sábado, 3 de março de 2012

Canídeos Famosos do Cinema e dos Desenhos - Parte II


13 – Scooby Doo: Scooby-Doo é um cão dinamarquês que fala e é um desenho animado americano produzido pela Hanna-Barbera, e criado no ano de 1969 por Iwao Takamoto. Amigo de quatro adolescentes metidos a detetives Fred, Velma, Daphne e Salsicha que viajam numa van chamada Máquina do Mistério, e ajudam a investigar casos misteriosos. Visitam lugares inóspitos, casas mal-assombradas, parques abandonados, pântanos e ilhas, ameaçados por fantasmas, múmias, monstros e terríveis vilões.


14 – Snoopy: Snoopy é um cão de raça Beagle, personagem da história em quadrinhos "Peanuts", criado por Charles Schulz. Snoopy é um cão extrovertido com muitas virtudes, ele sempre dorme no telhado da sua casinha ao invés de dentro dela. A exceção do seu dono, Charlie Brown, o melhor amigo de Snoopy é o pequeno pássaro amarelo Woodstock, que apenas "fala" em marcas da apóstrofe.

15 – A Dama e o Vagabundo: É um desenho americano produzido em 1955. É o décimo-quinto longa-metragem de animação dos estúdios Disney. Lady (Dama) é uma cadelinha da raça Cocker spaniel americano e Vagabundo é um cachorro de rua, sem raça que conta com a sua astúcia e os seus amigos para sobreviver.


16 – Droopy: Cão criado em 1943 pela MGM. É um cão da raça Basset hound. Droopy é manso , impassível e de voz e personalidade mansas. Ele sempre usa a máxima: “Estou tão feliz....” e com a cara de sempre é impassível, mesmo quando está a caça de bandidos, como o Wolf.


17 – Bandit: É um pequeno buldogue inglês que pertence a Jonny do desenho Jonny Quest; ele é muito assustado e sempre entra em conflito com animais menores, como macacos, caranguejos, peixes e fuinhas, sempre se dando mal nas brigas. De vez em quando ele piora as situações em que o grupo de encontra; em outras, os salva por ser pequeno e arisco. Ele é um cachorrinho branco com uma mancha preta em forma de máscara ao redor dos olhos.


18 – Ideiafix: É um personagem das histórias de Asterix. É um cãozinho incrível, grande amigo de Obelix, conhecido por ser defensor da natureza (ecologista) e por ganir desesperadamente quando vê uma árvore sendo derrubada. Conhecido por ser "cabeça dura", Ideiafix, uma vez que coloca uma idéia na cabeça, costuma segui-la até o final. Criado em 1959 por Uderzo e Goscinny. É um cão da raça Terrier.

19 – Astro: Astro, apesar de ser desajeitado e estúpido é muito leal para os Jetsons.
Ele foi encontrado por Elroy, o caçula da família. É um cão da raça Dinamarquês. Desenho criado pela Hanna-Barbera em 1962. Ele e os Jetsons vivem em um mundo futurista no ano de 2062 onde existem engenhocas que facilitam suas vidas, robos, aliens, hologramas e muitas invenções.

20 – Coragem, o Cão Covarde: Coragem é um cachorro medroso que vive em Lugar Nenhum, no Kansas. Quando filhote, seus pais foram raptados e mandados para o espaço(isso aparece no episódio "Lembranças do Passado do Coragem"), mas Coragem conseguiu fugir, então Muriel o achou e o levou para casa. Seu dono, Eustácio, diferentemente de Muriel, está sempre o mal-tratando e frequentemente chamando-o de cachorro idiota. Apesar de seus medos, Coragem está sempre salvando seus donos dos perigos e mistérios que ocorrem em sua fazenda e, algumas vezes, fica sériamente machucado, mas por sua determinação e, algumas vezes, por pura sorte ele sobrevive, sempre retornando ao colo quente e confortável de Muriel e a indiferença rabujenta de Eustácio. Coragem freqüentemente usa a internet para buscar informações sobre os fenômenos sobrenaturais que ocorrem em "Lugar Nenhum". Ele é um vira-lata.

21 – Mutley: É um desenho da Hanna-Barbera. Muttley não fala realmente; seus principais exemplos de fala são sua risadinha característica – um riso asmático. Muttley usava apenas uma coleira na Corrida Maluca, mas em Máquinas Voadoras ele vestia um uniforme de aviador estilo I Guerra Mundial, e serviu como um ás da aviação na "Esquadrilha Abutre", ao lado de Dick e de outros dois pilotos. Nesta série derivada, ele também ostentava muitas medalhas, das quais era particularmente afeiçoado, e constantemente exigia novas de Dick por seguir suas ordens (com outra frase típica do personagem: "Medalha! Medalha! Medalha!"). Muttley foi inspirado no personagem Max do filme The Great Race, intepretado por Falk. Este é um cão que não possui raça definida.

22 – Rabugento: Cão detetive da Hanna-Barbera. Estreou em 1976 e teve 16 episódios. Conta a história de Rabugento, um cachorro detetive que irrita os bandidos com suas aparições surpresa e sua ironia extrema. Famoso por sua risada e por resmungar o tempo todo. Seu carro é uma lata-velha que anda com muita dificuldade. Não confundir este personagem com o Muttley, são totalmente diferentes, apesar do traço parecido. Rabugento foi inspirando em Columbo interpretado por Peter Falk. O cão Rabugento reaparece em Os Ho-ho-límpicos. Também é um cão sem raça definida.


