terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Falta de ozônio ajuda a manter Antártida fria

Enquanto o entorno da Antártida segue a tendência de aquecimento observada em quase todo o planeta, o centro continua frio, conforme imagens de satélite da Nasa desde a década de 1970. E o gelo, em vez de derreter, está se expandindo. Aparentemente, o choque entre a temperatura fria do centro e as médias quentes do entorno é decisivo para gerar ventos e manter a região central gelada. É o que pensam pesquisadores brasileiros, em busca de respostas para fenômenos climáticos na Antártida. Eles afirmam que a diminuição da camada de ozônio sobre o continente ajuda a manter a temperatura fria na região central e sustentam que o frio causado pela ausência do gás contribui para aumentar os ventos ao redor da Antártida e isolar termicamente a região.
Método: O grupo coletou um cilindro de gelo de 40 metros de profundidade e por um processo de datação separou anualmente as camadas de gelo, retrocedendo até a década de 1950. "Há uma tendência negativa na deposição de poeira entre 1967 e 2007. Nossos dados sugerem que ela seja resultado de um crescente isolamento atmosférico da região central do continente antártico pelo aumento da intensidade dos ventos ao redor da Antártida. Esse aumento na intensidade dos ventos reflete, por sua vez, o resfriamento da alta atmosfera no centro antártico causado pela depleção da camada de ozônio na região", explica o biólogo Márcio Cataldo, do grupo de relação atmosfera-gelo da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj). O estudo, ainda não publicado, está sendo submetido a uma revista científica. "Pesquisas feitas na região periférica da Antártida mostram que lá, a poeira está aumentando. O que corrobora a teoria de que os ventos e ciclones que se formam ao redor do continente impedem a entrada de massas de ar quente no local, justamente aquelas que trazem as partículas de poeira", explica Cataldo. Frio. O ozônio absorve calor. Por isso, onde há ozônio, as temperaturas são mais quentes. Só que, sobre os polos, a depauperação da camada de ozônio é mais intensa que em outras regiões. "Nas regiões polares formam-se nuvens muito altas, chamadas de nuvens polares estratosféricas. Elas surgem no inverno, quando há pouca luz, e aglutinam elementos como o CFC, lançado na atmosfera pelo homem, e o bromo, produzido nos mares. Eles destroem o ozônio", resume Cataldo. Quando chega a primavera e o Sol aparece, essas nuvens se dissipam e soltam os elementos de uma vez, fazendo um "estrago" na camada de ozônio. O fenômeno também ocorre no Ártico. Neste ano, segundo a Nasa, o buraco sobre o Ártico foi o maior já registrado no Hemisfério Norte. Mas, lá, o gelo está derretendo, enquanto na Antártida central ele está se expandindo. "No Ártico, satélites mostraram que derreteu muito mais gelo do que se imaginou pelos modelos climáticos usados", afirma a professora Ilana Wainer, do Instituto Oceanográfico da USP.
Foto1: Getty Image; Antártida: choque entre a temperatura fria do centro do continente e médias quentes do entorno é decisivo para gerar ventos e manter a região central gelada
Fontes: Último Segundo; estadao.com.br

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

5 Espécies de Urubus


1 – Urubu-de-cabeça-preta: São famosos por realizarem vôos planos e de grandes alturas. Sua cor é negra, mas quando nascem possuem plumagem totalmente branca. Foto: Wikipédia


2 – Urubu-de-cabeça-vermelha: Pode ser encontrado em quase todo continente americano. Seu olfato é tão apurado que é capaz de localizar a presença de uma carcaça três vezes mais rápido do que qualquer outra espécie de urubu. Foto: Tim McCormack


3 – Urubu-rei: Está sob forte ameaça de extinção, já que seu habitat natural (a floresta) está sendo destruído. É o maior e o mais colorido entre todos da sua espécie. Foto: Eric Kilby


4 – Urubu-de-cabeça-amarela: Normalmente medem 65 centímetros de comprimento e pesam 3,5 quilos. Podem ser encontrados no México, Brasil e na Argentina. Foto: Arjan Haverkamp


5 – Urubu-da-mata: Habitam as florestas tanto da Bolívia, Brasil e Colômbia quanto do Equador, Peru e Venezuela. São consideradas aves de porte médio, chegando a medir até 60 centímetros de comprimento. Foto: Sidnei Dantas 




