quinta-feira, 5 de maio de 2011

Chuva de meteoro poderá ser observada nesta semana


A partir da noite de quinta-feira, dia 5, será possível ver no céu uma chuva de meteoros a olhos nus. O fenômeno é provocado pelos detritos do cometa Halley, que passa pelo sistema solar a cada 76 anos, tendo sido a última aparição em 1986. Embora a passagem do cometa seja uma raridade a chuva de meteoros é um espetáculo que acontece todos os anos, justamente quando o planeta passa por uma nuvem de detritos deixada por ele. De acordo com a agência espacial americana, nos momentos de maior intensidade, a chuva poderá ter de 40 a 60 meteoros caindo por hora. “A Terra está atravessando esta nuvem de partículas desde 21 de abril até 12 de maio, mas as próximas noites serão os momentos de maior intensidade do fenômeno”, explicou ao iG o diretor do Planetário do Ibirapuera, João Paulo Delicato. “Ela ocorre de forma irregular, não é algo que acontece de uma só vez e de uma hora para outra”. Neste ano, a observação será privilegiada no hemisfério Sul, por causa do ângulo de inclinação da Terra, e atingirá o pico entre a noite de quinta-feira (5) e a manhã de sexta-feira (6). A lua nova, que deixa o céu mais escuro, é outro fator que vai favorecer a visualização dos meteoros. “Embora o cometa de Halley esteja muito longe e não vá retornar para perto da Terra até 2061, ele nos brinda com uma chuva de meteoros duas vezes por ano quando o nosso planeta passa pela nuvem de detritos”, disse o astrônomo da NASA Bill Cooke em um comunicado. Em maio ocorre a Eta Aquarida e em outubro a Orionídea. As chuvas recebem estes nomes por causa das constelações de Aquarius e Orion, de onde o chamado radiante de meteoros parece surgir. “Parece que a chuva vem destas constelações, mas na verdade ela está apenas na direção delas”, disse Delicato. O astrônomo afirma que em todo o Brasil será possível observar a chuva de meteoros, com maior visualização em áreas com pouca iluminação. Ele indica que o melhor horário para observar o fenômeno é às 4 horas da manhã, horário em que a constelação Eta Aquarida (a direção das chuvas de meteoro) está mais alta no horizonte.
Foto: Nasa


Fonte: Último Segundo

O maior artrópode terrestre do mundo




De nome científico Birgus latro, o Caranguejo-dos-coqueiros é o maior artrópode terrestre do mundo e vive nas ilhas tropicais dos oceanos Índico e Pacífico. No início de sua vida, ele esconde o seu abdômen mole em conchas abandonadas de moluscos, já na fase adulta. Como não dispõe de conchas de tamanho suficiente para o seu corpo, ele enrola o abdômen embaixo do cefalotórax e passa a viver no ambiente terrestre. Seus membros são achatados e assimétricos e ficam ao lado do abdômen. Ele respira através de uma estrutura forrada de tecido úmido, que absorve o oxigênio do ar. Na época da reprodução ele retorna ao mar para se hidratar e depositar seus ovos. Deles saem pequenas larvas nadadeiras que, depois de algumas metamorfoses, tornam-se pequenos caranguejos-ermitãos. A dieta desses animais consiste praticamente em coisas de origem orgânica. Frutas como o coco e o figo são as suas prediletas, mas folhas e ovos de tartarugas também lhe atraem. Esses caranguejos são conhecidos pela sua habilidade única, entre todos os outros animais, de cortar buracos em cocos – utilizando suas poderosas garras – para depois comer a polpa. Quanto ao seu tamanho, o maior registrado foi de 1 metro de comprimento e 17 quilos. Esse peso é o limite máximo para um artrópode terrestre. Em meio aquático, outros tamanhos maiores são possíveis. Normalmente ele não é venenoso, mas pode se tornar ao ingerir alguma planta tóxica. Nas ilhas do Pacífico, os Caranguejos-dos-coqueiros são consumidos como alimentos e considerados uma iguaria, pois seu sabor é parecido com o das lagostas. Existem vários pratos diferentes feitos dessa espécie. Também são vistos como animais de estimação. Os habitantes de Tóquio, por exemplo, os criam dentro de gaiolas.


