quinta-feira, 3 de março de 2011

Capital do Fusca: Cunha



-Localizada no estado de São Paulo, região sudeste do Brasil;
-Possui área de 1.407.172 Km²;
-Também é a maior produtora de pinhão do estado de São Paulo;
-Foi fundada em 1858;
-Está a 235 Km da capital paulista, São Paulo;
-Ocupa 1.410 Km² de colunas e montanhas aninhadas entre as serras do Quebra-Cangalha, da Bocaina e do Mar;
-Seu clima é o tropical de altitude;
-É uma estância climática;
-É também considerado um dos maiores centros de arte em cerâmica no Brasil e da América Latina;
-Sua altitude média é de 1.100 metros;
-Seu ponto alto é o Pico da Macela com 1.840 metros, foto 3;
-É a cidade brasileira com a maior frota de fuscas do Brasil;
-Existem 25.000 habitantes nesta cidade e são estimados que rodem 3.000 fuscas emplacados, o que dá a proporção de 1 fusca para cada 11 pessoas da cidade, em média;
-Por onde se anda na cidade, são encontrados vários fuscas, de diferentes cores, de diferentes anos e em diferentes estados de conservação.

Fontes: dicadeturismo.com.br; dcomercio.com.br; vale-do-paraiba.com; cabecadecuia.com.

Maria Celia Amorim

Locais Estranhos na Terra: Mesa Verde



-Localizado nos Estados Unidos;
-Está a nordeste do Four Corners (4 cantos), único ponto dos Estados Unidos onde se cruzam as fronteiras de 4 estados: Colorado, Utah, Arizona e Novo México;
-É um planalto que culmina em Park Point, 2.600 metros;
-Domina uma região quase árida;
-Seu relevo é do tipo mesa;
-Foram cavados pela ação combinada do vento e da água;
-Hoje é um Parque Nacional e protege mais de 4.000 sítios arqueológicos conhecidos, incluindo 600 habitações de precipício;
-É um Patrimônio Mundial pela UNESCO, desde 1978;
-A Cliff Palace é a maior e mais conhecida ruína deste parque, com 150 quartos identificados;
-O ar deste local é rarefeito.

Fontes: Maravilhas Naturais do Mundo, Seleções do Reader's Digest; nps.gov; mesaverde.org.

Maria Celia Amorim

ALBINOS


SAPOS

Panda se diverte em neve artificial em zoo nos EUA


A panda chamada "Su Lin" foi flagrada se divertindo na neve artificial no zoológico de San Diego, no estado da Califórnia (EUA). "Su Lin" rolou e brincou como se estivesse nas montanhas cobertas de neve da China.
Fotos: Karl Drilling/Barcroft USA/Getty Images

Fonte: G1

Cientistas criam microscópio mais potente do mundo


Os cientistas britânicos conseguiram fazer com que um microscópio ótico conseguisse enxergar objetos de cerca de 50 nanômetros (um metro dividido em um bilhão de partes), oferecendo um olhar inédito sobre o mundo "nanoscópico". A técnica, que alcança a maior resolução de que se tem notícia, poderia ser utilizada para observar vírus, diz a equipe de pesquisadores. Com a ajuda de minúsculas contas de vidro, o procedimento faz uso das chamadas ondas infinitesimais, emitidas muito próximas de um objeto e que normalmente se perdem. Os cientistas fazem com que as contas de vidro recuperem esta luz e refaçam o foco, canalizando-a para um microscópio comum. O método permitiu aos pesquisadores ver com os próprios olhos níveis de detalhes normalmente só identificados por observação indireta, como a microscopia através da força atômica e varreduras com emissão de elétrons. Os detalhes foram publicados na revista acadêmica "Nature Communications". Utilizar a luz visível – o tipo de luz captada pelo olho humano – para observar objetos dessa escala é, de certa maneira, romper as regras da teoria da luz. Normalmente, os menores objetos visíveis são definidos por um parâmetro conhecido como limite da difração. Ondas leves natural e inevitavelmente se dispersam de tal maneira a limitar ao alcance do seu foco, ou o tamanho do objeto que pode ser capturado. As ondas infinitesimais que são produzidas na superfície dos objetos tendem a se enfraquecer com a distância – mas elas não estão sujeitas ao limite da difração. Se capturadas, as ondas infinitesimais oferecem uma resolução muito mais alta que a obtida por métodos padrões de captação de imagens, explica o pesquisador do Centro de Pesquisa de Processamento a Laser da Universidade de Manchester, Lin Li. Para observar os objetos, a equipe colocou contas de vidro entre dois e nove milionésimos de metro na superfície das amostras. As contas coletam a luz transmitida através das amostras, captando as ondas infinitesimais e focando-as de maneira a serem observadas por um microscópio comum. A equipe conseguiu observar objetos minúsculos, como marcas em escala nanométrica em discos de Blu-Ray. Mas o professor Li acredita que a técnica possa ser utilizada em estudos biológicos mais ambiciosos, nos quais ações em nanoescala são difíceis de observar diretamente. "A área onde acreditamos haver interesse é a observação de células, bactérias e até vírus", afirma Li. Métodos indiretos de observação conseguiram enxergar objetos a uma resolução de um nanômetro, e até os traços de uma única molécula. Mas nenhum deles é tão simples quanto a observação direta através do microscópio. "Usar a tecnologia corrente requer muito tempo. Por exemplo, usar microscopia ótica fluorescente requer dois dias para preparar a amostra e a taxa de sucesso dessa preparação é de 10 a 20%", exemplifica o pesquisador. "Isto ilustra o ganho potencial de introduzir métodos de observação direta."
Foto: Nature Communications / via BBC