Fonte: Rede Ambiente

O dourado desconhecido

Não são todos os que a conhecem, mas há outra espécie de Dourado, menor que o grandão que está sempre aparecendo nas páginas das revistas de pesca esportiva. É o Dourado-Pampo ou Douradinho, Coryphaena equiselis. Embora menos comum, pode ser abundante em várias regiões, como no norte da América do Sul, onde é de grande importância comercial. É também mais costeiro. Os machos e fêmeas são similares à fêmea e aos jovens do Dourado, mas são mais altos proporcionalmente. A nadadeira peitoral é mais curta que a cabeça. Atinge 75 cm e 3 kg e ocorre em todos os mares quentes do mundo; no Brasil desde o Nordeste até Santa Catarina. Pelas fotos dá para ver os detalhes da altura e da nadadeira peitoral. As barras escuras verticais do Douradinho podem aparecer também no grandão e são características de quando estão excitados. Seus hábitos são como os do Dourado grande, pois vive na coluna d’água entre a superfície e cerca de 50 m de profundidade, alimenta-se do que aparecer pela frente como peixes, lulas e crustáceos.
Fonte: Rede Ambiente

Astronauta fotografa passagem de cometa vista do espaço


A agência espacial americana (Nasa) divulgou no dia 23 de dezembro uma fotografia feita da passagem do cometa Lovejoy pela Terra vista do espaço. A imagem foi obtida pelo comandante da estação espacial, o americano Dan Burbank,
Foto: Cometa Lovejoy é visto perto do horizonte da Terra em imagem feita do espaço (Foto: Nasa)
Fontes: G1; último Segundo; estadao.com.br

Câmeras de alta velocidade revelam que pombos voam como helicópteros

Os pombos podem ser mais parecidos com insetos e helicópteros do que com outras aves – pelo menos quando o assunto é manobra aérea. O cientista Ivo Ros, da Universidade Harvard, usou câmeras de alta velocidade para analisar os padrões de voo dos animais enquanto eles faziam um percurso em um corredor. Devido ao espaço reduzido, os pombos precisaram fazer curvas de 90 graus em baixa velocidade. Ao estudar as imagens, Ros reparou que para se manterem no ar, os pombos produzem forças aerodinâmicas em uma direção uniforme. Eles redirecionam seus corpos para que elas estejam na direção correta – um comportamento-chave para realizar essas curvas em baixa velocidade. Nesse ponto, o voo dos pombos é parecido com o do beija-flor, concluiu o estudo publicado na revista “PNAS” nesta semana.

Foto 1: Pombos durante análise de voo feita na Universidade Harvard (Foto: Cortesia/S.A. Combes)

Foto 2: Foto feita durante estudo do padrão do voo dos pombos (Foto: Cortesia/S.A. Combes)









Fonte: G1

Descoberta sobre aids ganha prêmio da revista 'Science'


O maior avanço da ciência em 2011 foi a descoberta de que o tratamento contra o HIV também diminui a transmissão do vírus. O prêmio foi concedido pela tradicional revista Science na sua edição de fim de ano. O estudo premiado demonstrou que quem é tratado contra o HIV com drogas antirretrovirais tem 96% menos chance de transmitir o vírus a seus parceiros sexuais. Parte das experiências de campo foi conduzida com pacientes brasileiros. Até a publicação do artigo, havia uma grande polêmica se as drogas antirretrovirais tinham ou não o efeito duplo de tratar os portadores e restringir o contágio. O prêmio vai para Myron Cohen, da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, e para um time de pesquisadores internacionais, que incluiu um grupo de brasileiros. Os estudos no País foram conduzidos pelos infectologistas Beatriz Grinsztejn, do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec-Fiocruz), e Breno Riegel Santos, do Hospital Nossa Senhora da Conceição (Porto Alegre).
Teste clínico. A pesquisa, conhecida por HPTN 052, começou a ser feita em 2007 e envolveu 1.763 casais heterossexuais em nove países: Brasil, Índia, Tailândia, EUA, Botswana, Quênia, Malauí, África do Sul e Zimbábue. Cada casal incluía um parceiro contaminado pelo HIV e outro livre do vírus. Os pesquisadores administraram drogas antirretrovirais em metade dos casais e compararam o porcentual de infecção dos parceiros nos quatro anos seguintes. Também aconselharam os casais a utilizar preservativos. Participaram da pesquisa 467 casais do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul. Segundo Beatriz, o estudo já começa a dar frutos. Tanto o Ministério da Saúde como a Organização Mundial da Saúde cogitam começar mais cedo o tratamento de pessoas com HIV que estão em um relacionamento estável com alguém que não possui o vírus.
Foto: José Luís da Conceição/AE; Parte das experiências de campo realizada pelos estudiosos foi conduzida com pacientes brasileiros
Fonte: estadao.com.br