23 – Espirro: Cãozinho da raça Beagle, que vive aventuras com seu grande amigo João Grandão. Desenho criado pelos estudios Hanna-Barbera. Espirro usa um chapéu e seria o cérebro da dupla: as grandes idéias que os livram das enrascadas vêm dele.

24 – Gromit: Devido à sua popularidade, os personagens (Wallace e Gromit) são considerados ícones internacionais da cultura britânica moderna e do próprio povo britânico. Gromit, é um cachorro antropomórfico inteligente. Gromit é um personagem mudo, comunicando-se apenas através de expressões faciais e linguagem corporal. Os personagens são feitos de massinha modelada sobre armaduras de metal.
Fontes: Wikipedia; adorocinema.com; Grande Enciclopedia Larousse Cultural, Nova Cultural; asterix.com; hannabarbera.com.br; dogtimes.com.br; petmag.uol.com.br; hannabarbera.com.br.
Maria Celia Amorim

Comunicação da baleia-azul é afetada por barulhos humanos


Barulhos produzidos pela atividade humana mar, como os ruídos emitidos por barcos, podem afetar o comportamento vocal de baleias-azuis, mesmo quando não sobrepõem as frequências usadas na comunicação dos animais. A afirmação é de um estudo publicado no dia 19 de fevereiro na revista científica "PLoS ONE". A pesquisa foi conduzida na costa do Sul da Califórnia, no Oceano Pacífico, por cientistas da Universidade da Califórnia. Os sons produzidos pelas baleias-azuis são importantes para atividades como acasalamento e caça. De acordo com a pesquisa, as baleias-azuis são menos propensas a emitir sons na presença de solares de frequência média. A redução de comunicação seria mais acentuada caso a fonte de ruído estivesse mais próxima dos animais e o "volume" mais alto. Já na proximidade de barulhos de navios, as baleias emitem mais sons, de acordo com a pesquisa. As implicações a longo prazo da interferência dos sons humanos no comportamento das baleias-azuis ainda não são conhecidas.
Fonte: G1

Besouro-girafa: um inseto de pescoço comprido

O besouro-girafa é um inseto que possui este nome devido o seu extenso pescoço. Obviamente que ele não possui um pescoço imenso como o do mamífero, mas o tamanho do seu pescoço pode chegar até 2,5 cm, medida aproximada também do seu corpo. O objetivo deste imenso pescoço é auxiliar na construção do ninho. Com ele a fêmea consegue enrolar em um folha (de até dez vezes o seu tamanho) o seu ovo, que ao ser colocado dentro da folha torna-se mais protegido.Tanto o inseto quanto esta folha específica são encontradas apenas na ilha de Madagascar. A folha da planta Dichaetanthera cordifolia é utilizada justamente por ser leve e mole. Uma curiosidade é o dimorfismo sexual da espécie. O pescoço no macho é duas ou até três vezes maior do que na fêmea. Em ambos os sexos, a maior parte do corpo é preta com élitros vermelhos (protetores) abrangendo suas asas.
Fonte: Rede Ambiente

Aranhas-saltadoras usam luz verde para enxergar objetos a distância


Cientistas da Universidade da Cidade de Osaka, no Japão, estudaram uma espécie de aranha-saltadora (Hasarius adansoni) e descobriram que o animal possui um sistema baseado na luz verde para enxergar em profundidade e conseguir saltar sobre as presas. O trabalho foi divulgado na revista "Science". Humanos conseguem saber a distância dos objetos ao ajustar constantemente a grossura do cristalino -- uma lente dentro do olho que permite a projeção das imagens na retina. Outros animais movimentam a cabeça para poder estimar quão longe um objeto está em um processo conhecido como paralaxe do movimento. Já a espécie de aranha-saltadora estudada pelos japoneses não utiliza nenhuma dessas opções para ver as presas. Segundo os pesquisadores, elas usam um sistema de visão que se baseia em duas versões para uma mesma imagem: uma borrada e outra nítida. Essa espécie de aranha possui quatro pares de olhos, dois deles voltados para frente. No experimento, os pesquisadores taparam os olhos laterais. Isso não impediu as aranhas de enxergar os objetos que eram mostrados pela equipe. Ao analisar as camadas que formam a retina de um dos olhos frontais das aranhas, os cientistas descobriram que aquela região não consegue "focar" direito a luz verde. Quando elas observam um objeto, partes da imagem em foco e outras, ligadas à luz verde, aparecem desfocadas. Essa diferença permite as aranhas identificarem os objetos. A prova é que o desempenho delas para caça é bem melhor quando submetidas a um ambiente com luz verde. Os cientistas realizaram um teste iluminando as aranhas com luz vermelha: o resultado foi um "desastre" nas tentativas de acertar a presa, com as aranhas quase sempre errando o alvo.
Foto: Aranha-saltadora captura presa. (Foto: Ajay Narendra)
Fonte: G1