Fontes: G1; Último Segundo; estadao.com.br

quarta-feira, 2 de março de 2011

Roedor de pelo listrado: Paca


-Cuniculus paca, seu nome anterior era Agouti paca;
-Da família Dasyproctidae;
-São de hábitos noturnos;
-É encontrado em quase todo o Brasil;
-Seu pelo é duro e eriçado, indo do castanho-pardo ao vermelho com manchas brancas;
-Se alimenta de frutas e raízes;
-É boa nadadora e gosta de água, onde se refugia quando se encontra em perigo;
-Passa o dia entocada;
-É considerada uma das melhores carnes de caça;
-Mede de 30 a 80 centímetros de comprimento;
-Sua cauda é pequena medindo de 1 a 7 centímetros;
-Pesa em média 10 Kg;
-Tem preferencia por locais cobertos com vegetação alta, perto de rios e riachos;
-São solitárias e tímidas.

Fontes: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; Atlas da Fauna Brasileira, MA/IBDF- MEC/FENAME, Edições Melhoramentos; Animais da Terra: dos Pólos ao Equador, Seleções do Reader's Digest; agrov.com.

Maria Celia Amorim

Lagos: Lago Kurile


-É um lago de cratera;
-Está numa grande caldeira ao sul da península de Kamchatka, na Rússia, no extremo leste;
-Sua profundidade máxima é de 306 metros e sua profundidade média chega a 176 metros;
-Está a 81 metros de altitude;
-Sua superfície é de 77 Km²;
-É o maior lago de desova de salmão vermelho na Eurásia;
-Neste lago os ursos caçam os salmões vermelhos durante o verão;
-Está protegido assim como outros sistemas fluviais.

Fontes: worldlingo.com; viajeaqui.abril.com.br; verde.br.msn.com.

Maria Celia Amorim

ALBINOS


CORSA

Fotógrafo americano captura espetáculo de cavernas geladas



O americano Eric Guth rodou o mundo nos últimos cinco anos para fotografar o interior de cavernas geladas em lugares tão diversos quanto o Alasca, a Patagônia argentina, a Islândia e a Suíça. Para produzir as imagens, Guth normalmente acampa durante dias dentro das geleiras, onde a temperatura pode baixar a até 20º C negativos., Mas o americano diz que sempre foi fascinado desde criança por essas formações e não se importa em desafiar o frio e os riscos de pneumonia e desabamento dentro das cavernas. Guth, que nasceu em Portland, no Oregon, diz que sua caverna preferida está no Alasca. "As paredes são iluminadas pela luz solar indireta refletidas perto da entrada. O gelo parece rachado, mas é perfeitamente suave ao toque e deve chegar a trinta metros de espessura em algumas áreas." Formado em Estudos Ambientais pela Universidade do Oregon, Guth trabalhou com desenvolvimento sustentável na Costa Rica, México e Alemanha. As imagens do naturalista já lhe renderam prêmios tanto pela beleza quanto pelo registro dessas paisagens. "Defini como minha missão encontrar os glaciais mais espetaculares no mundo, e mesmo já tendo visto dezenas, ainda fico sem palavras diante deles", afirma.
Todas as fotos são de Eric Guth/Cater News.