Fonte: Rede Ambiente

Rabo de arraia



O rabo da arraia possui um ferrão venenoso que é usado apenas como autodefesa. Arraias são geralmente animais dóceis tanto é que mergulhadores costumam nadar próximo ao animal que passa a maior parte do tempo passivo, parcialmente enterrado pela arreia, e muitas vezes se move ao sabor da maré.
Foto: Joel Sartore / National Geographic Image Sales; Uma arraia esconde parte de seu corpo na areia do Rio Negro


Fonte: Último Segundo

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Lagos: Lago Tahoe








-É um grande lago de água doce;
-Suas águas são frias e limpas de cor azul turquesa;
-Localizado nas Montanhas da Serra Nevada, Estados Unidos da América;
-Está a 1897 metros acima do nível do mar;
-Está entre os estados da Califórnia e Nevada;
-É o maior lago alpino da América do Norte;
-Com 501 metros de profundidade, sendo o segundo mais profundo do país;
-Sua profundidade média é de 300 metros;
-Sua área de superfície é de 582 Km²;
-Seu comprimento máximo é de 35 Km;
-Possui volume de água de 151 Km³;
-Sua largura máxima é de 19 Km;
-É muito conhecido pela transparência de suas águas;
-É um lago cercado por montanhas;
-A data estimada de sua formação por especialistas é de 2 milhões de anos;
-Este lago possui uma ilha que se chama Ilha Fannette;
-É considerado o destino turístico número 1 dos Estados Unidos e o décimo do mundo;
-O sol brilha no Lago Tahoe 75% do tempo, em 274 dias do ano.

Fontes: Maravilhas Naturais do Mundo, Seleções do Reader's Digest; visitinglaketahoe.com; culturamix.com; tahoeenglish.com.

Maria Celia Amorim

Avião Solar Impulse vai realizar primeiro voo internacional a energia solar




Após passar mais de 24 horas no ar em julho de 2010, avião Solar Impulse agora vai tentar fazer um voo internacional: da Suiça até a Bélgica apenas utilizando a energia captada dos painéis solares instalados nas asas do avião. O avião experimental Solar Impulse HB-SAI deverá executar o próximo voo se as condições de tempo forem boas para a viagem, segundo os coordenadores do projeto informaram. A decolagem será na Suíça com desembarque em Bruxelas, capital da Bélgica. A aeronave pesa 1, 6 toneladas e é dotada de 12 mil células fotovoltaicas acopladas ao longo de suas asas de 63,4 metros de envergadura. Em 7 de abril de 2010, data marcante há mais de cem anos pelo lançamento do 14 bis de Santos Dumont, Bertrand Piccard, especialista suíço que desenvolveu o protótipo Solar Impulse, fez um teste e decolou pela primeira vez o avião que faz parte do projeto avaliado em R$ 100 milhões do suíço. Mais tarde, em julho do mesmo ano, o avião viajou durante 26 horas seguidas com gasto zero de combustível fóssil. Foi o primeiro voo noturno da história com o uso de energias renováveis. Uma outra aeronave que utiliza energia renovável é a Antares DLR-H2, primeira do mundo a realizar apenas hidrogênio como combustível. O protótipo, que foi testado em Hamburgo, na Alemanha, emite zero CO2 na atmosfera.
Foto 1: Greenpacks.org
Foto 2: go-explore-trans.org; Modelo solar está preparado para circular a noite

Fonte: EcoD

Fonte termal muda de cor com intervenção de turistas





Em 1966, há 45 anos atrás, a piscina térmica natural "Morning Glory" era de um azul límpido. Mas as constantes visitas de turistas ao Yellowstone National Park as águas mudaram seu tom azul "puro". Aos poucos, o costume de jogar uma moeda na fonte e "fazer um pedido" poluiu a água e obstruiu as aberturas por onde entrava a corrente quente. Mas a poluição ficou mais visível quando o metal das centenas de moedas acumuladas esverdeou a piscina. Além disso, a intervenção do homem causou a morte das bactérias que sobreviviam apenas com temperaturas entre 64º e 107º C. Entretanto, apesar da história sombria, a natureza ainda encanta os visitantes com seu aspecto psicodélico. Confira as imagens de como a fonte está agora - a de tom azul, é de 1966.
Fonte: EcoD

Girinos



As larvas dos anfíbios iniciam seu desenvolvimento em folhas próximas aos rios. Poucos dias após serem depositados em uma folha, ovos de rã se transformam em um saco transparente e cheio de girinos. A membrana gelatinosa exterior vai se decompondo conforme as larvas vão se desenvolvendo,talvez por causa de uma mudança química nos girinos. Um por um, eles deslizam para uma vida própria na água.
Foto: Paul A. Zahl / National Geographic Image Sales