Derretimento das geleiras provoca aumento das tempestades de poeira


Da Patagônia até a Islândia a diminuição das geleiras descobre solos de onde se levantam tempestades de poeira que afetam a vida marinha e o clima global, segundo estudo publicado na revista "Science". "A presença crescente de aerossóis minerais em altas latitudes é surpreendente", disse à Agência Efe Joseph Prospero, pesquisador da Universidade de Miami e autor do estudo. Pesquisas realizadas por Prospero estabeleceram que a poeira de regiões tropicais da África é transportada para boa parte do sul e do leste dos Estados Unidos e é causa de entre 75% a 80% do pó que cai sobre a Flórida. Este não é um fenômeno somente contemporâneo e amostras de sedimentos na terra e de gelo profundo mostram incrementos da circulação de poeiras relacionados aos períodos glaciais. "Existe um interesse considerável pela distribuição global das fontes de poeira, os fatores que afetam sua emissão e as propriedades das partículas emitidas", disse Prospero, que ao longo dos anos criou doze estações de observação no mundo. O estudo que Prospero desenvolveu nos últimos seis anos na Islândia determinou que "há grandes tempestades de poeira que se originam ali e que vão para o norte do oceano Atlântico". "O pó contém ferro, que é um micronutriente essencial para os organismos marítimos, o fitoplâncton", explicou o professor emérito da Escola Rosenstiel de Ciência Marinha e Atmosférica da Universidade de Miami. "Assim como o nitrato e o fosfato são essenciais para os micro-organismos, estes também necessitam de pequenas quantidades de ferro, importantes para a fabricação de enzimas e a conversão do dióxido de carbono em massa corporal", explicou. Desta maneira, o ferro nas águas oceânicas estimula o crescimento do fitoplâncton, o que, por sua vez, afeta a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera. "A Islândia aparentemente desempenha um papel importante como abastecedor de nutrientes para os organismos marítimos, mas não determinamos a magnitude desse papel", disse o pesquisador. Segundo Prospero, as tempestades de poeira na Islândia estão aumentando conforme as geleiras diminuem devido ao aquecimento global. "Por meio de satélites, observamos a diminuição de geleiras na Islândia, no Alasca e na Patagônia, e em todas as partes vemos um aumento da poeira", continuou. "Esse pó provém do solo em torno da geleira, que conforme vai diminuindo, deixa materiais expostos que são suspensos no ar". De acordo com Prospero, "no ritmo atual, em cem anos as geleiras da Islândia desaparecerão". A própria poeira contribui para aumentar a velocidade da diminuição das geleiras. "Quando as geleiras estão fortes e limpas, sua cor é branca, brilhante, refratária à luz", disse. "Mas quando começam a acumular pó em seus sulcos, na parte alta da geleira, absorve-se mais calor da luz do Sol e o derretimento é mais rápido". O pesquisador e seus colegas passaram seis anos estudando a ilha de Heimaey, no sul da Islândia, e realizando medições das partículas de pó (aerossóis) no ar. Os cientistas identificaram episódios frequentes de produção de poeira na região, que em alguns casos chegou a 20 microgramas de partículas por metros cúbicos, e determinaram que as emissões de pó da ilha costumam ser mais elevadas na primavera. Grande parte do pó é transportada em direção ao sul do país e cai sobre o Atlântico Norte.
Fonte: estadao.com.br

sexta-feira, 2 de março de 2012

Canídeos Famosos do Cinema e dos Desenhos - Parte I


1 – Hachiko: É um cão Akita do filme Sempre ao seu lado. Baseado em fatos reais Hachiko: A Dog’s Story (no Brasil, Sempre ao Seu Lado) teve seu filme lançado em 2011. No filme, quando Hachiko, um filhote de cachorro da raça akita, é encontrado perdido em uma estação de trem por Parker, ambos se identificam rapidamente. O filhote acaba conquistando todos na casa de Parker, mas é com ele que acaba criando um profundo laço de lealdade. Baseado em uma história real, Sempre ao seu Lado, é um emocionante filme sobre lealdade.

2 – Marley: Um Labrador do filme Marley & Eu. John e Jennifer casaram-se recentemente e decidiram começar nova vida em West Palm Beach, na Flórida. Lá eles trabalham em jornais concorrentes, compram um imóvel e enfrentam os desafios de uma vida em conjunto. Indeciso sobre sua capacidade em ser pai, John busca o conselho de seu colega Sebastian, que sugere que compre um cachorro para a esposa. John aceita a sugestão e adota Marley, um labrador de 5 kg que logo se transforma em um grande cachorro de 45 kg, o que torna a casa deles um caos.

3 – Sam: É um Pator Alemão do filme Eu sou a lenda. Sam é o fiel campanheiro do cientista Robert Neville. No filme, Robert é único e saudável sobrevivente de uma guerra biológica é obrigado a desafiar uma geração inteira de mutantes que só aparecem à noite. Sam é sua única companhia durante boa parte do filme.

4 – Benji: Conta a história de Benji, um cão mestiço e que se perde no meio das Montanhas Rochosas. O sucesso e o carisma do viralata foram tanto que ele logo passou do cinema para a televisão. Além dos 5 filmes da saga de Benji, o cão também marcou presença na série infantil “Benji, Zax e o Príncipe Alienígena”, onde ele vivia muitas situações emocionantes ao lado dos seus novos amigos. Dos filmes de 1974 até 2000.

