sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Novos exames de DNA indicam que Napoleão seria branco, não árabe


Novos exames de DNA revelaram que a origem de Napoleão Bonaparte era caucasiana e não árabe, como se especulava até agora, segundo as pesquisas do professor Gérard Lucotte divulgadas no dia 16 pela imprensa francesa. Por meio de pelos das costeletas de Napoleão, que estavam junto com um relicário que pertenceu ao fundador do Museu do Louvre, Dominique Vivant Denon, Lucotte conseguiu isolar o perfil do cromossomo E de Napoleão, informou o jornal 'Le Figaro'. Trata-se do mapa genético masculino do imperador, nascido na Córsega e que se suspeitava que tivesse origem árabe por um vínculo familiar com o mercenário do século XV conhecido como 'Il Moro di Sarzana', natural de uma cidade mediterrânea frequentemente atacada pelos sarracenos. O grupo do DNA analisado, que serve para definir a história dos ancestrais de uma pessoa, coincide com um tipo estranho que foi encontrado em 10% da população do Iêmen e da Arábia Saudita, de acordo com os estudos de Lucotte publicados na revista especializada 'Journal of Molecular Biology Research'. 'As indicações históricas faziam os especialistas acreditarem que os ancestrais árabes de Napoleão teriam chegado à Europa durante a expansão do Islã ou pelo comércio de mercadorias com a Itália', indicou o 'Le Figaro'. No entanto, Lucotte jogou por terra essa teoria. O geneticista teve a oportunidade de comparar os pelos das costeletas do imperador com o material genético de Charles Napoleão, descendente por parte de Jerônimo Bonaparte, irmão de Napoleão. As marcas do cromossomo E de Charles Napoleão e as do imperador que dominou a Europa entre os séculos XVIII e XIX eram idênticas. 'Conseguimos determinar o 'halopgrupo' sobre um maior número de marcadores com muito mais precisão: Napoleão não era árabe, mas caucasiano', afirmou Lucotte. Apesar de terem sido publicados, a comunidade científica não considerará como válidos os resultados até que um segundo laboratório faça a mesma pesquisa. No entanto, novos caminhos foram abertos para as investigações, como as causas da morte de Napoleão, que nunca foi esclarecida, ou se o imperador tinha alguma doença genética. Por trás das pesquisas científicas, indicou o 'Le Figaro', se esconde uma nova tentativa de abrir o túmulo de Napoleão e esclarecer se realmente estão ali os restos mortais do imperador, se são de outra pessoa ou se o local está vazio.
Foto: Napoleão Bonaparte, em quadro histórico (Foto: Reprodução)
Fonte: G1

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

5 Espécies de Baleias do Planeta


1 – Baleia-branca: Mede até 5 metros de comprimento e pesa até 1,5 toneladas. Habita as águas frias em torno do círculo polar ártico. Foto: Wikipédia


2 – Baleia-azul: É o maior mamífero da Terra. Pode pesar até 180 toneladas e chega a até 33 metros. Foto: Wikipédia


3 – Baleia-jubarte: O peso médio é de aproximadamente 40 toneladas, sendo que o maior exemplar já visto possuía 19 metros. Foto: Wikipédia


4 – Baleia-franca: Distinguem-se das outras baleias por apresentarem o corpo totalmente negro, à exceção de uma mancha branca na barriga e verrugas amarelas na cabeça. Foto: Michael Catazariti


5 – Baleia-de-mike: Em média, estes animais apresentam um peso máximo de cerca de 9200 kg. Seu tamanho varia entre 8 e 9 metros. Foto: Rui Preto 

 



Fonte: Rede Ambiente

Lebre Americana


As lebres conhecidas como jackrabbits são um grupo de cinco espécies encontradas no centro e oeste da América do Norte, sendo de um grupo de cinco espécies típico dos Estados Unidos. São animais rápidos, capazes de chegar a 64 quilômetros por hora e usam suas poderosas patas traseiras para dar saltos de até três metros de extensão. Esses pulos e seu estilo de corrida em ziguezague são suas armas para escapar de predadores.
Foto: Annie Griffiths Belt / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