sábado, 24 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Gostaríamos de poder enviar para cada um de vcs uma mensagem de Natal, pois cada um é muito especial, mas isso ficaria inviável. Por isso, aceitem a nossa mensagem, desejando a todos um Excelente Natal de muita paz, saúde e que essa noite seja de muita harmonia e fraternidade, sem esquecermos quem é o verdadeiro dono da festa. Para ele, devemos dirigir nossos pensamentos para que possamos perdoar ainda mais, levar alegria e ajuda a quem precisa, entender o verdadeiro sentido do amor e o espírito do Natal. Que Deus abençoe, ilumine e proteja cada um de vcs e suas famílias. 
São os votos de Ricardo, Célia e Diana.

7 Espécies de Invertebrados Marinhos


1 – Estrela-do-mar: O corpo é duro e rígido, devido seu endoesqueleto que pode ser quebrado em partes se tratado rudemente. Foto: Igor Alexandre Souza


2 – Vieira: É um molusco. Ela nada ativamente pelos mares, sendo o único bivalve migratório, movendo-se por propulsão com ajuda do músculo adutor. Foto: Andreas Tille


3 – Aranha-do-mar: São animais geralmente de 4 a 6 pares de patas. O abdômen é bem pequeno em relação as patas. Por uma otimização do espaço, o estômago entra por dentro das patas, pois elas são ocas e o corpo bem curto. Foto: Steve Childs


4 – Bernardo-eremita: Tem o abdômen mole e por isto se protege morando em conchas de caracóis abandonadas. Ele próprio abandona estas conchas e se instalam em outras quando ficam grandes para elas. Foto: Wikipédia


5 – Urocordado: Tem forma de um barril com duas aberturas, chamadas sifões, geralmente do mesmo lado. Uma para a entrada da água e dos alimentos e outra para a saída da água e das excreções. Foto: Nick Hobgood


6 – Bolacha-do-mar: O seu corpo achatado facilita a escavação de pequenos buracos na areia e é considerado por muitos pesquisadores e cientistas como uma adaptação natural. Foto: Wikipédia


7 – Ouriço-do-mar: É coberto de espinhos que medem entre alguns milímetros e 30 cm. Normalmente ele alimenta-se de algas e areia. Foto: Mila Zinkova 