Fonte: Último Segundo

terça-feira, 3 de maio de 2011

Dia do Pau-Brasil: nossa árvore nacional



Hoje, dia 3 de maio, é o dia da árvore que originou o nome do nosso país: o pau-brasil. Pertencente à espécie Caesalpinia echinata lam (espinhos) essa é uma árvore leguminosa, nativa da Mata Atlântica do Brasil e que é considerada um ícone e uma herança da nossa época colonial. Alvo de muita exploração no passado, hoje em dia ela é preservada. Alcançando até 15 metros de altura, seu tronco é reto, com casca da cor cinza-escuro e coberto de acúleos (espécie de pelo enrijecido para proteger a superfície da planta, sobretudo o caule). Suas folhas são bipenadas (como se fossem penas), de coloração verde brilhante. As flores possuem quatro pétalas amarelas e uma menor vermelha, todas muito aromáticas. A floração ocorre do final do mês de setembro até meados de outubro. Os frutos, que são bastante apetitosos para os pássaros, são cobertos por longos e afiados espinhos que os protegem desses animais. Sua maturação ocorre entre os meses de novembro e janeiro e neles há de uma a cinco sementes de cor marrom. Segundo alguns historiadores, o pau-brasil foi a primeira atividade econômica dos colonos portugueses quando recém chegaram à Terra de Santa Cruz (nome dado ao Brasil logo após seu descobrimento), no século XVI. A árvore possui uma essência corante em sua madeira que servia como tintura em manufaturas de tecidos de alto luxo da corte portuguesa. De coloração avermelhada, essa resina era utilizada pela indústria têxtil europeia como uma alternativa aos corantes de origem terrosa, dando assim aos tecidos uma cor de qualidade superior. Antes disso, Portugal adquiria esta mesma substância, com os mesmos fins, de uma árvore asiática cujo nome era Brazil. Por ela ser bastante escassa, os portugueses se encantaram com a abundância do pau-brasil e, em poucos anos, o tornaram alvo de muita exploração, lucro, comércio e contrabando. Utilizado na época também pela marcenaria (até os dias de hoje, em confecção de arcos para violino e móveis finos) e pelos índios (na produção de seus arcos e flechas e na pintura de enfeites), criou-se uma demanda enorme desta árvore no mercado, resultando em uma rápida e devastadora "caça" ao pau-brasil nas matas brasileiras. Em pouco menos de um século, já não havia mais árvores suficientes para suprir a demanda, e a atividade econômica foi deixada de lado. O fim da caça ao pau-brasil não livrou a espécie do perigo de extinção. As atividades econômicas subsequentes, como o cultivo da cana-de-açúcar e do café, além do crescimento populacional, estiveram aliadas ao desmatamento da faixa litorânea, o que restringiu drasticamente o habitat natural desta espécie. Para que esta árvore, tão importante para a nossa história, não se torne desconhecida, o Jardim Botânico de São Paulo implantou, em 1979, um “bosque de pau-brasil”, na intenção de preservá-lo para que mais brasileiros conheçam esta espécie. Porém, é no município de Pernambucano, São Lourenço da Mata, que existe a maior reserva nativa da espécie. Denominada Tapacurá, ela possui aproximadamente 100 mil pés de pau-brasil. Por ser considerada incorruptível – já que não apodrece e nem pode ser atacada por inseto -, atualmente, a madeira do pau-brasil pode ser, talvez, a mais valiosa do mundo. Para lembrar a sua importância, em 1924, Oswald de Andrade fez um manifesto sobre a nova poesia brasileira, intitulado "Manifesto da Poesia Pau-Brasil".


Fonte: Rede Ambiente

“Bichos Feios”: Peixe-Morcego










-Ogcocephalus vespertilio;
-Da família Ogcocephalidae;
-É um peixe comum na costa brasileira;
-Aparece em todo o Atlântico americano;
-Habitam águas quentes e rasas;
-É um peixe que vive nas profundezas dos oceanos, de 1 a 1,50 metros, na areia, lodo ou entre as rochas;
-Mede em torno de 30 centímetros;
-Seu corpo é achatado;
-Sua cabeça é enorme e triangular;
-Sua boca é pequena e protrátil;
-Na ponta da cabeça existe um chifre de osso, que esconde uma isca para atrair suas presas;
-Durante o dia fica quieto e camuflado e durante a noite sai para caçar;
-As nadadeiras peitorais funcionam também como “pernas” ajudando sua locomoção;
-Ele também possui muitos pelos pelo corpo;
-Este peixe possui a cor marrom, avermelhada, cinza escuro, rosa com muitas manchas e também é capaz de mudar de cor e ficar “invisível” no fundo e passar despercebido.