As Renas

As renas são cervídeos de grandes altitudes encontradas nas regiões árticas como o Canadá, Rússia e Alasca. Muito conhecidas na cultura popular por fazerem parte do Natal, as renas fictícias do Papai Noel são as únicas do mundo que sabem voar. Elas ajudam o Papai Noel entregar os presentes para as crianças do mundo todo na noite de Natal. Quando o Papai Noel pede para serem rápidas, elas podem ser as mais rápidas renas do mundo. Mas quando ele quer, elas tornam-se lentas. Este mito das renas foi inventado na Europa, no século XIX quando ainda eram 8 renas que puxavam o trenó. Em 1939, a rena Rudolph foi integrada as demais renas por possuir um nariz vermelho e brilhante, que ajudava a guiar as outras renas em caso de tempestade.Já as renas da realidade, possuem um dimorfismo sexual visível. Os machos que podem chegar até 300 kg, pesam normalmente o dobro de uma fêmea. Além disto, o macho possui chifres maiores. São os maiores chifres em relação ao tamanho do corpo, dentre todas as espécies de cervídeos. As renas alimentam-se de flores, folhas, bambus e líquens. Após a reprodução, elas costumam criar os seus filhotes em locais afastados de onde era seu habitat. Possuem pernas compridas, com cascos afiados e patas peludas que garantem a tração sobre terrenos congelados.
Fonte: Rede Ambiente

Tempestade solar traz expectativa para observadores do céu boreal



Fotógrafos captaram imagens da aurora boreal na cidade de Trondheim, na Noruega, com a expectativa para um espetáculo no céu noturno por conta da maior tempestade solar nos últimos seis anos. O fenômeno acontece quando partículas vindas do Sol interagem com o atmosfera acima dos pólos terrestres.
Foto: Aurora boreal é possível de ser vista em grandes latitudes ao norte. (Foto: Emil Bratt Borsting / AP Photo)
Fonte: G1

ONG usa jardinagem no combate à seca na África


A organização não-governamental Oxfam está implementando um projeto na região conhecida como Chifre da África que visa combater a seca severa que ameaça a vida de 13 milhões de habitantes. Para isso, a Oxfam está promovendo iniciativas que visam destinar pequenos lotes de terra a serem cultivados por famílias locais, que costumavam viver da atividade pastoril, mas que estão tendo seu sustento ameaçado. O projeto vem colhendo elogios dos moradores, que dizem já observar mudanças em sua realidade. A seca continua a ameaçar a vida de milhões que vivem na região conhecida como Chifre da África e os moradores locais estão tendo dificuldade em manter seu estilo de vida Um dos projetos realizados pela Oxfam envolve trabalhar de perto com mães locais, auxiliando-as a manter pequenos lotes de terras cultiváveis. Os lotes de terra irrigados são apenas um entre vários exemplos de ações realizadas para combater a seca. O documento acrescenta ainda que a comunidade internacional e governos nacionais precisam se comprometer com as reformas necessárias para a região.
Foto: Alejandro Chaskielberg
Fonte: Último Segundo

Túmulo de cantora do deus Amon-Rá é descoberto no Egito

Uma equipe de arqueólogos suíços descobriu o túmulo de uma cantora do deus Amon-Rá, da 22ª dinastia (712-945 a.C.), no vale dos Reis na cidade de Luxor, a 600 quilômetros do Cairo. O Ministério de Estado para as Antiguidades do Egito anunciou neste domingo que os arqueólogos encontraram o sarcófago durante os trabalhos de limpeza de um corredor que leva ao túmulo de um faraó Tutmósis III (1490-1436 a.C.). Nesse corredor, os especialistas encontram um poço que dá acesso a uma sala de sepultamento, onde a equipe suíça achou o sarcófago da cantora, conforme comunicado divulgado pelo Ministério. O túmulo, de madeira e pintado de preto, tem escrituras em hieróglifo, que incluem o nome da artista "Ni Hems Bastet". Os arqueólogos acharam ainda perto do túmulo do faraó um muro onde o nome da cantora também aparece inscrito. A importância dessa descoberta, de acordo com as autoridades egípcias, é provar que no vale dos Reis, na margem ocidental do Nilo, que há sepulturas de outras personalidades da época da 22ª dinastia, além dos faraós.
Foto: AFP; Túmulo de cantora de Amon-Rá foi descoberto a 600 quilômetros do Cairo, no Egito
Fontes: Último Segundo; estadao.com.br

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Museu londrino expõe tecidos dourados feitos com teia de aranha

