segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pesquisadores britânicos criam necrópsia 'não-cirúrgica'


Os pesquisadores da Universidade de Leicester, na Grã-Bretanha desenvolveram um novo método de necrópsia que dispensa a necessidade de grandes procedimentos cirúrgicos, este novo método dispensa a necessidade de grandes incisões . A técnica envolve o uso de um aparelho de tomografia computadorizada (TC) e uma pequena incisão no pescoço e até agora obteve 80% de acerto na determinação da causa da morte. Um exame de necrópsia convencional requer que o corpo seja aberto cirurgicamente para que os órgãos sejam examinados, o que não é permitido por alguns grupos religiosos e pode gerar estresse para a família. Os pesquisadores decidiram usar tomografia computadorizada para procurar traumas, fraturas e evidência de câncer em todo o corpo, mas ainda é necessário fazer o corte no pescoço para examinar o coração mais profundamente. Um catéter é inserido até chegar ao órgão, que é então injetado com ar e depois com um contraste. A TC é então utilizada para verificar a existência de doenças cardíacas. Até o momento, a nova técnica foi testada em 33 corpos e continuará a ser testada ao longo deste ano. "Esta é uma abordagem completamente diferente de uma necrópsia", disse à BBC a médica Sarah Saundres, que lidera o estudo. "A primeira coisa que precisamos é de uma base significativa de provas científicas para convencer nossos colegas patologistas e legistas de que uma necrópsia por tomografia computadorizada oferece exatamente a mesma informação que uma necrópsia tradicional." Várias técnicas alternativas de autópsia estão sendo testadas em várias partes do mundo, mas Saunders alega que o método da Universidade de Leicester é mais rápido e barato que outras abordagens.

Fonte: G1; Último Segundo; estadao.com.br.

Cientistas encontram fóssil marinho de 525 milhões de anos


Um estranho fossil marinho foi apresentado no último dia 24, por pesquisadores da China e do Reino Unido na revista científica “Current Biology”. O animal de 525 milhões de anos possui tentáculos e vivia dentro de uma espécie de “tubos”. Até hoje esses tubos eram tudo que os cientistas tinham encontrado. Agora, no entanto, eles conseguiram mais detalhes do organismo do animal. A espécie se alimenta através de tentáculos e pertence ao filo dos “hemicordados”, primos das estrelas-do-mar. A descoberta ajuda a desvendar a evolução dos vertebrados. Apesar de ter apenas 4 centímetros de comprimento, o fóssil é bem preservado – ao ponto de ser possível ver 36 minitentáculos ao longo de um dos braços. Foto: Professor Derek Siveter/Oxford University

Fonte: G1

ALBINOS

DONINHA

domingo, 3 de abril de 2011

Praia Abençoada pelos Orixás: Arraial d'Ajuda







-É um Distrito de Porto Seguro, sul do estado da Bahia, região nordeste do Brasil; -Na região a construção de prédios é proibida pelo Patrimônio Histórico; -Fundada em 1549; -É cercada pela Mata Atlântica e por mangues; -Está a 5 Km de Porto Seguro; -De clima quente; -Arraial conta com o turismo ecológico e com turismo de aventura; -É uma vila rústica de pescadores na costa do Descobrimento; -É uma atração no litoral baiano por suas paisagens e forte religiosidade; -O rio Buranhém se encontra com o mar em Arraial; -Possui 16 Km de praias de águas mornas; -Toda a região é emoldurada por falésias e coqueiros; -Entre as praias de Arraial d'Ajuda estão a do Taipe, isolada por falésias de até 20 metros de altura e muita tranquilidade, como na foto 5; A praia de Apaga Fogo onde o mar forma piscinas naturais; A do Araçaípe com barreiras de corais e areia com conchas; a do Mucugê com formato de meia lua; Caraivas, uma das mais tranquilas e bonitas da Vila de Pescadores; a da Pitanga de cor verde esmeralda e com vegetação nativa intocada; a praia do Espelho, que é uma das melhores do país e tem este nome pelo reflexo do sol nas piscinas naturais formadas no mar; -O Centro Histórico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), compreendendo a Igreja Matriz de Nossa Senhora de Ajuda, de 1551, onde no seu entorno são encontradas casinhas rústicas e coloridas.

Fontes: brasilazul.com.br;O Guia de Viagem O Dia (28/12/2010).