5 - 101 Dálmatas: Conta a história de uma família de cachorrinhos da raça dálmata que é raptada por uma terrível mulher chamada Cruella De Vil, que quer transformar os cãezinhos em um casaco de peles. Fascinada por peles, essa mulher tem um sonho e para realiza-lo ela depende de uma "amiga" sua, Anita, que tem uma quinzena de filhotes dálmatas.

6 - P.B.: Cão que persegue Babe, o porquinho atrapalhado, no filme de mesmo nome. P.B. é um Bull Terrier brigão que persegue o porquinho Babe mas acaba quase se afogando. O próprio Babe é quem o salva e P.B. fica eternamente grato, protegendo o leitão a partir de então.

7 – K9: É um cão da raça Pastor Alemão no filme Um Policial Bom para Cachorro (1989). O filme conta a história de um policial que tenta desmantelar uma quadrilha de tráfico de drogas, e pra isso solicita um cão farejador de drogas da polícia, da raça pastor alemão. O cão que fez o personagem Jerry Lee era realmente um cão policial. Ele foi morto com um tiro em 18 de novembro de 1991, em meio à apreensão de um suspeito de ter assassinado um policial.

8 – Beethoven: Cão da raça São Bernardo. Com um terrível caçador de cães sem dono em seu encalço, um adorável filhotinho chamado Beethoven adota a inocente família Newton - e rapidamente se transforma num imenso e desastrado São Bernardo com mais de 100 quilos! George, o pai da família cujo desdém pelos afetos caninos se transforma em lealdade depois que Beethoven se torna alvo de uma assustadora experiência com animais. Hoje tem mais de 6 filme desse São Bernardo, que é mais conhecido por Beethoven.

9 - Rin Tin Tin: Também é um cão da raça Pastor Alemão. São vários Rin-tin-tin através dos tempos,mas todos são descendentes do Rin-tin-tin original,um que se tornou muito popular foi o Rin-tin-tim 3. Ao todo, Rin Tin Tin interpretou vinte e dois filmes e emocionou platéias mundo afora. Quando morreu, aos quatorze anos, seu filho tratou de seguir os passos do pai e em seguida, seu neto surgiu nas telas.


10 – Lassie: É um cão da raça Collie. Lassie um personagem de ficção que participou em diversos filmes, séries de televisão e livros durante anos. O personagem de Lassie foi criado pelo autor anglo-britânico Eric Knight em Lassie Come-Home (no Brasil, "A Força do Coração") publicado como conto no Saturday Evening Post em 1938 e como novela em 1940. Este livro foi adaptado ao cinema em 1943 com o título Lassie Come Home. A partir de então se filmaram numerosas sequencias e séries de televisão.


11 – Milu: É o cãozinho de Tintim que pertence a série As Aventuras de Tintim criada pelo autor belga Georges Prosper Remi, mais conhecido como Hergé, em 1929. Milu é um cão fox terrier branco. Eles regularmente salvam um ao outro de situações perigosas. Milu frequentemente "fala" com o leitor por meio de seus pensamentos, e é tido como mais "racional" do que Tintim. Como o Capitão Haddock, Milu tem gosto pelo uísque Loch Lomond, e suas ocasionais "bebedeiras" tendem a colocá-lo em problemas, assim como sua intensa aracnofobia.

12 – Pluto: Pluto é um personagem da Disney. É um cão da raça Bloodhound e que é o mascote do Mickey. Destrambelhado, sempre arranja muita confusão, mas no fim acaba ajudando seu dono a desvendar alguns mistérios. No iníco ele não era mascote do Mickey mas sim de sua namorada, Minnie. Além de contracenar com Mickey em diversas oportunidades ele dividiu a tela com Donald, Pateta, os esquilos Tico e Teco, o gatinho Fígaro e uma infinidade de bichanos destinados a torrar a paciência dele. Além disso, Pluto pode se gabar por guardar um Oscar em sua casinha - o desenho Lend a Paw (Me Dê uma Pata, de 1941), protagonizado por ele, ganhou o prêmio de Melhor Curta de Animação.
Fontes: Wikipedia; adorocinema.com; Grande Enciclopedia Larousse Cultural, Nova Cultural; asterix.com; hannabarbera.com.br; dogtimes.com.br; petmag.uol.com.br; hannabarbera.com.br.
Maria Celia Amorim