Fontes: Segredos do Mar, Seleções do Reader's Digest; Rede Ambiente; scubadiver.com.br; discoverylife.org.

Maria Celia Amorim

Siris, mexilhões e corais exóticos infestam as águas brasileiras: é a Bioinvasão.






Enquanto olhos do mundo todo se voltam para vários problemas, uma lenta “poluição” invade silenciosamente ambientes costeiros do Brasil. São diversas espécies de seres, entre eles as algas, crustáceos e alguns moluscos, que são carregados pelas águas de lastro dos porões dos navios e que podem causar desastres ambientais. Quando chegam em portos estrangeiros, onde muitas vezes não encontram predadores naturais, eles se alastram. A água de lastro, em geral é captada nos portos de onde os navios saem, e é utilizada pelas embarcações para dar equilíbrio quando a viagem é feita sem carga. Ao chegar ao porto de destino, esta água é liberada, causando uma migração involuntária de milhões de seres vivos. Um dos piores exemplos que se alastrou pelo Brasil foi o mexilhão dourado. Este espécime veio da Ásia nos porões dos navios e se tornou uma praga nos rios brasileiros, chegando até o Pantanal. O animal se espalhou com tanto vigor que agora causa problema para as usinas hidrelétricas, pois se incrusta nos equipamentos e atrapalha a passagem da água. No Brasil, a Marinha exige a troca da água de lastro em mar aberto antes que os navios cheguem aos portos para evitar este tipo de problema. Há também normas específicas para o Rio Amazonas, para que embarcações não soltem água salgada em portos fluviais. A grande esperança para este tipo de problema é a implantação da Convenção Internacional para Controle e Gestão da Água de Lastro e Sedimentos de Navios, aprovada pela Organização Marítima Internacional (IMO) em 2004. Ela não foi posta em prática ainda porque precisa da assinatura de 30 países, mas até agora conseguiu aprovação de 26, entre eles o Brasil. Esta convenção exige uma densidade máxima de organismos nessa água de lastro.
Conheça três espécies que invadiram as águas brasileiras:
Mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei) - Originária da Ásia, a espécie se espalhou pelos rios brasileiros chegando até o Pantanal. O animal se reproduziu sem controle e causa problemas nas usinas hidrelétricas, pois fica grudado nos equipamentos e atrapalha a passagem da água. Na foto 2.
Siri-bidu (Charybdis hellerii) - O crustáceo veio dos oceanos Índico e Pacífico e se espalhou pelo litoral do Maranhão. Ele compete com os siris nativos, que servem de alimento e de renda para pescadores locais. Na foto 3.
Coral-sol (Gênero Tubastraea) - Também veio dos oceanos Índico e Pacífico e hoje vive no litoral de São Paulo e Rio de Janeiro, sendo considerado uma praga em Angra dos Reis. Apesar de ser muito bonito, ameaça o coral-cérebro, uma espécie local. Nas fotos 4 e 5.