Fonte: Rede Ambiente

Descoberta científica do ano foi o tratamento do HIV como prevenção


O periódico científico Science divulgou hoje as dez principais descobertas do ano. 
O campeão foi o estudo clínico que demonstrou que pessoas infectadas com o HIV são 96% menos propensas a transmitir o vírus HIV caso tomem anti-retrovirais.A descoberta pôs fim a um antigo debate sobre anti-retrovirais poderiam gerar duplo benefício: tanto no tratamento para pacientes infectatos pelo vírus HIV, quanto na redução das taxas de transmissão. A partir do estudo publicado neste ano ficou claro que os anti-retrovirais tratamento e também prevenção quando se trata de HIV. O teste começou em 2007 e foi feito com 1.763 casais heterossexuais - em que um dos parceiros era soropositivo - de Brasil, Botsuana, Índia, Quênia, Malaui, África do Sul, Tailândia, Estados Unidos e Zimbábue. Segundo o periódico científico, o teste terá "profundas implicações na resposta futura à epidemia de HIV", que infecta cerca de 33 milhões de pessoas em todo o mundo e matou 1,8 milhão em 2009. "Os resultados do HPTN 052 e outros feitos recentes despertaram a esperança de que combinar estas intervenções possa por um fim à epidemia de Aids em países inteiros, se não no mundo", destacou a Science em comunicado. Além de reconhecer o uso do HPTN 052 como a descoberta do ano de 2011, a Science identificou outros nove avanços científicos para formar a lista das dez descobertas mais importantes do ano.
Missão Hayabusa: Depois de algumas dificuldades técnicas quase desastrosas e uma recuperação espantosa, a nave espacial japonesa Hayabusa regressou a Terra com poeira da superfície de um tipo específico de asteroide, os chamados do tipo S. A poeira de asteroide representa a primeira amostra direta de um corpo planetário em 35 anos e a análise confirmou que os meteoritos mais comuns encontrados na Terra, são originários deste tipo de asteroides do tipo S.
Desvendando as origens humanas: Ao estudar o código genético hominídeos, pesquisadores descobriram que seres humanos carregam várias variações de DNA herdadas de outros hominídeos, como homem de Denisova na Ásia e o ancestral da África, ainda não identificado. Estudo publicado este ano sugere que o Australopithecus sediba seja encarado como o melhor candidato a antepassado do gênero Homo.
Captura de proteína fotossintética: Com riqueza de detalhes, pesquisadores japoneses mapearam o Fotossistema II ou PSII (da sigla em inglêsm Inglês), a proteína que as plantas usam para separar a água em átomos de hidrogênio e oxigênio. Com o estudo, cientistas tiveram acesso a estrutura essencial para a vida na Terra - que também poderia inspirar fontes de energia limpa.
Gás primitivo do espaço: Astrônomos usando o telescópio Keck, no Havaí, para investigar o universo distante acabaram encontrando duas nuvens de gás hidrogênio que parecem ter mantido a sua química original de dois bilhões de anos após o Big Bang. Outros pesquisadores identificaram uma estrela quase desprovida de metais, assim como as estrelas mais primitivas do universo deveriam ser. Os resultados mostram que a matéria permaneceu intacta por tantos anos.
Conhecendo o microbioma: Pesquisa sobre os micróbios que habitam o intestino humano mostrou que todos temos uma bactéria dominante no trato digestivo: Bacteroides, Prevotella ou Ruminococcus. Estudo revelou que uma dessas bactérias prospera em uma dieta rica em proteínas, enquanto outros preferem comida vegetariana. As descobertas ajudam a esclarecer a interacção entre a dieta, nutrição, micróbios e doenças.
Uma vacina promissora contra a Malária: Os primeiros resultados dos ensaios clínicos de uma vacina contra a malária conhecida como RTS, S, proporcionou ânimo para a pesquisa sobre uma vacina contra a malária.
Sistemas Solares: Este ano, astrônomos tiveram a oportunidades da observar vários sitemas planetários distantes e descobriram que as coisas são bem diferentes por lá. Primeiro, o observatório Kepler da NASA identificou um sistema de estrelas com planetas em órbita de forma que os modelos atuais não conseguem explicar. Os pesquisadores então descobriram um gigante do gás aprisionado em uma órbita estranha, um planeta que circula um sistema estelar binário a 10 planetas que parecem estar flutuando livremente no espaço - tudo totalmente diferente do que está em nosso próprio sistema solar .
Novo desenho: As zeólitas são minerais porosos utilizados como catalisadores e filtros moleculares para converter petróleo em gasolina, purificação de água, filtro de ar e produzir detergentes para a roupa, por exemplo. Este ano, químicos desenharam uma gama de novas zeólitas mais baratas, mais finaos e mais bem equipadas para processar grandes moléculas orgânicas.
Limpeza de células envelhecidas: Experimentos mostraram que a limpeza de células envelhecidas, ou aqueles que pararam de se dividir, em corpos de camundongos pode retardar o aparecimento de sintomas relacionados à idade tais como cataratas e fraqueza muscular. Os camundongos cujos corpos foram limpos dessas células viveram mais do que os que não receberam o “tratamento”.
Fontes: Último Segundo; estadao.com.br

Vespa é capaz de reconhecer as faces umas das outras

Cientistas descobriram que uma espécie de vespa é capaz de reconhecer as faces umas das outras, uma capacidade importante para manter o funcionamento da sociedade desses animais. A pesquisa foi apresentada na edição da revista “Science”, por um grupo da Universidade de MIchigan, nos Estados Unidos. Os pesquisadores já sabiam que as vespas como um todo são capazes de distinguir formatos. O reconhecimento facial, no entanto, seria algo até agora só visto na espécie de vespa-de-papel, Polistes fuscatus. Em testes, outra espécie parecida, a Polistes metricus, não apresentou a mesma característica.