As maiores peças de roupa já tecidas com seda de aranha vão ser expostas no Museu Victoria and Albert, em Londres, a partir do dia 25 de janeiro até 5 de junho. Uma elaborada capa bordada e uma echarpe de quatro metros de comprimento foram feitas inteiramente com a seda dourada de mais de um milhão de aranhas da ilha africana de Madagascar (Nephila madagascariensis). O projeto foi criado por Simon Peers e Nicholas Godley, que vivem em Madagascar, e decidiram em 2003 criar tecidos com a seda das aranhas. A seda é produzida pelas fêmeas. Uma equipe de 80 homens e mulheres capturou aranhas, coletou as teias e as devolveu à natureza, todos os dias por sete anos para conseguir produzir uma quantidade suficiente de seda dourada. O tom dourado e o brilho dos tecidos são naturais da seda da aranha de Madagascar. "Isso é fantasia, é magia. Atrai e encanta", diz Nicholas Godley. "É um pouco de poesia, na verdade." "Nós dois pensamos que essa era a coisa mais louca que poderíamos fazer e que ninguém tivesse feito antes", diz Simon Peers, que admite ainda ter medo de aranhas, apesar do projeto.

Foto 1: Echarpe de quatro metros de comprimento feita com a seda dourada de mais de um milhão de aranhas da ilha de Madagascar Victoria and Albert Museum/Divulgação

Foto 2: Echarpe/John Brown/Divulgação

Foto 3: Capa bordada feita com a seda dourada de mais de um milhão de aranhas da ilha de Madagascar Victoria and Albert Museum/Divulgação

Foto 4: Capa bordada e echarpe de quatro metros de comprimento foram feitas com a seda dourada de mais de um milhão de aranhas da ilha de Madagascar Victoria and Albert Museum/Divulgação

Foto 5: Aranha da ilha africana de Madagascar (Nephila madagascariensis)John Brown/Divulgação

Foto 6: Aranhas da ilha africana de Madagascar (Nephila madagascariensis)John Brown/Divulgação








Fontes: Último Segundo. Estadao.com.br

Radiação de tempestade solar se aproxima da Terra


Cientistas afirmaram no dia 23 de janeiro que a maior tempestade solar desde 2005 enviará radiações à Terra até próximo dia 25. A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA), dos Estados Unidos indicou que seu Centro de Previsões de Clima Espacial, no Colorado, observou a erupção solar no dia 22 às 14h (de Brasília). A radiação começou a chegar à Terra uma hora mais tarde e continuará até dia 25. O campo magnético da Terra já está afetado por uma ejeção de massa da coroa solar, após uma erupção ocorrida na superfície do Sol n0 dia 19 de janeiro, segundo os astrônomos. A agência governamental afirmou que a tempestade ganha força e uma onda de radiação se dirige rapidamente à Terra. "Devido a este fenômeno é quase certo que haverá uma tempestade geomagnética", ressaltou um comunicado da NOAA. "A labareda solar associada alcançou sua máxima altura no dia 23 de janeiro", acrescentou. Um modelo informático feito pelo Centro de Previsões aponta que esta onda da tempestade terá seu maior efeito no campo magnético da Terra no dia 24. O problema principal desta radiação é a interferência com o funcionamento dos satélites e é um inconveniente em particular para os astronautas no espaço.
Foto: AP Photo/NASA; Imagem cedida pela Nasa mostra a erupção solar ocorrida no dia22 de janeiro
Fontes: Último Segundo; estadao.com.br

Tartarugas são 'flagradas' durante processo de reprodução no Sri Lanka


Durante expedição, que buscava baleias, feita na região marítima do Sri Lanka no mês de janeiro, pesquisadores registraram o acasalamento de duas tartarugas-oliva (Lepidochelys olivacea). Considerada uma das menores espécies marítimas – chega a medir 60 centímetros – o animal ganhou este nome devido à cor oliva. De acordo com a lista vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) , a tartaruga já está em perigo devido à caça e pode ser encontrada em várias regiões do planeta.
Foto: Ishara Kodikara/AFP
Fonte: G1