Aranhas minúsculas têm o corpo preenchido por cérebro


Um novo estudo revela que as aranhas muito pequenas possuem cérebros grandes a ponto de preencher as cavidades do corpo, estendendo-se até as patas. Os pesquisadores mediram o sistema nervoso central de nove espécies de aranhas de diversos tamanhos. Embora as menores tivessem cérebros menores em termos absolutos, em termos relativos os cérebros delas eram enormes. "A tendência básica foi que, quanto maior a aranha, maior o seu cérebro proporcionalmente ao corpo", afirmou William Eberhard, biólogo do Instituto Smithsoniano de Pesquisas Tropicais, na Costa Rica, e um dos autores do estudo, publicado na revista Arthropod Structure & Development. Eberhard e seus colegas descobriram que, nas aranhas menores, o sistema nervoso central preenchia aproximadamente 80 por cento do cefalotórax, ou cavidade corporal, incluindo 25 por cento das patas. "O tecido nervoso do cérebro é dispendioso em termos metabólicos", afirmou. "Essas pequenas aranhas estão pagando um preço alto para manter o cérebro funcionando", afirmou. Às vezes, esse preço implica em uma cavidade corporal deformada por saliências constituídas por substância cerebral, o que, por sua vez, pode comprometer o tamanho do sistema digestivo, afirmou Eberhard. Os pesquisadores concentraram os estudos nas aranhas tropicais do Panamá e da Costa Rica, entre as quais há diversas espécies de tamanhos variados. As espécies maiores do estudo pesavam 400 mil vezes mais que as menores. Uma vez que nas aranhas menores a participação do cérebro no corpo é maior, elas conseguem criar os mesmos tipos de teias complexas que as aranhas maiores, afirmou Eberhard. "Em termos comportamentais, as aranhas menores são tão competentes quanto a aranha maior", afirmou.
Foto: Pamela Belding via The New York Times; Pesquisadores descobriram que cérebro da aranha se prolonga pelas cavidades do corpo até as patas
Fonte: Último Segundo

A misteriosa água-viva de tentáculos curtos

Descoberta em 2003 por pesquisadores do Monterey Bay Aquarium Research Institute (MBARI), a Tiburonia granrojo é uma curiosa espécie de água-viva vermelha encontrada nas profundezas do oceano Pacífico. Com quase um metro de largura, ela foi apelidada de “big red” e utiliza seus curtos tentáculos para capturar seu alimento. O animal possui de quatro a sete tentáculos. Além de curtos, eles são muito grossos, completamente diferente da maioria das demais espécies de águas-vivas.Segundo os estudos, apenas 23 espécies foram descobertas no Havaí, Japão, Mar de Cortez e na Baia de Monterrey. A maioria destas espécies de água-viva foram encontradas em uma profundidade entre 600 e 1500 metros de profundidade.
Fonte: Rede Ambiente

Cérebro humano



O cérebro humano pesa apenas cerca de 1,4 kg de massa gelatinosa, gorduras e tecidos, mas é a mais complexa de todas as estruturas vivas conhecidas. Até um trilhão de células nervosas trabalham em conjunto e coordenar as ações físicas e os processos mentais que definem os seres humanos para além de outras espécies.
Foto: Frans Lanting / National Geographic Image Sales
Fonte: Último Segundo