Fontes: G1; EcoD

A flor que exala odor de fezes



Descoberta na África do Sul pelo sul-africano, Carl Thunberg, em 1774, a Hydnora africana é uma planta de aparência um tanto quanto estranha. Ao abrir a sua flor, pode ser confundida com um fungo do gênero Hydnum. Encontrada apenas no país devido à sua vegetação semi-árida, essa é uma planta parasita que não retira seus nutrientes do solo e precisa agarrar-se a outras plantas para sobreviver, assim como as seringueiras e as mamonas. Seu corpo é desprovido de folhas e ela se desenvolve praticamente por inteira no subsolo, perto de sua planta hospedeira. Ela só se torna visível quando as flores se projetam através do solo após boas chuvas caírem. Sob condições favoráveis do clima, leva-se pelo menos um ano para o broto se transformar em uma flor madura. À medida que envelhece, a Hydnora africana vai ganhando a coloração de um cinza escuro, podendo chegar ao preto. Suas flores não têm qualquer semelhança com outras flores normais, exceto pela sua cor salmão brilhante e laranja avermelhado, de seu interior. As sementes são pequenas e numerosas (em torno de vinte mil). Seu fruto é uma polpa bem carnuda e comestível, rico em amido, de sabor adocicado e coloração marrom. Com a planta totalmente crescida, esses frutos, maduros, podem medir até 80 mm de diâmetro. Essa planta é conhecida pelo forte odor de carniça que a sua flor exala para atrair seus polinizadores – besouros e outros insetos. Ela atua como uma espécie de armadilha para prendê-los em suas cerdas duras por um breve período de tempo. Assim que a flor está completamente aberta, eles são liberados. Animais como porcos-espinhos, pássaros, toupeiras e babuínos consomem as sementes da Hydnora africana. Quanto ao seu fruto, é dito ser um alimento tradicional dos povos nativos do sudoeste da África, mas não há registros gravados para confirmar isso. O que se sabe é que na Cidade do Cabo ele é utilizado para fazer vários tipos de pratos, inclusive sobremesas. Além disso, é considerado um potente adstringente, sendo utilizado em casos de disenteria, diarréia, problemas no rim e no tratamento de acne.


Fonte: Rede Ambiente

Fotógrafo flagra águia capturando peixe em lago









Uma águia foi flagrada pelo fotógrafo holandês Harry Eggens capturando um peixe em um lago em Lauvsnes, na Noruega, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".
Foto: Reprodução/Daily Telegraph.

Fonte: G1

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mulungu








-Erythrina mulungu ou Erythrina verna;
-Da família Fabaceae;
-Conhecida também como amansa-senhor, bico-de-papagaio, capa-homem, canivete, corticeira, sapatinho-de-judeu entre outros nomes;
-Planta originária do nordeste brasileiro;
-É uma árvore e planta medicinal brasileira;
-Podem atingir de 6 a 10 metros de altura;
-De madeira mole;
-De flores vermelhas e ocorrendo sua floração entre julho e dezembro;
-Seu fruto é uma vagem, semelhante ao feijão;
-É um gênero bastante adaptável, ocorrendo em várias regiões tropicais e subtropicais;
-É uma das plantas conhecidas com o poder de crescimento espontâneo;
-Possui propriedades calmantes;
-Está ameaçada de extinção.

Fontes: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural;plantamed.com.br; plantasentogenas.org; ufms.br; arvores.brasil.nom.br.

Maria Celia Amorim

Tomografia de múmia ajuda polícia dos EUA a solucionar crimes




Uma fascinação de infância com arqueologia e um encontro fortuito com uma múmia egípcia de 2.700 anos ajudaram policiais e médicos do estado de Vermont (EUA) a descobrir a verdade por trás da morte de crianças em condições suspeitas. Depois de ver a múmia no Museu Robert Hull Flemington, da Universidade de Vermont, o radiologista Jason Johnson decidiu submetê-la ao tomógrafo de última geração de seu hospital. Ele queria saber da vida do que acreditava ser uma menina egípcia de 14 anos e o que causara sua morte. O que Johnson não esperava era que algumas das técnicas científicas usadas para revelar os segredos da múmia acabariam tendo outras aplicações, incluindo ajudar a polícia e médicos legistas a determinar se crianças foram vítimas de crime. As tomografias do hospital ajudaram médicos a criar um modelo 3D do crânio da múmia – graças ao tipo de detalhe que se pode obter com o uso do tomógrafo em níveis de intensidade que não seriam seguros no caso de pacientes vivos. Isso também ajuda na ciência forense, ao revelar padrões de ferimento em crianças mortas que outras técnicas de detecção poderiam deixar passar. Desde que a múmia foi tomografada, em novembro, médicos vêm trabalhando para as autoridades começaram a usar as mesmas técnicas para averiguar mortes de crianças. “Foi de uma ajuda tremenda”, disse o promotor público Tom Kelly, que usou a informação obtida por tomografia para determinar a idade das fraturas nos ossos de uma vítima. Johnson disse que sua técnica pode ajudar a determinar se a morte de uma criança foi natural. “Já que a pessoa não está mais viva, não é preciso pensar na dose de radiação”, disse o médico Christopher Filippi, que ajudou a escanear a múmia e a desenvolver as novas técnicas. Ele espera apresentar um artigo científico sobre a técnica numa reunião da Sociedade de Radiologia da América do Norte. “Normalmente, na tomografia clínica, é necessário preocupar-se com o paciente. Se a pessoa está morta ou é uma múmia, podem-se obter detalhes refinados”.
Foto: AP.
Fonte: Último Segundo