Garoupa muda de sexo após nove anos de idade

As garoupas são peixes muito apreciados na culinária, devido a sua carne branca. Têm grande importância para a pesca e algumas espécies são inclusivamente criadas em instalações apropriadas, em zonas costeiras. É uma das famílias de peixes com maior variedade de espécies em nosso litoral. Em geral possuem corpo robusto com a cabeça larga e grande, ventre geralmente protuberante e cauda arredondada. A coloração varia em tons pardos, mais escuros no dorso, com manchas espalhadas pelo corpo em alguns indivíduos. São habitantes dos oceanos tropicais, subtropicais e temperados, vivendo geralmente em fundos coralinos ou rochosos, onde têm o hábito de se esconderem. São considerados predadores - a maior parte tem uma boca grande e dentes aguçados, por vezes, mesmo no céu-da-boca. Algumas espécies atingem tamanhos enormes - até 2,40 metros e mais de 300 Kg de peso. Muitas têm cores brilhantes e padrões de coloração muito especiais. garoupa verdadeira, Epinephelus marginatus, esta amplamente distribuída no oceano Atlantico. O peixe é conhecido por estar presente na nota de 100 reais. Uma de suas maiores curiosidades é o hermafroditismo apresentado. Os peixes nascem fêmeas e após anos tornam-se machos. Acredita-se que esta inversão ocorra entre os 9 e 16 anos de vida, com indivíduos pesando mais de 9 quilos. O tamanho da primeira maturação fica entre 35 e 60 centímetros de acordo com estudos realizados para a espécie na região de Santa Catarina.
Fonte: Rede Ambiente

Conservacionistas fazem foto rara de um leopardo da neve


Fotografar leopardos da neve com câmeras remotas no Afeganistão é bem difícil, mas fazer uma imagem de uma mãe com seu filhote é quase impossível. É por isso que uma equipe de conservacionistas do Wildlife Conservation Society (WCS) ficou muito contente ao obter esta imagem recente em um pico escarpado em Sarkund, no Afeganistão. Esta é a primeira imagem de uma mãe e seu filhote feita pela WCS desde que a organização começou a trabalhar na região. A WCS tem trabalhado para conservar e melhorar a vida selvagem e meios de subsistência locais no Afeganistão desde 2006 com o apoio da agência dos EUA para o desenvolvimento internacional (USAID).
Foto: Wildlife Conservation Society
Fonte:estadao.com.br