Desmatamento revela desenhos no solo da Amazônia


Edmar Araújo ainda se lembra do pavor que sentiu. Algumas décadas atrás, enquanto limpava árvores no terreno de sua família, localizado perto da cidade de Rio Branco, um local isolado em um dos cantos do oeste da Amazônia brasileira, ele se deparou com uma série de avenidas de barro esculpidas no solo. "Estas fileiras eram muito perfeitas para terem sido feitas por um homem", disse Araújo, um pecuarista de 62 anos de idade. "A única explicação que eu conseguia imaginar era que elas eram trincheiras que foram cavadas durante a guerra contra os bolivianos." Mas estas não eram trincheiras, pelo menos não serviram para nenhum conflito que possa ter ocorrido aqui durante o século 20. De acordo com descobertas arqueológicas feitas na região nos últimos anos, as escavações nas terras de Araújo e centenas como ela em regiões próximas são muito mais antigas do que isso e podem melhorar potencialmente nossa compreensão da maior floresta tropical do mundo. O desmatamento que atingiu a Amazônia nos anos 70 também expôs um segredo escondido há muito tempo debaixo desta floresta de grande espessura: formas geométricas perfeitamente desenhadas que abrangem centenas de metros de diâmetro. Alceu Ranzi, um estudioso brasileiro que ajudou a descobrir os quadrados, octágonos, círculos, retângulos e formas ovais que compõem as esculturas de terra, disse que esses geoglifos encontrados em terras desmatadas são tão significativos quanto as famosas linhas de Nazca, os símbolos enigmáticos de animais que são visíveis quando avistados do alto no sul do Peru. "O que mais me impressionou sobre esses geoglifos foi sua precisão geométrica e como eles estavam escondidos em uma floresta que até então nos parecia ser intocada à exceção de algumas tribos nômades que haviam habitado a região”, disse Ranzi, paleontólogo que viu pela primeira vez os geoglifos na década de 70 e, anos mais tarde, observou-os de avião. Para alguns estudiosos da história humana na Amazônia, os geoglifos existentes no Estado brasileiro do Acre e em outros sítios arqueológicos sugerem que as florestas da Amazônia ocidental, anteriormente considerada inabitável por sociedades mais sofisticadas, em parte por causa da qualidade de seus solos, pode não ter sido tão "Inabitável", como alguns ambientalistas afirmam. O escritor americano Charles C. Mann explica que ao invés de ter permanecido uma floresta virgem, quase não habitada por pessoas, partes da Amazônia podem ter sido locais aonde grandes populações viviam em dezenas de cidades interligadas por redes de estradas. Na verdade, de acordo com Mann, o explorador britânico Percy Fawcett desapareceu em 1925 em sua busca pela "Cidade Z", que supostamente existia na região de Xingu. Além de partes da Amazônia terem sido "muito mais densamente povoadas do que se pensava", Mann, o autor de "1491", um livro inovador que fala a respeito das Américas antes da chegada de Colombo, disse que "estas pessoas propositadamente modificavam seu ambiente de uma maneira que pudesse ser duradoura." Como consequência das vastas regiões habitadas por humanos, é possível que as florestas da América do Sul possam ter sido muito menores durante certos períodos, com grandes áreas vazias semelhantes às savanas. Tais revelações não se encaixam confortavelmente com os debates políticos atuais a respeito do desenvolvimento da região, em que alguns ambientalistas se recusam a permitir que a pecuária e o cultivo da soja em larga escala, por exemplo, avance ainda mais para outras regiões da Amazônia. Os cientistas também dizem se opor à queima indiscriminada das florestas, mesmo que a pesquisa sugira que a Amazônia tenha sustentado uma agricultura intensiva no passado. Na verdade, dizem que outras regiões dos trópicos, especialmente a África, poderiam se beneficiar de estratégias antes utilizadas na Amazônia para superar as limitações do seu solo. "Se alguém quiser recriar a Amazônia da era pré-colombiana, a maior parte da floresta precisa ser destruída, ser populada por muitas pessoas e ter uma agronomia altamente produtiva", disse William Woods, geógrafo da Universidade de Kansas, que faz parte de uma equipe que está estudando os geoglifos do Acre. "Eu sei que isso não terá uma boa repercussão com os ambientalistas", disse Woods, "mas o que mais se pode dizer à respeito?" Enquanto os pesquisadores tentam entender a história ecológica da Amazônia, mistério ainda envolve as origens dos geoglifos e as pessoas responsáveis por eles. Até agora, 290 obras escavadas foram encontradas no Acre, junto com cerca de 70 outras na Bolívia e 30 nos Estados brasileiros do Amazonas e Rondônia. Os primeiros pesquisadores descobriram os geoglifos na década de 1970, depois que a ditadura militar brasileira incentivou colonos a se mudarem para as regiões do Acre e da Amazônia, apoiados pelo slogan nacionalista "Ocupar para não entregar", para justificar o povoamento da área que resultou no desmatamento. Porém, a comunidade científica demonstrou pouco interesse na descoberta até que o cientista brasileiro Ranzi começou suas pesquisas na década de 1990, e pesquisadores brasileiros, finlandeses e americanos começaram a encontrar mais geoglifos usando imagens de satélite de alta resolução e de pequenos aviões que sobrevoavam a Amazônia . Denise Schaan, arqueóloga da Universidade Federal do Pará no Brasil, que agora lidera a pesquisa dos geoglifos, disse que testes de radiocarbono indicam que elas foram construídas de 1.000 a 2.000 anos atrás, e podem ter sido reconstruídas várias vezes durante esse período. Inicialmente, disse Schaan, os pesquisadores consideraram a ideia destas trincheiras serem utilizadas para a defesa contra ataques devido a sua profundidade de quase 7 metros. Mas a falta de provas de que houvesse acorrido algum tipo de assentamento humano dentro e ao redor das trincheiras fizeram com que essa teoria fosse descartada. Os pesquisadores agora acreditam que os geoglifos podem ter tido uma importância cerimonial, similar, talvez, as catedrais medievais da Europa. Este papel espiritual, disse William Balée, um antropólogo da Universidade de Tulane, pode ter envolvido a "geometria e gigantismo". Ainda assim, os geoglifos, que fazem parte da cultura andina e amazônica, permanecem um enigma. Eles estão longe de assentamentos pré-colombianos descobertos em outras partes da Amazônia. Há também grandes dúvidas sobre os povos indígenas que habitaram esta parte da Amazônia na época, já que milhares foram escravizados, mortos ou expulsos de suas terras durante a era da exploração da borracha, que começou no final do século 19. Para os pesquisadores e cientistas brasileiros, disse Schaan, as trincheiras são "uma das descobertas mais importantes do nosso tempo." Mas o repovoamento desta parte da Amazônia ameaça a sobrevivência dos geoglifos, após de terem permanecido escondidos durante séculos. Florestas ainda cobrem a maior parte do Acre, mas nas áreas desmatadas onde os geoglifos se encontram, já foram construídas algumas estradas de terras. Pessoas vivem em barracos de madeira dentro de outros. Postes de eletricidade agora fazem parte da paisagem dos geoglifos. Alguns fazendeiros usam suas trincheiras como buracos para que seu gado possa beber água. "É uma vergonha que nosso patrimônio seja tratado dessa maneira", disse Tiago Juruá, o autor de um novo livro sobre como proteger os sítios arqueológicos, incluindo os geoglifos. Juruá, um biólogo, assim como outros pesquisadores, diz que os geoglifos encontrados até agora são, provavelmente, apenas uma amostra do que as florestas do Acre ainda guardam sob sua copa. Afinal, segundo eles, existe hoje o menor número de pessoas habitando a região da Amazônia, menos até do que antes da chegada dos europeus há cinco séculos. "Esta é uma nova fronteira para os exploradores e para a ciência", disse Juruá. "O desafio agora é fazer mais descobertas nas florestas que ainda estão de pé, com a esperança de que elas não irão em breve ser destruídas."
Foto: Douglas Engle/The New York Times; Vista aérea de fazenda perto de Rio Branco, no Acre
Fonte: Último Segundo

quinta-feira, 1 de março de 2012

Sapos Famosos dos Desenhos e Filmes


1 - Naveen: Este sapo é, na realidade, o Príncipe Naveen. Personagem do desenhoA Princesa e o Sapo da Disney, que conta a história de um príncipe que se muda, aos 20 anos de idade, para o Quarteirão Francês de Nova Orleans em busca de diversão na cena local do jazz. Ele é persuadido pelo Dr. Facilier em fazer uma visita a seu consultório, onde é enfeitiçado e transformado num sapo. Naveen aprende vivendo como sapo que o dinheiro não é tudo na vida, e que precisa do amor e de seus amigos.