Maria Celia Amorim

Fotógrafo capta explosão de cores em detalhes dos artrópodes











Um fotógrafo americano capturou detalhes de diversos artrópodes em imagens que mostram formas complexas e as cores características dos animais. Munido de uma câmera digital comum e de lentes macro, Thomas Shahan fotografa diferentes espécies de animais minúsculos, principalmente aranhas e diversos tipos de insetos, como moscas e libélulas. No caso de uma aranha Maevia inclemens, o close-up mostra de perto os quatro olhos e a superfície amarela do octópode. Shahan diz que não mata, maltrata ou imobiliza os animais. "Eu sempre tento fotografar os objetos em seu ambiente natural - ou pelo menos na rua, mas eu ocasionalmente trago um artrópode para dentro de casa para fazer as imagens". O fotógrafo em seus primeiros experimentos, chegou a colocar alguns artrópodes no congelador, para deixar seus movimentos mais lentos, mas se arrependeu depois de ver que eles morriam depois de um tempo. Também diz que para fazer fotos de insetos, o equipamento é secundário. "Você pode fazer muito com pouca coisa". A dica que ele dá para os interessados é "sair para a rua, se divertir procurando insetos e tirar o maior número de fotos possível". Todas as fotos mostradas neste artigo são de Thomas Shahan. Foto 1: Aranha de quatro olhos, um dos objetos prediletos de seu trabalho; Foto 2: Esta foto mostra uma mosca Holcocephala fusca; Foto 3: Esta foto é de uma "mosca-cavalo" (Tabanus lineola); Foto 4:Aqui é mostrado um close-up de uma fêmea de Tabanus lineola; Foto 5: Nesta imagem, o "rosto" de uma Zygoptera; Foto 6: Na imagem, uma libélula azul Foto 7:Este é um louva-a-deus que é encontrado no sul da América; Foto 8: Na foto, o inseto conhecido como "donzelinha"; Foto 9: Nesta imagem de uma "aranha-lobo" (Hogna), é possível observar em detalhes os pelos e os olhos do octópode; Foto 10: Ele diz que a maioria dos insetos que tenta captar acabam fugindo antes que ele consiga tirar uma única fotografia. Na imagem, detalhes de uma Zygoptera.

Fontes: Último Segundo; estadao.com.br; G1.