Foto 1: Parece tudo igual? Pois as vespas conseguem reconhecer as diferenças (Foto: Science/AAAS)

Foto 2: Vespa da espécie estudada pelos pesquisadores da Universidade de Michigan (Foto: Science/AAAS)







Fonte: G1

Outono no Oeste


O rio Yellowstone passa pelos bancos coloridos pelo outono na região de Paradise Valley, no estado de Montana, nos Estados Unidos. A área é conhecida por ser uma das melhores do mundo para pescaria, mas também vale pela sua paisagem deslumbrante. Emigrant Peak, que faz parte da cadeia montanhosa de Absaroka, completa o pano de fundo dessa paisagem ícone do oeste americano.
Foto: Annie Griffiths Belt / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Focas têm comportamentos diferentes em relação aos filhotes


Você já deve ter ouvido alguma vez que todas as mães são iguais, o que muda é só o endereço. O ditado pode até servir para os humanos, mas um estudo publicado deixa bem claro: isso não vale para as focas-cinzentas. A pesquisa publicada pela revista científica “Marine Mammal Science” foi a primeira a avaliar o comportamento das mães no seu próprio habitat. Os cientistas usaram um veículo de controle remoto equipado com uma câmera para fazer a observação dos animais. Eles descobriram que cada foca tem uma personalidade própria e reage de maneira diferente aos estímulos externo e potenciais ameaças aos filhotes; o próprio veículo enviava tais estímulos, imitando sons de lobos. As respostas variaram desde a indiferença até a agressividade. “Nossos achados mostram que não existe uma foca padrão. Indivíduos se comportam de maneira diferente e o fazem consistentemente. Descobrimos que algumas mães foca são muito atenciosas quando algo potencialmente perigoso se aproxima, enquanto outras mães mal tomam conta dos filhotes”, diz Sean Twiss, da Universidade de Durham, líder do estudo. O que o grupo formado por especialistas das universidades britânicas de Durham e St. Andrews não soube responder, no entanto, é o motivo da variedade no comportamento. “Se a atenção materna contribui para a forma, seria preciso perguntar por que a seleção não levou a um único nível ótimo de tomar conta dos filhotes”, afirma o coautor Patrick Pomeroy, da Universidade de St. Andrews. “Nossa próxima tarefa é descobrir se as diferenças de personalidade têm consequências na forma física”, completa.
Foto: Foca-cinzenta (Foto: Reprodução)
Fonte: G1

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Nestas festas de fim de ano, por favor muito cuidado. Não misture bebida com direção...você ainda tem muito a realizar

 

ATENÇÃO: ESTE VÍDEO CONTÉM CENAS MUITO FORTES.

6 Insetos que Fazem Metamorfose


1-Mosca-varejeira: A mosca passa pelas fases: ovo, larva, pupa e adulto. É um parasita, que normalmente afeta gados. Os adultos são de vida livre. Foto: Wikipédia


2-Joaninha: Seus ovos eclodem em uma semana e o estágio larval é de três semanas. Durante este estágio, o inseto já apresenta a mesma alimentação do adulto. Foto: Jon Sullivan


3-Cigarra: Após o acasalamento, a fêmea faz cortes na casca de um galho para depositar os seus ovos. Ela pode fazer isto repetidamente, até que ela coloque várias centenas de ovos. Foto: Jodelet / Lépinay


4-Efémera: O nome está relacionado com o fato do adulto viver apenas poucas horas, sem se alimentar, dedicadas apenas à reprodução e à postura dos ovos da geração seguinte. Foto: Richard Bartz


5-Barata: Este grupo de insetos apresenta metamorfose incompleta, em que os jovens e adultos vivem no mesmo habitat, passando pelos estágios de ovo, ninfa e adulto, com a ausência do estágio imóvel (pupa). Foto: Wikipédia


6-Borboleta: Quando a larva está pronta para virar crisálida (estado intermediário entre lagarta e borboleta) ela dependura-se numa folha por um par de falsas pernas, de cabeça para baixo e assim que a pele de suas costas se abre, a larva se sacode e surge uma crisálida. Foto: Wikipédia 