Mudança climática destrói costas do Ártico



O aquecimento global está devorando as costas do Ártico, onde erosões de até 10 metros ao ano estão afetando comunidades e ameaçando a sobrevivência de espécies de plantas e animais locais. Esta é a principal conclusão de um duplo estudo publicado por um consórcio de 30 cientistas de 10 países que analisou a situação de 100 mil quilômetros de costa, equivalente as fronteiras terrestres dos oito países que fazem fronteira ao norte com o oceano Ártico. "Parece que a erosão do litoral do Ártico está acelerando de forma dramática. O corte médio é de meio metro ao ano, mas em algumas zonas chega a ser de 10 metros ao ano", diz à Agência Efe Volker Rachold, investigador do Instituto Alfred Wegener de Potsdam, na Alemanha. As áreas mais afetadas são, segundo o relatório científico, o mar de Laptev e o leste da Sibéria, ambos na Rússia, e o mar de Beaufort, que faz fronteira com as costas do Canadá e Alasca, nos EUA. O estudo alerta que, como as costas do Ártico representam um terço do total do litoral do planeta, "a erosão pode chegar a afetar áreas enormes no futuro". Tal retrocesso do litoral é consequência, sem dúvida, do aquecimento global, um problema que se agrava no Círculo Polar Ártico, onde os incrementos dobram o aumento térmico meio global, explica o investigador alemão. O processo climatológico está descongelando parte do permafrost litorâneo, a camada de gelo permanente dos níveis superficiais do solo própria das regiões muito frias. "Vemos rápidas mudanças em uma situação que permaneceu estável durante milênios", denuncia o estudo, o primeiro de caráter compreensivo que analisa as consequências físicas (geológicas e químicas), ecológicas e humanas da erosão do litoral árticas. Seu impacto é "substancial" para os ecossistemas árticos litorâneos e para a população humana assentada nessas regiões, aponta o documento "Estado do litoral Ártica 2010", de 170 páginas e disponível na internet. Os mais afetados pelas mudanças são os animais selvagens que habitam nessas regiões, especialmente os extensos rebanhos de renas, e os frágeis ecossistemas dos lagos de água doce próximos à costa. O homem também se vê afetado por este grave processo erosivo, mas dada a pouca população no litoral mais setentrional do planeta, o estudo retrata mais como incentivo que como vítima neste problema meio ambiental.

Fontes: Último Segundo; EcoD

Crabzilla: o Caranguejo Gigante



A mais de trezentos metros de profundidade do oceano vive o Macrocheira kaempferi, também conhecido como Caranguejo-aranha-gigante ou crabzilla (a mistura de crab – caranguejo em inglês – e zilla do tradicional monstro japonês godzilla). É encontrado no mar do Pacífico, principalmente na costa do Japão. Acredita-se que, quando totalmente crescido e esticado de pata a pata, este animal possa chegar a quatro metros de comprimento. O maior espécime capturado até agora media pouco mais de três e pesava quase 20 kg. Com dez patas, quatro a mais que a maior parte dos caranguejos, este animal é um predador perigoso debaixo d’água. Mas, em terra, é incapaz de aguentar o peso de seus próprios membros. Acredita-se que o Crabzilla possa viver cerca de 100 anos. Esta espécie ainda é bastante misteriosa e sabe-se pouco sobre sua, dieta, hábitos, e quantidade de indivíduos. Para ver este animal ao vivo, seria necessário viajar até a França (centro de vida marinha Sea Life), Japão (Aquário Kaiyukan) ou Portugal (Oceanário de Lisboa).


Fonte: Rede Ambiente

domingo, 1 de maio de 2011

Menor Falcão Brasileiro: Falcão Cauré









-Falco rufigularis;
-Da família Falconidae;
-Também conhecido como falcão-morcegueiro, falcão-de-garganta-branca, coleirinha, temtenzinho e falcão-de-coleira-branca;
-Chegam a medir até 26 centímetros de comprimento;
-Habitam as florestas e bordas de matas;
-Se alimentam de pequenos vertebrados e de insetos e ao entardecer caça morcegos e mariposas;
-O macho pode pesar em torno de 120 gramas e a fêmea, 200 gramas;
-Seu peito e barriga são listrados de branco;
-Sua garganta, papo e lados do pescoço são de cor branca ou mesmo ferruginosos;
-Seu abdome e calções são de cor castanhos;
-Sua cabeça é toda negra;
-Seus olhos são grandes e escuros, rodeados por pele nua amarelada;
-Suas pernas são curtas;
-No Brasil aparece em quase todos os estados, com exceção de Santa Catarina e Rio Grande do Sul;
-Vivem solitários ou em pares;
-Passam a maior parte do tempo pousados em árvores mortas ou em postes.