Pesquisadores tentam desvendar segredo da fabricação da seda



Para alguns pesquisadores da seda, se as aranhas fossem vegetarianas sociáveis, o mundo poderia ser um lugar diferente. Pois as aranhas são mestras na fabricação de seda na natureza e, ao longo de milhões de anos de evolução, desenvolveram habilidades que podem ser úteis para as pessoas – de mingau grudento com consistência de creme dental a cabos de tração fortes e elásticos. “Não estamos falando apenas de um único tipo de material”, assegura Cheryl Hayashi, que estuda a genética evolucionária da seda da aranha na Universidade da Califórnia, campus de Riverside. “Olhando-se a natureza, existem várias soluções prontas. Quer uma cola? Existe um tipo de seda que é uma cola.” Durante anos tem se falado da radiante promessa da seda da aranha: que um dia poderia ser usada para fazer cabos mais fortes do que os de aço, por exemplo, ou coletes à prova de bala mais eficientes do que os produzidos com Kevlar. Todavia, existe um grande problema: as aranhas não conseguem produzir seda suficiente. Embora uma aranha típica possa tecer cinco tipos diferentes de seda, ela não produz nenhum deles em grande volume. Obter quantidades comerciais é praticamente impossível – as aranhas são solitárias e exigem uma dieta de insetos vivos; algumas são canibais. Em outras palavras, criação de aranhas está fora de cogitação. Os pesquisadores têm trabalhado para superar essa limitação fundamental tentando desvendar os segredos da capacidade de produção de seda pela aranha, para que o produto possa ser feito em laboratório ou pela transferência genética dessa habilidade para outros organismos que poderiam produzi-la em quantidade. Por ora, entretanto, os materiais criados não têm a mesma força e elasticidade, além de outras qualidades do produto real. Alguns cientistas tentam driblar o problema da aranha buscando reinventar a seda que existe em grande volume, a produzida pelo bicho-da-seda. Eles a estão reconstituindo para produzir materiais que têm um potencial muito superior ao sonho dos coletes à prova de bala.Entre tais pesquisadores estão David Kaplan e outros da Universidade Tufts, cujas criações têm aplicação potencial em medicina e outros campos. “Este é um material que existe há cinco mil anos e foi usado em suturas todo esse tempo”, conta Kaplan. “E ainda existe um território inexplorado.” O grupo de Kaplan e colegas na Universidade de Illinois e na Universidade da Pensilvânia, por exemplo, produziu recentemente conjuntos de eletrodos impressos em películas de seda flexíveis e biodegradáveis. Tão finos que podem se ajustar perfeitamente ao contorno do cérebro, os conjuntos podem vir a ser usados um dia para tratar a epilepsia ou outros problemas, sem causar as cicatrizes produzidas por eletrodos maiores implantáveis. Durante séculos, começando na China, a seda comercial tem sido produzida pela criação de bichos-da-seda _as larvas de uma mariposa, “Bombyx mori” – que, ao contrário das aranhas, gostam de ficar lado a lado sem fazer nada, apenas mastigando folhas de amoreira, enquanto fiam o material em quantidade suficiente para ser colhido. “A vantagem do bicho-da-seda é a facilidade da sua criação”, segundo Hayashi. “Eles são vegetarianos e produzem a seda convenientemente num casulo.” “Mas, se examinarmos um bicho-da-seda, ele só tem um tipo de fiandeira”, ela explica. “Somente um tipo de fibra pode ser produzido. As aranhas têm um arsenal maior.” Contudo, os esforços para produzir similares à seda da aranha resultaram em materiais pouco diferentes de outros polímeros, conta David Porter, cientista da Suffield University, Inglaterra, que colabora com um grupo de Oxford no estudo da biologia da fabricação da seda. “O consenso é que praticamente qualquer um pode fazer uma seda razoável”, garante Porter. “Mas não é possível distingui-la de um bom náilon.”“Para diferenciar o produto natural é preciso contar com as vantagens embutidas pela natureza”, acrescenta. A seda é uma proteína fibrosa, produzida por glândulas de aranhas, bichos-da-seda e alguns insetos. Essas criaturas fazem algo que nenhum laboratório conseguiu: controlar a química tão perfeitamente que a seda, um líquido dentro do organismo, se solidifica ao ser expelido. A principal vantagem da seda natural é a forma com que as proteínas estão organizadas. Elas estão enoveladas de modo complexo, o que ajuda cada tipo de seda a ter suas características singulares. Os cientistas não foram capazes de reproduzir esse intrincado enovelamento. “Ainda não entendemos a complexidade do que acontece no interior de uma aranha”, conta Hayashi. “Não existe nenhum laboratório no mundo em que exista