Biopirataria

Empresas multinacionais e instituições científicas se apropriam, às vezes, de recursos biológicos gerados por comunidades tradicionais, em seus territórios de origem. Esta prática é conhecida como Biopirataria, conceito lançado pela primeira vez em 1992, por meio da assinatura da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), da Organização das Nações Unidas (ONU). Neste tratado, que circulou pela Rio-92, foi estabelecido que os países têm soberania sobre a biodiversidade de seus territórios. No entanto, se o conceito é jovem, a prática é velha. No Brasil, por exemplo, ela existe desde a chegada dos portugueses, em 1500. Segundo os historiadores, os colonizadores teriam tirado vantagem dos índios e descobriram como extrair o pigmento vermelho do Pau-Brasil (Caesalpinia echinata). A árvore quase sumiu das matas brasileiras e chegou perto da extinção para ir tingir tecidos que embarcavam para a Europa e faziam fortunas de portugueses, que trocaram o conhecimento dos nativos por pequenos espelhos, facas e armas de fogo, em um tipo de relação comercial chamada de "escambo". Em todo o mundo, principalmente nos 12 países considerados megadiversos, como o Brasil, as chamadas comunidades tradicionais, que geraram estes conhecimentos sobre o uso da biodiversidade ao longo dos séculos, são lesadas pela biopirataria porque são excluídas dos lucros produzidos com seus conhecimentos pelas multinacionais. Tais empresas ou instituições passam a ter controle exclusivo sobre o conhecimento e os recursos sem autorização desses grupos ou do país de onde foram extraídos.
Dificuldades para coibir prática: Grande parte das espécies ainda carecem de reconhecimento dos pesquisadores locais, o que as torna presas fáceis para laboratórios, empresas e instituições de pesquisas internacionais, que podem vir, pesquisar e se apropriar deste conhecimento, por meio de patentes que são pedidas no mercado internacional. Especialistas destacam que a única maneira de deter o avanço da biopirataria é investir muito em pesquisa, catalogação de espécies e também em biotecnologia e no desenvolvimento de uma indústria farmacêutica forte, capaz de ser uma usina de patentes de drogas e princípios ativos tirados da mata e dos conhecimentos tradicionais.
Brasil tem muito interesse no assunto: Dos 12 países megadiversos, cinco estão na América Latina. Líder deste ranking, o Brasil tem cerca de 150 mil espécies já pesquisadas e catalogadas ou 13% de todas as espécies de flora e fauna que existem no mundo. Ainda faltam identificar 90% deste potencial. A Amazônia abriga considerável parte desses recursos, com mais de 2.500 espécies de árvores, além de ter o maior número de peixes de água doce do planeta (entre 1,4 milhão e 2,4 milhões), de acordo com pesquisa da Universidade de Campinas (Unicamp). Contudo, o país perde por ano mais de US$ 5,7 bilhões, com o tráfico ilegal de animais de sua fauna e de conhecimentos tradicionais e remédios das suas florestas, segundo dados da Comissão Parlamentar de Inquérito da Biopirataria, realizada em 2003. Informações coletadas pelo Ibama, por sua vez, dão conta de que o Brasil tem um prejuízo diário da ordem de US$ 16 milhões por conta da biopirataria internacional, que leva as matérias-primas e produtos brasileiros para o exterior e os patenteia em seus países-sedes, o que impede as empresas brasileiras de vendê-los lá fora e as obriga a pagar royalties para importá-los em forma de produtos acabados.
Situação atual: Com o intuito de coibir a biopirataria em nível mundial, o Protocolo ABS de Recursos Genéticos da Biodiversidade, também conhecido como "Protocolo de Nagoya", foi aprovado pelos países signatários da ONU em 29 de novembro de 2010, durante a 10. Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP-10), realizada no Japão. Este documento determina regras básicas para o acesso e a repartição de benefícios oriundos da utilização desse recursos, com o intuito de coibir a chamada "biopirataria". O acordo estabelece que cada país tem soberania, por meio de uma espécie de direitos autorais, sobre os recursos genéticos de sua biodiversidade e que o acesso a esses recursos só pode ser feito com o consentimento da nação produtora, obedecendo à legislação nacional sobre o assunto. Caso um produto seja desenvolvido com base nesse acesso, os lucros/benefícios deverão ser obrigatoriamente compartilhados com o país de origem. Um exemplo: se uma empresa estrangeira tiver interesse de pesquisar os efeitos terapêuticos de uma planta brasileira, ela terá de pedir autorização ao Brasil para fazer a pesquisa. Se um produto comercial for desenvolvido com base nesse estudo, os lucros da comercialização deverão ser compartilhados com o Brasil. Outro ponto importante do ABS é que caso haja um histórico de conhecimento tradicional associado ao uso medicinal da planta, os lucros deverão ser compartilhados também com os detentores desse conhecimento - por exemplo, alguma tribo indígena ou comunidade ribeirinha. Para que entre em vigor, o protocolo necessita ser ratificado por ao menos 50 países. O governo brasileiro assinou o texto no dia 2 de fevereiro de 2011. Cerca de cinco meses depois, foi a vez de 12 países da União Europeia ratificarem o documento, que contava com 37 adesões até o mês de julho. Quando a 50. nação assinar o tratado, ele terá 90 dias para entrar em operação. Na concepção da ONU, o Protocolo ABS estabelecerá as bases para um regime internacional eficaz para acesso e repartição dos benefícios oriundos do uso da biodiversidade, bem como dos conhecimentos tradicionais a ela associados. Como tal, representa um importante passo para a conservação da biodiversidade no plano global e a luta contra a biopirataria, com especial relevância para países como o Brasil, detentores de alta diversidade biológica (megadiversos).
Foto: Mauricio Mercadante
Fontes: EcoD; MSNVERDE

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

5 Espécies de Bichos-Preguiça do Planeta


1 – Preguiça-de-hoffmann: Suas patas anteriores possuem dois dedos e as traseiras três. Pode ser encontrado nas florestas tropicais das Américas Centrais e Sul. Foto: Stevenj


2 – Preguiça-de-coleira: Esta possui três dedos, tanto nas patas dianteiras como nas traseiras. É endêmica da Amazônia e está sob ameaça de extinção. Foto: Paulo B. Chaves


3 – Preguiça-de-bentinho: Também possui três dedos nas quatro patas e também habita as regiões da Amazônia. São conhecidas como aí-mirim. Foto: Giovanni Dall'Orto