Fonte: Rede Ambiente

Variedade africana de rinoceronte é considerada extinta

Uma atualização da chamada lista vermelha das espécies ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) tornou oficial a extinção do rinoceronte-negro-do-oeste (Diceros bicornis longipes). Essa subespécie de rinoceronte-negro ultimamente só era encontrada em Camarões. No entanto, em 2006, quando se fez a última grande busca pelo animal na natureza, nenhum exemplar foi encontrado e, desde então, jamais se voltou a ver. Seu primo, o rinoceronte-branco-do-norte (Ceratotherium simum cottoni) também está seriamente em risco, e aparece na categoria “possivelmente extinto na natureza". O rinoceronte-javanês (Rhinoceros sondaicus) segue pelo mesmo caminho. A IUCN monitora o estado de conservação de 61.900 espécies. Ela informa que 25% dos mamíferos do planeta estão ameaçados. Medidas de proteção poderiam salvar as espécies do desaparecimento. Um exemplo de sucesso desse tipo de iniciativa é o rinoceronte-branco-do-sul (Ceratotherium simum simum), que, graças a políticas de conservação, viu sua população aumentar de menos de 100 animais no fim do século 19, para mais de 20 mil, atualmente. O cavalo-de-Przewalski (Equus ferus przewalskii), tido como extinto em 1996, já tem uma população de mais de 300 espécimes, graças a um programa de reprodução.


Foto 1: Rinoceronte-negro de variedade ainda não extinta é transportado de helicóptero na África do Sul para formar novas populações em outra parte do país. O rinoceronte-negro-do-oeste não teve a mesma sorte e acabou extinto. (Foto: Green Renaissance)

Foto 2: Cavalos-de-Przewalski vivem em estado selvagem na Ucrânia. (Foto: Dennis Barbosa/Globo Natureza)

Foto 3: Rinoceronte negro em zoológico na Inglaterra: subespécie de rinoceronte negro ocidental está extinta; Getty Images





Fontes: Último Segundo; G1

Agapornis: o pássaro do amor

O Agapornis é um gênero de aves, da mesma família dos louros. A ave é conhecida por viver com o mesmo companheiro a maior parte da sua vida. O casal não pode se separar, pois se isto ocorrer, ambos correm risco de terem uma vida triste, de solidão, que pode resultar até na morte do animal. Por este comportamento, a ave é conhecida como pássaro do amor ou inseparáveis. A necessidade de viverem em duplas é tão grande que se a ave for criada em cativeiro e não tiver um parceiro do sexo oposto, pode viver até com outra do mesmo sexo. Uma das espécies de Agapornis, o agapornis personatus, é conhecido como o “inseparável mascarado”. A ave é uma das menores da espécie tendo como principal característica a cor negra ou marrom na região da cabeça. Cada olho é rodeado de anel branco, que o faz parecer estar com uma máscara. O bico é vermelho brilhante, o peito, o pescoço e a nuca são amarelos. Machos e fêmeas possuem a mesma aparência. Somente quando ainda são jovens, que estes possuem uma aparência mais pálida e clara. A alimentação da ave é bem variada. Sementes, frutas e vegetais são os alimentos preferidos do animal. Durante o período de reprodução, “os inseparáveis” formam o seu ninho em algum buraco de árvore, forrado de folhas e outros vegetais. A fêmea choca 4 ou 5 ovos durante 20 dias e ela é alimentada pelo macho.
Fonte: Rede Ambiente

Números de reciclagem de PETs crescem no Brasil


Uma notícia boa no ramo da reciclagem para nós, brasileiros. No último dia 14 foi divulgado o 7º Censo da Reciclagem do PET no Brasil pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet). Nele, os dados apontam um aumento de 7,6% do ano retrasado para o passado. Em 2010 foram recicladas 262 mil toneladas de PET, o que equivale a 55,8% do total dessas garrafas no País. Para chegar a esses números, 409 empresas do setor de 4 cidades (São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro) participaram do levantamento. Os principais colaboradores com essa ação são os catadores. Segundo as organizações, eles representam 47% de todos os fornecedores. O material reciclado é transformado, em sua maioria, em: produtos têxteis (38%), resinas insaturadas e alquídicas (19%) - destinadas à base de tintas e construção civil, com revestimento de piscinas e banheiras, entre outras – e embalagens (17%). Porém, mesmo com esses números positivos, integrantes da Abipet alertam para alguns problemas graves ainda presentes neste setor. Os mais relevantes entre eles são a indisponibilidade de mão-de-obra suficiente, a urgente implantação da coleta seletiva em todo o país e a disseminação da cultura da separação das embalagens na sociedade. A solução para todos eles foi determinada pela Política Nacional de Resíduos Sólidos até agosto de 2014. Segundo a Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008-2010, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), atualmente apenas 17,8% dos municípios fazem coleta. Para saber quais são os locais que fazem este tipo de serviço, foi utilizada a ferramenta Google Maps. Segundo o site “atualmente são mais de 2 mil pontos e funcionam como um alerta à sociedade, para poder participar”. A própria Associação Brasileira da Indústria do PET possui uma iniciativa nesta área. Denominada LevPET, ela foi implantada em novembro de 2010 com o intuito de pesquisar os lugares onde as pessoas poderiam entregar as garrafas de plásticos no país. Foram encontrados Pontos de Entrega Voluntária (PEVs), diversas cooperativas e também postos de coleta em ONGs (Organizações Não-Governamentais).
Fonte: Rede Ambiente