2 - Caco, o sapo: Primeiro e mais famoso dos Muppets, criado por Jim Henson, de nome Kermit. Caco na realidade não é um sapo mas sim uma rã. Ele é a estrela do show. Caco possui muito talento. Também é o mestre de cerimônia do Muppet Show e é namorado da Miss Pig, uma porquinha muito apaixonada e ciumenta. Caco já estrelou inúmeras séries de televisão, especiais de televisão, telefilme e filmes de cinema. Essas produções quase sempre incluem humanos e muppets convivendo. Os muppets podem ser animais, humanóides, monstros, extraterrestres ou criaturas inventadas, sendo todos amigos do Caco.

3 - Harold: Pai da princesa Fiona no filme Shreck. É o rei de Tão-tão-distante, o reino onde shreck se transforma em humano por conta da mágica da Fada Má Drinha. Ele é um sapo que é transformado em humano e que se revela assim quase no fim do filme.

4 – Jabba: Personagem do filme Guerra nas Estrelas. É um contrabandista intergaláctico do filme. Jabba signfica "sapo" em Yiddish. Este animal é uma espécie de sapo alienígena extremamente gordo. É o principal inimigo de Han Solo o caçador de recompensas. Ele é morto pela princesa Léia, enforcado a própria corrente que usava para prendê-la.

5 - Nicky Flippers: Sapo chefe da polícia na animação Deu a Louca na Chapeuzinho. Nicky é um sapo esguio, elegante de bigodes bem aparados e inspetor de polícia. Parece uma paródia aos detetives de romances policiais, como Poirrot e Maigret e também tem um certo charme de Closeau, personagem na Pantera Cor de Rosa.

6 - Toro e Pancho: Amigos sapos que sempre estão atrás de um grilo. Pancho é o sapo mais magricela da dupla e também o mais atrapalhado, ele usa um sombrero e sempre se enrola para tentar pegar o grilo ou o besouro japonês. Acaba sempre acertando seu amigo Toro com uma paulada, mas também recebe o troco do sapão furioso.


7 - Toad: Vilão do desenho Por Água Abaixo. Toad é um sapo enorme e trambiqueiro que tem um plano perverso. No final da copa do mundo na Inglaterra, quando der o intervalo onde todos vão no banheiro, ele pretende abrir as comportas dos esgotos e afogar todos os habitantes roedores para ficar "dono do pedaço".

8 - Trevo: Sapo de estimação de Neville Longbottom, amigo de Harry Potter, do filme de mesmo nome. Seu sapo de estimação foi um presente dado por seu tio Algie por ele ter sido aceito na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

9 - Michigan J. Frog: Sapo que sempre canta de cartola (hello, my baby, hello my honey...). O sapo cantor pertencxe aos desenhos da Warner Brothers. Ele está sempre de smoking, carlota e bengala para apresentar seu número.


10 - Crazy Frog: Sapo louco ou A Coisa Chata. Ele é usado como “sapo” propaganda do tom de chamada. A animação foi originalmente criada para acompanhar um efeito sonoro ao tentar imitar o som de um ciclomotor de dois tempos. Também é marcado como eletrônico, dance, pop e tecno. Crazy Frog foi criado por computação gráfica em 2003. O Crazy Frog desovado é um hit mundial com um remix de " Axel F ", que alcançou o primeiro lugar no Reino Unido, Irlanda, Turquia, Nova Zelândia, Austrália e grande parte da Europa.
Fontes: Grande Enciclopédia Larousse Cultural, Nova Cultural; adorofilmes.com.br; wikipedia; interfilmes.com; disney.go.com; cinemaclassico.com; adorocinema.com; petmag.com
Maria Celia Amorim

Vespas farejam pulgões imunes e mudam estratégia de ataque


A vespa parasita Asphidius ervi pode farejar pulgões de ervilha resistentes a seus ataques e modificar a estratégia para infectá-lo, segundo estudo publicado no dia 24 de fevereiro no jornal científico "BMC Biology" Pulgões não imunes são contaminados com apenas um ovo de vespa. Dele, nasce uma larva que se alimenta do próprio inseto. Já os resistentes têm a bactéria simbiótica Hamiltonella defensa que não permite que a larva se desenvolva. Para romper a proteção dos pulgões imunes, as vespas depositam dois ovos no hospedeiro. As secreções liberadas na germinação dos dois ovos derrotam a defesa bacteriana. No entanto, apenas um dos ovos vai germinar e, consequentemente, uma larva vai sobreviver. "Nós descobrimos que a A. ervi deposita dois ovos nos hospedeiros infectados e apenas um ovo nos pulgões desprotegidos. Nós não sabemos ao certo como as vespas fazem a discriminação", disse o pesquisador Kerry Oliver, que coordenou a pesquisa. Segundo ele, os pulgões que têm a bactéria liberam um tipo de substância que pode ser reconhecido pelas vespas.
Foto: Vespa parasita ataca pulgão de ervilha e deposita ovos dentro dele. (Foto: Divulgação / Alex Wild)
Fonte: G1