4 – Preguiça-real: Encontra-se em países como Colômbia e Brasil. É uma preguiça de dois dedos e atende pelo nome de unau. Foto: Dave Pape


5 – Preguiça-comum: Esta é amplamente distribuída pelas Américas do Sul e Central. Passa 14 horas de seu dia dormindo e possui três dedos em cada pata. Foto: Stefan Laube






Fonte: Rede Ambiente

Baleia- da-groenlândia

A rara espécie desta baleia pode viver por mais de cem anos. Cientistas calculam a idade das baleias examinando os olhos dos animais. Esta baleia da foto estava na Groenlândia e nadando no estreito de Lancaster, no Canadá.
Foto: Paul Nicklen / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Scutigera coleoptrata: a centopeia caseira


Scutigera coleoptrata é considerada uma centopeia doméstica porque geralmente é encontrada em casas, principalmente na região do Mediterrâneo (Europa) onde foi descoberta. Hoje ela já está espalhada por outras partes do mundo. Esta espécie possui 15 pares de patas e por ser endêmica de uma região com ótima umidade, ela não consegue viver em ambientes secos. Há grandes riscos de vida quando ela sofre com o frio e a desidratação excessiva. Nas casas elas costumam se alojar em banheiros e porões, mas também pode ser vista em quartos, principalmente para fugirem do sol.Já na primavera, elas costumam até saírem das casas, por causa do tempo mais ameno. Seu corpo é cinza-amarelado com várias listras no corpo. Quando ameaçada atinge uma velocidade de 1,5 Km/h até achar um esconderijo. O curioso da espécie são as patas traseiras. Elas parecem com antenas, o que confunde quem tenta decifrar a frente e a parte traseira do animal. A Scutigera coleoptrata alimenta-se de aranhas, percevejos, baratas, traças e formigas. Para a captura, ela utiliza a mandíbula e as patas, o que faz com que ela possa atacar vários insetos ao mesmo tempo. A espécie pode viver de 3 a 7 anos, dependendo do ambiente.
Fonte: Rede Ambiente

Espécie de formiga africana paralisa e mata cupins a distância


Operárias de uma espécie africana de formigas (Crematogaster striatula) conseguem matar cupins a distância usando veneno, segundo um estudo divulgado nesta semana pela publicação de livre acesso "PLoS ONE". A pesquisa foi conduzida pela equipe de Angelique Vetillard, da Universidade de Toulouse, na França. Compostos químicos no ferrão do inseto podem servir para atrair outras formigas amigas e repelir as "estrangeiras", além de paralisar e matar cupins. Somente no caso do ataque aos cupins a ação pode ser feita a distância. Isto seria uma vantagem já que as formigas rivais costumam fugir ao sinal das operárias de Crematogaster striatula, mas os cupins costumam defender território enquanto competem por fontes ricas em açúcar. Segundo os pesquisadores, as formigas conseguem utilizar o abdômen para expôr o ferrão e fazê-lo expelir o veneno. Aparentemente volátil, a substância causa paralisia e, com o tempo, mata os cupins.
Foto: Fotos mostram formigas (em preto) mostrando o abdômen em direção a um cupim inimigo. Com o tempo, o cupim começa a se debater até morrer. Na imagem C, uma formiga ameaça um cupim para proteger uma pequena "poça" de mel. (Foto: PLoS ONE)
Fonte: G1