uma glândula de seda artificial.” Produzir as proteínas da aranha em outros organismos – bactérias, cabras, plantas e, mais recentemente, bichos-da-seda são alguns dos seres que passaram por engenharia genética – tem limitações porque o processo de reconstituição das proteínas destrói qualquer padrão de enovelamento. “Assim que se extrai a seda, a estrutura da proteína passa por um processo aleatório, destruindo-se toda a capacidade do material fazer o que quer”, afirma Porter.Na Tufts, Kaplan pensa que um dia, plantas modificadas geneticamente produzirão uma seda útil baseada na da aranha e que poderá ser colhida feito algodão. Até lá, porém, ele está trabalhando com a fibra do bicho-da-seda reconstituída, fazendo novas películas e outros materiais. Kaplan pesquisa a seda há 21 anos – “dói, mas é a verdade”, brinca – e passou boa parte dos primeiros dez anos desvendando o mecanismo fundamental de produção da fibra. “Descobrimos que a água é muito importante. Pode parecer trivial, mas o processo como um todo é baseado no controle da quantidade de água.” Durante a última década, o grupo de Kaplan se concentrou em aplicações biomédicas em campos como engenharia de tecidos. Em 2005, um pesquisador de pós-doutorado em seu laboratório desenvolveu um processo de têmpera da água, reconstituindo as sedas vagarosamente em um ambiente úmido. “Obtemos películas cristalinas, uma coisa nunca vista com seda”, conta Kaplan. O que levou à ideia de fazer uma córnea artificial com seda. Entretanto, como a córnea precisa ser permeável, Kaplan teve a ideia de envolver um cientista de laser no processo, Fiorenzo Omenetto. “Eu disse: 'Levem para Fio e peçam que faça alguns buracos, o que resultou em toda uma plataforma óptica baseada em seda.” E também levou a uma longa colaboração com Omenetto, que desenvolveu meios de padronizar as películas de seda, criando redes de difração e outras estruturas. A rede pode funcionar como um substrato para outras proteínas e compostos, aumentando a possibilidade de as películas da seda serem usadas em biossensores implantáveis ou na administração de remédios; um processo no qual a seda se dissolve no corpo e libera o medicamento em doses controláveis. Uma vantagem da seda, de acordo com Omenetto, é que o processo de produzir películas ou outras estruturas é ecológico – baseado em água e baixas temperaturas. “É possível fazer redes de difração incrivelmente sofisticadas com vidro ou plástico, mas elas são fabricadas em altas temperaturas ou em ambientes químicos adversos”, condições que complicam a adição de remédios ou outros componentes. Outros pesquisadores também tiveram a ideia de usar películas de seda para aplicações médicas. No Instituto de Tecnologia da Geórgia, Eugenia Kharlampieva fez testes depositando nanopartículas de prata em películas de seda para fortalecê-las. “A seda é um material maravilhoso por ser biocompatível”, argumenta Kharlampieva, que está dando continuidade à sua pesquisa na Universidade do Alabama, campus de Birmingham. “Sua maior desvantagem é ser mole. Para usar em aplicações ópticas, é preciso reforçá-la.” As películas que usa são extremamente finas e ela as sobrepõe em camadas. “Fazemos uma composição em escala nano que é flexível e mole, mas com força mecânica.” Como as películas não perdem a flexibilidade, Kharlampieva quer transformá-las em cápsulas minúsculas que contenham quantidades diminutas de drogas. Potencialmente tão pequenas quanto as células do sangue, elas poderiam ser usadas para administrar medicamentos pela corrente sanguínea. Na Tufts, a pesquisa de Omenetto para padronizar a seda levou a usos potenciais ainda mais exóticos. Entre os mais recentes, desenvolvidos com colegas da Universidade de Boston, está a ideia de usar a seda como base para metamateriais, que podem manipular a luz ou outra radiação eletromagnética de um jeito impossível na natureza. Criando-se estruturas intrincadas nas películas e depositando-se metais nelas, podem ser produzidas antenas de metamaterial que seriam usadas dentro do corpo para monitorar a saúde – o sinal da antena mudaria conforme as alterações do organismo. Essas aplicações ainda podem estar distantes, como Omenetto salienta, mas o potencial é enorme – fato que percebeu quando lhe pediram para abrir buracos na seda. “Parecia um belo material óptico. E, desde então, quase não tenho mais dormido.” Foto 1: Bryce Vickmark/The New York Times; A seda da aranha é conhecida como o mais resistente de todas, embora seja quase impossível ser replicada em laboratório Foto 2: Bryce Vickmark/The New York Times; Um casulo de seda com um bicho da seda morto na Universidade Tufts, Massachusetts (EUA)


