clima representam um desafio sem precedentes para o futuro dos recifes de coral e os serviços que eles prestam às pessoas". Para os cientistas marinhos cujas carreiras dependem dos recifes de coral, a coleção de Hagedorn pode trazer tranquilidade. "A Mary é minha apólice de seguro", disse Greta Aeby, bióloga que trabalha em um laboratório montado em um cais na Ilha Coconut e estuda doenças de corais em todo o Pacífico. "Estamos trabalhando o mais rápido possível", acrescentou, "mas não é suficiente. Eu sempre digo aos meus alunos: 'Pesquisem mais rápido!'". Durante décadas, preservacionistas têm trabalhado para proteger os recifes com reservas marinhas, regulamentos de pesca e outras medidas. Apesar de algumas conquistas importantes, apenas 27 por cento dos recifes do mundo se encontram dentro de reservas, e a criação delas, na melhor das hipóteses, ocorre sem regularidade. Com o aumento das pressões trazidas pelas mudanças climáticas, até mesmo os biólogos marinhos mais otimistas dizem que o futuro dos recifes de corais depende de refúgios – lugares onde as ameaças locais são mínimas, ou onde os corais ficam biologicamente mais adaptáveis às pressões da mudança climática. Embora Hagedorn apoie essas estratégias tradicionais de preservação, ela está se preparando para vê-las fracassar. Enquanto congela amostras de esperma e ovos de corais para utilização no futuro, colegas seus estão aperfeiçoando técnicas para criar corais em cativeiro, a fim de reintroduzir corais jovens em seus habitats naturais. Ela e seus colegas, porém, têm que se esforçar para arrecadar dinheiro de modo a sustentar suas iniciativas, que são muitas vezes vistas como uma distração em relação à urgência do trabalho da proteção do habitat. "Em um mundo ideal, gostaríamos de fazer as duas coisas", disse Stephen Palumbi, diretor do Estação Marinha Hopkins, da Universidade Stanford. "Claro que, em um mundo ideal, não haveria restrições de financiamento." Ainda assim, as duas estratégias podem vir a ser necessárias. "Proteger as comunidades de peixes, garantir que a qualidade da água seja boa, todos esses esforços podem assegurar a existência de diversos corais por décadas", disse Nancy Knowlton, renomada bióloga especializada em recifes de coral do Instituto Smithsonian. "Mas se continuarmos nessa trajetória de emissão de gases do efeito estufa, o único lugar onde conseguiremos encontrar muitos corais serão os congeladores da Mary." Desde 1949, quando o biólogo britânico Christopher Polge congelou e descongelou com sucesso um frasco de esperma de galo, os cientistas utilizaram a técnica em dezenas de espécies, incluindo seres humanos, porcos, ostras e zangões. No entanto, cada espécie reage de um modo ao congelamento de seu esperma, e dominar a criopreservação de uma única espécie pode levar anos de experimentos. Os ovos e as amostras de esperma, por serem muito maiores, são ainda mais difíceis de preservar. "Às vezes, é preciso levar vários tapas na cara para chegar ao próximo passo", disse Kenneth Storey, pesquisador de criopreservação da Universidade de Carleton, em Ottawa. "Esse é um trabalho árduo, um trabalho empírico árduo. É difícil." Em seu trabalho no Havaí e em outros lugares, Hagedorn encontrou não apenas as frustrações, mas também a natureza peculiar e misteriosa dos corais. Ao mesmo tempo vegetais, animais e minerais, os corais são colônias de criaturas simples, chamadas de pólipos, alojadas em esculturas distintas de carbonato de cálcio que formam os recifes de coral. Pouco se sabe a respeito da reprodução dos corais: a desova periódica de esperma e ovos de coral era basicamente desconhecida pelos cientistas até o início de 1980, quando uma equipe de pesquisadores australianos, ao realizar um mergulho noturno, começou a encontrar inúmeras ovas de cabeça para baixo. Os pesquisadores ainda não sabem ao certo o motivo de tantas desovas estarem ligadas às fases da lua. Como o coral Fungia do campus do Instituto de Biologia Marinha do Havaí, os corais, por vezes, alteram seus horários de desova previstos, e Hagedorn passou noites na costa de Porto Rico e Belize ansiosa, à espera de que corais ameaçados começassem a sua desova anual em águas abertas. Mas a sorte esteve com ela no segundo semestre do ano passado, quando viajou com um grupo de colegas para a Austrália, a convite do Instituto Australiano de Ciência Marinha. Usando técnicas desenvolvidas por Hagedorn, eles coletaram e congelaram o esperma e as células de colônias de Acropora tenuis e Acropora millepora, duas das cerca de 400 espécies de corais nativas da Grande Barreira de Corais. Hoje, as células e as amostras de esperma dos corais estão armazenadas em nitrogênio líquido no Zoológico Taronga Western Plains, em Nova Gales do Sul, juntamente com amostras congeladas de esperma de coalas, cangurus da espécie Petrogale xanthopus e dugongos. Em 2009, JoGayle Howard, pesquisadora do Zoológico Nacional conhecida como a "rainha do esperma", produziu grupos saudáveis de furões-do-pé-preto por meio da inseminação de um furão fêmea com esperma coletado e congelado mais de 20 anos antes, proporcionando uma diversidade genética valiosa para as espécies ameaçadas de extinção. Howard, que morreu em 2011, continua sendo uma inspiração para Hagedorn: quando o clima tropical ou os caprichos da desova de corais interrompem o seu trabalho, ela gosta de lembrar que até mesmo um frasco de esperma congelado pode fazer todos os problemas valerem a pena. "Lembremos do furão-do-pé-preto", disse ela. "Apenas alguns poucos indivíduos podem fazer com que uma população comece de novo." 
Foto: Bruce Dale / National Geographic Image Sales/Cientistas estão construindo um banco de esperma de corais do mundo todo  
Fonte: Último Segundo