Fontes: Atlas da Fauna Brasileira, MA/IBDF-MEC/FENAME, Edições Melhoramentos; avesderapinadobrasil.com; wikiaves.com.br; avesdopantanal.com.br.

Maria Celia Amorim

Segredo da abelha rainha é descoberto



Uma das proteínas que contém a geléia real (57-kDa) é o ingrediente ativo que culmina na transformação de uma larva de abelha em rainha, segundo um estudo publicado no último número da revista "Nature". Uma larva de abelha fêmea (Apis mellifera) pode se transformar tanto em uma operária estéril como em uma rainha, fértil e com um corpo mais longo, tem evolução mais rápida e uma vida muito mais longa. A rainha põe ovos fecundados que dão origem as operárias, e o ovos não fecundados, dos quais saem as abelhas macho, os zangões. O nutriente existente na geléia real responsável pela diferenciação entre as abelhas operárias e a rainha é a proteína 57-kDa, já identificada. Os cientistas sabiam que o dimorfismo das abelhas fêmea se baseia no consumo de geléia real, nutriente segregado pelas operárias, e que não depende de diferenças genéticas. Entretanto, o ingrediente ativo e o mecanismo que guia o desenvolvimento das abelhas rainha não eram muito conhecidos. O grupo dirigido pelo cientista da Universidade de Toyama (Japão) Masaki Kamakura constatou, por meio de experimentos com moscas-das-frutas (Drosophila melanogaster), como a proteína 57-kDa ativa a quinase p70 S6 aumenta a atividade da MAP quinase. Os estudiosos acreditam que a quinase p70 S6 é responsável pelo aumento do tamanho do corpo da abelha rainha, enquanto a MAP quinase causa a aceleração em seu desenvolvimento. Estes processos, mediados pelo Receptor do Fator de Crescimento Epidérmico (EGFR), produziram nas moscas-das-frutas fenotipos similares aos das abelhas rainha.

Fontes: Último Segundo; Yahoo Notícias; estadao.com.br.

Vulcão Pacaya




Um cortina de fumaça surge do Pacaya, um dos vulcões mais ativos da Guatemala e que está localizado a 50 km da capital guatemalteca. O país tem 288 vulcões ou estruturas de origem vulcânica. Deles, apenas oito têm registro de atividade.
Foto: Bobby Haas / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Pele sintética surge como alternativa aos testes com animais



Uma pesquisa norte-americana divulgada em abril deste ano revelou que peles sintéticas podem ser tão eficientes nos testes para cremes quanto pele de ratos. Os cientistas avaliaram imagens em escala microscópicas de dois modelos de peles sintéticas e de pele de animais e descobriram grandes semelhanças. Além de ser uma alternativa aos testes com animais vivos, a tecnologia poderá ser utilizada por pessoas que sofreram queimaduras. Atualmente, os pacientes que tiveram grande perda de pele tem como opções fazer um enxerto com sua própria pele, retirada de outras partes do corpo, ou utilizar a pele de outros animais. O problema da segunda opção, revelam os cientistas, é que além de cara e difícil de obter, ela envolve questões éticas e variações de cada organismo. “A pele varia de um animal para outro, o que torna difícil prever como ela afetará a vítima de queimadura. Mas a pele sintética tem uma composição consistente, tornando-a um produto confiável”, afirma Bharat Bhushan, da Ohio Eminent Scholar e professor de engenharia mecânica na Ohio State University. O estudo de Bhushan, que será publicado na edição de junho do Journal of Applied Polymer Science, não é o primeiro a indicar o uso dessa tecnologia como alternativa aos testes feitos com animais. O Fraunhofer Institute, na Alemanha, já desenvolveu uma pele sintética com dupla camada que reproduz fielmente a textura, consistência e a composição da pele humana. Com esse material é possível avaliar a qualidade de cremes de beleza, sabonetes, detergentes e outros produtos sem sacrificar nenhum animal.

Fonte: EcoD