Fonte: Último Segundo

ALBINOS


GIRAFA

sábado, 2 de abril de 2011

Lagos: Lago Qinghai






-Também conhecido como Kokonor; -Qinghai significa “mar azul-esverdeado”; -Localizado no Planalto Tibetano, na região central da China; -É o maior lago salgado da China; -Possui 4.538 Km² de superfície; -Com 360 Km de perímetro; -Sua profundidade média é de 25 metros; -Ele está a 3.205 metros acime do nível do mar; -Ele recebe a água de 23 rios; -Ele é rodeado por uma cadeia de montanhas de picos nevados; -É o habitat de vários animais e plantas que se encontram em risco de extinção; -O lago é visitado por pelo menos 8 milhões de turistas a cada ano; -O lago Qinghai recebe centenas de milhares de aves migratórias todos os anos; -Em 2005, apareceram 6.000 aves migratórias mortas neste lago pelo vírus H5N1, causador da “Gripe do Frango”.


Fontes: A História da Humanidade Contada pelos Vírus, Stefan Cunha Ujvari, Editora Cultura; noticias.terra.com.br; portuguese.cri.cn.


Maria Celia Amorim

Jackie Chan contra a Covardia aos Ursos

Os Ursos e a Hibernação



No auge do frio do inverno, eles tiram uma senhora soneca. O urso negro americano, (Ursus americanus) passa de cinco a sete meses por ano hibernando, sem comer, beber ou defecar durante todo este tempo. Se uma fêmea estiver prenhe, ela dá a luz ao filhote e volta a hibernar. Embora esse mecanismo de sobrevivência do urso e de outros animais seja conhecido há muito tempo, pouco se compreendia dos seus aspectos biológicos. Mas um estudo da Universidade do Alaska apresentado durante a reunião da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência, em Washington, (AAAS) mostrou que os ursos são surpreendemente sofisticados nesta estratégia de sobrevivência, diminuindo três quartos de seu metabolismo em seu período de hibernação. É a primeira vez que cientistas descobrem uma diminuição tão drástica em mamíferos que hibernam. E mesmo após acordarem, na primavera, o metabolismo ainda continua baixo, só voltando em seu valor normal durante o verão. "Foram duas ou três semanas para se recuperarem, enquanto animais menores, como esquilos, demoram apenas um dia para voltar ao normal depois da hibernação", explicou Øivind Tøien, um dos pesquisadores envolvidos na experiência. Já era fato conhecido que a temperatura corporal também varia, mas os pesquisadores conseguiram estimar com precisão essa mudança: de 30 a 36 graus Celsius, em intervalos de dois a sete dias. É uma mudança mais suave, pois no verão a temperatura corporal chega no máximo a 38 graus. Ao chegar ao valor mais baixo, o corpo do urso começa a tremer até o corpo ficar mais quente. Tudo isso foi possível porque o departamento de caça e pesca do Alasca capturou um grupo de animais saudáveis que estava ameaçando comunidades locais, e os animais foram levados a um centro de pesquisa, onde suas tocas foram recriadas com fidelidade, longe de seres humanos, e equipadas com câmeras infravermelhas, sensores de movimento e transmissores de rádio foram implantados nos ursos, para registrar a temperatura, batimentos cardíacos e atividade muscular. Uma das fêmeas teve um filhote durante o período de estudo, e os cientistas descobriram que enquanto estava prenhe, seu metabolismo não se alterou. Depois do nascimento do ursinho, no entanto, sua temperatura e metabolismo caíram aos níveis dos outros animais. O batimento cardíaco dos animais também se alterou significativamente: dos normais 55 batimentos por minuto para 14 por minuto. A respiração também se desacelerou: os ursos podiam levar 20 segundos entre cada inspiração e expiração. Brian Barnes, principal autor do estudo, acredita que o próximo passo está em entender a base genética desse comportamento, e como os ursos conseguem baixar tanto seu metabolismo e ainda assim continuar vivos e funcionais. "Eles não perdem massa muscular ou óssea como acontece com um ser humano ao ficar imobilizado tanto tempo," disse durante coletiva em Washington. "Agora estamos interessados em descobrir os sinais moleculares que ativam essas mudanças, pois entender este mecanismo pode ajudar em novas terapias para prevenir atrofias musculares, osteoporose e até mesmo criar mecanismos que viabilizem viagens espaciais tripuladas de longa duração". Foto: Øivind Tøien/ University of Alaska Fairbanks.

Fonte: Último Segundo; estadao.com.br.

Nova espécie de rato arborícola é descoberta no Tocantins


Uma nova espécie de rato arborícola foi descoberta numa região de transição entre o cerrado e a floresta amazônica, ao longo do Rio Araguaia, no estado do Tocantins. O animal foi apresentado em edição da revista científica “Zootaxa”. A espécie foi nomeada Rhipidomys ipukensis por viver num habitat conhecido como “ipuca”, termo que designa os fragmentos de florestas naturais que ocorrem na planície do Rio Araguaia. Esses fragmentos estão ameaçados devido à intensa exploração agrícola da área. Os exemplares analisados pelos pesquisadores têm entre 9,9 cm e 14,1 cm de comprimento, contando corpo e cabeça - sem o rabo, que, sozinho, chega a ter 124% desse tamanho. Seu pelo é cinza-amarronzado, com tonalidades que tendem ao laranja e ao amarelo, dependendo da parte do corpo. A identificação da nova espécie ocorreu por meio de análises morfológicas e genéticas. Os autores que identificaram a nova espécie de rato são da Universidade de Aveiro, em Portugal, da Universidade Federal do Espírito Santo, da Universidade Federal do Tocantins e da Universidade de São Paulo. De acordo com informações da Universidade de Aveiro, a análise de DNA revelou que o Rio Araguaia teve um papel importante na separação da espécie nova, que ocorre no lado leste do rio, no Tocantins, em relação a outra semelhante, a Rhipidomys emiliae, que habita o lado oeste do curso d’água, no Pará e em Mato Grosso. Este resultado vai de encontro com um modelo de especiação inicialmente proposto pelo naturalista britânico Alfred Russel Wallace, no século XIX, segundo o qual um rio pode servir para separar espécies ao longo da evolução. De acordo com os pesquisadores, esse princípio até o momento não havia sido corroborado por outros estudos moleculares de pequenos mamíferos na Amazônia. Foto: Reprodução: Imagem do crânio da nova espécie Rhipidomys ipukensis.