Fotógrafo registra momento em que camaleão capturava gafanhoto



Um camaleão foi fotografado no exato momento em que capturava um gafanhoto. A cena foi registrada pelo fotógrafo Thomas Marent no parque nacional de Andasibe-Mantadia, em Madagascar, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".
Foto: Camaleão foi fotografado no exato momento em que capturava um gafanhoto. (Foto: Reprodução/Daily Telegraph)  
Fonte: G1

RioTurag

Diversos barcos navegam pelo rio Turag, perto de Dacca em Bangladesh. Centenas de hidrovias cortam o país asiático que tem poucas elevações acima do nível do mar. 
Foto: Dick Durrance II / National Geographic Image Sales  
Fonte: Último Segundo

Árvores maiores e mais velhas estão ameaçadas de extinção

As árvores maiores e mais velhas do mundo correm risco de desaparecer. A informação é de um estudo publicado no dia 7 de dezembro, na revista Science. Segundo os cientistas responsáveis pelo estudo, os organismos vivos mais antigos do planeta estão desaparecendo de forma alarmante. "É um problema mundial que ocorre em quase todos os tipos de florestas", observou o líder da pesquisa, David Lindenmayer, da Universidade Nacional da Austrália, à Agência France Presse. Árvores entre 100 e 300 anos de idade, localizadas em regiões como Europa, Américas do Norte e do Sul, África, Ásia e Austrália, estão desaparecendo. Destaque para sorveiras da Austrália, os pinhos dos Estados Unidos, as sequoias da Califórnia e os baobás da Tanzânia. "Da mesma forma que os grandes animais, como os elefantes, os tigres ou os cetáceos [ordem que inclui baleias e golfinhos], cuja população está em forte declínio, uma série de indícios mostra que estas árvores correm o mesmo risco", frisou o estudo. Os cientistas apontaram também que o fenômeno é resultado da combinação de fatores como o aquecimento climático, o desmatamento e a necessidade de terras agrícolas. Além de servirem como habitat para espécies, sobretudo aves, essas árvores agem como poços de carbono, tendo papel fundamental no ciclo hidrológico. 
 Foto: O fenômeno é resultado de um conjunto de fatores/Foto: Mullenkedheim  
Fonte: EcoD

Fósseis de tigre-dente-de-sabre são achados em deserto nos EUA

Cientistas americanos anunciaram a descoberta de fósseis de tigres-dente-de-sabre em um deserto do oeste do país. O material foi encontrado em junho, mas só agora será exposto em um museu do Condado de San Bernardino, na Califórnia. Segundo os especialistas, a descoberta de um fóssil do tipo seria considerada rara em qualquer lugar do mundo, mas é particularmente significativa para a região. O fóssil estava no deserto ao norte de Las Vegas, no estado de Nevada, onde nunca tinha sido feita nenhuma descoberta com este impacto. 
Foto: Fósseis de ossos das patas de tigres-dente-de-sabre (Foto: AP Photo/San Bernardino County Museum)  
Fonte: G1