Exame de sangue ou de urina pode prever mal de Alzheimer


Um exame de sangue ou de urina pode servir para prever o mal de Alzheimer meses ou até mesmo anos antes do surgimento dos primeiros sintomas. A afirmação é de um estudo do Centro VTT de Pesquisas Técnicas da Finlândia, publicado pela revista médica “Translational Psychiatry”. O mal de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa ainda sem cura, mas a chance de controlá-la é maior se ela é detectada precocemente. Ocorre na terceira idade e seu sintoma mais comum é a perda da memória. A descoberta do laboratório finlandês é que um indicador molecular relacionado à chamada via das pentoses, que regula a glicemia, aumenta antes da manifestação da doença. É um sinal de falta de oxigenação e um presságio do mal de Alzheimer. Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores acompanharam pacientes com danos cognitivos leves – um estágio que, muitas vezes, precede a doença – durante 27 meses. Dos 143 participantes, 52 desenvolveram Alzheimer, de fato. Os exames indicaram que a variação da via das pentoses foi um fator em comum que ocorreu nesses pacientes.
Fonte: G1

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

5 Tipos Raros de Felinos


1 – Leopardo-nebuloso: É um felino de tamanho médio que possui pelagem bronzeada ou marrom clara e distintamente marcada com grandes elipses irregulares, de bordas escuras, das quais se diz terem formato de nebulosas.


2 – Tigre-dourado: Possui uma variação de cor extremamente rara causada por um gene recessivo. Só é possível encontrar 30 animais deste tipo no mundo. Foto: Dave Pape


3 – Tigre-maltês: Faz referência à uma possível mutação genética na cor da pelagem que poderiam ter alguns raros tigres. É muito provável que o gene recessivo que causaria a cor cinza/azulada já esteja totalmente extinto.


4 – Leopardo-de-Amur: Também conhecido como leopardo siberiano, a espécie está em estado de ameaça crítica, com menos de 50 na natureza, devido à degradação de seu habitat. Foto: Amur Leopold


5 – Gato-da-selva: Chamado de lince do pântano, esta espécie é uma das mais raras de gatos, pois não tem proteção ambiental. É encontrada no Egito e em alguns países da Ásia. 






Fonte: Rede Ambiente

Nível de gases do efeito estufa atinge recorde em 2010


A quantidade de gases do efeito estufa alcançou um novo recorde em 2010 e aumentou mais rapidamente no ano passado do que na média das últimas décadas, segundo o boletim anual sobre gases do efeito estufa, publicado pela Organização Meteorológica Mundial, agência da Organização das Nações Unidas (ONU). A concentração dos gases causadores do efeito estufa que permanecem por mais tempo na atmosfera - o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso - se expandiu 39 vezes desde a época pré-industrial. Houve uma alta de 39% de dióxido de carbono, 158% de metano e 20% de óxido nitroso, de acordo com o relatório da agência, divulgado em Genebra, na Suíça. O documento divulgado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) alertou que as mudanças climáticas provocadas pelo homem já causam ondas de calor e chuvas torrenciais que causam inundações, e provavelmente contribuirão para futuros desastres naturais. Ainda segundo o documento, as perdas e danos provocados por estes eventos extremos dependerão muito das medidas tomadas para proteger as populações e a propriedade quando a violência da natureza aflorar. O relatório, divulgado dez dias antes das negociações climáticas em Durban, na África do Sul, é a primeira revisão abrangente das Nações Unidas sobre o impacto do aquecimento global em eventos climáticos extremos e a melhor forma de lidar com eles.
Fonte: G1