Fonte: G1

ALBINOS

LHAMA

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Ave que se Adapta Bem a Ambientes Modificados pelo Homem: Periquitão-Maracanã









-Aratinga leucophthalmus; -Da família Psittacidae; -Também conhecida como aratinga-de-bando, maritaca, guira-juba. Maracanã, maricatã, entre outros nomes; -Quase totalmente verde com manchas vermelhas na altura do pescoço e coberteiras inferiores das asas vermelhas e amarelas; -Sua cabeça possui forma oval; -Mede de 30 a 32 centímetros; -Ocorre em todo o Brasil dentro das florestas como nas cidades; -Se alimenta de frutos e sementes como também de insetos; -Vivem em bandos com 30 a 40 ou mais indivíduos; -Dormem coletivamente em vários lugares; -Voam em revoadas barulhentas chamando a atenção.


Fontes: Atlas da Fauna Brasileira, MA/IBDF-MEC/FENAME, Edições Melhorementos; wikiaves.com.br; biologias.com; zoonit.org.br; discoverilife.org.

Maria Celia Amorim

Vírus humano ameaça gorilas em Ruanda





Pesquisadores descobriram que um vírus mortal, que causa doenças respiratórias nos seres humanos, pode ser transmitido para os gorilas-das-montanhas. Esta espécie, que habita a África Central, está ameaçada de extinção. Pesquisadores que realizavam estudos no Parque Nacional dos Vulcões, em Ruanda, afirmaram ter encontrado vestígios do Metapneumovírus humano na necropsia de dois gorilas que mortos em 2009. Os dois animais estavam em um grupo de 12 gorilas infectados por doença respiratória. Há apenas 786 gorilas-das-montanhas no estado selvagem. Eles vivem em Ruanda, Uganda e na República Democrática do Congo. O estudo, realizado por pesquisadores de diversas instituições, incluindo a Universidade de Columbia e da Universidade da Califórnia, foi publicado no periódico científico Emerging Infectious Diseases Journal publicado pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças. Foto: AP Photo/Riccardo Gangale; Na imagem, Kampanga, um dos gorilas que vivem no Parque Nacional de Vulcões, em Ruanda

Fonte: Último Segundo

Exposição na Escócia revela fascinante mundo marinho











Inaugurada no dia 25, em Edinburgo, na Escócia, a exposição "Nas profundezas" mostrando variadas criaturas que habitam os mares. As fotos retratam animais que vivem na superfície do oceano, como baleias, corais e tubarões, e espécies que se refugiam nas profundezas. As imagens, expostas ao ar livre na praça St. Andrew até o dia 1º de maio, foram selecionadas pela agência Steve Bloom Images e pelo Festival Internacional de Ciências de Edinburgo. A praça fica aberta à visitação das 8h às 18h. Outras imagens expostas podem ser encontradas no site http://www.stevebloom.com/. Foto 1:Daviel Selmeczi / via BBC; O peixe-sapo cabeludo, ou 'Antennarius striatus', também habita as águas da Indonésia; Foto 2: Tony Wu / via BBC; Baleia no Alasca; Foto 3: Tony Wu / via BBC; Moreia devorando um camarão; Foto 4: David Shale / via BBC; Tony Wu; Leão marinho na Austrália Foto 5: Franco Bafi / via BBC; Entre imagens expostas está o peixe-ogro ('Anoplogaster cornuta') fotografado no Atlântico; Foto 6: Daviel Selmeczi / via BBC; Baleia beluga que habita a costa no norte da Rússia; Foto 7: Daviel Selmeczi / via BBC; Dugongue no Mar Vermelho, no Egito; Foto 8: Daviel Selmeczi / via BBC; Peixe-morcego da ilha do Coco ('Ogcocephalus porrectus'), na Costa Rica; Foto 9: Daviel Selmeczi / via BBC; Peixe da espécie 'Opistognathus latitabundus', encontrado no litoral da Indonésia; Foto 10: Daviel Selmeczi / via BBC; Peixe 'Uranoscopus sulphureus', do litoral indonésio.

Fonte: G1; Último Segundo.

ALBINOS


GATO