Fonte: G1

Cientistas acham 'dinossauro chutador'


Cientistas britânicos e norte-americanos anunciaram ter descoberto uma nova espécie de dinossauro - batizada de Brontomerus mcintoshi. O nome em latim significa "coxas de trovão" e é uma homenagem às poderosas pernas traseiras, capazes de disparar poderosos chutes. Os ossos do Brontomerus foram descobertos na década de 90 em Utah, nos Estados Unidos. Eles estavam numa pedreira e tinham sido vandalizados por comerciantes de fósseis do mercado negro, provavelmente por pensarem que não tinham valor comercial. Pesquisadores do museu de História Natural de Oklahoma ficaram com os ossos até que em 2007, o professor Mike Taylor, da University College London, na Grã-Bretanha, decidiu examiná-los mais detalhadamente. O estudioso afirma que a parte superior do osso do quadril é muito maior que o de outros saurópodes. Segundo ele, isso o levou a deduzir que ele teria muitos músculos até em cima. O Brontomerus então teria coxas muito fortes, musculosas e capazes de disparar chutes poderosos. Por isso, o Taylor acredita que inicialmente, os coices teriam sido usados para disputar a atenção de fêmeas, possivelmente evoluindo para defesa.
Foto: Reprodução do 'Brontomerus mcintoshi', com suas 'coxas de trovão', que segundo os especialistas era usada para chutar outros animais, provavelmente por defesa (Crédito: University College London / via BBC).

Fontes: G1; Último Segundo.

terça-feira, 1 de março de 2011

Capital das Confecções: Jaraguá


-Localizada no estado de Goiás, na região Centro Oeste do Brasil;
-Está localizada dentro do Parque Ecológico do Jaraguá;
-Foi fundada em 1882;
-Está a 124 Km da capital do estado Goiania;
-Possui área de 1.960 Km²;
-Seu clima é o tropical úmido;
-Seu principal rio é o das Almas;
-Sua maior elevação é a Serra do Jaraguá;
-Neste município são explorados a madeira e o barro de cerâmica;
-É considerada o maior pólo de confecção do Centro Oeste;
-Jaraguá é o principal exportador de confecções de Goiania.

Fontes: achetudoeregiao.com.br; jaraguago.com.br; maismoda.com; portaisdamoda.com.br.

Maria Celia Amorim

Locais Estranhos na Terra: Badlands



-Localizado no estado do Dakota do Sul, nos Estados Unidos;
-É uma área protegida;
-Possui uma área de 259 Km², dentro do Parque Nacional das Badlands, que se tornou Monumento Nacional a partir de 1939 e depois tornou-se Parque Nacional em 1978;
-Devido a erosão existem agulhas, pináculos e várias formas geológicas;
-Nesta região está incluída a maior pradaria dos Estado Unidos;
-É uma zona de proteção especial de espécies em perigo de extinção;
-Nesta região estão uma das maiores reservas fósseis do planeta, com fósseis marinhos, grandes mamíferos e répteis menores;
-Aí são encontrados bisões, carneiros selvagens, veados, cães da pradaria, doninhas pretas e outros animais vivendo em equilíbrio com a natureza;
-O clima é variável e imprevisível, com temperaturas variando entre -40 e 116° C;
-A erosão ocorreu na região por conta dos ventos, gelo, chuvas muito violentas e pelo clima subdesértico;
-A região está associada a História do Velho Oeste e com personagens da vida real, como os índios Crazy Horse, Touro Sentado, Nuvem Vermelha ou mesmo o General Custer, Calamity Jane, Jedediah Smith entre outros;
-Está localizado na antiga região dos Sioux;
-Para os Sioux, esta era uma região de “solo ruim”, por causa da aparência inóspita do lugar, com terreno acidentado e pouca água;
-É uma região muito procurada por turistas;
-Sua história se confunde com a deste país.