Grupo mostra que mudança climática já causa problemas na Amazônia


Uma compilação de estudos de cientistas brasileiros e do exterior aponta que a expansão agropecuária e as mudanças climáticas já causam distúrbios na bacia amazônica -- principalmente na borda da floresta, nos estados do Pará, Rondônia e Mato Grosso. O grupo integra o Programa de Grande Escala da Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA), que há 15 anos pesquisa os efeitos climáticos e humanos na região. De acordo com o estudo divulgado na revista “Nature” do dia 18 de janeiro, a soma de eventos decorrentes da expansão agrícola, da atividade madeireira em excesso e da mudança climática global resultariam em uma “catástrofe ambiental” no bioma, com reflexos na temperatura e no sistema de chuva. Desta forma, haveria mais períodos de seca intensa, que alterariam a distribuição das precipitações na região amazônica, cuja população saltou de 6 milhões, em 1960, para 22 milhões, em 2010. A consequência disto é a queda na produtividade agropecuária, elevação de casos de doenças respiratórias, enchentes, redução da oferta de água potável, além de prejuízo à navegação e à geração de energia por hidrelétricas.
Análise: O documento científico analisou as secas que ocorreram na Amazônia em 2005 e 2010, consideradas graves, além de outros fenômenos climáticos como os efeitos do El Niño e alterações no sistema de chuvas já detectadas no bioma. Percebeu-se uma elevação na quantidade de “pancadas” (precipitações rápidas, mas com grande volume de água) nas regiões leste e sudeste da Amazônia, que causam o aumento na vazão dos rios. Os cursos d’água, por sua vez, ao receber grande quantidade de chuva podem transbordar devido aos sedimentos em excesso, vindos de processos erosivos causados pelo desmatamento da floresta. Tais consequências causariam danos às cidades como inundações. “Em bacias como as do Rio Tocantins e Araguaia, constatamos um volume maior de sedimentos, que vêm de áreas desmatadas devido às atividades agropecuárias. Essa concentração maior de precipitação pode afetar as cidades ao redor”, disse o pesquisador Alessandro Carioca de Araújo, um dos autores do artigo e que realiza pesquisas na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Outro ponto analisado pelo estudo é a mudança no processo de evapotranspiração (transpiração de plantas) devido à elevação de temperaturas, consequência da mudança climática. O trabalho afirma que a floresta consegue se adaptar aos períodos de seca, principalmente árvores com raízes profundas, que absorvem a água existente a 15 km de profundidade, em lençóis freáticos. “Porém, com a possibilidade de ocorrer secas cada vez mais intensas em espaço curto de tempo, árvores mais velhas podem morrer. Desta forma, a floresta mudaria de perfil, com uma existência maior de plantas que conseguem sobreviver a altas temperaturas (seleção natural), assim como aquelas que já existem no cerrado brasileiro”, complementou. O processo, já abordado em outras pesquisas, é chamado de “Savanização da Amazônia”. Segundo Araújo, as pesquisas que integram o LBA foram importantes para compreender as melhores formas de planejamento e governança na floresta, evitando erros cometidos no passado, como o desmatamento em excesso. “Quanto à mudança climática, não temos como combatê-la, mas sim adaptar a ela. Porém, é possível evitar o desmatamento na região, que diminuiria o envio de sedimentos aos rios, com a aplicação de tecnologias avançadas”, disse. Ele cita que é necessário parar com as queimadas na floresta, que afeta a formação de nuvens de chuva devido às emissões de aerossóis e fuligem, em virtude das atividades agropecuárias. “Temos que substituir a prática da queimada, que sabemos que é mais barato. Porém, ela terá um custo muito alto para o meio ambiente”, complementa.
Foto: Seca no Rio Negro, em 2010, um dos principais afluentes do Rio Amazonas (Foto: Euzivaldo Queiroz/A Crítica/Reuters)
Fontes: G1; Último Segundo

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Human Planet

7 Espécies de Raposas do Planeta


1 – Raposa-do-Cabo: Habita quase todas as regiões da África do Sul. Seu pêlo pode ser preto ou prateado, mas sempre com a parte de baixo amarelada. Foto: Susann Eurich


2 – Raposa-cinzenta: Pode ser encontrada em vários estados da América do Norte e também na Venezuela e na Colômbia. Faz parte do gênero de raposas mais antigas de todos, o Urocyo. Foto: Gary M. Stolz


3 – Raposa-colorada: É o segundo maior canídeo que vive na América do Sul. É quase um parente próximo dos lobos. Foto: Whaldener End


4 – Raposa-do-deserto: É a menor entre todas as raposas. Fazendo jus ao seu nome, possui pelos de cor areia para poder camuflar-se em seu habitat. Foto: Wikipédia


5 – Raposa-das-ilhas: É a segunda menor de todas. A coloração de seu pelo muda sempre uma vez por ano e entre os meses de agosto e outubro. Habita regiões da América do Norte. Foto: National Park Service


6 – Vulpes: Este é o gênero mais comum entre todos os outros. Pode ser encontrado em diversas partes da África, da Eurásia e da América do Norte. Foto: V. Bern


7 – Otócion: Suas orelhas são bem parecidas com as de um morcego. Vivem na África e são bem famosos por possuírem grandes números de dentes. Foto: Hans Hillewaert




Fonte: Rede Ambiente