O menor cavalo marinho do mundo

Que os cavalos marinhos são animais bem bonitinhos, isso nós já sabemos. Mas, o que dizer, então, sobre esta espécie em específico? Denominada cavalo-marinho pigmeu, esta coisa fofa é a menor entre todos os outros. Medindo apenas 16 milímetros, ela pode ser encontrada nos recifes de corais de países como Indonésia, Malásia e Ilhas Salomão. Seus hábitos não são muito diferentes dos de seus familiares. É um peixe, tem ótima camuflagem – considerada uma das melhores, tanto que sua descoberta só foi possível após testes em laboratórios -, alimenta-se de molusco, crustáceos e plânctons, nadam com o corpo na vertical e podem viver tanto sozinhos como em colônias. Sua cor é um marrom meio amarelado e quando precisa fixar-se em alguma superfície, enrola sua calda no local. Assim como os outros, é super sensível. Portanto, para ter um desses em seu aquário, é necessário ter água salgada e muito carinho para dar. Infelizmente, e também como os outros, este animalzinho está sob risco de extinção. Seu nome pode ser encontrado na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN).
Fonte: Rede Ambiente

Pesca descontrolada enfraquece recifes de corais

Uma pesquisa publicada no dia 28 de fevereiro pela revista científica da Sociedade Internacional dos Estudos de Recifes dá um exemplo de como as consequências das ações humanas sobre o meio ambiente podem ser amplas. O estudo mostra que a pesca afetou não só na população de peixes, mas alterou também outros organismos de ecossistemas na costa do Quênia. Isso acontece devido a um efeito conhecido como cascata trófica: toda a cadeia alimentar é influenciada pela redução do número de predadores. Com menos peixes, a população de ouriços cresceu e a de algas vermelhas diminuiu nas regiões estudadas, que foram piscinas formadas no mar por barreiras de corais. As algas vermelhas possuem substâncias químicas que fortalecem os corais. Portanto, se a população de algas vermelhas é ameaçada, a estrutura dos corais também é. Isso é um problema para todo o ecossistema, que é adaptado ao mar calmo e depende dos recifes para barrar as correntes do mar.

Foto 1: 'Diadema setosum', espécie de ouriço do mar (Foto: Jennifer O'Leary/Divulgação)

Foto 2: Coral coberto por algas vermelhas (Foto: Jennifer O'Leary/Divulgação)

Foto 3: Balistapus porites', peixe estudado pela pesquisa no Quênia (Foto: Jennifer O'Leary/Divulgação)




Fonte: G1

Descoberta de fortificação resgata época das Cruzadas em Beirute

As cruzadas deixaram algumas marcas no porto de Beirute, por onde já passaram mais de 17 civilizações, com a construção de um forte, entre os séculos X e XI, cujos vestígios não foram apagados pelo tempo e acabam de ser descobertos. O achado foi descoberto de maneira inesperada, já que os vestígios da esquecida fortificação veio à tona depois que se iniciaram as obras para a reforma e a criação de uma praia pública. Em entrevista à Agência Efe, o responsável pelas escavações da Direção Geral de Antiguidades libanesa, Assad Seif, explicou que 'a fortificação era situada em frente ao mar, como um porto, onde se formou uma verdadeira proteção natural'. O terreno explorado revela os restos de muros de pedra com inscrições e várias colunas, além dos vestígios de duas torres. Apesar de se tratar de uma fortificação, os especialistas não encontraram nenhum tipo de restos de armas, somente peças de cerâmica e alimentos. Seif acrescentou que em seus primeiros trabalhos, iniciados no último mês, já conseguiu compreender a razão do lugar e do entorno natural, que servia de proteção aos ataques indesejados. A fortificação fica no ponto de encontro 'de um pequeno rio com o mar, justo no local onde estava a bacia portuária de Beirute', indicou o especialista. Construída em pedra caliça, a fortificação era situada entre um rio, que fazia um fosso natural, uma torre e o mar. 'O forte, que ficava sobre uma montanha rochosa, garantia o controle do mar e também oferecia um posto de observação estratégico', ressaltou Seif. 'Isto nos faz pensar que essa fortificação se estendia até o leste da costa, onde havia uma torre que foi descoberta nos anos 90 pela arqueóloga Leila Badr e sua equipe da Universidade Americana de Beirute', completou. A fortificação não abriga somente os restos das cruzadas, mas também da época romana tardia, quando os fortes eram construídos com blocos de pedra e muros que se alternavam com hastes de colunas. O local também conta com sinais de incêndio, o que, segundo os especialistas, é um indício de combates e de destruição. Seif acrescentou que os otomanos também deixaram sua marca no lugar, como um aterro para criar um novo sistema portuário. Agora, a Direção Geral de Antiguidades libanesa trabalha em colaboração com os responsáveis locais para integrar esta parte da história do Líbano à cidade. 'Temos agora a possibilidade de trabalhar juntos para integrar a arqueologia nesse lugar e preservá-la onde a encontramos', concluiu Seif.
Fontes: EFE; MSNVerde