Fontes:Maravilhas Naturais do Mundo, Seleções do Reader's Digest; nps.gov; blackhillsbadlands.com; badlands.national-park.com; blackhillsbadlands.com.

Mareia Celia Amorim

ALBINOS


PINGUINS

Louva-a-deus




Este inseto é fascinante por ser um predador formidável. Habilmente disfarçada entre as folhas, o louva-a-deus verde é capaz de girar sua cabeça quase 180 graus para detectar presas em potencial.

Foto: National Geographic


Fonte: Último Segundo

O paraíso do lixo: Fernando de Noronha


Américo Vespúcio avistou, em 1503, uma ilha muito vistosa e paradisíaca no nordeste do Novo Mundo. Era Fernando de Noronha, região formada por 21 ilhas e ilhotas, a 545 quilômetros do Recife, repletas de piscinas naturais e contato com a natureza. O que ele não imaginava é que este paraíso seria tomado pelo lixo tempos depois. Do tempo do desbravador Vespúcio para os dias atuais, a ilha se desenvolveu bastante. Com o título de Patrimônio Mundial da Humanidade, recebido em 2002, e com o apoio do governo brasileiro para o ecoturismo, o lugar se modernizou e foi considerado o paraíso mais preservado do país, tornando-se um parque nacional marinho. Porém, a grande quantidade de visitantes e o isolamento dessa região têm favorecido o aumento do lixo no local. Vista de cima, Fernando de Noronha parece estar dividida em três partes: o paraíso dos turistas; onde lhes é proporcionado um contato com a fauna, golfinhos e tartarugas, e o ambiente tranquilo do local; o aeroporto; que fica do outro lado do arquipélago; e o paraíso do lixo; onde o lixo fica estacionado em um terreno entre as praias e o aeroporto. O “lixão”, como é conhecido pelos nativos da região, fica próximo de uma usina de compostagem, que deveria transformar todo o resíduo orgânico produzido pela ilha em adubo. Mas, a usina de compostagem não tem sido eficaz na transformação do lixo. A produção de lixo em Noronha, pelos turistas e nativos, é muito maior do que o que essa usina comporta. Dessa maneira, a parte externa da usina já é vista atualmente pela população como um “lixão” a céu aberto. De acordo com Eglê Teixeira, do Departamento de Saneamento e Ambiente, o terreno tornou-se realmente um depósito de lixo: “Embora os resíduos estejam separados por tipo e acondicionados em grandes sacos especiais, ainda se configura um lixão”. O isolamento é outro fator que preocupa o crescimento do lixo. As 10 toneladas de lixo produzidas na alta temporada não conseguem sair completamente da ilha. Os navios que fazem o transporte estão aptos para levarem apenas 95 toneladas a cada 20 dias, o que gera um montante de 31 toneladas por viagem que permanecem na ilha. Esse excesso, associado ao lixo trazido pelas correntes marítimas de todo o globo que, por vezes, se fixam na enseada, acabam por gerar outros problemas na região. Papelão, alumínio, plástico e alguns resíduos orgânicos são os principais elementos que ficam soltos no terreno, somando 63% do lixo do local. O lixo orgânico e o risco de contaminação no processo da compostagem são alguns problemas relacionados ao lixão de Noronha. Os resíduos orgânicos atraem garças para o local, o que é perigoso para os aviões que passam pelo arquipélago, podendo ocasionar acidentes aéreos. Já a contaminação dos resíduos orgânicos pode existir porque nas ilhas não há coleta seletiva. O lixo vem todo misturado para a usina, o que aumenta os riscos de contaminação. As autoridades afirmam que esse risco é mínimo, porque existe uma seleção criteriosa do material e admitem também que é necessário o começo da coleta seletiva na região, estimada para junho deste ano. O governo de Pernambuco, que administra o arquipélago, está procurando alternativas para a diminuição do lixo em Noronha. Um plano de gerenciamento de resíduos sólidos está sendo preparado para por fim ao paraíso do lixo. Um lixão moderno está sendo analisado para entrar em vigor junto com outras medidas sustentáveis em junho de 2011.

Foto 1: Paraíso do lixo/Foto: UFRJ
Foto 2: Paraíso dos turistas/Foto: imagens gratis

Fonte: EcoD